Geral

Ouse ir Além

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Desistir ou persistir são duas faces de uma mesma moeda, um você escolhe um lado ou outro. Porém, o interessante é que cada um dos lados dessa moeda tem um valor completamente diferente do outro. 

A mudança não é fácil. Requer sacrifícios, às vezes hercúleos, para vencermos os obstáculos que nos são impostos para as mudanças mais drásticas, aquelas que normalmente rompem crenças e valores (limitantes e destruidores). 

Para crescermos, implica tomarmos nossas próprias decisões e arcarmos com as consequências delas. Nem sempre serão consequências agradáveis, mas muitas vezes precisaremos roer o osso antes de comermos a carne, passar pelo caminho das pedras antes de pegar a auto-estrada. 

É fácil nos sentirmos motivados quando a vitória vem, mas e quando ela demora a chegar, ou ela aparece como percalço numa estrada que estava indo super bem? Como sustentar essa motivação? 

Como diz o samba: “Reconhece a queda e não desanima. Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima!” 

Quando estamos a treinar e motivar um time – faço isso há mais de 20 anos – é necessário ajustar nosso discurso à maturidade da nossa equipe. Muitas vezes é necessário sermos mais firmes, outras vezes, mais acolhedores. Um Coach/Treinador tem a responsabilidade muito grande de manter um time coeso e unido, caminhando na mesma direção e com os mesmos objetivos. Um time em desequilíbrio é, por si só, um time derrotado. 

Um Coach/Treinador precisa desenvolver sempre a auto-confiança, a força, foco, persistência nos seus Coachees, devem sempre andar juntos. 

A Vitória e a Derrota podem ter pesos relativos quando o objetivo é ensinamento moral. Nem sempre a Vitória traz o verdadeiro ganho, aprendizado moral. Muitas vezes é se perdendo que entendemos muitas coisas e aprendemos a dar valor ao que realmente importa, repriorizar processos dentro de nós. 

Quais os seus medos? O que te impede de vencer? 

Por que desistimos ao invés de ressignificar as derrotas e entender como aprendizado é importantíssimo no nosso crescimento. Percebam como é complicado para uma pessoa que não teve chance de cair e se machucar, porque seus pais o protegiam demais, quando cresce e tem que lidar com as dores impostas pelo mundo. A dor também nos faz crescer. A dor é obrigatória, opcional é como você lidará e o que aprenderá com isso. 

OUSE SEMPRE IR ALÉM.

A mudança dói, dói demais até.  Mas ficar inerte, pode ferir muito mais, pode inclusive trazer marcas profundas, cicatrizes perversas na nossa alma.  Eu prefiro a dor de tentar mudar, de tentar ir além, do que a dor de ficar paralisado onde estou.  Isso atrofia!  Precisamos sempre nos agigantar perante nossas dificuldades diárias.  Desistir é assumir a derrota.

EU OUSO IR ALÉM.

Eu sou vitoriosa por aceitar meus erros, ressignificar minhas dores e perdas, assumir minhas faltas de habilidades e corrigir as minhas falhas, tentando reverter o que há de menos positivo em mim.  Não me conformo com pouco.  Não me contento com menos que acredito que mereço.  Vou atrás, não me canso.  Persisto, insisto, conquisto!  Desbravo, sou fiel a mim.

QUEM NÃO VAI ALÉM.

Não aceitar ir além, é como enguiçar com o carro a poucos metros do seu destino.  É não viver, não ser feliz.  A felicidade nunca estará no destino, é em toda a jornada.  Não ousar ir além é me limitar, me tolir, me boicotar e sabotar meu futuro.

Não aceite menos, não queira menos, vá, ouse, conquiste!

 

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Cães em apartamentos. Por que não?

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Só para lembrar, um cachorro não precisa de muito mais espaço “exclusivo” dentro de casa do que cerca de 1m2 para se deitar e dormir. E esse espaço ainda pode ser em cima da cama…

Importante:

Nenhum condomínio pode proibir a presença de cães no prédio, independente do porte do animal. Somente o dono do apartamento pode dizer que não quer alugar o apartamento para quem tenha cachorro.

Cães são seres iluminados, que vieram à Terra para nos trazer o real significado do Amor Verdadeiro.  Sinceramente, não consigo absorver alguém que faça mal a eles.

Quem diz que não gosta de cachorro, com certeza ainda não cedeu ao amor.  Eu mesmo achava que não gostava.  Na verdade, eu tinha uma mega alergia e meu ex sogro me impunha a convivência do cachorro dele, um lhasa que enchia de pelo fino meu carro.  O cachorro dele também mijava a minha casa toda, quando ia lá.  Isso me deixava com raiva porque tenho horror a cheiros de cachorro.  Sou muito chata com isso.  Toda essa minha chatice me fez pensar que não gostava, mas cedi.  Hoje tenho 2 labradores em um apartamento de 2 quartos.

Eu já escrevi outros 3 textos sobre cachorro, se vc quiser, pode dar uma olhada:

  1. Você Está Preparado para ter um cão?  Uma Metáfora da vida, onde eu falo das minhas primeiras 2/3 semanas de adaptação com um filhote de labrador dentro de um apartamento, nesta época ainda morava em Recife, num apartamento até bem grande.
  2. Por que ter um cachorro foi uma das decisões mais acertadas da minha vida?, onde eu, já mais preparada e até mesmo dependente desta companhia, relato como isso me fez mais completa e feliz.
  3. Quando o Amor Multiplica, onde falo da minha loucura de deixar Maya engravidar para pegar um filhote dela para aumentar o amor na minha casa.

Em janeiro de 2019, há cerca de 11 meses que escrevo este texto, eu me mudei para o atual apartamento de dois quartos na Tijuca.  É alugado. Quando fazia as visitas, já perguntava logo se o proprietário permitia que eu tivesse “minhas duas monstrinhas”.  Logo na segunda semana no apartamento novo, comecei a receber reclamações de todos os lados.  O apartamento era de frente e baixo e elas, em adaptação, latiam bastante para tudo que lhes parecesse anormal.  Absolutamente dentro de um nível aceitável, até porque elas dormiam cedo, cerca de 20:30h elas já estavam dormindo e só acordavam novamente às 7h.  Ou seja, os latidos esporádicos nunca aconteciam à noite. Mesmo assim, meu interfone tocava insistentemente vindo da vizinha de baixo.  Quando ela ligou num momento que as minhas dogs estavam dormindo reclamando que elas estavam correndo na cabeça dela, perdi completamente o respeito e comecei a ser irônica.  Não demorei para perceber que as reclamações vinham somente dela e do vizinho do lado.  Recebi uma carta do condomínio pedindo que eu me”livrasse”  das cachorras porque a convenção do prédio não permitia.  hahahahahaha, logo eu!  Dou um boi para não entrar numa briga, mas uma boiada para não sair.

Escrevi uma carta de 4 páginas para a síndica, explicando que convenção alguma se sobrepoê a uma lei federal:

Nenhuma convenção de condomínio pode proibir a permanência de animais no interior de apartamentos, pois estaria violando o direito de propriedade, que é permitido pela nossa Constituição Federal em seu artigo 5º, XXII. A Constituição Federal é a lei maior de um país, nenhuma lei pode ser contrária a ela.

Passei a desligar o interfone.  Não sou obrigada!

Um dia cheguei em casa às 19:50h mais ou menos, as duas estavam latindo bastante,  Insistentemente e estranhamente, ia comer algo para sair com as duas para andar.  Neste meio tempo, minha campainha tocou.  Aí que elas ficaram loucas.  Era o vizinho, DE CUECA, reclamando que os latidos estavam incomodando o “princeso”.  Detalhe que elas não estavam latindo antes e o tempo decorrido não era nem de 10 minutos.

Quando ele falou que minhas cachorras estavam latindo, não aguentei e fui bem irônica.  “Por favor, me avise quando elas estiverem miando.  Teremos um problema bem grande!”

Escrevi nova carta para a síndica, dizendo que se houvesse outra reclamação invasiva desta forma (tocando à minha porta – ainda mais de cueca! – , interfone ou pessoalmente), processaria o condomínio, pois sabia que elas não latiam o tempo todo e já havia contratado um adestrador para ajudar na adaptação delas à nova casa.

Durante esse ano, após essa incidência, inclusive, houve a súmula do STJ pondo fim a essa polêmica:

STJ decide que condomínios não podem proibir animais de estimação em casa. Por unanimidade, a Terceira Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu hoje que os condomínios não podem proibir a criação e a guarda de animais de estimação, desde que não representem risco à segurança e à tranquilidade dos moradores. (14 de maio de 2019)

O fato é que estamos aqui há um ano e quase sem perturbações maiores.  Lembrando que eu tenho duas monstras!

Tive só mais um problema com esse cidadão do lado (o da cueca!), meses mais tarde, mas foi a última!  Um dia o interfone tocou (elas ficam loucas quando toca), era a entrega da pizza e elas estavam presas no quarto para não comerem o entregador (vá saber!).  Do interfone tocar até o cara subir não deu 2 minutos e a criatura (o vizinho cuecão!) começou a esmurrar a minha parede. Ah, meu curso de princesa pela Socila foi para as cucuias.  Mandei ele procurar algo para fazer que ele estava precisando namorar mais, gente que “namora” não enche o saco(de uma forma muito mais literal que aqui escrevo). Ele ainda tentou retrucar, mas garanto que foi pior!  Ficou só na tentativa. Nunca mais!!!  Remédio para um doido é outro na porta!!!!!

O adestramento ajuda muito, minhas duas são adestradas (rsrsrsrsrs)…  Bom, elas são safadas, mas sabem o que tem que fazer e o que não podem fazer, não necessariamente fazem desta forma…

Maya é mais “obediente”.  Ela foi adestrada em Recife, onde eu morava e teve um adestramento mais, digamos, sério e comprometido por todos os envolvidos.  Com o nascimento de Nutella (em agosto de 2018), ela ficou meio rebelde, sem paciência e mal humorada.  Ficou mais intolerante com outros cães inclusive.

Nutella tá ainda na fase de testar a gente, pirralha. Foi adestrada numa dessas franquias, mas não deu muito resultado não. Mas, como ela está com 1 ano e meio (quase isso), com 2 anos o cachorro vira adulto e tende a se tranquilizar mais.

Mas ter cachorro é maravilhoso!  Nunca mais ficamos sozinhos.

Uma dica: Minha casa não tem cheiro de cachorro porque uso um desinfetante ótimo para isso: o Herbalvet T. A. da Ourofino, é um composto de amônia quaternária, desinfetante, bactericida, antifungicida e viricida,  que também previne infestação de pulgas na casa e neutraliza absolutamente os cheiros.  E olha que sou mega chata, meu nariz logo coça.  Já testei os genéricos, mas não são iguais ao original.  Não é barato, mas aqui em casa uma garrafa dura cerca de 6 meses, ele é superconcentrado.  As minhas duas só fazem xixis e cocos na varanda, em penicos, tiro a sujeira e aplico com spray para não dar cheiro.  Funciona demais!   

Os cachorros se adaptam a nossa vida.  Quem usa o argumento que não os tem por falta de espaço (ou tempo) é porque nunca visitou um abrigo de cães.  Eles ficam amontoados.  Sem espaço!  Óbvio que você não precisa ser igual a mim de ter logo 2 cachorros grandes, mas tenha!  Invista nesse amor!  É um amor puro e verdadeiro!  Qual a troca?  Ração, remédio de pulgas e carrapatos, vacinas e carinho!  Vale demais!!!!!!

Dia desses eu levantei e fiz meu café.  Como de costume, as duas ficam sentadas do meu lado, esperando o queijinho já tradicional delas.  Me senti mal, tentai correr para meu quarto que fica no fim do corredor em frente a cozinha, mas desmaiei no caminho, no meio do corredor.  Maya foi atrás de mim, me lambendo até eu acordar, não saiu do meu lado até chegar ajuda.  Nutella aproveitou e comeu a casa: tomou o café que já estava na xícara, comeu o queijo inteiro (e o pote!) e o cream cheese inteiro, pão, aliás, o pacote inteiro!  Moral da história: alguns vão sempre preferir comida a você, mas outros estarão do seu lado para sempre!

Não sei como eu passei tanto tempo sem tê-las! ❤

Para um cão, você não precisa de carrões, de grandes casas ou roupas de marca. Símbolos de status não significavam nada para ele. Um pedaço de madeira já está ótimo. Um cachorro não se importa se você é rico ou pobre, inteligente ou idiota, esperto ou burro. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Dê seu coração a ele, e ele lhe dará o dele. É realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa ou não. De quantas pessoas você pode falar isso? Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário?

Texto do Filme Marley e Eu

 

 

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Minha Experiência com Apps de Relacionamento/Namoro – Parte 4

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Já tem algum tempo que não escrevo sobre essa novela. Vamos ao quarto capípulo então.

Quem está chegando agora por aqui, saiba que existem 3 partes antes desta.

Minha Experiência com Apps de Namoro – Parte 1
Minha Experiência com Apps de Namoro – Parte 2
Minha Experiência com Apps de Namoro – Parte 3

Toda vez que vou escrever uma nova parte desta minha Via Crucis, preciso reler o último texto para saber onde parei nos meus “causos”.

Nossa!  Tem um ano que não escrevo sobre os assuntos!!!!!  Aconteceu tantas e tantas coisas que acho que um post só não vai dar conta de tudo que tenho para dizer.

É interessante perceber a minha evolução pessoal neste aspecto. Fico muito satisfeita em como estou lidando atualmente com isso, “egocentricamente” falando. To de boas… Mas, preciso confessar que me tornei aquilo que eu mais odiava nos homens: fria, sem sentimentos, aquela que termina por whatsapp, que não se envolve, que some, que não investe muito na relação, que não liga, não responde a mensagem na hora.

Tenho como justificativa plausível que isso seja uma autodefesa. Precisei me resguardar depois das grandes porradas que eu levei. Às vezes sinto falta da Luciana pisciana, romântica e apaixonada… O meu ascendente em aquário tomou conta de mim, me deixando fria e sem coração. Frozen!

Analisando também o “mercado de namoro”, os apps trouxeram opções para quem era tímido, atrapalhado na paquera, sem tempo, que não gosta da noite e quem é bem ocupado…  É muita opção!

Muita gente diz que se ficasse solteiro nunca iria usar os apps de namoro.  Eu estou solteira há mais de 2 anos e conto nos dedos de uma mão as pessoas que conheci fora do app.  Olha que fui fazer pós esse ano, faço cursos, tenho redes sociais para ser encontrada por possíveis crushes do passado, saio bastante, viajo, trabalho e me relaciono com muita gente.  Mas, não rola na vida real.  Eu bem que queria que acontecesse, mas não acontece.

Hoje em dia só fica sozinha(o) quem quer.  Observe que eu disse sozinha e não solteira!  As opções são muitas, mas a qualidade é baixa.  Talvez por conta do meu nível de exigência…  Mas, o fato é que, até hoje não encontrei o que procuro.

Ah, Luciana, então por que você não baixa o seu nível de exigência?

Porque simplesmente estou bem.  Não vou namorar uma pessoa que não me acrescente.  Se eu posso esperar para o melhor, por que vou aceitar menos do que eu acho que mereço?  Pode até parecer frio, talvez seja realmente.  Mas, com o tempo, a gente leva tantas e tantas porradas da vida, que se torna imune a certas coisas.  Não sou obrigada a nada.  Enquanto eu puder escolher, eu realmente escolho o melhor para mim.  Essa é a melhor forma de amor, eu me amar mais que a qualquer um, me respeitar e me presentear com o melhor que eu puder me dar.

Já disse outras vezes, o maior obstáculo desta minha vida de solteira foi passar a gostar da minha companhia, me amar inteiramente.  Antes, eu tinha uma dependência de estar com alguém, tinha medo da solidão.  Hoje, quando estou sozinha no meu quarto com minhas dogs, produzo, escrevo, leio, jogo, vejo filme, faço nada… faço o que eu quero e, aprender a fazer isso com felicidade e satisfação, me trouxe a certeza de poder esperar pacientemente pelo melhor para mim.

Voltemos a linha do tempo, meu ultimo texto (parte 3) terminou logo depois da minhas férias de 2018, ou seja, por volta de novembro.  Exatamente 1 ano.  Caramba, que difícil!  Escrever tantas e tantas coisas… Por que deixei acumular tanto!?!?!?

Na verdade, esse ano passou voando.  Minhas dificuldades com assuntos pessoais: a perda da minha grande amiga (responsável por me ensinar a ser feliz, mesmo sendo solteira), a depressão da minha filha, minha pós em comportamento humano, minhas dogs, meu trabalho, minhas consultorias e minha vida social…  Ufa… esse ano tá que tá!

Desde novembro do ano passado, conheci realmente muita gente.  A viagem, como eu já sabia, se tornou um divisor de águas na minha vida.  Me tornei muito mais forte que jamais imaginei que pudesse ser!  Muito orgulho do que me tornei.

Logo depois da viagem, conheci um que entrou nas minhas redes sociais, antes mesmo de termos algo mais sério, me mandou apagar todas as fotos de família que tinha ex… Tem fotos de momentos vividos em família, não dá para apagar o que se viveu.  Além do que, não terminei meu ultimo casamento com raiva a ponto de apagar fotos que não sejam românticas.  Já limpei muita coisa, mas pode aparecer uma ou outra que tenha passado batido.  Quando eu percebo, eu apago, mas sem estresse. Mas, o cara parecia inseguro.  Estava num momento de ascensão financeira, achava que o dinheiro comprava tudo.  Nitidamente estava perdido, gastava dinheiro com um monte de bobagens, para se preencher, não entendeu que o vazio estava na alma dele. Ele é um dos muitos caras que me mandam mensagens vez por outra, quando está carente, para “ir para a casa dele tomar vinho”.  É engraçado que os homens acham que a gente é delivery de sexo…  Tenho ódio de caras que pensam que a gente, por estar sozinha, precisa se deslocar até eles para os servir.  Esse não é o único não.  Tem um monte de acomodados que não saem do sua zona segura. Pior ainda é que eles não percebem que isso não funciona, pelo menos não comigo.

Desculpe-me, mas sou das antigas, gosto de ser cortejada.  Gosto quando o homem toma a frente, vem me buscar, abre a porta do carro (acho um charme!!!!), paga a conta.  Eu posso pagar a conta, lógico que posso!  Mas broxo com aqueles que não fazem a corte!  Já coloco em segundo plano, tiro da minha lista de pretenções sérias.

Depois desse inseguro, comecei a sair também com um menino que era viúvo.  Chegamos a sair por quase 2 meses.  Mas, comecei a ter pesadelo com certas atitudes dele, me sinalizando que ele era um 171, dei linha…  Posso adiantar que meu sexto sentido não estava errado.

Me mudei em janeiro, saí do Meier e vim para a Tijuca.  Conheci algumas outras pessoas, todos na friend zone.

Em março, logo depois do meu aniversário, fui num show de um amigo e conheci um carinha, amigo deste meu amigo.  Coincidentemente, a gente já tinha dado match no happn e não tinha ainda se falado.  A princípio, um fofo.  Ficou comigo no telefone até 3h da manhã, me acalmando, quando minha grande amiga morreu…  Parecia ser uma pessoa que poderia investir.  Saímos algumas vezes, até que fui para a casa dele, depois de um show. Tudo combinado.  Eu iria para a casa dele e de manhã iria direto para o trabalho.  Nossa, que decepção.  De manhã, ele nem levantou para me oferecer um café.  Eu precisava me arrumar para sair, não sabia onde tinha toalha para tomar banho e me arrumar e ele disse que não ia acordar cedo sem necessidade, que eu me virasse.  Saca ranço????  Pozé! Vai para a merda, princeso!  Dorme aí…

Minha filha entrou numa depressão absurda e eu fiquei enclausurada com ela por 2 meses, na pior fase dela.  Quando ela estava um pouco melhor, conheci uma pessoa.  Um cara super de boa, engraçado e atencioso.  Morava aqui perto, caminhava comigo e com as dogs.  Minha filha, no início, até gostava dele, até ele querer competir com ela a minha atenção.  Além disso, começou a querer olhar meu celular, ficar enfiado na minha casa, ciúmes e cobranças, num momento que minha cabeça estava com problemas grandes: a depressão da menina teve recaída, meu trabalho acumulado porque tinha que me dividir entre mãe e profissional, sem deixar a peteca cair para nenhum lado, minha pós estava em andamento …  Ele mandou uma mensagem terminando porque eu não dizia que o amava (!!!!) e porque estava sem muito tempo para ele…  Seja feita a vossa vontade!  Depois ligou pedindo para eu desconsiderar a mensagem… Sinto muito! Talvez ele tenha me poupado um trabalho.  Vida que segue.

Mais uma vez fiquei muito focada na minha filha e sem tempo para novos crushes.  Passei a me encontrar com frequência com aquele meu ex-namorado, que cito no último texto, cerca de 2 vezes por mês., sem compromisso, já que não tinha tempo de construir novos relacionamentos.  Ok para mim.  Depois da terceira vez que eu fiz isso, percebi que nossa química era limitada a esses encontros esporádicos, enquanto não saía com ninguém.  Eu não conseguiria lidar diariamente com as loucuras dele e nem ele com minha forma de levar a vida.

O pouco tempo que eu tinha, era para estar com meus amigos.  Não sobrava tempo nem paciência para apps.  Cheguei a desinstalar por 4/5 meses.

Veio a fase de entrega do meu TCC.  Quase fiquei doida!  Junho, julho e agosto foram punks de trabalho e eu correndo para entregar o projeto da pós no prazo.  Início de setembro conheci uma pessoa, muito fora da minha lista de requisitos.  Até hoje não entendo porque saí com ele.  Talvez por ter um papo interessante.  Ele era baixo (mais baixo que eu, inclusive), mal humorado, negativo ao extremo (ele achava que era realista), nada cavalheiro, grosso, sem aspirações, sem expectativas, dorminhoco, conformado com tudo, no melhor estilo ó dia, ó vida, ó azar…  E eu ligada no 220V. Acho que tudo degringolou de vez quando ele implicou com a pipoca que eu comprei no cinema.  Falava toda hora desta merda!  Que eu era esbanjadora pq comprei um saco (pequeno) de pipoca com refrigerante (indo no cinema depois do trabalho e entrando em cima da hora na sessão.  Ele achava que eu deveria ter esperado a sessão acabar com fome ou ter chegado atrasada para comer na praça de alimentação).  Eu faço o que eu quero.  Não suporto ser controlada, ainda mais por um assunto tão merda como esse.  Isso me irritou e eu fiz uma coisa super feia, a qual não me orgulho.  Terminei por mensagem.  Estávamos saindo há cerca de 2 meses e fiz o que mais odeio que os outros façam.  E fiz isso 2 dias antes de viajar. Que horrível, Luciana Telles.  Que horrível!

Agora, acabo de chegar de viagem (há 1 semana), estou testando também o Dating do Facebook, além do Happn e do Tinder que estão instalados.  Na viagem, cheguei a dar match em Portugal.  Aliás, os portugueses conquistaram meu coração, mas acabou não dando tempo de conhecer pessoalmente. Que peninha…  Já voltei de lá com a meta de correr com minha cidadania portuguesa.  Quem sabe…

Sabe o que eu mais odeio nesses apps?????  Fotos antigas!  Gente, sacanagem!!!!  A pessoa usa uma foto de 10 anos atrás, com 20Kg a menos…  Pourram, que ódio!  Não que eu busque uma pessoa perfeita.  Não é absolutamente isso, até pq eu também não sou a perfeição em pessoa.  Mas, poxa, deixo meu Instagram conectado, atualizo sempre as fotos dos apps, recebo inclusive vários feedbacks que sou até mais bonita pessoalmente do que pelas fotos.  Ou seja, jogo limpo!  Aí a criatura aparece na minha frente com aparência de quem acabou de sair da máquina do tempo, 10 anos depois do cara que eu realmente estava conversando…  fala sério!!!!!

Mas sigo na luta, na busca…

Voltei das minhas férias determinada a encontrar alguém.  Quero e preciso me apaixonar novamente.  Enterrei todos os fantasmas da minha vida e me sinto absolutamente pronta para amar verdadeiramente, desde que…  rsrsrsrs

Ô mulher exigente, já dizia um crush meu!  ❤

 

Aceitando CV para meu Mozão
Requisitos:
✔️Não fumante
✔️Não drogado
✔️Goste de cães
✔️Superior completo, pós desejável
✔️ Acima de 1,76m
✔️Domínio de português (essencial saber diferenciar mas de mais). Uma segunda língua será considerado diferencial
✔️Divertido, pode ser humor ácido
✔️Boa cultura, goste de uma boa música (preferencialmente que odeie sertanejo e afins)
✔️Seja independente financeiramente
✔️Não seja comprometido e nem tenha ex louca
✔️ Não seja bipolar, nem sofra nenhum transtorno de personalidade grave
✔️ Não tenha síndrome de Mestre dos Magos, que some sem avisar
✔️Seja 100% hetero
✔️Boa aparência (que ative meus feromônios)
✔️ Cavalheiro, educado, atencioso e disponibilidade imediata.

 

 

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Férias: Viagem Roma e Paris – Parte 2 (Paris)

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Sétimo dia de viagem, mês de outubro de 2018.  Absolutamente apaixonada por Roma, conforme vimos na Parte 1 deste texto.

Acordei engraçadinha e fiz uma live que eu sempre sonhei em fazer:

Como eu disse na parte 1, Paris não é um sonho de criança e sim uma curiosidade quase unânime.  Além disso, passou a ser necessário para a reconstrução do meu novo eu, onde eu me provo que eu não dependo de ninguém para fazer o que quero.  Que fique claro que com isso eu não estou dizendo que nunca mais vou ter alguém.  Muito pelo contrário, minha reconstrução me prova que posso ir onde quiser ir, eu me basto e não preciso me sujeitar a qualquer coisa para ser feliz, posso ser feliz sozinha e posso fazer quem merecer meu amor, uma felicidade maior ainda.  Pois de tão completa, somarei.  Esse foi apenas um desabafo rsrsrsrs

DIA 1

Chegamos no aeroporto de Paris no meio da manhã. O Hotel era um pouco afastado da cidade, numa cidade universitária, por isso preferimos ir de taxi.  O caminho já nos deixou perplexas: Que lugar sujo!  Vimos muitos mendigos e pedintes nas ruas e isso nos deixou um pouco chocadas.  Já sabíamos da questão da imigração, mas é Paris, não imaginava tamanha sujeira nas ruas e população de rua tão grande.

Primeira impressão não foi nem um pouco poética.

Chegamos no Hotel, um Hotel bem bonitinho, ficava a menos de 100 metros de uma estação de metrô, a La Villete. De lá para o centro de Paris dava em torno de 30 a 40 minutos, ou seja, não era nada central, mas com a facilidade do metrô na porta, tudo fica perto.

Deixamos as malas e estávamos com muita fome, fomos no mercado em frente, nosso quarto tinha fogão e microondas, desta forma poderíamos preparar as refeições e economizar uma graninha.

Voltamos para o quarto, almoçamos e dormimos rsrsrsrs

Precisávamos nos reenergizar.  Isso: em resumo, nosso primeiro dia em Paris foi dormindo!

DIA 2

Já havíamos comprado com antecedência os ingressos da Disney Paris para esse segundo dia na “Cidade Luz”(???).

A Disney Paris fica um pouco afastada da cidade.  É necessário até pegar trem.

No primeiro contato, o metro de Paris pode ser bem confuso.  Muitas linhas que se cruzam, mas em pouco tempo você se acostuma.

Como era o segundo dia, demos sorte de encontrar na estação de Villete com uma família Colombiana, que a filha mais velha já conhecia o caminho.

Fomos seguindo e chegamos.

Já na chegada, o primeiro choque, especialmente para quem já foi à Disney em Orlando: UMA ZONA PARA A ENTRADA.

Não era fila, não era organizado, um barulho, pessoas de mau humor.  Que choque!

Internamente não foi muito diferente.  Muitas atrações estavam fechadas.  Os funcionários não tem nem de longe a mesma energia acolhedora da Disney nos EUA.

E em termos de manutenção, vi chão desalinhado, pintura descascando, lixo no chão.

Muita loja de compras.  A impressão que dá é que é uma filial em desalinho com o perfil da matriz.

Realmente foi decepcionante.  Mas, como eu não perco a viagem, consegui tirar fotos bem legais.  Tá certo que a modelo aqui ajuda bastante rsrsrsrsrs 😉

Post do Instagram do Dia 2

 

DIA 3

Quem nunca quis conhecer a Monalisa pessoalmente?

O terceiro dia em Paris foi dia de Louvre.  Tudo é muito pratico de metro em Paris.  Pegamos o metro e saímos na estação quase de frente para as famosas Pirâmides de Vidro do Louvre.

Mas, falando rapidamente do Metro, estava calor.  A maior parte dos trens do Metro não têm ventilação.  É verdade que o povo lá não curte muito banho, é cultural.  As casas não tinham banheiros antigamente.  Eram banheiros coletivos.  No frio, quem vai enfrentar fila, às vezes no relento, para tomar banho?  Mas, esse cheiro entranha no ar.  Muita gente fedida no Metro.  A cidade é muito suja.  Muitos mendigos e pedintes por todo lado. Muitos, muitos e muitos moradores de rua.  Não vi poesia nenhuma até agora.

Muito cheio!  Principalmente de grupos de Chineses e Japoneses. Que, aliás, não têm muito respeito com os outros.  Desde Roma vim observando que toda a educação que os orientais mostram ter nos eventos com relação a limpeza e respeito para com o próximo, não se aplica no turismo. Eles empurram, passam na sua frente na fila, falam muito e às vezes em lugares inapropriados, não respeitam fotos e nem têm a paciência necessária para visitar locais com grande público como esses.

Obviamente, como já esperado, a Monalisa é super concorrida.  Uma sala lotada, cheia de outras obras, com dezenas de pessoas amontoadas à uma distância de segurança da obra.  Todos tentando tirar uma selfie com a famosa anônima de Leonardo Da Vinci.

Confesso que, a essa altura, já estava cansada de museus e de tanta gente sem educação empurrando e dando encontrão em mim.  Contrariando minha companheira de viagem, demos por encerrada a visita após umas 4 horas.

Saímos do Museu e fomos caminhar no Jardim des Tuileries.  Muito gostoso o lugar, descemos andando até a Champs Elisée…  Sim, eu caminho muito nas minhas viagens.  Uma média de 10 a 14Km por dia.

Aproveitei a visita em algumas lojas de compras (gastei o que não devia!) e comi o famoso Entrecôte com fritas num Bistrô super charmoso na Champs Elisée. Realmente é bom!!!!

Fomos até o portal do Triunfo e voltamos para o Hotel bem cansadas.

Post do Instagram do DIA 3

 

DIA 4

Hoje foi dia de Torre Eiffel.  Ah, que espetáculo da engenharia!!!!!  Impressionate! O Campo de Marte não é muito legal não.  Pedintes por toda parte!  A grama irregular.  Avisos de cuidado com o ladrão ajudam mais ainda a tirar a poesia do local.  Mas a torre é linda.  Dá para ficar horas olhando para aquele lindo “troféu”.

Eu já contei aqui que a escolha de Paris foi uma prova de mim para mim que não preciso de homem para conhecer os lugares, já que seria o lugar da minha lua de mel com uma namorado que tive.  Então, esse namorado ficou mandando mensagens dizendo que eu ia odiar Paris porque lá é um lugar romântico.  Que eu veria casais por toda parte.

Sinceramente:  não é bem assim!

Tinha um casal fazendo fotos de bodas no Campo de Marte.  Apenas 1!

Ficamos quase 3 horas na fila para subir na torre.  Fomos até o ultimo platô. Lá em cima também vi muitas famílias.  Tem até champanhe vendendo em lojas na torre, mas se o destino fez para eu me sentir melhor eu não sei, mas que não tinha casais romanticando na minha frente, definitivamente não tinha.

O que importa é que realmente é um passeio que valeu a pena.  Perdemos quase o dia todo porque ficamos quase 3 horas na torre.  Almoçamos por lá mesmo.  Valeu!  É um passeio caro, mas vale muito.

Post do Instagram do dia 4

DIA 5

Dia de bater perna.  Fomos andando, visitando várias igrejas, monumentos e me deram a dica de ver o por do sol na Igreja de Sacré-Coeur, que fica perto do Moulin Rouge.

Primeira parada do dia foi no Cemitério do Père-Lachaise, onde estão enterrado Jim Morrison, Chopin e muitos outros. Um lugar interessante.  Vale acrescentar, que em muitos lugares do mundo é comum a visita turística em cemitérios.  Em Buenos Ayres, por exemplo, chega a ser um point, com bares e restaurantes no entorno.  Eu nunca havia ido a um cemitério com esse propósito, aliás, até há bem pouco tempo eu nem sequer entrava em cemitérios. Mas, fui!  No início com um certo receio, mas fui.

É interessante o nível energético de lá.  O cemitério tem um mapa na entrada com os locais das sepulturas dos famosos.  A sepultura do Jim Morrison é bem escondida e teve já bastante vandalismo.  Detalhe para uma árvore próxima cheia de chicletes presos.  A energia é um tanto quanto densa neste local.

Já a sepultura do Allan Kardec, fui guiada por uma energia muito intensa e gostosa.  Que lugar diferente!  Cheio de flores e paz!  O mapa não era muito preciso e a energia realmente fez a diferença para eu me localizar onde era a sepultura.  Fui tomada por uma energia tão intensa!  Difícil descrever, mas com certeza visitar o cemitério fez uma diferença inimaginável nesta viagem.

Depois do cemitério, fomos andando e chegamos ao Jardim de Luxemburgo.  Que lugar lindo!  Nossa, ficaria horas sentada por lá apreciando a vista e a energia do lugar.  Muito gostoso.  E o solzinho estava uma delícia.

Fomos a Notre-Dame.  Uma fica enorme para entrar.  Lá dentro, o que eu vi me deixou muito triste.  Obras sucateadas.  Muita fuligem, infiltrações e rachaduras. Uma pena o lugar estar daquele jeito.  Agora, passado um ano, sabemos o que estava por vir.  O incêndio pode ter sido uma tragédia anunciada.  Conversei com algumas pessoas de lá que disseram que o governo francês estava direcionando verbas da cultura para os refugiados que são bem vindos na França.

Esse foi um dia que rodei bastante pela cidade, o que eu vi foi uma cidade suja, sem cuidado e com uma população de rua muito maior que imaginava.  Nos metros é comum ver pessoas dormindo nas estações e até mesmo nos carros.  Toda saída de metro você encontra pessoas com papeis na mão pedindo para você assinar.  É para fazer doação.  Eles não deixam nem você andar direito.  Definitivamente, não curti.  Tive a sensação várias vezes de estar sendo seguida.  Carioca já vê batedor de carteira a distância…  Fiquei em alerta o tempo todo.

Conforme me foi dado de dica, fui ver o por do sol da Sacré-Coeur.  A chegada até lá é interessante.  Saí no metro do Moulin Rouge e fui subindo a rua que dá acesso às escadarias.  É um bairro alternativo.  Na rua que subi, várias pessoas fazendo cabelo nas calçadas, ouvindo música alta e consertando carros.  Inusitado.

A Igreja é realmente um point.  Lotado de gente bonita.  No dia que eu fui, ainda estava acontecendo um feira no entorno da igreja.  Diferentemente da maior parte das igrejas em Paris, que são estilo gótico, a igreja tem um estilo bem contrastante, Romano-Bizantino.  Fica no ponto mais alto de Paris, onde realmente o por do sol toma uma proporção sem igual de beleza e poesia.

A igreja é linda.  Eu, particularmente, não gosto de estilo gótico.  Acho muito “pesado”, me agonia e me dá a sensação de prisão, opressão e tristeza.  Estar num ambiente mais clean, também foi um colírio para meus olhos, que já estavam com saudade das igrejas maravilhosas de Roma.

Post do Instagram do DIA 5

 

DIA 6

Está chegando a hora de dizer Au Revoir.

Para o último dia, escolhi comprar um passeio de Ônibus + barco pelo Rio Sena. Foi divertido pois estava sozinha, Fernanda preferiu fazer outros passeios, e minha internet tinha acabado.  Precisei me aventurar sem 4G.  O ponto de encontro era em frente a um bistrô perto do Louvre.  Aproveitei que cheguei bem cedo para experimentar um Crepe Suzete. Não gostei muito não.

O passeio foi ótimo, conhecer a história por trás dos monumentos que visitei nos dias anteriores, foi bem interessante.  E o passeio no Sena foi uma delícia.

Em resumo, não achei Paris isso tudo.  Meu coração realmente ficou em Roma e hoje tenho certeza que minha lua de mel não será em Paris!

Post do Instagram do Dia 6

 

 

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Sonhe Sempre

Postado em Atualizado em

Quando somos crianças, temos muitos sonhos. Quantos deles são sonhos efêmeros e mutantes e quantos são carregados dentro de nós como frustrações não vividas, não realizados?

Lembremos de nós aos 8 anos. Tínhamos sonhos, decepções, amigos, inimigos, família, perdas. É a idade do por quê e, quando, provavelmente, muitos temos perdas relevantes de pessoas queridas, que podem afetar para sempre o curso da nossa vida.

Lembro que aos 8/9 anos tive a maior perda da minha vida, que até hoje influencia na minha vida. Meu avô, quando morreu, me deixou marcas profundas. Perdi boa parte da visão por praticamente um ano e ainda fiquei com sequelas visuais para sempre com problemas de convergência focal, que vez por outra me faz procurar o oftalmologista para ajustes.

Visitar o nosso eu do passado, permite reexaminar o que deixamos para trás e que era deveras importante para nós.

Em 2018, realizei um sonho de adolescência porque visitei o passado. Precisava fazer uma visita dentro de mim e me reencontrar comigo. Lembrei que amava as obras de Michelangelo desde minha adolescência, quando ganhei do meu tio-avô uma coleção de enciclopédia de obras de arte e me descobri amante do Renascimento. Fui para Roma e foi a decisão mais acertada dos últimos anos da minha vida. Voltei reciclada, feliz, realizada e cheia de planos e sonhos. Realmente resetou minha vida ter realizado um sonho de adolescente. Me fez voltar no tempo e sentir que sou capaz. Me deu vontade de voltar para me encontrar com a Luciana de 14 anos de idade e dizer para ela: “Cara, isso que você tá vendo nos livros, vai te emocionar muito (!!!!) quando você estiver de frente para essas obras reais. Você vai conseguir!”

Relembrar do passado é poder passar a limpo questões que ficaram mal resolvidas e por consequência, mal absorvidas. Com isso, podemos ter a chance de ressignificar nossas dores, entender situações que antes pareciam incompreensíveis, mas hoje, com maturidade e vivência, conseguimos compreender e aceitar o posicionamento das pessoas com relação à situações que podem nos ter desagradado e magoado.

Na época, apesar de amar Legião Urbana, esse trecho da música não fazia tanto sentido como faz hoje:

“Você diz que seus pais não lhe entendem, mas você não entende seus pais. Você culpa seus pais por tudo. Isso é um absurdo. São crianças como você, o que você vai ser quando você crescer!”.

É o verdadeiro ciclo da vida. Hoje meus filhos terão a mesma sensação que eu tive quando jovem ao escutar essa música, mas quando tiverem seus filhos, compreenderão exatamente o que ela diz.

Tudo o que somos hoje é a soma do que fomos e vivemos até agora. O que seremos no futuro será a soma do que formos e vivermos até lá. Se não gosto do que sou hoje, há tempo para mudar o que serei no futuro, preciso começar no agora.

Para começar agora, não devemos ter vergonha ou esquecer o nosso passado. Ele nos fez o que somos. Se não gostamos do que nos tornamos, precisamos ressignificar, nunca esquecer ou esconder.

As pessoas perdem oportunidades incríveis de mudar seu futuro por insistirem em comportamentos cíclicos anti-mutacionais – conhecida como síndrome de Gabriela – eu nasci assim, eu cresci assim e vou morrer assim. Mandam tanto essa mensagem para o cérebro, que este absorve como verdade única, absoluta e universal e corrobora com a autossabotagem repetitiva. A zona de conforto é a zona de automutilação, mas ok. Eu sou pra sempre Gabriela.

Não dá!

Temos que nos permitir perdoar, aceitar perdão, nos doar, falar o que sentimos, mesmo sem reciprocidade, externalizar todos os sentimentos, fazer, sentir, agir…

Devemos nos permitir sem restrições, sem regras ou limitações.

Que sonhos que você deixou para trás com medo de fracassar?

Renato Russo dizia uma frase que eu gostava muito:

“O dia que eu perder a capacidade de sonhar, eu perco a capacidade de viver, pois a minha vida depende dos meus sonhos!”

Concordo!

Faço deste um dos meus lemas mais fieis, tanto que acabo de tatuar o “SONHE SEMPRE” nas minhas costas, para que eu nunca perca a capacidade de sonhar… E voar…

Afinal de contas, a minha vida sempre dependerá dos meus sonhos.

 

SONHE SEMPRE
Quando o sonho florir não o impeça de realizar vá em frente!
Não recue adiante, do que poderá viver.
Sonhe sempre… mas nunca permaneça na ilusão!
Siga em frente com toda força, faça de guia o seu coração!
Em todos os momento mantenha sempre a esperança.
Quando todas as coisas disserem “não” a um sonho seu,
demonstre que quem vive por um ideal o alcançará.
Não desista nunca, não tenha medo de ser feliz.
Sonhe sempre…pois quando se luta, sonhar vale a pena.
Autor Desconhecido

 

 

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Férias: Viagem Roma e Paris – Parte 1 (Roma)

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Esse post está saindo com um ano de atraso.  Preciso correr para escrever porque essa semana vou viajar para minhas segundas férias e ainda não tinha escrito sobre a do ano passado.

Primeiro conselho que eu dou é:  ACREDITE!

Se você acredita que pode, você consegue qualquer coisa.  O céu é o limite!

Um ano antes desta viagem eu estava me separando.  Reduzindo mais da metade as minhas receitas mensais.  Logo depois, emendei num namoro que realmente acreditava que ia dar certo. Acreditava tanto, que ele, no auge da sua loucura, me pediu para escolher 3 destinos para a “nossa” lua de mel.  Eu escolhi Grécia, Itália e Paris.  No que ele me respondeu que seria Paris e que começaria a ver passagens para nas minhas férias irmos para lá.

Uma semana depois esse namorado doido terminava comigo por whatsapp porque, segundo ele, não conseguia parar de pensar em mim e isso estava atrapalhando a vida dele.  O famoso não é você, sou eu, que a gente tanto odeia.

Sofri, mas a vida segue!

Um mês depois, estava comemorando o primeiro dia de faculdade do meu filho com uma amiga em frente ao campus dele.  Fui olhar o celular e veio uma promoção de um pacote pelo Hotel Urbano para Roma e Paris por 12x de R$ 299,00, passagem e hospedagem.  Olhei para a minha amiga e perguntei: E ai, topas?  Ela prontamente embarcou comigo nesta loucura.

Já tinha tido bastante referências do Hotel Urbano pois no meu trabalho quase todo mundo viaja por esse site.  É uma opção muito mais barata para quem pode viajar fora das épocas de alta temporada.  Tem cancelamento grátis até antes da confirmação das datas.  Funciona!  Super recomendo.

Enfim, compramos no completo impulso!  O pacote incluía 6 dias em Roma e 6 dias em Paris.  Curiosamente 2 dos 3 destinos que tinha dado como preferência para Lua de Mel.

Roma era um sonho de criança.  Fiz arquitetura porque sempre tive Michelangelo como meu ídolo.  Imagina ver de perto suas obras, visitar a Capela Sistina!!!!!!  Sonhoooooooo.   E  Paris acho que é vontade de todo mundo conhecer.  Como Nova York.  Você tem que ver para entender, para ter massa crítica, amar ou odiar!

Após sacar o poderoso cartão da bolsa e fazer o pagamento, erguemos um brinde a nossa loucura!  Caraca, ir a Europa por R$ 299,00 por mês!!!  Obvio que sempre escutávamos que isso não ia dar certo daqueles porta-vozes do apocalipse.  Mas tudo deu certo.

Dois dias depois do pagamento, veio um email confirmando nossa compra e pedindo 3 opções de datas.  Cerca de 60 dias antes, eles confirmam a data de embarque. O foda foi aguentar a ansiedade pois compramos início de março e a confirmação chegou início de agosto.

Como não conhecíamos as cidades, pegamos muitas dicas com pessoas que conheciam e que nos indicaram locais que não poderíamos deixar de visitar.  Abaixo vou relacionar o que fizemos nos 6 dias de viagem de Roma e nos 6 dias de viagem em Paris para dar uma ideia de roteiro, como minhas opiniões sobre as cidades.

 

ROMA

Meu coração ficou em Roma.  Já conheci algumas cidades na América Latina, na Europa e nos EUA e, com certeza, nenhuma me conquistou tanto quanto Roma.  Me apaixonei em todos os quesitos.  Gente linda, homens e mulheres, diga-se de passagem.  Povo elegante, cheiroso.  Único senão é que são grossos!  Ô povo grosso!  Tivemos alguma dificuldade na rua de conseguir informações.  Ou porque a pessoa simplesmente virava a cara, ou porque respondia secamente que não conhecia.  Seguimos o protocolo de darmos “Buongiorno” sempre antes de pedirmos informações, mas infelizmente nem assim… rsrsrsrs

Além disso, me identifiquei demais com o povo de lá em termos de aparência.  Tive certeza que puxei minha aparência da parte italiana da família (meu avô materno era de Sicilia, nem sei se era mafioso rsrsrsrs).  Parecia que sempre estava encontrando um monte de parentes meus na rua.  Cabelos, nariz, altura, tipo de corpo e todo mundo fala alto e cheio de palavrões!  Me senti em casa!!!!

DIA 1

Saímos do Rio em voo direto para Roma pela Alitália.  Chegamos em  Roma às 7 da manhã.  Procuramos imediatamente um local para comprar o chip de celular.  Já tínhamos lido para não comprar o chip na hora do desembarque, na restituição de bagagem, que lá era um pouco mais caro que lá fora.  Assim fizemos.  Fomos para a parte de serviços do aeroporto e conseguimos realmente a um preço melhor.

Após isso, fomos direto até a plataforma de trem, identificar o trem que iríamos para o nosso destino. Logo estávamos no trem com destino ao centro de Roma.  Cerca de 45 min de trem, saltamos numa estação a cerca de 1Km do nosso Hotel e aí que a coisa ficou um pouco complicada.  Tínhamos feito virtualmente o caminho algumas vezes, mas o google maps difere um pouco da vida real.  Como era só 1Km decidimos ir andando com malas, duas mão de vacas rsrsrsrs.  Tivemos bastante dificuldade com informações. Mas chegamos!

O Hotel era 3 estrelas, tinha uma escada bem apertada para subir.  Chegamos, fizemos o checkin e rua!!!!!

O metrô era a 600 metros do Hotel. Pegamos o metro direto para a Vila Borguese, mas no caminho decidimos parar na Fontana di Trevi.

Pense numa pessoa apaixonada! 😍😍😍😍😍

A Fontana de Trevi parece mágica, algo que nem dá para descrever! Aquela água!

Fomos andando pelo centro de Roma no entorno da Fontana. Já comecei a perceber que aqui o que mais vou ver serão piroquinhas sic.

Esculturas desnudas por toda parte. Grandiosas, nababescas. Piroquinhas de todos os formatos e tamanhos.

E quantos homens lindossssssss!!!!!

Post do Instagram do dia 1

DIA 2

Quando chegamos ontem no hotel, pegamos alguns flyers de turismo e decidimos adquirir o passeio guiado do Coliseu. Era uma curiosidade muito grande minha saber como foi a história contada localmente.

Na saída do Metrô, já damos de cara com aquela mega construção. Arrepia até os pelos que a gente não tem!

Puta que pariu! Que lugar maravilhoso!!!!

A melhor coisa foi ter comprado esse passeio guiado. Estava uma fila do capeta para entrar no coliseu, um sol de Lúcifer. O guia falava em espanhol, tem entrada especial para grupos, sem filas!

A história do Coliseu é incrível. Existem 3 níveis de subsolo (!!!!). Tinha “elevadores” com roldanas para poder subir as feras e o cenário. O mais incrível é que o Coliseu podia até virar um “mar” com “guerra de barcos”. Imaginar que isso foi construído há mais de 2000 anos é muito excitante. Tocar aquelas pedras, imaginar os duelos.

Eu sou sensitiva! Por exemplo, não consegui visitar o Memorial World Trade Center em NYC. Tinha muito medo do que ia ver ou sentir no Coliseu. Antes de saber da história, já achei estranho eu não estar sentindo energias difusas. Depois a guia explicou, carnificina lá era bem raro. O comum era briga de animais e gladiadores eram como jogadores de futebol, superstars. Raríssimas vezes alguém saia sequer machucado.

Poucos prisioneiros foram mortos lá. Só aqueles com histórico de crimes muito grande. Conta-se que não chegou a 100 prisioneiros mortos.

O passeio que compramos era de dia inteiro. De manhã no Coliseu, pausa para o almoço e à tarde Paladino e Fórum Romano, todas as ruínas em detalhes com histórias e lendas de Roma.

Foi um guia diferente da manhã, mas o cara era incrível!

A Fernanda participou de uma encenação da lenda de fundação da cidade de Roma.

Depois disso, fomos a outro lugar maravilhosa, com uma vista absurda de linda! O Capitólio !

Gente, surreal!

Quando estávamos saindo, um artista de rua estava tocando Perfect do Ed Sheeran. Não poderia haver trilha sonora mais perfeita!

Realizando um sonho!

Tirei fotos maravilhosas. O dia estava lindo! (A modelo aqui lógico que ajuda muito!)

Chegamos no hotel mortas e em êxtase pelo dia incrível que tivemos!

Post do Instagram do dia 2

 

DIA 3

Vaticano’s Day!

Antes porém, uma ressalva!

Não sou católica, mas acho esse Papa Francisco um fofo.

Não concordo com a ostentação da Igreja Católica. Mas…

O Vaticano foi o lugar mais incrível, energeticamente falando, que eu já visitei.

A energia presente naquele lugar reforça a minha tese de que a fé expande e a religião limita. Não preciso ser católica para entender e principalmente sentir o quanto que a fé move pessoas. A fé tem uma força indescritível e consegue transcender qualquer barreira filosófica, doutrinadora ou preconceituosa.

Entrar na Capela Sistina me fez chorar igual a criança! – vale acrescentar que pagamos 20 euros para pular a fila (compramos quando vimos que a fila estava grande demais para entrar no Museu do Vaticano).

Enfrentar 1 hora e pouco para entrar na Basílica de São Pedro foi mais tranquilo. Estávamos ainda em êxtase. Eu não parava de ver o vídeo que tinha gravado da Capela, obviamente gravei escondido, mas precisava ter essa lembrança comigo.

Compramos muitas lembrancinhas e voltamos para o Hotel absurdamente cansadas, porém realizadas

Post do Instagram do dia 3

DIA 4

Dia de bater perna. O Pantheon foi difícil de achar, ele fica um pouco escondido.

Aliás, o Pantheon é uma Igreja com várias igrejas.  A sua forma enorme e com a abóboda gigantesca com o furo no meio é maravilhosa.  No chão tem um grande ralo para recolher a agua da chuva e o caimento funciona!!!!  Não se faz mais pedreiros como os de Roma!

Fomos caminhar nas ruas do centro para compras. Fomos em todas as praças famosas de Roma.

Almoçamos nhoque tradicional italiano em frente à Embaixada Brasileira. Era dia de eleição no Brasil, a praça estava bem movimentada. O dia estava chuvoso, mas nada que nos atrapalhasse.

Inventamos de comer um chocolate especial, deu uma onda meio louca e começamos a achar graça até da chuva que caía, dançamos com bolinhas de sabão na Piazza de Poppolo e subimos a escadaria para o mirante rindo de nos acabar.

No fim do dia, estava tão morta, que confesso que não consegui levantar da cama para tomar banho. Dormi porquinha mesmo. Pelo menos eu não estou mentindo.

Fui olhar no aplicativo do telefone, tínhamos andado 14km e subimos mais de 20 andares de escada.

É… conhecer Roma batendo perna como a gente tá fazendo, precisa de preparo físico … e muito dorflex.

Post do Instagram do Dia 4

DIA 5

Hoje o cansaço começou a dar sinais. Mas era domingo, dia de missa com o papa. Lá fomos nós para o Vaticano novamente para rezar!

Aliás, o que eu fiz nessa viagem a Roma foi rezar. Entramos em todas as igrejas que passamos. Fiz 3 pedidos em todas elas. Como estou escrevendo esse post um ano depois da viagem, posso afirmar duas coisas: não aconteceu (ainda) nenhum dos 3 pedidos (fiz igual para reforçar com a equipe lá do Céu e facilitar na ajuda aqui para mim) e, a segunda coisa é que realmente fez toda a diferença essa viagem para mim, sinto que tive um ano com uma proteção divina maior para aguentar o rojão que venho enfrentando. Deus sabe das nossas reais necessidades. Sou grata por essa luz especial na minha vida e reconheço a presença do astral cada vez mais forte em minha vida.

Sim, a voz do papa é uma doçura! Incrível! Indescritível! Rezar Ave Maria com ele foi tudooooooooo!

Fomos também no museu do Leonardo da Vinci, onde estão as réplicas de todas as obras. Tirei onda com a foto do ladinho da Mona Lisa e até enganei algumas pessoas, que acharam que era a oficial.

Neste museu tb e possível ver protótipos das invenções de da Vinci. Muito bacana! Fica perto da Basílica!

Fomos cedo para o Hotel, paramos em frente a ele para jantarmos.

Todos os dias estão valendo demais!

Post do Instagram do Dia 5

DIA 6

Último dia!

Meu coração já chora!

Que lugar maravilhoso, que dias divinos! Posso dizer que deixei meu coração em Roma!

Voltamos na Fontana di Trevi, joguei mais moedinhas lá.  Voltar a Roma é uma obrigação de vida.  Meta de Lua de Mel real: Fazer Itália de ponta a ponta com o amor da minha vida!

Fomos passear na Vila Borguese, parece uma Quinta da Boa Vista. Um grande parque, onde fica tb o zoológico e muito verde, esculturas (muitas piroquinhas também, óbvio!) e bicicletas para alugar.

Alugamos uma e como eu sempre sou a motorista da rodada, falei para a Fernanda dirigir a bicimoto dupla que alugamos. A porra era elétrica, dava umas partidas loucas. Resultado: numa curva quase viramos e como consequência batemos numa árvore! Mico do ano! Eu, escandalosa que sou, ria alto (de nervoso) e Fernanda com cara de Mona Lisa! Que dia!!!!

Andamos mais e mais e acabamos achando uma igreja que foi o último projeto arquitetônico de Michelângelo. Presente de Deus para mim! Encerrar essa visita com chave de ouro!

Roma foi, com toda certeza, o lugar mais incrível que já visitei! ❤ ❤ ❤

Post do Instagram do Dia 6

 

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Bom, dividi esse post em 2, vou fazer a segunda parte com os 6 dias em Paris.

 

 

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A Arte de Servir

Postado em Atualizado em

Esse fim de semana participei de uma super experiência, onde fui voluntária num evento de auto-conhecimento e desenvolvimento de empoderamento. Foram 3 dias servindo para quase 3 mil pessoas. Três dias trabalhando incansavelmente de 7 da manhã até meia noite, a maior parte do dia de pé. Três dias abrindo mão de mim, da minha filha (que anda se recupera da depressão), das minhas dogs, da minha casa, dos meus amigos e até mesmo do meu trabalho (oficial e renda extra).

Exercitei a humildade, a humanidade, o riso fácil, o choro frouxo, a felicidade extrema, o perdão, a fé, o cantar alegremente, o berrar motivacional, o bom dia efusivo, os diversos tipos de abraço: de gratidão,de felicidade, energético, de romper fronteiras, barreiras e preconceitos, de incentivo, de fé, de conforto…

Testei meus limites físicos. A dor no pé, na coluna, no estômago, a fome, o frio, o calor, o desconforto. Pensei diversas vezes em desistir. Ahhhh, como pensei!

Mas eu sou foda para caralho, porra!!!!!

Mas também sou humana. Me questionar é natural.

Não sei (AINDA) se faria novamente. Meu lado racional responde de pronto que não. Pelo menos, não neste formato. Obviamente minha veia crítica ainda é aguçada e, apesar da poesia do momento, sempre haverá situações para escolhermos passar novamente ou não. E alguns incômodos, não tenho mais idade para passar.

Independente da minha escolha no futuro, esse será um momento que carregarei com muito carinho pelos aprendizados, por tudo que aprendi e pelo exercício de servir. Especialmente pelo momento de vida que estou passando, os ensinamentos foram ainda mais profundos.

Abrir mão deste tempo de ganhar dinheiro para mim, já que estou num momento financeiro delicado, com filha em tratamento e eu correndo para fazer dinheiro… é… é uma evolução e tanto para mim. É mais que isso! É acreditar! É dar ao universo aquilo que ele tanto já me deu, é ter gratidão. Dar uma pausa para agradecer, para me reenergizar.

De bônus ainda tive conexões, novas amizades, reencontros …

Além de muitas histórias: histórias vividas, ouvidas, sentidas… para me inspirar, para me esbofetear na cara quando eu pensar em desistir (ou apenas desanimar), para reavivar a minha fé e me mostrar que o jardim do vizinho nem sempre é o mais bonito, até porque a gente não faz ideia das histórias de dor e sofrimento que as pessoas carregam!

Nunca, jamais, de forma alguma, julgue alguém por suas atitudes ou forma de pensar, vestir ou agir. O que somos hj é a soma do que fomos e vivemos no passado, não sabemos o que as pessoas viveram para agir das maneiras que agem.

Foi uma energia muito phodda estar ali! No sábado então… o ritual do perdão foi uma das coisas mais intensas que eu já presenciei.

Sempre digo e repito, que um dos lugares mais fodas que já fui, foi o Vaticano. Não pela religião, até porque nem sou Católica, mas por conta da fé que as pessoas que vão aquele lugar carregam.

No DSP, foram quase 3000 pessoas reunidas com o mesmo objetivo: despertar o poder dentro de si, ir mais além … tem como um tanto de energia dessa, transmitir algo para quem está lá que não seja bom? De jeito nenhum!!!!

Ontem, no fim do evento, estava na porta sinalizando a saída e aconteceu a coisa mais incrível de todo o evento: um casal de senhores que eu tinha ajudado a subir na cadeira numa dinâmica e fiquei o tempo Td perto deles cuidando para que nada de errado acontecesse e eles pudessem participar como tds, veio em minha direção. A senhora chegou na minha frente e me pediu a minha mão, me disse com a mão dela agarrada à minha que o evento foi muito mais inesquecível por conta da minha ajuda, incentivo e presença do lado deles na atividade de subir na cadeira. Na situação eu tirei uma foto maravilhosa dos dois se beijando na boca, coisa mais linda! Lógico que não preciso dizer que fui aos prantos com aquela declaração de amor!

Ali, naquele momento, já tomei a minha recarga de todo o cansaço. Na hora as dores param, a energia voltou a mil, me renovei!

Foi o maior pagamento que recebi.

A arte de servir não tem riquezas de ouro “porque elas não entram no céu”, mas te trazem a riqueza mais linda, aquela que preenche a alma e o coração, recebi amor, muito amor! ♥️

 

 

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O Espelho do Bem

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O que o mundo espera de nós?

Qual é a nossa missão nessa vida?

O que você pode fazer hoje pelo próximo?

O quanto você deixa sua marca no mundo?

Você, quando morrer, será lembrado como alguém que somou, ou alguém que simplesmente passou pela vida sem deixar legado?

É interessante meditarmos sobre o que podemos assumir de responsabilidade para com o próximo. No espiritismo temos a frase guia de “Fazer o Bem sem Olhar a Quem”.  Mas será que isso é assumido à risca pelos praticantes da religião?

A primeira coisa que temos que ter em mente, quando praticamos o bem, é que temos que estar preparados para a ingratidão.  Fato!

O Bem é como uma semente. Tem terreno que ela brota e floresce, tem terreno que ela seca. Alguns terrenos ainda teremos a oportunidade de regar e até mesmo de colocar adubos para tentar salvar essa semente, não devemos desistir se encontramos resistência da outra parte.

Somos responsáveis por aquilo que fazemos, isso que nos credita amor e recompensa astral (muito melhor que a financeira ou qualquer outro tipo de recompensa física e/ou terrena). Se o outro nos vai recompensar, reconhecer, agradecer ou simplesmente notar, não nos cabe esperar.

Tem uma história contada por Chico Xavier, muito bonita, sobre a recompensa astral do dar sem esperar nada em troca. Chico ainda era funcionário de fábrica, ia trabalhar muito cedo. Um dia, saía atrasado de casa com um colega e uma vizinha lhe pediu um passe, já que não estava se sentindo muito bem. O colega ainda lhe lembrou da hora, ao que Chico disse que isso era solucionável. Uma boa ação pedida tem prioridade. Chico parou, deu-lhe o passe e saiu. Pediu ao colega para olhar para trás, esse colega conseguiu ver o rastro energético prateado que a mulher liberava para o Chico. Chico disse para o amigo que isso era energia astral de gratidão, fazendo bem para a alma dele e acarinhando o coração dele. Que não há nada melhor para nós que esse tipo de recompensa. Melhor e mais abundante que qualquer quantia em dinheiro.

Eu absolutamente concordo! No filme “Alto da Compadecida”, em conversa de João Grilo e Chico, os dois principais personagens, eles acabam discutindo quando um deles resolve dar tudo que eles têm para um pedinte no meio do nada. Daí que o outro responde: – “E se esse for Deus disfarçado. Deus aparece de várias maneiras para testar nossa fé e a nossa bondade para com o próximo. E eu sou um ser de fé e bom!”

Deus aparece de várias formas. Precisamos realmente compartilhar a bondade porque nunca sabemos quando será Deus nos surpreendendo.

A vida já nos foi um presente imensurável concedido por Ele. Já, por isso, lhe somos gratos e nada mais justo que retribuir e repassar a bondade Dele para conosco, além de podermos reparar nossas falhas e erros do passado. Devemos, então, tentar fazer de tudo para orgulhar o nosso benfeitor. Não gostaríamos que assim o fizessem conosco se beneficiássemos alguém com um presente tão incrível?

Quando mais difícil é o benefício que damos ao próximo em relação ao nosso desafio interior, ou seja, quanto a quebrar nossos paradigmas, preconceitos e conceitos previamente formados, maior o peso que ele terá na recompensa astral.

O Reino das Possibilidades existe dentro de cada um de nós. Significa que poder ou não, só depende de nós. Podemos deixar esse poder crescer ou atrofiar. O que queremos?

O que acontece demais é que as pessoas estão dentro de seus casulos, dentro de suas zonas de conforto. Sair disso, mesmo que seja para melhor, causa desconforto e dor. Então, por medo do novo, desistem de tentar, de mudar, de agir.

Às vezes, um simples perdoar, pode mudar o rumo das coisas, pode ser o elo da corrente do bem que faltava para conectar as pessoas que precisavam ser conectadas. Mas, muitas e muitas pessoas têm muita dificuldade disso, de perdoar. Carregam dores absurdas durante toda a vida, mas têm medo de conceder o perdão.

Pequenos atos de carinho, respeito, gratidão, perdão, amor, feedback positivo e troca já são ações que podem gerar correntes do bem no seu redor, isso cria um ciclo virtuoso do bem, espelhando o amor e o bem.

Vamos tentar?

 

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Qual o Tamanho da Sua Força

Postado em Atualizado em

Analisando pela ótica da ciência, o que é Deus?

Independente da sua crença, Deus é o que habita dentro de ti, a força que te move, que conecta as moléculas, átomos e células… Esse Deus é passivo. Ele vai somente reagir ao que você expandir a partir de suas convicções. A energia que você recebe será proporcional à que você emana em força igual e sentido contrário. Física!

A física quântica é, de uma forma simplista, a explicação da física das possibilidades que temos, das nossas escolhas.

Somos feitos 90% por água. Se a água pode se transformar em tanta complexidade como o corpo humano, imagina nossas redes neurais o que podem fazer…

Sabemos que não usamos mais que 10% das possibilidades de nosso cérebro. Não conseguimos absorver a maior parte das informações que passam por nós a cada momento por falta de agente catalizador. Ou seja, só conseguimos perceber aquilo que nosso cérebro está preparado, ensinado, formatado e, de uma certa forma, doutrinado a perceber. Se não consta no background de nossas memórias, os olhos não conseguem discernir e absorver a informação.

Ao mesmo tempo, o cérebro não consegue discernir o real do imaginário. Carregamos muitas crenças e valores limitantes dentro de nós, isso obscura nossa visão, limita o alcance de nossos pensamentos e retrai nosso desenvolvimento.

Más experiências do passado, promovem uma rejeição de situações que podem levar a experiências similares. Com isso, nos resguardamos, criando restrições de vivências. Porém, essa atitude só cria um ciclo vicioso de repetição de padrões: Reajo sempre da mesma forma pois não quero correr o risco de ter uma consequência igual a vivida no passado – Lapso temporal, a pessoa vive repetidamente aquela situação, por receio de ir para o próximo frame da vida. É cômodo viver aquele lapso. É autossabotagem.

Mas, se eu estou insatisfeita com um resultado e continuo fazendo tudo do mesmo jeito, como conseguirei resultados diferentes? Se eu mudo de ideia, eu mudo minhas escolhas. Se mudo minhas escolhas, aumento as variações de mudança dos resultados e como consequência, mudo minha vida. Mudo minha realidade! É uma sequencia lógica, racional e quase exata. Aprendemos isso em equação matemática. É impossível mudar o resultado da equação com as mesmas variáveis. Ciência exata!

Se, por um teste, tentarmos olhar para nós como os olhos de um observador externo, o que conseguiríamos ver a mais ou a menos do que vemos ?

Interessante abstrair um pouco, mudar o campo focal, para mudar as percepções que temos do mundo ao nosso redor. Muitas respostas para nossas perguntas podem estar bem à nossa frente, mas por miopia cognitiva não conseguimos identificar. Perguntas profundas promovem mudanças significativas. Somos integralmente as nossas emoções. O que eu fiz, vivi e senti, me fizeram o que eu sou hoje, assim como as emoções que sinto (ou escolho sentir), minhas atitudes e minha forma de reagir às situações do dia a dia, farão o que serei AMANHÃ. O que EU que eu quero ser no futuro? A famosa frase, “o que você quer ser quando crescer?” Quais as atitudes de hoje, que me trarão resultados positivos amanhã? O que eu posso já deixar para trás, o que não vai me agregar, do que posso me libertar já, que não me agregará no meu EU DEPOIS, que atrasará minha felicidade?

Sabe como uma nova invenção acontece? Um pensamento que é materializado. EUREKA! Todo pensamento pode ser materializado. Toda ideia pode ser real, depende do quão forte estamos focando naquilo e qual a força da projeção que podemos ser capazes de dispor para realizar o que está na nossa mente.

Eu sou muito mais do que eu penso e posso influenciar tudo ao meu redor com a força do meu pensamento. Eu posso realizar.

Todas as verdades podem co-existir. Eu posso ter sucesso ou ser um fracasso. Essas duas “verdades” são reais. Qual eu vou escolher acreditar?

Quem somos nós? Apenas co-criadores de nossa história.

Qual é o seu estilo literário preferido? Escolha os personagens certos e defina qual final você quer para a sua história, porque o tempo é efêmero e não retrocede.

E aí, qual é o tamanho da sua força?

 

 

 

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One is Better Than Zero

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A qualquer tempo da vida, o que somos naquele momento, é a soma do que fomos e vivemos até então.

Muitas pessoas passam a vida toda resolvendo problemas, ao invés de construir a vida diariamente com atos e palavras edificantes para consigo e com o próximo. Você é as suas escolhas, o que você está escolhendo amar?

Desde muito pequenos, passamos por experiências que vão construindo nossas crenças e nossos valores. O que acreditamos no nosso íntimo como verdade absoluta e universal. A efemeridade deste pensamento é inversamente proporcional ao seu enraizamento. Quanto mais tempo, mais enraizado, mais difícil de se dissociar. Normalmente, a partir daí, cria-se as crenças limitantes, aquilo que acreditamos fielmente e que são fonte inesgotável de autoboicote, autossabotagem de nós contra nós mesmos.

Quanto precisaremos cair até percebermos que muitas das nossas derrotas somos nós que produzimos?

Padrões de repetições que transformam nossa vida em ciclos negativos ou quase paradoxos temporais de infelicidade.  O sofrimento não tem a ver com os acontecimentos da nossa vida e sim como nós reagimos a esses acontecimentos. Sofrer é uma opção! Sempre será.

Criamos nossas regras de vida, nossas diretrizes, o nosso caminho, sempre a partir de nossas experiências pregressas e construímos nosso juízo de valor. O que você ama, como? O amor te conduz.

Porém, o amor está diretamente relacionado com aquilo que você conhece como seu padrão de amor ou de falta de amor. Para onde seu amor te leva?

E o amor? Não seria amor o Deus que habita em mim, que me ama incondicionalmente e nunca desiste de mim? Eu escuto esse Deus? Com que freqüência eu converso com Ele?

Culturalmente, se criou um Deus vingativo, que julga, recompensa ou pune, segundo suas próprias “leis divinas”. Esse não é Deus. Pelo menos não deveria ser! Não deveríamos criar uma relação de amor baseada estritamente no medo, no temor.

Deus é bom o tempo todo! Até mesmo quando achamos que estamos passando por experiências ruins. Lembre-se: somos hj a soma de tudo o que fomos e vivemos no passado. O que estamos vivendo no hoje nos constrói, nos prepara e nos ajusta para um melhor EU no futuro.

Há coisas na vida que acontecem de ruim para que outras muito melhores possam surgir, situações essas que provavelmente não aconteceriam se tudo tivesse caminhado aparentemente no caminho certo, sem intercorrências desagradáveis. É Deus sendo bom, mesmo quando duvidamos.

A lei máxima do amor de Deus é que devemos espalhar amor, mesmo que não recebamos nada em troca, ou pior, que recebamos ingratidão. O amor de Deus é incondicional e nos ensinou que só conseguimos dar aquilo que temos dentro de nós. É difícil exigir do próximo o mesmo nível de maturidade emocional, espiritual, de desapego ou de amor que o nosso.  Quem tem egoísmo, tristeza e maldade não poderá externalizar outra coisa senão o que tem dentro de si.

É necessário falar com nosso Deus o tempo todo. Ele nos responderá!

Quando eu era bem nova, li o livro o Alquimista do Paulo Coelho, onde fui apresentada ao conceito da “Linguagem dos Sinais”. Assimilei para a vida esse conceito e passei a ser bastante observante quando às mensagens que o universo nos manda às nossas perguntas mais íntimas, através das formas mais inusitadas, normalmente em forma de sinais, às vezes sutis, outras vezes escancarados.

É necessário desenvolver a nossa percepção e ampliar nosso espectro de captura. Como? Simplesmente observando o mundo ao nosso redor. As respostas nos circundam, o tempo todo! Absolutamente o tempo todoooooooo.

Assim como todas as respostas, Deus nos envia companhias certas para cada momento, acolhimento nas horas precisas… Basta que estejamos abertos a receber todas esses presentes divinos, precisamos aprender a reconhecê-los.
O acaso é Deus dando as respostas às perguntas que tanto questionamos.

Aprendemos no amor ou na dor. Por que precisamos ir até o inferno para lembrarmos de perguntar as respostas para Deus? Deus está em nós! Frustar-se até pode ser bom, pois pode ser o nosso agente da mudança interior e aguçador das perguntas certas que precisamos para encontrar o caminho. Mas, não precisa, obviamente, ser uma regra. Se, ao contrário, me programar para ouvir, me conectar com o meio, me doar para o próximo, ser amor, inspirar e motivar, naturalmente as respostas serão captadas pelas minhas antenas neurais ativadas para minha felicidade e não precisarei passar pelo inferno para me salvar, para encontrar a minha “Stairway to Heaven“.

Há cerca de 4 anos estava num processo de autodestruição. Tinha acabado de quebrar com 2 empresas que eu tinha em Recife, morando longe de minha família, tinha perdido minha avó, que me privei de viver junto nos últimos meses de vida, pois tinha me mudado para tão distante, tinha perdido o dinheiro de uma vida toda de trabalho, estava com dificuldade de arrumar emprego, depressiva e sem chão, sem rumo e sem perspectiva nenhuma. A única coisa que eu fazia diariamente era escrever mensagens de derrota nas minhas redes sociais.  Reclamava da vida e de tudo.  Era uma chata!

Um certo dia, um amigo que me conhecia desde minha juventude e que tinha estudado comigo durante 8 anos, me chamou no direct de uma dessas redes sociais e me perguntou por que eu não usava meu tempo “ocioso” para escrever.  Que ele se lembrava bem que eu era boa em redação (ele uma vez roubou uma carta romântica que tinha escrito para um crush adolescente e leu em voz alta na sala de alta, me matando de vergonha e de raiva!!!).  Que eu podia aproveitar esse meu DOM e escrever sobre assuntos que me deixassem confortável.

Criaria um blog e escreveria. Naturalmente eu perguntei para ele: quem teria interesse em ler o que eu ia escrever? Ao que ele me mandou um vídeo muito interessante chamado “One is Better Than Zero” (Um é melhor do que zero).

Basicamente, o que ele quis dizer é que eu posso correr o risco de uma única pessoa ler e aproveitar, fazer a minha estrela brilhar, me conhecer. Mas isso só será possível se eu escrever. Se eu não fizer, ZERO pessoas leriam, ou me conheceriam. Ou seja, uma pessoa que seja, é muito melhor que nenhuma.  Eu não preciso mais que uma pessoa certa para minha estrela brilhar.

Hoje já tenho o blog com mais de 1 milhão e meio de visualizações, textos meus publicados em diversos sites, traduzidos em diversas línguas e comentados em alguns dos podcasts mais populares do Brasil.

Descobri algo que me dá prazer. Receber emails de pessoas dando feedbacks dos meus textos e comentando o quanto eles ajudam em diversos momentos de vida, me faz me sentir útil, plena e feliz.

A vida é curta demais para que percamos tempo com coisas que não amamos.   A linguagem dos sinais.  Deus fala conosco das formas mais diferentes possíveis.  Naquele momento, Deus usou o meu amigo para me dizer o quanto eu poderia ser útil e ajudar ao próximo com meus textos.  Aqui estamos nós.

Realmente ainda não sei exatamente o que isso tudo ai quer dizer, talvez ainda não esteja nem na metade da minha jornada, mas com certeza One is Better Than Zero!

O que você irá fazer hoje que é melhor do que se você não fizesse nada?

 

 

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