como viver a vida

Pílulas de Gestão 1

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Uma vez vi num desenho animado uma frase que mexeu muito comigo:

“Se você tiver tentado todo o possível e mesmo assim não tiver conseguido o resultado esperado, parta para atitudes insanas e improváveis.” – Como Treinar Seu Dragão

Estamos vivendo uma crise muito forte e, “receitas” de recolocação que outrora davam certo, hoje não estão resolvendo mais.

Amigos e indicações não têm tanto poder de fogo, até porque ninguém está contratando… Neste momento você tem três alternativas:

1) Continuar tentando as mesmas coisas;

2) Se desesperar;

3) Mudar o foco, ver novas direções…

Às vezes é necessário entender que algumas coisas que vivemos na vida, mesmo as ruins, acontecem para que possamos dar uma nova guinada em nossa vida, observar outros ângulos possíveis.

A metamorfose é necessária.

Ficar parado, ver a vida passar, se desesperar ou se acovardar diante dos obstáculos, não nos deixará mais fortes, não nos fará avançar!

É Preciso rever conceitos, reformular propostas e encontrar um novo caminho. Criatividade é fundamental.

Neste processo é importante estarmos abertos a qualquer “insight”.

Estudo, Foco, Fé e Dedicação…

A Auto-motivação é a mola propulsora para o nosso sucesso.

A arte de não desistir já nos torna vencedores.

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Como Fazer a Lista de Desejos para Ano Novo

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É comum no último dia do ano fazermos desejos de um ano vindouro com muita paz, prosperidade e amor.

É o momento em que renovamos nossas esperanças de encontrar aquela paz interior que tanto almejamos, encontrar o equilíbrio dos nossos sentimentos…

Eu particularmente uso esse dia para ficar bem introspectiva. Penso, analiso, vejo o que errei, ressignifico meus erros e projeto como devo ajusta-los para que não aconteçam mais.

O universo absorve todos os nossos desejos. Por incrível que pareça, normalmente a gente acaba passando a mensagem errada. Depois culpamos o universo, pobre coitado!

Não, a culpa é nossa!

Não sabemos pedir!

Peça direito! Peça com vontade! Peça com decisão! Sobre tudo! Sobre aquele emprego dos sonhos, sobre a saúde, sobre os filhos, sobre amor. Saiba pedir!

Quando eu peço para não ficar doente, eu to pedindo errado! Eu estou intensificando a energia da doença ao invés da saúde! Peça para ter saúde!

Quando peço para ter um bom trabalho. O que isso significa? Bom para quem, para o quê? Pode ser bom para construir relações de amizade, ser bom para aprendizado, ser bom até para fuder sua vida! Você não foi específico! Como o universo vai saber o que você quer, abestado!?

Quando definimos algo, uma meta, pense neste acrônimo:

M – mensurável

E – específica

T – temporal

A – alcançável

Mensurável – A meta precisa ter consistência, você deve ser capaz de reconhecer o momento que a alcançou. Por isso precisa ser mensurável. Qual é o indicador de ganho, de conquista desta meta? Quando você saberá que a alcançou?

Específica – A especificidade é necessária para que você não acabe levando gato por lebre.

– Eu quero um homem apaixonado por mim.

Aí aparece aquelas derrotas ciumentas, obsessivas, que não te deixam ir na esquina… ahhhhhh, mas o homem tá apaixonado! Foi o que eu pedi! Uma ova! Pediu errado!

Aumente esse sarrafo! Seja absolutamente específica do que queres! Se você não sabe o que te faz bem, quem saberá?

Temporal – Precisamos de tempo limite para uma atividade. Principalmente na determinação de uma meta, seja ela qual for. Vc precisa estabelecer um prazo. Se você não tiver atingido a meta no prazo estipulado, deve ser porque a meta foi mal dimensionada ou seus passos e planos para atingirem precisam ser revisitados e ajustados. O prazo é obrigatório para que não fiquemos toda a vida insistindo em algo que não vai rolar. Move on! Se foi, ótimo. Se não foi, ajuste a rota e bola para frente!

Alcançável – Criar expectativas irreais é burrice! É perda de tempo e não nos levará a canto nenhum. Desmotiva ao invés de se criar um engajamento.

Pense o seguinte: vc trabalha numa empresa e a diretoria estabelece uma meta surreal de vendas. Uma quantidade maior que a empresa é capaz de entregar, por exemplo. Ao invés de você se engajar e motivar para cair dentro, você vai fazer o que você sempre fez porque sabe que esforço adicional não adiantará.

Exploda a meta em objetivos menores, alcançáveis. Psicologicamente acaba também tendo um efeito bastante positivo, visto que pequenos êxitos consecutivos, trazem mais força e gana para se continuar a caminhada.

– Preciso perder 30 kg!

Diminua para 3 kg por mês por 10 meses, por exemplo. É mais tangível! Vai te dar força para continuar caminhando a medida que você começar a ver resultados alcançados!

Escreva!

Projete!

Consolide seus objetivos!

Não deixe ficar no campo do pensamento!

A partir do momento que você materializa o seu desejo, você tá dando força a ele! Você tá mostrando para o universo o quanto o quer!

Faça um projeto para o novo ano: papel e caneta. ✍️

Crie mural, bloco de notas no celular, painel de desejos no seu quarto, tarefas na agenda, post-it no espelho do banheiro… vale tudo!

🧩 Uma dica bacana para desenhar esse projeto é a técnica do 5w 2h:

What – o que é o seu projeto, objetivo;

Why – por que é importante, qual a razão de ser;

When – quando, prazo, datas;

Where – onde, em qual lugar;

Who – quem estará responsável, quem embarcará neste projeto, quem são os atores deste processo e quais papéis exercerão;

How – como será realizado, esmiuce os detalhes das ações, transforme o projeto em tarefas;

How much – quanto isso vai te custar, em dinheiro ou energia. Tem projetos que te consomem mais em energia do que em valores financeiros. Pense e análise se valem a pena por custo benefício!

Agora que você já sabe como é, papel e caneta na mão e só ação! 📝

Vai pedir um amor? ♥️

Pelo amor de Cristo, pense no que é melhor para você! Lembre-se que o amor próprio é o melhor amor que existe! Não se contente com pouco, com restos, com migalhas! Não se esqueça que você é e sempre será sua melhor companhia. Peça alguém que te faça ainda melhor! Nunca alguém para te diminuir! Não aceite menos do que você pode se dar sozinha!

É preguiçoso, ciumento, acomodado, chato, obsessivo, filhinho de mamãe, malandro, playboy, casado, galinha, louco, beberrão, moral duvidosa, teimoso ou qualquer coisa que difere das suas expectativas: VOLTA QUE É CILADA! ⛔️

Desejo…

Que você tenha a quem amar!

E quando estiver bem cansado,

Que exista amor para recomeçar! 🙏🏼

Ouse ir além! ✈️

Querer, poder, conseguir! 👊

E aí, gostou das dicas? ✅

Então me diz, o que você vai pedir para o Universo para 2020?

🍾 Feliz Ano Novo! Com projetos renovadores!

Abundância e Prosperidade sempre! 🙌🏻

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As Respostas estão dentro de Você

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Dia desses assisti a um filme que contava a história de um jovem atleta, que tinha muitas ambições profissionais.  Ele treinava arduamente para ultrapassar seus limites físicos. Porém, seu caráter e forma de agir para com o próximo eram questionáveis.

Nas andanças da vida, ele conheceu uma pessoa que o incitou a buscar o desconhecido, o que ele não conseguia enxergar fisicamente.

Ele achava que tinha todas as respostas, mas não mudava suas perguntas. Não se questionava até onde suas convicções não eram crenças limitantes.

De repente, esse desconhecido começou a lhe questionar acerca de suas convicções, refez todas as perguntas, desafiou o competidor nato e o trouxe para uma realidade mais fortalecedora.

Um dia, o jovem sofreu um grave acidente que poderia afastá-lo das competições para o resto da vida.

Porém, o começo do exercício de fortalecimento da alma iniciado anteriormente, tirando o jovem da sua zona de conforto, foi determinante para que as perguntas novas fizessem mais sentido para a construção do seu novo “túnel” do autoconhecimento.

Analisa-se a tríade das forças naturais:
1) Paradoxo – a vida é e será sempre um mistério. Não tente entendê-la
2) Humor – mantenha seu senso de humor, na tristeza nada se cria.
3) Mudança – independente de qualquer coisa, nada permanece imutável.

Muitas vezes fazemos perguntas rasas para nós. Perguntas superficiais geram resposta superficiais. Precisamos constantemente nos desafiar com perguntas MELHORES, mais profundas e inquisitivas, para que possamos alcançar níveis mais extraordinários de autoconhecimento e autodesenvolvimento.

Outra questão importante, é quanto às perguntas que deixamos que os outros respondam por nós. Ouvir os outros é deixar as respostas das perguntas por conta de outra pessoa que não sabe integralmente da sua história e pode responder de forma incompleta e antagônica às suas necessidades. Nossa intuição é o nosso melhor amigo. Ela tem as melhores perguntas e as respostas mais assertivas que precisamos para caminhar, pois lá estão os nossos anseios mais íntimos.

Deixar a responsabilidade para o outro é, talvez, desistir de si. Qual a chance do outro ser tão fiel a você quanto você mesmo?

Carregamos, por vezes, fardos mais pesados que o necessário, já que não sabemos a hora certa de abrirmos mão do que não precisamos mais. Nossas mãos, com isso, podem estar muito cheias e sem a possibilidade de segurar os presentes enviados pela vida, que realmente fariam diferença para nossa felicidade. O que não nos serve, deve ser deixado para trás. Isso deixará nossas mãos livres e nossos olhos prontos para enxergar o novo. Sempre terá coisas acontecendo ao nosso redor. Se não estamos atentos, deixamos que oportunidades passem por nós sem que as aproveitemos. Muitas destas oportunidades podem ser grandes chances da nossa vida, aquela que esperamos a vida toda para vivenciar.

Devemos viver a plenitude de cada momento, aproveitar o máximo de cada presente do tempo e extrair dele o melhor através da integralidade dos nossos sentimentos.

Muitas pessoas passam a vida achando que encontrarão a felicidade em um dado momento da sua vida, no futuro. Com isso, deixam de viver plenamente o presente.

Se engana, porém quem acha que a felicidade é o destino, a felicidade está na jornada, por isso a necessidade de estarmos com o peito aberto aos presentes diários, às oportunidades de vermos e sentirmos tudo que está ao nosso redor.

Mente sã, corpo são. Não adianta crer que podemos caminhar com essas duas forças dissociadas. Isso nos limita e impede nosso crescimento. Conjugar essas duas forças, além de nos colocar em equilíbrio, nos possibilita ousar e ir muito mais além.

Porém, há quem diga que para arrumar a casa, é necessário tirar tudo do lugar. Sim, muitas vezes precisamos enlouquecer para recuperar nossa sanidade de forma integral e definitiva.

Doar antes de receber, perdoar antes de ser perdoado, servir antes de ser servido…

Essas ações são edificantes e nos abrem para boas energias de ação. O conhecimento não é sabedoria, sabedoria é agir! Se agimos, o mundo reage na mesma força e em sentido contrário.

O dar antes de receber é entregar ao Universo o presente antecipado pelo seu sucesso.

O perdão é como uma espada que corta as amarras que nos prendem no passado, que nos impede de seguir.

Servir nos faz crescer, servir é uma arte. A humildade faz parte da construção de seres humanos mais completos: receptivos, doadores e agregadores.

Não devemos desistir daquilo que amamos e sim amarmos tudo aquilo que fazemos, conquistamos e temos. O amor está em doação.

Quem mais precisa de amor é quem mais tem dificuldade de amar, por simplesmente não amar as oportunidades, os presentes que lhe são dados durante sua jornada, sua vida.

O que é o certo? Quem tem razão? O certo e o errado são as suas convicções para consigo. Nunca estaremos nem mais certos e nem mais errados que os outros se seguirmos nossas convicções, nossa intuição sempre trará as melhores perguntas e nós teremos as respostas mais assertivas para essas novas perguntas. O nosso jeito é o jeito certo!

Desafie-se sempre a ir mais além.

Ouse ir além… sempre!

 


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Ouse ir Além

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Desistir ou persistir são duas faces de uma mesma moeda, um você escolhe um lado ou outro. Porém, o interessante é que cada um dos lados dessa moeda tem um valor completamente diferente do outro. 

A mudança não é fácil. Requer sacrifícios, às vezes hercúleos, para vencermos os obstáculos que nos são impostos para as mudanças mais drásticas, aquelas que normalmente rompem crenças e valores (limitantes e destruidores). 

Para crescermos, implica tomarmos nossas próprias decisões e arcarmos com as consequências delas. Nem sempre serão consequências agradáveis, mas muitas vezes precisaremos roer o osso antes de comermos a carne, passar pelo caminho das pedras antes de pegar a auto-estrada. 

É fácil nos sentirmos motivados quando a vitória vem, mas e quando ela demora a chegar, ou ela aparece como percalço numa estrada que estava indo super bem? Como sustentar essa motivação? 

Como diz o samba: “Reconhece a queda e não desanima. Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima!” 

Quando estamos a treinar e motivar um time – faço isso há mais de 20 anos – é necessário ajustar nosso discurso à maturidade da nossa equipe. Muitas vezes é necessário sermos mais firmes, outras vezes, mais acolhedores. Um Coach/Treinador tem a responsabilidade muito grande de manter um time coeso e unido, caminhando na mesma direção e com os mesmos objetivos. Um time em desequilíbrio é, por si só, um time derrotado. 

Um Coach/Treinador precisa desenvolver sempre a auto-confiança, a força, foco, persistência nos seus Coachees, devem sempre andar juntos. 

A Vitória e a Derrota podem ter pesos relativos quando o objetivo é ensinamento moral. Nem sempre a Vitória traz o verdadeiro ganho, aprendizado moral. Muitas vezes é se perdendo que entendemos muitas coisas e aprendemos a dar valor ao que realmente importa, repriorizar processos dentro de nós. 

Quais os seus medos? O que te impede de vencer? 

Por que desistimos ao invés de ressignificar as derrotas e entender como aprendizado é importantíssimo no nosso crescimento. Percebam como é complicado para uma pessoa que não teve chance de cair e se machucar, porque seus pais o protegiam demais, quando cresce e tem que lidar com as dores impostas pelo mundo. A dor também nos faz crescer. A dor é obrigatória, opcional é como você lidará e o que aprenderá com isso. 

OUSE SEMPRE IR ALÉM.

A mudança dói, dói demais até.  Mas ficar inerte, pode ferir muito mais, pode inclusive trazer marcas profundas, cicatrizes perversas na nossa alma.  Eu prefiro a dor de tentar mudar, de tentar ir além, do que a dor de ficar paralisado onde estou.  Isso atrofia!  Precisamos sempre nos agigantar perante nossas dificuldades diárias.  Desistir é assumir a derrota.

EU OUSO IR ALÉM.

Eu sou vitoriosa por aceitar meus erros, ressignificar minhas dores e perdas, assumir minhas faltas de habilidades e corrigir as minhas falhas, tentando reverter o que há de menos positivo em mim.  Não me conformo com pouco.  Não me contento com menos que acredito que mereço.  Vou atrás, não me canso.  Persisto, insisto, conquisto!  Desbravo, sou fiel a mim.

QUEM NÃO VAI ALÉM.

Não aceitar ir além, é como enguiçar com o carro a poucos metros do seu destino.  É não viver, não ser feliz.  A felicidade nunca estará no destino, é em toda a jornada.  Não ousar ir além é me limitar, me tolir, me boicotar e sabotar meu futuro.

Não aceite menos, não queira menos, vá, ouse, conquiste!

 

 

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Minha Experiência com Apps de Relacionamento/Namoro – Parte 4

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Já tem algum tempo que não escrevo sobre essa novela. Vamos ao quarto capípulo então.

Quem está chegando agora por aqui, saiba que existem 3 partes antes desta.

Minha Experiência com Apps de Namoro – Parte 1
Minha Experiência com Apps de Namoro – Parte 2
Minha Experiência com Apps de Namoro – Parte 3

Toda vez que vou escrever uma nova parte desta minha Via Crucis, preciso reler o último texto para saber onde parei nos meus “causos”.

Nossa!  Tem um ano que não escrevo sobre os assuntos!!!!!  Aconteceu tantas e tantas coisas que acho que um post só não vai dar conta de tudo que tenho para dizer.

É interessante perceber a minha evolução pessoal neste aspecto. Fico muito satisfeita em como estou lidando atualmente com isso, “egocentricamente” falando. To de boas… Mas, preciso confessar que me tornei aquilo que eu mais odiava nos homens: fria, sem sentimentos, aquela que termina por whatsapp, que não se envolve, que some, que não investe muito na relação, que não liga, não responde a mensagem na hora.

Tenho como justificativa plausível que isso seja uma autodefesa. Precisei me resguardar depois das grandes porradas que eu levei. Às vezes sinto falta da Luciana pisciana, romântica e apaixonada… O meu ascendente em aquário tomou conta de mim, me deixando fria e sem coração. Frozen!

Analisando também o “mercado de namoro”, os apps trouxeram opções para quem era tímido, atrapalhado na paquera, sem tempo, que não gosta da noite e quem é bem ocupado…  É muita opção!

Muita gente diz que se ficasse solteiro nunca iria usar os apps de namoro.  Eu estou solteira há mais de 2 anos e conto nos dedos de uma mão as pessoas que conheci fora do app.  Olha que fui fazer pós esse ano, faço cursos, tenho redes sociais para ser encontrada por possíveis crushes do passado, saio bastante, viajo, trabalho e me relaciono com muita gente.  Mas, não rola na vida real.  Eu bem que queria que acontecesse, mas não acontece.

Hoje em dia só fica sozinha(o) quem quer.  Observe que eu disse sozinha e não solteira!  As opções são muitas, mas a qualidade é baixa.  Talvez por conta do meu nível de exigência…  Mas, o fato é que, até hoje não encontrei o que procuro.

Ah, Luciana, então por que você não baixa o seu nível de exigência?

Porque simplesmente estou bem.  Não vou namorar uma pessoa que não me acrescente.  Se eu posso esperar para o melhor, por que vou aceitar menos do que eu acho que mereço?  Pode até parecer frio, talvez seja realmente.  Mas, com o tempo, a gente leva tantas e tantas porradas da vida, que se torna imune a certas coisas.  Não sou obrigada a nada.  Enquanto eu puder escolher, eu realmente escolho o melhor para mim.  Essa é a melhor forma de amor, eu me amar mais que a qualquer um, me respeitar e me presentear com o melhor que eu puder me dar.

Já disse outras vezes, o maior obstáculo desta minha vida de solteira foi passar a gostar da minha companhia, me amar inteiramente.  Antes, eu tinha uma dependência de estar com alguém, tinha medo da solidão.  Hoje, quando estou sozinha no meu quarto com minhas dogs, produzo, escrevo, leio, jogo, vejo filme, faço nada… faço o que eu quero e, aprender a fazer isso com felicidade e satisfação, me trouxe a certeza de poder esperar pacientemente pelo melhor para mim.

Voltemos a linha do tempo, meu ultimo texto (parte 3) terminou logo depois da minhas férias de 2018, ou seja, por volta de novembro.  Exatamente 1 ano.  Caramba, que difícil!  Escrever tantas e tantas coisas… Por que deixei acumular tanto!?!?!?

Na verdade, esse ano passou voando.  Minhas dificuldades com assuntos pessoais: a perda da minha grande amiga (responsável por me ensinar a ser feliz, mesmo sendo solteira), a depressão da minha filha, minha pós em comportamento humano, minhas dogs, meu trabalho, minhas consultorias e minha vida social…  Ufa… esse ano tá que tá!

Desde novembro do ano passado, conheci realmente muita gente.  A viagem, como eu já sabia, se tornou um divisor de águas na minha vida.  Me tornei muito mais forte que jamais imaginei que pudesse ser!  Muito orgulho do que me tornei.

Logo depois da viagem, conheci um que entrou nas minhas redes sociais, antes mesmo de termos algo mais sério, me mandou apagar todas as fotos de família que tinha ex… Tem fotos de momentos vividos em família, não dá para apagar o que se viveu.  Além do que, não terminei meu ultimo casamento com raiva a ponto de apagar fotos que não sejam românticas.  Já limpei muita coisa, mas pode aparecer uma ou outra que tenha passado batido.  Quando eu percebo, eu apago, mas sem estresse. Mas, o cara parecia inseguro.  Estava num momento de ascensão financeira, achava que o dinheiro comprava tudo.  Nitidamente estava perdido, gastava dinheiro com um monte de bobagens, para se preencher, não entendeu que o vazio estava na alma dele. Ele é um dos muitos caras que me mandam mensagens vez por outra, quando está carente, para “ir para a casa dele tomar vinho”.  É engraçado que os homens acham que a gente é delivery de sexo…  Tenho ódio de caras que pensam que a gente, por estar sozinha, precisa se deslocar até eles para os servir.  Esse não é o único não.  Tem um monte de acomodados que não saem do sua zona segura. Pior ainda é que eles não percebem que isso não funciona, pelo menos não comigo.

Desculpe-me, mas sou das antigas, gosto de ser cortejada.  Gosto quando o homem toma a frente, vem me buscar, abre a porta do carro (acho um charme!!!!), paga a conta.  Eu posso pagar a conta, lógico que posso!  Mas broxo com aqueles que não fazem a corte!  Já coloco em segundo plano, tiro da minha lista de pretenções sérias.

Depois desse inseguro, comecei a sair também com um menino que era viúvo.  Chegamos a sair por quase 2 meses.  Mas, comecei a ter pesadelo com certas atitudes dele, me sinalizando que ele era um 171, dei linha…  Posso adiantar que meu sexto sentido não estava errado.

Me mudei em janeiro, saí do Meier e vim para a Tijuca.  Conheci algumas outras pessoas, todos na friend zone.

Em março, logo depois do meu aniversário, fui num show de um amigo e conheci um carinha, amigo deste meu amigo.  Coincidentemente, a gente já tinha dado match no happn e não tinha ainda se falado.  A princípio, um fofo.  Ficou comigo no telefone até 3h da manhã, me acalmando, quando minha grande amiga morreu…  Parecia ser uma pessoa que poderia investir.  Saímos algumas vezes, até que fui para a casa dele, depois de um show. Tudo combinado.  Eu iria para a casa dele e de manhã iria direto para o trabalho.  Nossa, que decepção.  De manhã, ele nem levantou para me oferecer um café.  Eu precisava me arrumar para sair, não sabia onde tinha toalha para tomar banho e me arrumar e ele disse que não ia acordar cedo sem necessidade, que eu me virasse.  Saca ranço????  Pozé! Vai para a merda, princeso!  Dorme aí…

Minha filha entrou numa depressão absurda e eu fiquei enclausurada com ela por 2 meses, na pior fase dela.  Quando ela estava um pouco melhor, conheci uma pessoa.  Um cara super de boa, engraçado e atencioso.  Morava aqui perto, caminhava comigo e com as dogs.  Minha filha, no início, até gostava dele, até ele querer competir com ela a minha atenção.  Além disso, começou a querer olhar meu celular, ficar enfiado na minha casa, ciúmes e cobranças, num momento que minha cabeça estava com problemas grandes: a depressão da menina teve recaída, meu trabalho acumulado porque tinha que me dividir entre mãe e profissional, sem deixar a peteca cair para nenhum lado, minha pós estava em andamento …  Ele mandou uma mensagem terminando porque eu não dizia que o amava (!!!!) e porque estava sem muito tempo para ele…  Seja feita a vossa vontade!  Depois ligou pedindo para eu desconsiderar a mensagem… Sinto muito! Talvez ele tenha me poupado um trabalho.  Vida que segue.

Mais uma vez fiquei muito focada na minha filha e sem tempo para novos crushes.  Passei a me encontrar com frequência com aquele meu ex-namorado, que cito no último texto, cerca de 2 vezes por mês., sem compromisso, já que não tinha tempo de construir novos relacionamentos.  Ok para mim.  Depois da terceira vez que eu fiz isso, percebi que nossa química era limitada a esses encontros esporádicos, enquanto não saía com ninguém.  Eu não conseguiria lidar diariamente com as loucuras dele e nem ele com minha forma de levar a vida.

O pouco tempo que eu tinha, era para estar com meus amigos.  Não sobrava tempo nem paciência para apps.  Cheguei a desinstalar por 4/5 meses.

Veio a fase de entrega do meu TCC.  Quase fiquei doida!  Junho, julho e agosto foram punks de trabalho e eu correndo para entregar o projeto da pós no prazo.  Início de setembro conheci uma pessoa, muito fora da minha lista de requisitos.  Até hoje não entendo porque saí com ele.  Talvez por ter um papo interessante.  Ele era baixo (mais baixo que eu, inclusive), mal humorado, negativo ao extremo (ele achava que era realista), nada cavalheiro, grosso, sem aspirações, sem expectativas, dorminhoco, conformado com tudo, no melhor estilo ó dia, ó vida, ó azar…  E eu ligada no 220V. Acho que tudo degringolou de vez quando ele implicou com a pipoca que eu comprei no cinema.  Falava toda hora desta merda!  Que eu era esbanjadora pq comprei um saco (pequeno) de pipoca com refrigerante (indo no cinema depois do trabalho e entrando em cima da hora na sessão.  Ele achava que eu deveria ter esperado a sessão acabar com fome ou ter chegado atrasada para comer na praça de alimentação).  Eu faço o que eu quero.  Não suporto ser controlada, ainda mais por um assunto tão merda como esse.  Isso me irritou e eu fiz uma coisa super feia, a qual não me orgulho.  Terminei por mensagem.  Estávamos saindo há cerca de 2 meses e fiz o que mais odeio que os outros façam.  E fiz isso 2 dias antes de viajar. Que horrível, Luciana Telles.  Que horrível!

Agora, acabo de chegar de viagem (há 1 semana), estou testando também o Dating do Facebook, além do Happn e do Tinder que estão instalados.  Na viagem, cheguei a dar match em Portugal.  Aliás, os portugueses conquistaram meu coração, mas acabou não dando tempo de conhecer pessoalmente. Que peninha…  Já voltei de lá com a meta de correr com minha cidadania portuguesa.  Quem sabe…

Sabe o que eu mais odeio nesses apps?????  Fotos antigas!  Gente, sacanagem!!!!  A pessoa usa uma foto de 10 anos atrás, com 20Kg a menos…  Pourram, que ódio!  Não que eu busque uma pessoa perfeita.  Não é absolutamente isso, até pq eu também não sou a perfeição em pessoa.  Mas, poxa, deixo meu Instagram conectado, atualizo sempre as fotos dos apps, recebo inclusive vários feedbacks que sou até mais bonita pessoalmente do que pelas fotos.  Ou seja, jogo limpo!  Aí a criatura aparece na minha frente com aparência de quem acabou de sair da máquina do tempo, 10 anos depois do cara que eu realmente estava conversando…  fala sério!!!!!

Mas sigo na luta, na busca…

Voltei das minhas férias determinada a encontrar alguém.  Quero e preciso me apaixonar novamente.  Enterrei todos os fantasmas da minha vida e me sinto absolutamente pronta para amar verdadeiramente, desde que…  rsrsrsrs

Ô mulher exigente, já dizia um crush meu!  ❤

 

Aceitando CV para meu Mozão
 
Requisitos:
✔️Não fumante
✔️Não drogado
✔️Goste de cães
✔️Superior completo, pós desejável
✔️ Acima de 1,76m
✔️Domínio de português (essencial saber diferenciar mas de mais). Uma segunda língua será considerado diferencial
✔️Divertido, pode ser humor ácido
✔️Boa cultura, goste de uma boa música (preferencialmente que odeie sertanejo e afins)
✔️Seja independente financeiramente
✔️Não seja comprometido e nem tenha ex louca
✔️ Não seja bipolar, nem sofra nenhum transtorno de personalidade grave
✔️ Não tenha síndrome de Mestre dos Magos, que some sem avisar
✔️Seja 100% hetero
✔️Boa aparência (que ative meus feromônios)
✔️ Cavalheiro, educado, atencioso e disponibilidade imediata.

 


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Férias: Viagem Roma e Paris – Parte 2 (Paris)

Postado em Atualizado em

Sétimo dia de viagem, mês de outubro de 2018.  Absolutamente apaixonada por Roma, conforme vimos na Parte 1 deste texto.

Acordei engraçadinha e fiz uma live que eu sempre sonhei em fazer:

Como eu disse na parte 1, Paris não é um sonho de criança e sim uma curiosidade quase unânime.  Além disso, passou a ser necessário para a reconstrução do meu novo eu, onde eu me provo que eu não dependo de ninguém para fazer o que quero.  Que fique claro que com isso eu não estou dizendo que nunca mais vou ter alguém.  Muito pelo contrário, minha reconstrução me prova que posso ir onde quiser ir, eu me basto e não preciso me sujeitar a qualquer coisa para ser feliz, posso ser feliz sozinha e posso fazer quem merecer meu amor, uma felicidade maior ainda.  Pois de tão completa, somarei.  Esse foi apenas um desabafo rsrsrsrs

DIA 1

Chegamos no aeroporto de Paris no meio da manhã. O Hotel era um pouco afastado da cidade, numa cidade universitária, por isso preferimos ir de taxi.  O caminho já nos deixou perplexas: Que lugar sujo!  Vimos muitos mendigos e pedintes nas ruas e isso nos deixou um pouco chocadas.  Já sabíamos da questão da imigração, mas é Paris, não imaginava tamanha sujeira nas ruas e população de rua tão grande.

Primeira impressão não foi nem um pouco poética.

Chegamos no Hotel, um Hotel bem bonitinho, ficava a menos de 100 metros de uma estação de metrô, a La Villete. De lá para o centro de Paris dava em torno de 30 a 40 minutos, ou seja, não era nada central, mas com a facilidade do metrô na porta, tudo fica perto.

Deixamos as malas e estávamos com muita fome, fomos no mercado em frente, nosso quarto tinha fogão e microondas, desta forma poderíamos preparar as refeições e economizar uma graninha.

Voltamos para o quarto, almoçamos e dormimos rsrsrsrs

Precisávamos nos reenergizar.  Isso: em resumo, nosso primeiro dia em Paris foi dormindo!

DIA 2

Já havíamos comprado com antecedência os ingressos da Disney Paris para esse segundo dia na “Cidade Luz”(???).

A Disney Paris fica um pouco afastada da cidade.  É necessário até pegar trem.

No primeiro contato, o metro de Paris pode ser bem confuso.  Muitas linhas que se cruzam, mas em pouco tempo você se acostuma.

Como era o segundo dia, demos sorte de encontrar na estação de Villete com uma família Colombiana, que a filha mais velha já conhecia o caminho.

Fomos seguindo e chegamos.

Já na chegada, o primeiro choque, especialmente para quem já foi à Disney em Orlando: UMA ZONA PARA A ENTRADA.

Não era fila, não era organizado, um barulho, pessoas de mau humor.  Que choque!

Internamente não foi muito diferente.  Muitas atrações estavam fechadas.  Os funcionários não tem nem de longe a mesma energia acolhedora da Disney nos EUA.

E em termos de manutenção, vi chão desalinhado, pintura descascando, lixo no chão.

Muita loja de compras.  A impressão que dá é que é uma filial em desalinho com o perfil da matriz.

Realmente foi decepcionante.  Mas, como eu não perco a viagem, consegui tirar fotos bem legais.  Tá certo que a modelo aqui ajuda bastante rsrsrsrsrs 😉

Post do Instagram do Dia 2

 

DIA 3

Quem nunca quis conhecer a Monalisa pessoalmente?

O terceiro dia em Paris foi dia de Louvre.  Tudo é muito pratico de metro em Paris.  Pegamos o metro e saímos na estação quase de frente para as famosas Pirâmides de Vidro do Louvre.

Mas, falando rapidamente do Metro, estava calor.  A maior parte dos trens do Metro não têm ventilação.  É verdade que o povo lá não curte muito banho, é cultural.  As casas não tinham banheiros antigamente.  Eram banheiros coletivos.  No frio, quem vai enfrentar fila, às vezes no relento, para tomar banho?  Mas, esse cheiro entranha no ar.  Muita gente fedida no Metro.  A cidade é muito suja.  Muitos mendigos e pedintes por todo lado. Muitos, muitos e muitos moradores de rua.  Não vi poesia nenhuma até agora.

Muito cheio!  Principalmente de grupos de Chineses e Japoneses. Que, aliás, não têm muito respeito com os outros.  Desde Roma vim observando que toda a educação que os orientais mostram ter nos eventos com relação a limpeza e respeito para com o próximo, não se aplica no turismo. Eles empurram, passam na sua frente na fila, falam muito e às vezes em lugares inapropriados, não respeitam fotos e nem têm a paciência necessária para visitar locais com grande público como esses.

Obviamente, como já esperado, a Monalisa é super concorrida.  Uma sala lotada, cheia de outras obras, com dezenas de pessoas amontoadas à uma distância de segurança da obra.  Todos tentando tirar uma selfie com a famosa anônima de Leonardo Da Vinci.

Confesso que, a essa altura, já estava cansada de museus e de tanta gente sem educação empurrando e dando encontrão em mim.  Contrariando minha companheira de viagem, demos por encerrada a visita após umas 4 horas.

Saímos do Museu e fomos caminhar no Jardim des Tuileries.  Muito gostoso o lugar, descemos andando até a Champs Elisée…  Sim, eu caminho muito nas minhas viagens.  Uma média de 10 a 14Km por dia.

Aproveitei a visita em algumas lojas de compras (gastei o que não devia!) e comi o famoso Entrecôte com fritas num Bistrô super charmoso na Champs Elisée. Realmente é bom!!!!

Fomos até o portal do Triunfo e voltamos para o Hotel bem cansadas.

Post do Instagram do DIA 3

 

DIA 4

Hoje foi dia de Torre Eiffel.  Ah, que espetáculo da engenharia!!!!!  Impressionate! O Campo de Marte não é muito legal não.  Pedintes por toda parte!  A grama irregular.  Avisos de cuidado com o ladrão ajudam mais ainda a tirar a poesia do local.  Mas a torre é linda.  Dá para ficar horas olhando para aquele lindo “troféu”.

Eu já contei aqui que a escolha de Paris foi uma prova de mim para mim que não preciso de homem para conhecer os lugares, já que seria o lugar da minha lua de mel com uma namorado que tive.  Então, esse namorado ficou mandando mensagens dizendo que eu ia odiar Paris porque lá é um lugar romântico.  Que eu veria casais por toda parte.

Sinceramente:  não é bem assim!

Tinha um casal fazendo fotos de bodas no Campo de Marte.  Apenas 1!

Ficamos quase 3 horas na fila para subir na torre.  Fomos até o ultimo platô. Lá em cima também vi muitas famílias.  Tem até champanhe vendendo em lojas na torre, mas se o destino fez para eu me sentir melhor eu não sei, mas que não tinha casais romanticando na minha frente, definitivamente não tinha.

O que importa é que realmente é um passeio que valeu a pena.  Perdemos quase o dia todo porque ficamos quase 3 horas na torre.  Almoçamos por lá mesmo.  Valeu!  É um passeio caro, mas vale muito.

Post do Instagram do dia 4

DIA 5

Dia de bater perna.  Fomos andando, visitando várias igrejas, monumentos e me deram a dica de ver o por do sol na Igreja de Sacré-Coeur, que fica perto do Moulin Rouge.

Primeira parada do dia foi no Cemitério do Père-Lachaise, onde estão enterrado Jim Morrison, Chopin e muitos outros. Um lugar interessante.  Vale acrescentar, que em muitos lugares do mundo é comum a visita turística em cemitérios.  Em Buenos Ayres, por exemplo, chega a ser um point, com bares e restaurantes no entorno.  Eu nunca havia ido a um cemitério com esse propósito, aliás, até há bem pouco tempo eu nem sequer entrava em cemitérios. Mas, fui!  No início com um certo receio, mas fui.

É interessante o nível energético de lá.  O cemitério tem um mapa na entrada com os locais das sepulturas dos famosos.  A sepultura do Jim Morrison é bem escondida e teve já bastante vandalismo.  Detalhe para uma árvore próxima cheia de chicletes presos.  A energia é um tanto quanto densa neste local.

Já a sepultura do Allan Kardec, fui guiada por uma energia muito intensa e gostosa.  Que lugar diferente!  Cheio de flores e paz!  O mapa não era muito preciso e a energia realmente fez a diferença para eu me localizar onde era a sepultura.  Fui tomada por uma energia tão intensa!  Difícil descrever, mas com certeza visitar o cemitério fez uma diferença inimaginável nesta viagem.

Depois do cemitério, fomos andando e chegamos ao Jardim de Luxemburgo.  Que lugar lindo!  Nossa, ficaria horas sentada por lá apreciando a vista e a energia do lugar.  Muito gostoso.  E o solzinho estava uma delícia.

Fomos a Notre-Dame.  Uma fica enorme para entrar.  Lá dentro, o que eu vi me deixou muito triste.  Obras sucateadas.  Muita fuligem, infiltrações e rachaduras. Uma pena o lugar estar daquele jeito.  Agora, passado um ano, sabemos o que estava por vir.  O incêndio pode ter sido uma tragédia anunciada.  Conversei com algumas pessoas de lá que disseram que o governo francês estava direcionando verbas da cultura para os refugiados que são bem vindos na França.

Esse foi um dia que rodei bastante pela cidade, o que eu vi foi uma cidade suja, sem cuidado e com uma população de rua muito maior que imaginava.  Nos metros é comum ver pessoas dormindo nas estações e até mesmo nos carros.  Toda saída de metro você encontra pessoas com papeis na mão pedindo para você assinar.  É para fazer doação.  Eles não deixam nem você andar direito.  Definitivamente, não curti.  Tive a sensação várias vezes de estar sendo seguida.  Carioca já vê batedor de carteira a distância…  Fiquei em alerta o tempo todo.

Conforme me foi dado de dica, fui ver o por do sol da Sacré-Coeur.  A chegada até lá é interessante.  Saí no metro do Moulin Rouge e fui subindo a rua que dá acesso às escadarias.  É um bairro alternativo.  Na rua que subi, várias pessoas fazendo cabelo nas calçadas, ouvindo música alta e consertando carros.  Inusitado.

A Igreja é realmente um point.  Lotado de gente bonita.  No dia que eu fui, ainda estava acontecendo um feira no entorno da igreja.  Diferentemente da maior parte das igrejas em Paris, que são estilo gótico, a igreja tem um estilo bem contrastante, Romano-Bizantino.  Fica no ponto mais alto de Paris, onde realmente o por do sol toma uma proporção sem igual de beleza e poesia.

A igreja é linda.  Eu, particularmente, não gosto de estilo gótico.  Acho muito “pesado”, me agonia e me dá a sensação de prisão, opressão e tristeza.  Estar num ambiente mais clean, também foi um colírio para meus olhos, que já estavam com saudade das igrejas maravilhosas de Roma.

Post do Instagram do DIA 5

 

DIA 6

Está chegando a hora de dizer Au Revoir.

Para o último dia, escolhi comprar um passeio de Ônibus + barco pelo Rio Sena. Foi divertido pois estava sozinha, Fernanda preferiu fazer outros passeios, e minha internet tinha acabado.  Precisei me aventurar sem 4G.  O ponto de encontro era em frente a um bistrô perto do Louvre.  Aproveitei que cheguei bem cedo para experimentar um Crepe Suzete. Não gostei muito não.

O passeio foi ótimo, conhecer a história por trás dos monumentos que visitei nos dias anteriores, foi bem interessante.  E o passeio no Sena foi uma delícia.

Em resumo, não achei Paris isso tudo.  Meu coração realmente ficou em Roma e hoje tenho certeza que minha lua de mel não será em Paris!

Post do Instagram do Dia 6

 


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A Arte de Servir

Postado em Atualizado em

Esse fim de semana participei de uma super experiência, onde fui voluntária num evento de auto-conhecimento e desenvolvimento de empoderamento. Foram 3 dias servindo para quase 3 mil pessoas. Três dias trabalhando incansavelmente de 7 da manhã até meia noite, a maior parte do dia de pé. Três dias abrindo mão de mim, da minha filha (que anda se recupera da depressão), das minhas dogs, da minha casa, dos meus amigos e até mesmo do meu trabalho (oficial e renda extra).

Exercitei a humildade, a humanidade, o riso fácil, o choro frouxo, a felicidade extrema, o perdão, a fé, o cantar alegremente, o berrar motivacional, o bom dia efusivo, os diversos tipos de abraço: de gratidão,de felicidade, energético, de romper fronteiras, barreiras e preconceitos, de incentivo, de fé, de conforto…

Testei meus limites físicos. A dor no pé, na coluna, no estômago, a fome, o frio, o calor, o desconforto. Pensei diversas vezes em desistir. Ahhhh, como pensei!

Mas eu sou foda para caralho, porra!!!!!

Mas também sou humana. Me questionar é natural.

Não sei (AINDA) se faria novamente. Meu lado racional responde de pronto que não. Pelo menos, não neste formato. Obviamente minha veia crítica ainda é aguçada e, apesar da poesia do momento, sempre haverá situações para escolhermos passar novamente ou não. E alguns incômodos, não tenho mais idade para passar.

Independente da minha escolha no futuro, esse será um momento que carregarei com muito carinho pelos aprendizados, por tudo que aprendi e pelo exercício de servir. Especialmente pelo momento de vida que estou passando, os ensinamentos foram ainda mais profundos.

Abrir mão deste tempo de ganhar dinheiro para mim, já que estou num momento financeiro delicado, com filha em tratamento e eu correndo para fazer dinheiro… é… é uma evolução e tanto para mim. É mais que isso! É acreditar! É dar ao universo aquilo que ele tanto já me deu, é ter gratidão. Dar uma pausa para agradecer, para me reenergizar.

De bônus ainda tive conexões, novas amizades, reencontros …

Além de muitas histórias: histórias vividas, ouvidas, sentidas… para me inspirar, para me esbofetear na cara quando eu pensar em desistir (ou apenas desanimar), para reavivar a minha fé e me mostrar que o jardim do vizinho nem sempre é o mais bonito, até porque a gente não faz ideia das histórias de dor e sofrimento que as pessoas carregam!

Nunca, jamais, de forma alguma, julgue alguém por suas atitudes ou forma de pensar, vestir ou agir. O que somos hj é a soma do que fomos e vivemos no passado, não sabemos o que as pessoas viveram para agir das maneiras que agem.

Foi uma energia muito phodda estar ali! No sábado então… o ritual do perdão foi uma das coisas mais intensas que eu já presenciei.

Sempre digo e repito, que um dos lugares mais fodas que já fui, foi o Vaticano. Não pela religião, até porque nem sou Católica, mas por conta da fé que as pessoas que vão aquele lugar carregam.

No DSP, foram quase 3000 pessoas reunidas com o mesmo objetivo: despertar o poder dentro de si, ir mais além … tem como um tanto de energia dessa, transmitir algo para quem está lá que não seja bom? De jeito nenhum!!!!

Ontem, no fim do evento, estava na porta sinalizando a saída e aconteceu a coisa mais incrível de todo o evento: um casal de senhores que eu tinha ajudado a subir na cadeira numa dinâmica e fiquei o tempo Td perto deles cuidando para que nada de errado acontecesse e eles pudessem participar como tds, veio em minha direção. A senhora chegou na minha frente e me pediu a minha mão, me disse com a mão dela agarrada à minha que o evento foi muito mais inesquecível por conta da minha ajuda, incentivo e presença do lado deles na atividade de subir na cadeira. Na situação eu tirei uma foto maravilhosa dos dois se beijando na boca, coisa mais linda! Lógico que não preciso dizer que fui aos prantos com aquela declaração de amor!

Ali, naquele momento, já tomei a minha recarga de todo o cansaço. Na hora as dores param, a energia voltou a mil, me renovei!

Foi o maior pagamento que recebi.

A arte de servir não tem riquezas de ouro “porque elas não entram no céu”, mas te trazem a riqueza mais linda, aquela que preenche a alma e o coração, recebi amor, muito amor! ♥️

 


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O Espelho do Bem

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O que o mundo espera de nós?

Qual é a nossa missão nessa vida?

O que você pode fazer hoje pelo próximo?

O quanto você deixa sua marca no mundo?

Você, quando morrer, será lembrado como alguém que somou, ou alguém que simplesmente passou pela vida sem deixar legado?

É interessante meditarmos sobre o que podemos assumir de responsabilidade para com o próximo. No espiritismo temos a frase guia de “Fazer o Bem sem Olhar a Quem”.  Mas será que isso é assumido à risca pelos praticantes da religião?

A primeira coisa que temos que ter em mente, quando praticamos o bem, é que temos que estar preparados para a ingratidão.  Fato!

O Bem é como uma semente. Tem terreno que ela brota e floresce, tem terreno que ela seca. Alguns terrenos ainda teremos a oportunidade de regar e até mesmo de colocar adubos para tentar salvar essa semente, não devemos desistir se encontramos resistência da outra parte.

Somos responsáveis por aquilo que fazemos, isso que nos credita amor e recompensa astral (muito melhor que a financeira ou qualquer outro tipo de recompensa física e/ou terrena). Se o outro nos vai recompensar, reconhecer, agradecer ou simplesmente notar, não nos cabe esperar.

Tem uma história contada por Chico Xavier, muito bonita, sobre a recompensa astral do dar sem esperar nada em troca. Chico ainda era funcionário de fábrica, ia trabalhar muito cedo. Um dia, saía atrasado de casa com um colega e uma vizinha lhe pediu um passe, já que não estava se sentindo muito bem. O colega ainda lhe lembrou da hora, ao que Chico disse que isso era solucionável. Uma boa ação pedida tem prioridade. Chico parou, deu-lhe o passe e saiu. Pediu ao colega para olhar para trás, esse colega conseguiu ver o rastro energético prateado que a mulher liberava para o Chico. Chico disse para o amigo que isso era energia astral de gratidão, fazendo bem para a alma dele e acarinhando o coração dele. Que não há nada melhor para nós que esse tipo de recompensa. Melhor e mais abundante que qualquer quantia em dinheiro.

Eu absolutamente concordo! No filme “Alto da Compadecida”, em conversa de João Grilo e Chico, os dois principais personagens, eles acabam discutindo quando um deles resolve dar tudo que eles têm para um pedinte no meio do nada. Daí que o outro responde: – “E se esse for Deus disfarçado. Deus aparece de várias maneiras para testar nossa fé e a nossa bondade para com o próximo. E eu sou um ser de fé e bom!”

Deus aparece de várias formas. Precisamos realmente compartilhar a bondade porque nunca sabemos quando será Deus nos surpreendendo.

A vida já nos foi um presente imensurável concedido por Ele. Já, por isso, lhe somos gratos e nada mais justo que retribuir e repassar a bondade Dele para conosco, além de podermos reparar nossas falhas e erros do passado. Devemos, então, tentar fazer de tudo para orgulhar o nosso benfeitor. Não gostaríamos que assim o fizessem conosco se beneficiássemos alguém com um presente tão incrível?

Quando mais difícil é o benefício que damos ao próximo em relação ao nosso desafio interior, ou seja, quanto a quebrar nossos paradigmas, preconceitos e conceitos previamente formados, maior o peso que ele terá na recompensa astral.

O Reino das Possibilidades existe dentro de cada um de nós. Significa que poder ou não, só depende de nós. Podemos deixar esse poder crescer ou atrofiar. O que queremos?

O que acontece demais é que as pessoas estão dentro de seus casulos, dentro de suas zonas de conforto. Sair disso, mesmo que seja para melhor, causa desconforto e dor. Então, por medo do novo, desistem de tentar, de mudar, de agir.

Às vezes, um simples perdoar, pode mudar o rumo das coisas, pode ser o elo da corrente do bem que faltava para conectar as pessoas que precisavam ser conectadas. Mas, muitas e muitas pessoas têm muita dificuldade disso, de perdoar. Carregam dores absurdas durante toda a vida, mas têm medo de conceder o perdão.

Pequenos atos de carinho, respeito, gratidão, perdão, amor, feedback positivo e troca já são ações que podem gerar correntes do bem no seu redor, isso cria um ciclo virtuoso do bem, espelhando o amor e o bem.

Vamos tentar?

 


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Qual o Tamanho da Sua Força

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Analisando pela ótica da ciência, o que é Deus?

Independente da sua crença, Deus é o que habita dentro de ti, a força que te move, que conecta as moléculas, átomos e células… Esse Deus é passivo. Ele vai somente reagir ao que você expandir a partir de suas convicções. A energia que você recebe será proporcional à que você emana em força igual e sentido contrário. Física!

A física quântica é, de uma forma simplista, a explicação da física das possibilidades que temos, das nossas escolhas.

Somos feitos 90% por água. Se a água pode se transformar em tanta complexidade como o corpo humano, imagina nossas redes neurais o que podem fazer…

Sabemos que não usamos mais que 10% das possibilidades de nosso cérebro. Não conseguimos absorver a maior parte das informações que passam por nós a cada momento por falta de agente catalizador. Ou seja, só conseguimos perceber aquilo que nosso cérebro está preparado, ensinado, formatado e, de uma certa forma, doutrinado a perceber. Se não consta no background de nossas memórias, os olhos não conseguem discernir e absorver a informação.

Ao mesmo tempo, o cérebro não consegue discernir o real do imaginário. Carregamos muitas crenças e valores limitantes dentro de nós, isso obscura nossa visão, limita o alcance de nossos pensamentos e retrai nosso desenvolvimento.

Más experiências do passado, promovem uma rejeição de situações que podem levar a experiências similares. Com isso, nos resguardamos, criando restrições de vivências. Porém, essa atitude só cria um ciclo vicioso de repetição de padrões: Reajo sempre da mesma forma pois não quero correr o risco de ter uma consequência igual a vivida no passado – Lapso temporal, a pessoa vive repetidamente aquela situação, por receio de ir para o próximo frame da vida. É cômodo viver aquele lapso. É autossabotagem.

Mas, se eu estou insatisfeita com um resultado e continuo fazendo tudo do mesmo jeito, como conseguirei resultados diferentes? Se eu mudo de ideia, eu mudo minhas escolhas. Se mudo minhas escolhas, aumento as variações de mudança dos resultados e como consequência, mudo minha vida. Mudo minha realidade! É uma sequencia lógica, racional e quase exata. Aprendemos isso em equação matemática. É impossível mudar o resultado da equação com as mesmas variáveis. Ciência exata!

Se, por um teste, tentarmos olhar para nós como os olhos de um observador externo, o que conseguiríamos ver a mais ou a menos do que vemos ?

Interessante abstrair um pouco, mudar o campo focal, para mudar as percepções que temos do mundo ao nosso redor. Muitas respostas para nossas perguntas podem estar bem à nossa frente, mas por miopia cognitiva não conseguimos identificar. Perguntas profundas promovem mudanças significativas. Somos integralmente as nossas emoções. O que eu fiz, vivi e senti, me fizeram o que eu sou hoje, assim como as emoções que sinto (ou escolho sentir), minhas atitudes e minha forma de reagir às situações do dia a dia, farão o que serei AMANHÃ. O que EU que eu quero ser no futuro? A famosa frase, “o que você quer ser quando crescer?” Quais as atitudes de hoje, que me trarão resultados positivos amanhã? O que eu posso já deixar para trás, o que não vai me agregar, do que posso me libertar já, que não me agregará no meu EU DEPOIS, que atrasará minha felicidade?

Sabe como uma nova invenção acontece? Um pensamento que é materializado. EUREKA! Todo pensamento pode ser materializado. Toda ideia pode ser real, depende do quão forte estamos focando naquilo e qual a força da projeção que podemos ser capazes de dispor para realizar o que está na nossa mente.

Eu sou muito mais do que eu penso e posso influenciar tudo ao meu redor com a força do meu pensamento. Eu posso realizar.

Todas as verdades podem co-existir. Eu posso ter sucesso ou ser um fracasso. Essas duas “verdades” são reais. Qual eu vou escolher acreditar?

Quem somos nós? Apenas co-criadores de nossa história.

Qual é o seu estilo literário preferido? Escolha os personagens certos e defina qual final você quer para a sua história, porque o tempo é efêmero e não retrocede.

E aí, qual é o tamanho da sua força?

 


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One is Better Than Zero

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A qualquer tempo da vida, o que somos naquele momento, é a soma do que fomos e vivemos até então.

Muitas pessoas passam a vida toda resolvendo problemas, ao invés de construir a vida diariamente com atos e palavras edificantes para consigo e com o próximo. Você é as suas escolhas, o que você está escolhendo amar?

Desde muito pequenos, passamos por experiências que vão construindo nossas crenças e nossos valores. O que acreditamos no nosso íntimo como verdade absoluta e universal. A efemeridade deste pensamento é inversamente proporcional ao seu enraizamento. Quanto mais tempo, mais enraizado, mais difícil de se dissociar. Normalmente, a partir daí, cria-se as crenças limitantes, aquilo que acreditamos fielmente e que são fonte inesgotável de autoboicote, autossabotagem de nós contra nós mesmos.

Quanto precisaremos cair até percebermos que muitas das nossas derrotas somos nós que produzimos?

Padrões de repetições que transformam nossa vida em ciclos negativos ou quase paradoxos temporais de infelicidade.  O sofrimento não tem a ver com os acontecimentos da nossa vida e sim como nós reagimos a esses acontecimentos. Sofrer é uma opção! Sempre será.

Criamos nossas regras de vida, nossas diretrizes, o nosso caminho, sempre a partir de nossas experiências pregressas e construímos nosso juízo de valor. O que você ama, como? O amor te conduz.

Porém, o amor está diretamente relacionado com aquilo que você conhece como seu padrão de amor ou de falta de amor. Para onde seu amor te leva?

E o amor? Não seria amor o Deus que habita em mim, que me ama incondicionalmente e nunca desiste de mim? Eu escuto esse Deus? Com que freqüência eu converso com Ele?

Culturalmente, se criou um Deus vingativo, que julga, recompensa ou pune, segundo suas próprias “leis divinas”. Esse não é Deus. Pelo menos não deveria ser! Não deveríamos criar uma relação de amor baseada estritamente no medo, no temor.

Deus é bom o tempo todo! Até mesmo quando achamos que estamos passando por experiências ruins. Lembre-se: somos hj a soma de tudo o que fomos e vivemos no passado. O que estamos vivendo no hoje nos constrói, nos prepara e nos ajusta para um melhor EU no futuro.

Há coisas na vida que acontecem de ruim para que outras muito melhores possam surgir, situações essas que provavelmente não aconteceriam se tudo tivesse caminhado aparentemente no caminho certo, sem intercorrências desagradáveis. É Deus sendo bom, mesmo quando duvidamos.

A lei máxima do amor de Deus é que devemos espalhar amor, mesmo que não recebamos nada em troca, ou pior, que recebamos ingratidão. O amor de Deus é incondicional e nos ensinou que só conseguimos dar aquilo que temos dentro de nós. É difícil exigir do próximo o mesmo nível de maturidade emocional, espiritual, de desapego ou de amor que o nosso.  Quem tem egoísmo, tristeza e maldade não poderá externalizar outra coisa senão o que tem dentro de si.

É necessário falar com nosso Deus o tempo todo. Ele nos responderá!

Quando eu era bem nova, li o livro o Alquimista do Paulo Coelho, onde fui apresentada ao conceito da “Linguagem dos Sinais”. Assimilei para a vida esse conceito e passei a ser bastante observante quando às mensagens que o universo nos manda às nossas perguntas mais íntimas, através das formas mais inusitadas, normalmente em forma de sinais, às vezes sutis, outras vezes escancarados.

É necessário desenvolver a nossa percepção e ampliar nosso espectro de captura. Como? Simplesmente observando o mundo ao nosso redor. As respostas nos circundam, o tempo todo! Absolutamente o tempo todoooooooo.

Assim como todas as respostas, Deus nos envia companhias certas para cada momento, acolhimento nas horas precisas… Basta que estejamos abertos a receber todas esses presentes divinos, precisamos aprender a reconhecê-los.
O acaso é Deus dando as respostas às perguntas que tanto questionamos.

Aprendemos no amor ou na dor. Por que precisamos ir até o inferno para lembrarmos de perguntar as respostas para Deus? Deus está em nós! Frustar-se até pode ser bom, pois pode ser o nosso agente da mudança interior e aguçador das perguntas certas que precisamos para encontrar o caminho. Mas, não precisa, obviamente, ser uma regra. Se, ao contrário, me programar para ouvir, me conectar com o meio, me doar para o próximo, ser amor, inspirar e motivar, naturalmente as respostas serão captadas pelas minhas antenas neurais ativadas para minha felicidade e não precisarei passar pelo inferno para me salvar, para encontrar a minha “Stairway to Heaven“.

Há cerca de 4 anos estava num processo de autodestruição. Tinha acabado de quebrar com 2 empresas que eu tinha em Recife, morando longe de minha família, tinha perdido minha avó, que me privei de viver junto nos últimos meses de vida, pois tinha me mudado para tão distante, tinha perdido o dinheiro de uma vida toda de trabalho, estava com dificuldade de arrumar emprego, depressiva e sem chão, sem rumo e sem perspectiva nenhuma. A única coisa que eu fazia diariamente era escrever mensagens de derrota nas minhas redes sociais.  Reclamava da vida e de tudo.  Era uma chata!

Um certo dia, um amigo que me conhecia desde minha juventude e que tinha estudado comigo durante 8 anos, me chamou no direct de uma dessas redes sociais e me perguntou por que eu não usava meu tempo “ocioso” para escrever.  Que ele se lembrava bem que eu era boa em redação (ele uma vez roubou uma carta romântica que tinha escrito para um crush adolescente e leu em voz alta na sala de alta, me matando de vergonha e de raiva!!!).  Que eu podia aproveitar esse meu DOM e escrever sobre assuntos que me deixassem confortável.

Criaria um blog e escreveria. Naturalmente eu perguntei para ele: quem teria interesse em ler o que eu ia escrever? Ao que ele me mandou um vídeo muito interessante chamado “One is Better Than Zero” (Um é melhor do que zero).

Basicamente, o que ele quis dizer é que eu posso correr o risco de uma única pessoa ler e aproveitar, fazer a minha estrela brilhar, me conhecer. Mas isso só será possível se eu escrever. Se eu não fizer, ZERO pessoas leriam, ou me conheceriam. Ou seja, uma pessoa que seja, é muito melhor que nenhuma.  Eu não preciso mais que uma pessoa certa para minha estrela brilhar.

Hoje já tenho o blog com mais de 1 milhão e meio de visualizações, textos meus publicados em diversos sites, traduzidos em diversas línguas e comentados em alguns dos podcasts mais populares do Brasil.

Descobri algo que me dá prazer. Receber emails de pessoas dando feedbacks dos meus textos e comentando o quanto eles ajudam em diversos momentos de vida, me faz me sentir útil, plena e feliz.

A vida é curta demais para que percamos tempo com coisas que não amamos.   A linguagem dos sinais.  Deus fala conosco das formas mais diferentes possíveis.  Naquele momento, Deus usou o meu amigo para me dizer o quanto eu poderia ser útil e ajudar ao próximo com meus textos.  Aqui estamos nós.

Realmente ainda não sei exatamente o que isso tudo ai quer dizer, talvez ainda não esteja nem na metade da minha jornada, mas com certeza One is Better Than Zero!

O que você irá fazer hoje que é melhor do que se você não fizesse nada?

 


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