coaching de vida

Aprendendo a Viver com a Malévola

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Contém spoiler!

Malévola (Malificent) é um spinoff da história da Bela Adormecida.

Mas, para mim, é um dos filmes mais bonitos e completos da Disney.

A mensagem, ou melhor, as mensagens que ele carrega são absolutamente positivas e construtivas.

É comum, quando um filme é bom, a sua continuidade ser uma merda. Não é o que aconteceu neste filme. Eu tenho dificuldade de escolher o melhor entre o filme 1 e o 2.

Particularmente, acho a história perfeita, a mensagem que o amor verdadeiro sempre vence e que a nossa natureza interior nunca será mudada, independentemente das circunstâncias, me enche de emoção.

O meio é duro com a gente, as pessoas nos usam, são ingratas e até mesmo perversas. Mas, se mantivermos a nossa essência boa, não nos contaminaremos com o que nos cerca.

No primeiro filme, uma mensagem forte!

Ele lhe arranca as asas e junto leva seu coração!

Ela amou, se entregou, confiou e foi usada da forma mais vil e covarde que alguém pode fazer.

Uma fada, protetora da floresta que tinha criaturas que cooperavam e se ajudavam mutuamente.

A natureza deste povo da floresta era de carinho e confiança e, apesar das condições em que o conheceu, roubando, ela o perdoou e acreditou que ele poderia ter se enganado, até porque ele teve a atitude de mostrar para ela que talvez ela fosse importante para ele, quando ele jogou fora um dos poucos bens que tinha para ter a amizade dela, um anel de ferro pois ferros queimam fadas.

O rei, que era inimigo da Malevola, que tinha inveja de como ela lidava com a floresta e suas criaturas e a via como bruxa, lançou um desafio de entregar a mão da sua filha em troca do fim da Sua algoz.

Então, por ganância, o jovem trocou o amor, o carinho e a amizade de Malévola por uma vida no castelo e, usando a influência e a confiança que tinha, cortou as asas daquela que um dia prometeu amor eterno.

Ela descobriu que isso era somente para ter o casamento com a filha do rei.

Primeiro ela chorou, sofreu, foi até o seu pior pesadelo.

A dor da traição é uma dor que machuca a alma. E ela sofreu!

Se isolou, se afastou… não confiava nem mais em si.

Mas o luto se transforma em luta e Ela Esbravejou, xingou, chorou e endureceu o coração!

Por impulso, rogou uma praga em quem nada tinha a ver com a história.

E essa é a segunda grande mensagem:

Nunca desconte em outra pessoa a frustração que alguém lhe causou!

Mesmo com uma máscara de rancor, tristeza e se fazendo de “bruxa”, era uma criatura do bem. E essa máscara foi se dissipando conforme a inocência da criança que ela amaldiçoou a conquistava.

Pouco a pouco, ela ia sendo mais e mais conquistada pelo carinho puro que aquela criança lhe tinha. E ela foi cedendo…

E desse ódio, o amor verdadeiro se fez presente!

Bom, em resumo, no segundo filme, há a grande mensagem endossada:

Você é a sua essência verdadeira. O mundo é mau, te machucará, tentará mudar o que você sente e é, mas o seu verdadeiro eu, sua essência, sobrevive a tudo e renascerá como Phoenix!

Que sejamos como Malévola, não nos deixando corromper pelo mundo mau, pelas pessoas invejosas e que não externalizam o amor!

Se a sua essência é o amor, ame!

E se alguém lhe der amor, retribua!

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O Amor é Pessoal e Intransferível

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Dia desses, um carinha que conheci no Tinder e acabei adicionando no Facebook me mandou uma mensagem:

Estou precisando ser feliz, mas eu só consigo ser feliz fazendo uma pessoa feliz! Ao contrário, não vejo razão na minha vida!

Nunca, jamais e de forma alguma projete a sua felicidade no outro! Seja feliz por você!

Continuamos a conversa e vi que ele estava convencido que ele era o homem perfeito para mim ou para qualquer outra mulher porque ele tinha certeza que conhecia e entendia o que cada mulher precisava para ser feliz!

Segundo grande erro! Cada pessoa é um ser único, com suas características, peculiaridades e gostos específicos. Uma leitura superficial não é capaz de dizer o que a pessoa precisa ou não do outro para ser feliz!

Eu posso e devo ser capaz de ser feliz com minhas escolhas e complementar essa felicidade ou não com um relacionamento também é uma questão de decisão do que me faz feliz ou não.

Óbvio que perguntei para ele como ele acha que me faria feliz e por consequência seria feliz. E lógico que ele errou!

Atenção: O Amor é Pessoal e Intransferível!

O requisito para amar, é ter amor. Não conseguiremos nunca dar aquilo que não temos! Tenha o seu amor e não dependa do amor de ninguém para ser feliz, assim como não projete a sua felicidade na vida de ninguém.

Uma coisa que venho estudando cada vez mais e que faz muito sentindo é a teoria das 5 linguagens do amor.

  • Tempo de qualidade
  • Toque físico
  • Atos de serventia
  • Palavras de incentivo / afirmação
  • Presentes

As pessoas têm uma linguagem principal, aquela que faz o coração ficar quentinho, satisfeito, completo e amparado.

Ao mesmo tempo que temos uma linguagem principal, que faz o tal do “tanque do amor” ficar cheio, a falta ou reverso desta linguagem nos faz pessoas vazias… sem amor. Se não temos amor, não teremos como dar amor.

Então você tá dizendo que é preciso de outra pessoa para ser feliz mesmo?

Não! Absolutamente não! O outro deve ser capaz de somar ao que você tem, de modo a que se faltar, você conseguirá continuar sua trilha e seu tanque do amor não ficará na reserva.

O amor próprio também é conseguido também através destas linguagens.

Se tenho o tempo de qualidade como linguagem principal significa que dou muito valor a fazer coisas que gosto. Quanto mais fizer atividades que me deem prazer, mais estarei feliz e mais o amor estará presente na minha vida.

No toque físico, preciso de contatos, carinho, beijos e abraços. Mas não significa que seja relacionamento carnal. A amizade, o carinho dos filhos, até mesmo aquele pet grudentinho que não te larga, fará seu coração ficar aquecido.

Atos serventia significa o que os outros possam te fazer como um mimo, poupando o seu trabalho de atividades. Tem a ver com o ato de servir, ajudar, estar dando suporte emocional ou de tarefas. Ter uma amigo que te ajuda na mudança, um filho que divide as tarefas da casa, ou até mesmo um parceiro de trabalho que te ajude na lida diária, satisfaz nossa necessidade de estarmos em harmonia com o nosso conceito de amor.

As palavras de incentivo são como molas propulsoras para quem tem essa linguagem como principal. Elas motivam e inspiram, fazendo com que tudo pareça fácil. Elogiar é bom, para as pessoas que têm essa linguagem como mais importante, é especialmente mágico! Mas elogio em geral. Não é de uma pessoa especificamente!

Finalmente, presentes, aquelas pessoas que amam ser presenteadas, surpreendidas e se sentem amadas por serem lembradas. O presente e o símbolo daquela lembrança, do quanto se importam com ela. Mas, mesmo nesta linguagem, eu posso me presentear, me mimar, comprar presentes para mim. Afinal, quem merece mais do que eu?

Ou seja, mesmo nas linguagens “mais dependentes”, não significa que tenha que ser casado ou tenha que estar namorando para ter seus tanques de amor e de felicidade cheios.

Mas não estou falando com isso que não devemos ter um amor! De forma e maneira nenhuma!!!!! Só não devemos ser dependentes DESTE amor. Até porque esse não é o seu amor, seu amor é pessoal e intransferível, é o amor próprio, que se expande.

Quando esse amor (amor próprio) é grande a ponto de externalizar, agimos como um imã, atraindo pessoas que estão neste mesmo campo vibracional que o nosso. Aí a química acontece sem chance de dar problema na mistura desta fórmula!

Acompanhe comigo: Eu me conheço, eu me amo, não sou dependente do amor de ninguém, mas tenho tanto amor, que ele expande. Encontro com outro alguém que também se ame e que tem tanto amor para dar quanto eu. A Troca vai alimentar esse amor.

Eu não dependo do outro para ser feliz, mas com o outro me sinto MAIS FELIZ! Essa é a chave! A soma!

AME-SE, AME-SE MUITO! Ame-se a ponto de contaminar os que te rodeiam com esse vírus! Ele é um vírus transformador.

Não pense jamais que sua felicidade está no outro, por mais amor que exista entre os dois. A felicidade é um caminho individual, que pode ser paralelo ao do outro, mas que se o outro deixar de seguir por qualquer que seja o motivo, o nosso caminho há de continuar.

SEJA AMOR! ❤

Ficou curioso e quer fazer o teste das Linguagens do amor? Mande uma mensagem para lucianatellescoach@gmail.com que eu te envio o teste!

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Nexo, Plexo, Sexo…

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Todo mundo precisa de um coach. Mesmo que eu estude e aplique sempre as técnica de self coach, auto-hipnose, PNL ou qualquer outra técnica que eu domine, o fato é que, vez por outra, precisaremos de ajuda externa.

Há exatos 30 dias minha vida começou a virar 180 graus. Praticamente todos os dias com situações complexas para resolver, tendo que enfrentar meus medos, ansiedades, com surpresas não agradáveis e desafios gigantescos. Praticamente lutar com uma Hydra de 7 cabeças todos os dias deste último mês! Quando eu finalmente arrancava-lhe um cabeça, nasciam 2 no lugar.

Não há emocional, PNL, hipnose ou espiritualidade que segure… é normal fraquejar.

Aliás, você sabia que um dos fortes indícios de um psicopata é não se abalar com a dor, não mudar sua forma de agir ou pensar, mesmo sob pressão? Graças a Deus sou normal!!!!

Sofro, choro, tenho medo e penso em desistir…

Neste momento a gente precisa de colo.

Por mais que nos façamos de fortes e invencíveis. Não dá para usar a roupa de super herói o tempo todo. Ela fica incomodando e é necessário colocá-la de lado.

Ok, mas e aí? Cadê o colo? Até porque enquanto eu penso em ter colo, tem mais fogo para apagar… a energia tá pequena!

Mas aí surge Deus… Ele sempre coloca pessoas certas no exato momento e lugar que estão sendo esperadas!

Um ser de luz sentiu minha angústia e me enviou uma mensagem num momento bem significativo. Era o colo, mesmo virtual, que veio dar consolo e força para eu continuar.

Entre um ponte e outra, analisei que minha vida está contrária ao que eu vivia há apenas um mês. Fui assaltada em casa, me mudei, perdi emprego, minha filha voltou a ter crises de depressão (até por conta da invasão lá de casa), mudei de planos, de novo, novamente e resolvi 300 problemas que foram acontecendo… e aí???

Ele me lembrou que de tempos em tempos nossa vida faz essas conversões loucas mesmo.

Usando a metáfora da arrumação de armários; para arrumar, precisamos tirar tudo de dentro, fazer uma completa bagunça para rearrumar, jogando inclusive o que não mais nos serve fora.

Então a ponte… o caminho para se chegar do outro lado…

Qual é a forma que eu tenho de me energizar? O que me faz mais falta? E por que tanta mudança?

Daí que ele me responde:

“Na cultura helenica, grega, aprendi que a vida, de tempos em tempos, tem mesmo que ser reorganizada, há ciclos que se exaurem. E o tripe fundamental, vc pode achar graça, envolve Nexo, Plexo e Sexo*.”

hummmmmm… Eureca! Pode fazer todo sentido…

Analisemos:

nexo/cs/

substantivo masculino

  1. junção entre duas ou mais coisas; ligação, vínculo, união.
  2. ligação entre situações, acontecimentos ou ideias; coerência.

plexo/cs/

substantivo masculino

  1. ANATOMIA GERAL rede ou interconexão de nervos, vasos sanguíneos ou linfáticos.

sexo/cs/

substantivo masculino

  1. conformação física, orgânica, celular, particular que permite distinguir o homem e a mulher, atribuindo-lhes um papel específico na reprodução.
  2. nos animais, conjunto das características corporais que diferenciam, numa espécie, os machos e as fêmeas e que lhes permitem reproduzir-se.
  3. Relação Sexual, coito, cópola.

OU seja: PENSAR, SENTIR e AGIR

Tudo o que penso, sinto ou faço talvez precise se reorganizar, tomar novos processos lógicos.

Se minha vida virou de pernas para o ar, quiçá esse não seja o lado correto!

Ou então, analisando outro sentido…

Nexo, Plexo, Sexo é o título da Magnum Opus de Henry Miller, um escritor americano com estilo de Nelson Rodrigues. Só escreve putaria rsrsrs

Talvez seja isso, falta de nexo, de plexo e de sexo… Ação e reação de uma vida que anda bem cheia de falta de emoção… Falta pimenta, merengue, tempero…

O sexo como agente transformador, a necessidade de me reproduzir em ardor, torpor e amor… A necessidade de me reapaixonar por algo ou por alguém.

A necessidade gera o inconformismo, o inconformismo leva a busca e a busca ao encontro, ou reencontro…

Você não procura o que você acredita que tem, mas você procura quando aquilo que você achava que tinha lhe é tirado, roubado, mexido, bagunçado.

Eureca 2X!

Vamos reorganizar a vida, o plexo, o nexo e o sexo … Que seja fértil!

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Crenças Limitantes e Destrutivas

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Do que você tem medo? Qual seu bloqueio de abundância? O que te impede de ter prosperidade?

Nos meus atendimentos enquanto Hipnóloga e Coach, sempre me deparo com situações de bloqueio e de crenças limitantes e destrutivas nos meus pacientes.

Situações que parecem sem importância, se tornam uma avalanche de problemas que vão se repetindo mais e mais, num ciclo vicioso ou talvez até no paradoxo temporal.

Recentemente eu estive com 5 pacientes distintos e um mesmo problema: dificuldade em conseguir trabalho. Os 5 carregavam consigo uma mala cheia de frustrações e mágoas.

Precisamos abrir essas malas, colocar tudo para fora e rearrumar as roupas que ainda serviam e descartar aquelas que há muito deixaram de servir.

Para alguns o processo é rápido, tanto que dois deles já estão empregados (no meio da crise), um deles estava há 5 anos lidando, sem perceber, com suas frustrações e medos. Os outros estão no caminho.

O mais interessante é o processo de crença destrutiva, para evitar a dor, que se teve em uma ocasião especifica, se coloca num processo de looping de privações e dores constantes. Só pelo medo da incerteza! A zona de conforto é cheia de espinhos, apertada, mas o medo do que tem fora desta caixa, os priva da vitória!

Sou mega entusiasta dos processos de PNL e hipnose, assim como o Assessment, para a orientação de carreira.

Se quiser saber mais sobre esses processos e investimentos. Me envie um email, vou adorar falar mais sobre o assunto!

Ah, lembrem-se do Ciclo de Abundância e Prosperidade:

🔑 Solicitar: saber o que quer

📣 Declarar: mentalizar, orar, pedir com fé

🧩Agir: movimentar recursos para conseguir

🙏🏼Agradecer: gratidão, pelo que recebeu, recebe e irá receber, numa conta corrente sempre positiva de fazer pelo próximo mais do que para si!

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Âncoras ou Guindastes, o que você tem por perto?

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Âncoras usam toda a sua força para te colocarem para baixo, te estagnam, te fixam a um ponto onde é impossível se mover.

Guindastes, ao contrário, usam a força que têm para te levantar, te jogam para o alto, te elevam, te movimentam.

Em relações interpessoais, devemos sempre nos posicionar perto dos guindastes, desta forma, conseguiremos, mesmo quando nos faltar impulso próprio, uma mão forte para nos colocar para o alto.

Ao contrário, se estamos perto de âncoras, estaremos parados, muitas vezes com nossas energias sendo sugadas por uma situação que não nos levará a lugar nenhum, a não ser, talvez (e muito provavelmente!), ainda mais para baixo!

Conheço muitas pessoas que por muito tempo ficaram atracadas em situações sem que pudessem recorrer a guindastes para lhes tirar daquela agonia.

O pior é que normalmente nós é que nos amarramos a âncoras. Achamos que não vai pesar tanto e que vamos conseguir velejar como produtos complementares, mas o que realmente acontece é que anos passam e a vida não acontece.

Sejamos sempre guindastes nas vidas daqueles que amamos e nos soltemos das âncoras que nos prendem e limitam nosso crescimento!

A vida é um sopro e podemos perder oportunidades de navegar além mar por conta de âncoras que insistem em nos amarrar.

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Pílulas de Gestão 5

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Sábado saí com 2 amigas e um ex-namorado, que havia me ligado no meio da tarde me pedindo para levá-lo para sair já que estava precisando se distrair e disse que eu sei fazer Td mundo feliz. E ele está certo! Rs

No meio da conversa, falamos sobre ansiedade.

A ansiedade é um excesso de futuro no nosso presente.

Uma das amigas, que conheço há mais de 30 anos, tentou me justificar que não tinha nenhuma expectativa para nada na vida, justamente para evitar a ansiedade, que inclusive nem fazia planos para nada na vida!

Eu, muito objetiva que sou, perguntei se ela estava pronta para morrer!

Ela arregalou os olhos com minha pergunta. E eu fazendo cara de egípcia, muito calmamente expliquei:

Quando deixamos de ter metas, expectativas e sonhos, deixamos de ter objetivos de vida. Já morremos por dentro e não nos demos conta (ainda).

O problema da ansiedade é quando essas expectativas, metas e sonhos se tornam obsessão, quando vira tóxico e você começa a viver exclusivamente em função disso. Não consegue dormir, trabalhar ou parar de pensar naquele assunto tamanha ansiedade que isso lhe causa.

Ter metas é bom, aliás, é ótimo!

Sabe por que o dia de hoje se chama presente?

Porque é um presente que o universo nos dá todos os dias para aprimorarmos nossas competências, consertarmos nossas falhas e ressignificarmos nossas experiências ruins.

Aproveite esse 🎁!

Ter expectativas, viver o presente da melhor forma, para projetar um futuro melhor, é nossa obrigação.

Se você quiser um futuro melhor que seu presente, tá na hora de mudar imediatamente seus planos!

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As Respostas estão dentro de Você

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Dia desses assisti a um filme que contava a história de um jovem atleta, que tinha muitas ambições profissionais.  Ele treinava arduamente para ultrapassar seus limites físicos. Porém, seu caráter e forma de agir para com o próximo eram questionáveis.

Nas andanças da vida, ele conheceu uma pessoa que o incitou a buscar o desconhecido, o que ele não conseguia enxergar fisicamente.

Ele achava que tinha todas as respostas, mas não mudava suas perguntas. Não se questionava até onde suas convicções não eram crenças limitantes.

De repente, esse desconhecido começou a lhe questionar acerca de suas convicções, refez todas as perguntas, desafiou o competidor nato e o trouxe para uma realidade mais fortalecedora.

Um dia, o jovem sofreu um grave acidente que poderia afastá-lo das competições para o resto da vida.

Porém, o começo do exercício de fortalecimento da alma iniciado anteriormente, tirando o jovem da sua zona de conforto, foi determinante para que as perguntas novas fizessem mais sentido para a construção do seu novo “túnel” do autoconhecimento.

Analisa-se a tríade das forças naturais:
1) Paradoxo – a vida é e será sempre um mistério. Não tente entendê-la
2) Humor – mantenha seu senso de humor, na tristeza nada se cria.
3) Mudança – independente de qualquer coisa, nada permanece imutável.

Muitas vezes fazemos perguntas rasas para nós. Perguntas superficiais geram resposta superficiais. Precisamos constantemente nos desafiar com perguntas MELHORES, mais profundas e inquisitivas, para que possamos alcançar níveis mais extraordinários de autoconhecimento e autodesenvolvimento.

Outra questão importante, é quanto às perguntas que deixamos que os outros respondam por nós. Ouvir os outros é deixar as respostas das perguntas por conta de outra pessoa que não sabe integralmente da sua história e pode responder de forma incompleta e antagônica às suas necessidades. Nossa intuição é o nosso melhor amigo. Ela tem as melhores perguntas e as respostas mais assertivas que precisamos para caminhar, pois lá estão os nossos anseios mais íntimos.

Deixar a responsabilidade para o outro é, talvez, desistir de si. Qual a chance do outro ser tão fiel a você quanto você mesmo?

Carregamos, por vezes, fardos mais pesados que o necessário, já que não sabemos a hora certa de abrirmos mão do que não precisamos mais. Nossas mãos, com isso, podem estar muito cheias e sem a possibilidade de segurar os presentes enviados pela vida, que realmente fariam diferença para nossa felicidade. O que não nos serve, deve ser deixado para trás. Isso deixará nossas mãos livres e nossos olhos prontos para enxergar o novo. Sempre terá coisas acontecendo ao nosso redor. Se não estamos atentos, deixamos que oportunidades passem por nós sem que as aproveitemos. Muitas destas oportunidades podem ser grandes chances da nossa vida, aquela que esperamos a vida toda para vivenciar.

Devemos viver a plenitude de cada momento, aproveitar o máximo de cada presente do tempo e extrair dele o melhor através da integralidade dos nossos sentimentos.

Muitas pessoas passam a vida achando que encontrarão a felicidade em um dado momento da sua vida, no futuro. Com isso, deixam de viver plenamente o presente.

Se engana, porém quem acha que a felicidade é o destino, a felicidade está na jornada, por isso a necessidade de estarmos com o peito aberto aos presentes diários, às oportunidades de vermos e sentirmos tudo que está ao nosso redor.

Mente sã, corpo são. Não adianta crer que podemos caminhar com essas duas forças dissociadas. Isso nos limita e impede nosso crescimento. Conjugar essas duas forças, além de nos colocar em equilíbrio, nos possibilita ousar e ir muito mais além.

Porém, há quem diga que para arrumar a casa, é necessário tirar tudo do lugar. Sim, muitas vezes precisamos enlouquecer para recuperar nossa sanidade de forma integral e definitiva.

Doar antes de receber, perdoar antes de ser perdoado, servir antes de ser servido…

Essas ações são edificantes e nos abrem para boas energias de ação. O conhecimento não é sabedoria, sabedoria é agir! Se agimos, o mundo reage na mesma força e em sentido contrário.

O dar antes de receber é entregar ao Universo o presente antecipado pelo seu sucesso.

O perdão é como uma espada que corta as amarras que nos prendem no passado, que nos impede de seguir.

Servir nos faz crescer, servir é uma arte. A humildade faz parte da construção de seres humanos mais completos: receptivos, doadores e agregadores.

Não devemos desistir daquilo que amamos e sim amarmos tudo aquilo que fazemos, conquistamos e temos. O amor está em doação.

Quem mais precisa de amor é quem mais tem dificuldade de amar, por simplesmente não amar as oportunidades, os presentes que lhe são dados durante sua jornada, sua vida.

O que é o certo? Quem tem razão? O certo e o errado são as suas convicções para consigo. Nunca estaremos nem mais certos e nem mais errados que os outros se seguirmos nossas convicções, nossa intuição sempre trará as melhores perguntas e nós teremos as respostas mais assertivas para essas novas perguntas. O nosso jeito é o jeito certo!

Desafie-se sempre a ir mais além.

Ouse ir além… sempre!

 


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Ouse ir Além

Postado em Atualizado em

Desistir ou persistir são duas faces de uma mesma moeda, um você escolhe um lado ou outro. Porém, o interessante é que cada um dos lados dessa moeda tem um valor completamente diferente do outro. 

A mudança não é fácil. Requer sacrifícios, às vezes hercúleos, para vencermos os obstáculos que nos são impostos para as mudanças mais drásticas, aquelas que normalmente rompem crenças e valores (limitantes e destruidores). 

Para crescermos, implica tomarmos nossas próprias decisões e arcarmos com as consequências delas. Nem sempre serão consequências agradáveis, mas muitas vezes precisaremos roer o osso antes de comermos a carne, passar pelo caminho das pedras antes de pegar a auto-estrada. 

É fácil nos sentirmos motivados quando a vitória vem, mas e quando ela demora a chegar, ou ela aparece como percalço numa estrada que estava indo super bem? Como sustentar essa motivação? 

Como diz o samba: “Reconhece a queda e não desanima. Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima!” 

Quando estamos a treinar e motivar um time – faço isso há mais de 20 anos – é necessário ajustar nosso discurso à maturidade da nossa equipe. Muitas vezes é necessário sermos mais firmes, outras vezes, mais acolhedores. Um Coach/Treinador tem a responsabilidade muito grande de manter um time coeso e unido, caminhando na mesma direção e com os mesmos objetivos. Um time em desequilíbrio é, por si só, um time derrotado. 

Um Coach/Treinador precisa desenvolver sempre a auto-confiança, a força, foco, persistência nos seus Coachees, devem sempre andar juntos. 

A Vitória e a Derrota podem ter pesos relativos quando o objetivo é ensinamento moral. Nem sempre a Vitória traz o verdadeiro ganho, aprendizado moral. Muitas vezes é se perdendo que entendemos muitas coisas e aprendemos a dar valor ao que realmente importa, repriorizar processos dentro de nós. 

Quais os seus medos? O que te impede de vencer? 

Por que desistimos ao invés de ressignificar as derrotas e entender como aprendizado é importantíssimo no nosso crescimento. Percebam como é complicado para uma pessoa que não teve chance de cair e se machucar, porque seus pais o protegiam demais, quando cresce e tem que lidar com as dores impostas pelo mundo. A dor também nos faz crescer. A dor é obrigatória, opcional é como você lidará e o que aprenderá com isso. 

OUSE SEMPRE IR ALÉM.

A mudança dói, dói demais até.  Mas ficar inerte, pode ferir muito mais, pode inclusive trazer marcas profundas, cicatrizes perversas na nossa alma.  Eu prefiro a dor de tentar mudar, de tentar ir além, do que a dor de ficar paralisado onde estou.  Isso atrofia!  Precisamos sempre nos agigantar perante nossas dificuldades diárias.  Desistir é assumir a derrota.

EU OUSO IR ALÉM.

Eu sou vitoriosa por aceitar meus erros, ressignificar minhas dores e perdas, assumir minhas faltas de habilidades e corrigir as minhas falhas, tentando reverter o que há de menos positivo em mim.  Não me conformo com pouco.  Não me contento com menos que acredito que mereço.  Vou atrás, não me canso.  Persisto, insisto, conquisto!  Desbravo, sou fiel a mim.

QUEM NÃO VAI ALÉM.

Não aceitar ir além, é como enguiçar com o carro a poucos metros do seu destino.  É não viver, não ser feliz.  A felicidade nunca estará no destino, é em toda a jornada.  Não ousar ir além é me limitar, me tolir, me boicotar e sabotar meu futuro.

Não aceite menos, não queira menos, vá, ouse, conquiste!

 

 

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Minha Experiência com Apps de Relacionamento/Namoro – Parte 4

Postado em Atualizado em

Já tem algum tempo que não escrevo sobre essa novela. Vamos ao quarto capípulo então.

Quem está chegando agora por aqui, saiba que existem 3 partes antes desta.

Minha Experiência com Apps de Namoro – Parte 1
Minha Experiência com Apps de Namoro – Parte 2
Minha Experiência com Apps de Namoro – Parte 3

Toda vez que vou escrever uma nova parte desta minha Via Crucis, preciso reler o último texto para saber onde parei nos meus “causos”.

Nossa!  Tem um ano que não escrevo sobre os assuntos!!!!!  Aconteceu tantas e tantas coisas que acho que um post só não vai dar conta de tudo que tenho para dizer.

É interessante perceber a minha evolução pessoal neste aspecto. Fico muito satisfeita em como estou lidando atualmente com isso, “egocentricamente” falando. To de boas… Mas, preciso confessar que me tornei aquilo que eu mais odiava nos homens: fria, sem sentimentos, aquela que termina por whatsapp, que não se envolve, que some, que não investe muito na relação, que não liga, não responde a mensagem na hora.

Tenho como justificativa plausível que isso seja uma autodefesa. Precisei me resguardar depois das grandes porradas que eu levei. Às vezes sinto falta da Luciana pisciana, romântica e apaixonada… O meu ascendente em aquário tomou conta de mim, me deixando fria e sem coração. Frozen!

Analisando também o “mercado de namoro”, os apps trouxeram opções para quem era tímido, atrapalhado na paquera, sem tempo, que não gosta da noite e quem é bem ocupado…  É muita opção!

Muita gente diz que se ficasse solteiro nunca iria usar os apps de namoro.  Eu estou solteira há mais de 2 anos e conto nos dedos de uma mão as pessoas que conheci fora do app.  Olha que fui fazer pós esse ano, faço cursos, tenho redes sociais para ser encontrada por possíveis crushes do passado, saio bastante, viajo, trabalho e me relaciono com muita gente.  Mas, não rola na vida real.  Eu bem que queria que acontecesse, mas não acontece.

Hoje em dia só fica sozinha(o) quem quer.  Observe que eu disse sozinha e não solteira!  As opções são muitas, mas a qualidade é baixa.  Talvez por conta do meu nível de exigência…  Mas, o fato é que, até hoje não encontrei o que procuro.

Ah, Luciana, então por que você não baixa o seu nível de exigência?

Porque simplesmente estou bem.  Não vou namorar uma pessoa que não me acrescente.  Se eu posso esperar para o melhor, por que vou aceitar menos do que eu acho que mereço?  Pode até parecer frio, talvez seja realmente.  Mas, com o tempo, a gente leva tantas e tantas porradas da vida, que se torna imune a certas coisas.  Não sou obrigada a nada.  Enquanto eu puder escolher, eu realmente escolho o melhor para mim.  Essa é a melhor forma de amor, eu me amar mais que a qualquer um, me respeitar e me presentear com o melhor que eu puder me dar.

Já disse outras vezes, o maior obstáculo desta minha vida de solteira foi passar a gostar da minha companhia, me amar inteiramente.  Antes, eu tinha uma dependência de estar com alguém, tinha medo da solidão.  Hoje, quando estou sozinha no meu quarto com minhas dogs, produzo, escrevo, leio, jogo, vejo filme, faço nada… faço o que eu quero e, aprender a fazer isso com felicidade e satisfação, me trouxe a certeza de poder esperar pacientemente pelo melhor para mim.

Voltemos a linha do tempo, meu ultimo texto (parte 3) terminou logo depois da minhas férias de 2018, ou seja, por volta de novembro.  Exatamente 1 ano.  Caramba, que difícil!  Escrever tantas e tantas coisas… Por que deixei acumular tanto!?!?!?

Na verdade, esse ano passou voando.  Minhas dificuldades com assuntos pessoais: a perda da minha grande amiga (responsável por me ensinar a ser feliz, mesmo sendo solteira), a depressão da minha filha, minha pós em comportamento humano, minhas dogs, meu trabalho, minhas consultorias e minha vida social…  Ufa… esse ano tá que tá!

Desde novembro do ano passado, conheci realmente muita gente.  A viagem, como eu já sabia, se tornou um divisor de águas na minha vida.  Me tornei muito mais forte que jamais imaginei que pudesse ser!  Muito orgulho do que me tornei.

Logo depois da viagem, conheci um que entrou nas minhas redes sociais, antes mesmo de termos algo mais sério, me mandou apagar todas as fotos de família que tinha ex… Tem fotos de momentos vividos em família, não dá para apagar o que se viveu.  Além do que, não terminei meu ultimo casamento com raiva a ponto de apagar fotos que não sejam românticas.  Já limpei muita coisa, mas pode aparecer uma ou outra que tenha passado batido.  Quando eu percebo, eu apago, mas sem estresse. Mas, o cara parecia inseguro.  Estava num momento de ascensão financeira, achava que o dinheiro comprava tudo.  Nitidamente estava perdido, gastava dinheiro com um monte de bobagens, para se preencher, não entendeu que o vazio estava na alma dele. Ele é um dos muitos caras que me mandam mensagens vez por outra, quando está carente, para “ir para a casa dele tomar vinho”.  É engraçado que os homens acham que a gente é delivery de sexo…  Tenho ódio de caras que pensam que a gente, por estar sozinha, precisa se deslocar até eles para os servir.  Esse não é o único não.  Tem um monte de acomodados que não saem do sua zona segura. Pior ainda é que eles não percebem que isso não funciona, pelo menos não comigo.

Desculpe-me, mas sou das antigas, gosto de ser cortejada.  Gosto quando o homem toma a frente, vem me buscar, abre a porta do carro (acho um charme!!!!), paga a conta.  Eu posso pagar a conta, lógico que posso!  Mas broxo com aqueles que não fazem a corte!  Já coloco em segundo plano, tiro da minha lista de pretenções sérias.

Depois desse inseguro, comecei a sair também com um menino que era viúvo.  Chegamos a sair por quase 2 meses.  Mas, comecei a ter pesadelo com certas atitudes dele, me sinalizando que ele era um 171, dei linha…  Posso adiantar que meu sexto sentido não estava errado.

Me mudei em janeiro, saí do Meier e vim para a Tijuca.  Conheci algumas outras pessoas, todos na friend zone.

Em março, logo depois do meu aniversário, fui num show de um amigo e conheci um carinha, amigo deste meu amigo.  Coincidentemente, a gente já tinha dado match no happn e não tinha ainda se falado.  A princípio, um fofo.  Ficou comigo no telefone até 3h da manhã, me acalmando, quando minha grande amiga morreu…  Parecia ser uma pessoa que poderia investir.  Saímos algumas vezes, até que fui para a casa dele, depois de um show. Tudo combinado.  Eu iria para a casa dele e de manhã iria direto para o trabalho.  Nossa, que decepção.  De manhã, ele nem levantou para me oferecer um café.  Eu precisava me arrumar para sair, não sabia onde tinha toalha para tomar banho e me arrumar e ele disse que não ia acordar cedo sem necessidade, que eu me virasse.  Saca ranço????  Pozé! Vai para a merda, princeso!  Dorme aí…

Minha filha entrou numa depressão absurda e eu fiquei enclausurada com ela por 2 meses, na pior fase dela.  Quando ela estava um pouco melhor, conheci uma pessoa.  Um cara super de boa, engraçado e atencioso.  Morava aqui perto, caminhava comigo e com as dogs.  Minha filha, no início, até gostava dele, até ele querer competir com ela a minha atenção.  Além disso, começou a querer olhar meu celular, ficar enfiado na minha casa, ciúmes e cobranças, num momento que minha cabeça estava com problemas grandes: a depressão da menina teve recaída, meu trabalho acumulado porque tinha que me dividir entre mãe e profissional, sem deixar a peteca cair para nenhum lado, minha pós estava em andamento …  Ele mandou uma mensagem terminando porque eu não dizia que o amava (!!!!) e porque estava sem muito tempo para ele…  Seja feita a vossa vontade!  Depois ligou pedindo para eu desconsiderar a mensagem… Sinto muito! Talvez ele tenha me poupado um trabalho.  Vida que segue.

Mais uma vez fiquei muito focada na minha filha e sem tempo para novos crushes.  Passei a me encontrar com frequência com aquele meu ex-namorado, que cito no último texto, cerca de 2 vezes por mês., sem compromisso, já que não tinha tempo de construir novos relacionamentos.  Ok para mim.  Depois da terceira vez que eu fiz isso, percebi que nossa química era limitada a esses encontros esporádicos, enquanto não saía com ninguém.  Eu não conseguiria lidar diariamente com as loucuras dele e nem ele com minha forma de levar a vida.

O pouco tempo que eu tinha, era para estar com meus amigos.  Não sobrava tempo nem paciência para apps.  Cheguei a desinstalar por 4/5 meses.

Veio a fase de entrega do meu TCC.  Quase fiquei doida!  Junho, julho e agosto foram punks de trabalho e eu correndo para entregar o projeto da pós no prazo.  Início de setembro conheci uma pessoa, muito fora da minha lista de requisitos.  Até hoje não entendo porque saí com ele.  Talvez por ter um papo interessante.  Ele era baixo (mais baixo que eu, inclusive), mal humorado, negativo ao extremo (ele achava que era realista), nada cavalheiro, grosso, sem aspirações, sem expectativas, dorminhoco, conformado com tudo, no melhor estilo ó dia, ó vida, ó azar…  E eu ligada no 220V. Acho que tudo degringolou de vez quando ele implicou com a pipoca que eu comprei no cinema.  Falava toda hora desta merda!  Que eu era esbanjadora pq comprei um saco (pequeno) de pipoca com refrigerante (indo no cinema depois do trabalho e entrando em cima da hora na sessão.  Ele achava que eu deveria ter esperado a sessão acabar com fome ou ter chegado atrasada para comer na praça de alimentação).  Eu faço o que eu quero.  Não suporto ser controlada, ainda mais por um assunto tão merda como esse.  Isso me irritou e eu fiz uma coisa super feia, a qual não me orgulho.  Terminei por mensagem.  Estávamos saindo há cerca de 2 meses e fiz o que mais odeio que os outros façam.  E fiz isso 2 dias antes de viajar. Que horrível, Luciana Telles.  Que horrível!

Agora, acabo de chegar de viagem (há 1 semana), estou testando também o Dating do Facebook, além do Happn e do Tinder que estão instalados.  Na viagem, cheguei a dar match em Portugal.  Aliás, os portugueses conquistaram meu coração, mas acabou não dando tempo de conhecer pessoalmente. Que peninha…  Já voltei de lá com a meta de correr com minha cidadania portuguesa.  Quem sabe…

Sabe o que eu mais odeio nesses apps?????  Fotos antigas!  Gente, sacanagem!!!!  A pessoa usa uma foto de 10 anos atrás, com 20Kg a menos…  Pourram, que ódio!  Não que eu busque uma pessoa perfeita.  Não é absolutamente isso, até pq eu também não sou a perfeição em pessoa.  Mas, poxa, deixo meu Instagram conectado, atualizo sempre as fotos dos apps, recebo inclusive vários feedbacks que sou até mais bonita pessoalmente do que pelas fotos.  Ou seja, jogo limpo!  Aí a criatura aparece na minha frente com aparência de quem acabou de sair da máquina do tempo, 10 anos depois do cara que eu realmente estava conversando…  fala sério!!!!!

Mas sigo na luta, na busca…

Voltei das minhas férias determinada a encontrar alguém.  Quero e preciso me apaixonar novamente.  Enterrei todos os fantasmas da minha vida e me sinto absolutamente pronta para amar verdadeiramente, desde que…  rsrsrsrs

Ô mulher exigente, já dizia um crush meu!  ❤

 

Aceitando CV para meu Mozão
 
Requisitos:
✔️Não fumante
✔️Não drogado
✔️Goste de cães
✔️Superior completo, pós desejável
✔️ Acima de 1,76m
✔️Domínio de português (essencial saber diferenciar mas de mais). Uma segunda língua será considerado diferencial
✔️Divertido, pode ser humor ácido
✔️Boa cultura, goste de uma boa música (preferencialmente que odeie sertanejo e afins)
✔️Seja independente financeiramente
✔️Não seja comprometido e nem tenha ex louca
✔️ Não seja bipolar, nem sofra nenhum transtorno de personalidade grave
✔️ Não tenha síndrome de Mestre dos Magos, que some sem avisar
✔️Seja 100% hetero
✔️Boa aparência (que ative meus feromônios)
✔️ Cavalheiro, educado, atencioso e disponibilidade imediata.

 


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Filhos Autistas. Conselho para pais.

Postado em Atualizado em

Há algum tempo escrevi um texto sobre autismo, onde falei O que Aprendi com meu Filho Autista, numa visão um pouco mais gerencial. Ou seja, expliquei como o fato de meu filho ser autista me ensinou a gerenciar melhor minha equipe, visto que comecei a compreender melhor os tempos de cada um e exercitei minha paciência, entre muitas outras coisas.

Tempos depois escrevi um outro texto mais ou menos nessa temática, um pouco mais focado no dia a dia dos pais e crianças atípicas, onde falava de preconceito, entitulado A Deficiência está nos Olhos de quem Vê.

Recentemente minha realidade mudou muito. Tenho 2 filhos, o meu mais velho (hoje com 19 anos) tem transtorno do espectro autista. Minha mais nova (hoje com 15 anos) desenvolveu há cerca de 4 meses uma depressão bem forte.

O meu filho mais velho está morando com a avó paterna há quase 1 ano (contra a minha vontade, para ser bemmmmmmm sincera), mas com a desculpa que o trabalho e a faculdade são mais perto da casa dela do que da minha, fui aceitando aos poucos essa situação.

Por sua vez, ficar só eu e Yanne em casa, me ajudou a perceber a depressão logo quando ela iniciou e correr para resolver. Falo sobre isso no texto Filhos com Depressão. Como identificar e o que fazer?. Estamos no caminho certo. (Aliás, preciso escrever como as técnicas de Coaching me ajudaram a tirar minha filha do processo que ela estava e conseguir que ela aceitasse se curar).

O fato que nessa situação da Yanne, tive que correr para fontes de renda adicionais, que não dependessem de outras pessoas para acontecerem. Faço coaching, análise de assessment e consultorias para empresas em geral como meu lado B, mas tudo isso depende de aparecer gente e eu tinha pressa. Médicos, remédios e terapias vieram num momento complicado, onde uma das minhas fontes de renda estava me faltando (aluguel de um apartamento). Como eu trabalho com orçamento super justo, lógico que me enrolar era questão de tempo.

Sou sozinha e não posso me dar ao luxo de me enrolar. Corro na frente para resolver. Nisso, me cadastrei nos apps de transporte (Uber, 99 e etc). Faço na ida e na volta do meu trabalho, usando o direcionador e consigo o dinheiro do tratamento da minha filha e para eventualidades.

Meu perfil no assessment (saiba o seu!) é comunicadora/executora. Ou seja, eu faço! Não espero acontecer. E o fato de me comunicar muito (adoro um bom bate papo), torna esse serviço extra um pouco mais agradável. Conhecer pessoas e acabar me conectando com algumas de forma profunda em apenas alguns minutos, acaba sendo uma experiência fantástica, a qual vou detalhar mais em um outro post futuramente.

Bom, não fiz muitas corridas até agora. O processo de troca de carteira e credenciamento demorou. Estou fazendo há menos de 1 mês. Mas, curiosamente, essa semana transportei 3 pessoas com crianças autistas indo para suas terapias.

Percebi que, apesar de ter vivido essa realidade e ter tido um caso de sucesso (meu filho é super independente e convive super bem com o transtorno), pouco falei esses anos todos sobre o assunto de forma a dar aconselhamento a quem necessita.

Nestes 3 casos que levei no carro, eu passei informações e força para quem ainda não sabe bem o que vai acontecer daqui para frente.

A primeira coisa que sempre falo é:

Ter um filho autista é um grande presente! A forma que o autista tem de ver o mundo nos ensina muito diariamente, inclusive traz mensagens sobre o quanto ainda precisamos evoluir. Olhar a vida sob outra ótica é mágico!

Antes de continuarmos, porém, vamos deixar claro que aqui escreve uma mãe, não uma médica.  Tudo o que eu disser é de cunho pessoal e pode não se aplicar a todos.  Compartilho como informação útil, se não fizer sentido para você, não se trata de certo e errado e sim do que aconteceu comigo.  Extraia o que achar útil ou troque experiência comigo, vou adorar saber a sua visão.

Como saber se uma criança é autista?

O transtorno do espectro autista não compromete todas as crianças de forma igual.  Muito pelo contrário.  Por isso, às vezes, é tão difícil o diagnóstico.  Meu filho só foi diagnosticado com 8 anos.  Antes disso, levei a vários médicos que não chegavam a conclusão do que ele tinha.  Normalmente diziam que era TDAH (Transtorno do Deficit de Atenção com hiperatividade), o que eu rechaçava veementemente, já que tinha lido muito sobre o assunto e conhecia o meu filho profundamente para saber que tudo o que ele não tinha era falta de atenção.  Percebia e tinha certeza que a atenção dele era multidirecionada.  Nunca se fixava (aparentemente) em nada, mas registrava tudo o que se passava ao seu redor, até o que a gente não acreditava, ele percebia com riqueza impressionante de detalhes.  Isso me chamava muito a atenção no perfil dele e me fazia ter certeza que ele não tinha falta e sim o excesso de atenção, a estímulos.

O autismo pode comprometer a tríade do desenvolvimento infantil: FALA, COGNIÇÃO ou SOCIALIZAÇÃO.  Isso pode acontecer isoladamente ou ao mesmo tempo.  Quanto mais comprometimento da tríade houver, maior é o nível/estágio/tipo do espectro.

O que gerou grande confusão para mim é que o Yan não tinha absolutamente NENHUM comprometimento da fala e para mim autistas não falavam. Ledo engano.  O espectro, como falei, não é uma receita de bolo.  Cada um é de uma forma e o Yan falava e falava muito.  Desde muito cedo ele falava difícil, rebuscado, sem erros de gramática e com formulação de frases muito além do esperado para a idade dele.  Em compensação, ele demorou de andar, se locomovia de uma maneira estranha, sem equilíbrio e tinha dificuldades em conviver com crianças de sua idade.  Não conseguia interação com eles pela falta de afinidades de interesse.  Yan se interessava em falar de coisas que, em geral, as crianças de sua idade não compreendiam e não conseguia brincar das brincadeiras psicomotores adequadas para sua idade.  Isso gerava muito conflito.

Depois que entendi que o autismo pode se apresentar de diversas formas, passei a entender que o que realmente acontece com mais frequência nos autistas que conheço é que eles desenvolvem hipercapacidades sensoriais (tanto positiva quanto negativas).  Algumas percebemos rapidamente, principalmente no que tange aos 5 sentidos.  A reação ao toque, barulho, cheiros, paladar, iluminação.  O que percebi também é que alguns gatilhos podem estar relacionados a essas hipercapacidades, como também os atenuantes das crises.  Vou dar exemplos para ficar mais claro.

Yan adorava ser tocado, ele ficava igual a gato pedindo carinho pelo corpo todo. Mas, injeção ou qualquer toque que não fosse isso podia desencadear crise.  Ao mesmo tempo que o banho frio era a válvula descompressora para qualquer crise.  Se entrasse em crise por qualquer que fosse o motivo, já entrava com ele com roupa e td num banho e na hora a crise diminuía até acabar.

Barulhos de uma forma geral, ele reagia muito mal.  Fogos então!!!!!  Mas, ao mesmo tempo, ele conseguia identificar sons e musicas com uma sensibilidade aguçada.  Muito mais tarde, ele me mostrou que conseguiria tocar certos instrumentos de ouvido e até mesmo compor algumas músicas com essa capacidade dele.

O transtorno compromete várias áreas do organismo, então fica difícil detalhar ou precisar o passo a passo de uma crise.  Mas, normalmente, no momento da crise eu percebia no Yan crise de estômago (vômitos quase sempre no meio da crise com hálito acido demais), sudorese, secreção nasal, alteração do sono, crises alérgicas e etc.  De uma forma leiga eu chamaria o autismo de um complexo e não de um transtorno.  Mexe com tantas coisas, muitas ate de forma positiva e outras com uma relação tão interessante que não acho chamar transtorno de adequado.  Mas, como disse acima, aqui eu falo de observações de uma mãe e não de uma médica.

Uma vez eu li um artigo em inglês que fez muito sentido para mim.  Nele, falava que o estomago dos autistas têm enzimas diferentes que são ativadas no momento de estresse deles e que essas enzimas tinham reações químicas que irritavam todo o aparelho digestivo e também, em muitos casos, o excretor.  Neste artigo, trazia alguns resultados de pesquisa com alimentação específicas para atenuar os efeitos destas possíveis enzimas.  Bem interessante, mas particularmente nunca tive doutrina para estabelecer qualquer tipo de nutrição saudável em casa.

Diagnóstico e Tratamento

O diagnóstico do meu filho veio depois de uma série de testes e exames feitos ao longo de quase 3 meses com uma equipe multidisciplinar composta de neurologistas, psiquiatras, psicólogos, psicomotricistas, fonoaudiólogos, entre outros.

No caso dele, foi a equipe do Dr. Fabio Barbirato que conduziu com maestria a minha redescoberta da maternidade.  Foi um reboot no meu sistema.  Um renascimento para mim, reaprendi a ser mãe e entendi que os desafios só estavam começando a partir do diagnóstico.

Fiz todos os tratamentos possíveis para ele.  Musicoterapia, terapia, fonaudiologia, psicomotricidade e td mais o que eu podia pagar e achava que ajudaria.  Testei de tudo! Tentativa e erro.  Tem terapias que seu filho vai evoluir mais e outras menos.  Eu aconselho a testar mesmo.  Essas terapias acabam nos ajudando a conhecer muito a fundo nossa cria.

Infelizmente era um tratamento pouco disponível.  Hoje sei que há algumas faculdades e núcleos que fazem serviços sociais e até unidades públicas com tratamentos específicos para o autismo.  Tem que procurar.

Importante saber que, a depender do estado de comprometimento físico da criança, a lei garante um salário, acho que é como se fosse uma aposentadoria, além de diversos outros direitos.  Além disso, os pais também podem comprar, por exemplo, carro com desconto de 30%.  Bom entender os direitos que se tem e fazer uso dos que forem necessários para um melhor atendimento da criança.

Sempre digo que hoje colho os frutos dos investimentos que eu fiz com Yan quando ele era criança.  Hoje ele se desloca pela cidade com uma certa autonomia, trabalha e estuda (faz faculdade), tem amigos fiéis e tem uma vida bastante independente.  Poucos notam que ele tem autismo, principalmente se tiverem pouco contato ou contato superficial.

Ele consegue entender quais são os gatilhos que o levam para a crise e consegue fugir deles quase sempre.  Quando não consegue fugir, sabe o que fazer para atenuar os efeitos da crise.  Ele se conhece.

Quanto mais me conheço, mais me aceito e mais me curo!

Não trate seu filho como incapaz, nunca!  Se ele não consegue atar o sapato, faça 3/4 vezes, mas se ele não quiser aprender, deixe cair.  Parece cruel, mas foi assim que eu fiz do Yan independente.  A necessidade faz com que eles saiam do casulo mais rápido.  Quanto mais tiverem mimos ou coisas na mão, mais vão entrar na zona de conforto.  Não deixe isso acontecer, exercite o desafio constante de seu filho.  Não é crueldade, é amor.  Seja firme, forte e perseverante.  Não ouça críticas descabidas.  Ninguém saberá sua dor e a vitória só será comemorada por vocês.

Outra coisa importante, seu filho vai ser deixado de lado por muitos coleguinhas de escola, de curso e do bairro.  Ele vai sentir muitas vezes, mas a mão vai sentir muito mais.  As crianças e alguns pais tem o poder de nos tirar do sério, do equilíbrio e da razão.  Não vale a pena.  Trabalhe isso dentro de casa, ensinando seu filho a lidar com as frustações, trabalhe a autoestima dele sempre.  Fala para ele que seres de luz ofuscam seres trevais. Não deixe esses seres apagarem a luz de vocês.  Não aceite isso.

Já tive muitos problemas em escolas e cursos e sempre chamava a diretoria e fazia uma simples pergunta:  Vocês querem resolver isso da forma fácil ou difícil?  No amor ou na dor?  Sou um pote de mel que pode se transformar em ácido perigoso num piscar de olhos.  Mas sempre prefiro ser aquele docinho, acho que raramente tive que me transformar no pote acido.  Normalmente a conversa ao pé do ouvido sempre resolveu.

Por mais raiva que vc sinta, NUNCA exploda na frente do seu filho.  Aja naturalmente na frente da criança, tirando o peso do que aconteceu e retorne posteriormente em cima de uma plataforma de drag queen para resolver como uma diva.  Autoestima, trabalhe muito isso, sempre e a todo momento.  Não o deixe acreditar que ele é inferior a ninguém.

Presente

Sabe o que eu acho fantástico nos autistas?

Eles todos vem com um tesouro enterrado dentro deles.  Como pais, precisamos trabalhar e facilitar essa descoberta.  São seres excepcionais, cheios de presentes (dons) divinos.  Descubra o do seu filho!

Lembre-se que os maiores gênios da humanidade foram autistas.  Pessoas com hipercapacidades que tinham problemas de socialização e que nem por isso deixaram de deixar sua marca registrada na história. São inspiradores e motivadores.

Deixe que seu filho te inspire a ser o melhor de você.  Eu hoje sou uma versão muito melhor de mim.

 

Tem dúvida ou algum questionamento sobre esse tema? Manda uma mensagem para mim!

 

 

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