Sonhe Sempre

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Quando somos crianças, temos muitos sonhos. Quantos deles são sonhos efêmeros e mutantes e quantos são carregados dentro de nós como frustrações não vividas, não realizados?

Lembremos de nós aos 8 anos. Tínhamos sonhos, decepções, amigos, inimigos, família, perdas. É a idade do por quê e, quando, provavelmente, muitos temos perdas relevantes de pessoas queridas, que podem afetar para sempre o curso da nossa vida.

Lembro que aos 8/9 anos tive a maior perda da minha vida, que até hoje influencia na minha vida. Meu avô quando morreu me deixou marcas profundas. Perdi boa parte da visão por praticamente um ano e ainda fiquei com sequelas visuais para sempre com problemas de convergência focal, que vez por outra me faz procurar o oftalmologista
para ajustes.

Visitar o nosso eu do passado, permite reexaminar o que deixamos para trás e que era deveras importante para nós.

Ano passado, realizei um sonho de adolescência porque visitei o passado. Precisava fazer uma visita dentro de mim e me reencontrar comigo. Lembrei que amava as obras de Michelangelo desde minha adolescência, quando ganhei do meu tio-avô uma coleção de enciclopédia de obras de arte e me descobri amante do Renascimento. Fui para Roma e foi a decisão mais acertada dos últimos anos da minha vida. Voltei reciclada, feliz, realizada e cheia de planos e sonhos. Realmente resetou minha vida ter realizado um sonho de adolescente. Me fez voltar no tempo e sentir que sou capaz. Me deu vontade de voltar para me encontrar com a Luciana de 14 anos de idade e dizer para ela: “Cara, isso que você tá vendo nos livros, vai te emocionar muito (!!!!) quando você estiver de frente para essas obras reais. Você vai conseguir!”

Relembrar do passado é poder passar a limpo questões que ficaram mal resolvidas e por consequência, mal absorvidas. Com isso, podemos ter a chance de ressignificar nossas dores, entender situações que antes pareciam incompreensíveis, mas hoje, com maturidade e vivência, conseguimos compreender e aceitar o posicionamento das pessoas com relação à situações que podem nos ter desagradado e magoado.

Na época, apesar de amar Legião Urbana, esse trecho da música não fazia tanto sentido como faz hoje:

“Você diz que seus pais não lhe entendem, mas você não entende seus pais. Você culpa seus pais por tudo. Isso é um absurdo. São crianças como você, o que você vai ser quando você crescer!”.

É o verdadeiro ciclo da vida. Hoje meus filhos terão a mesma sensação que eu tive quando jovem ao escutar essa música, mas quando tiverem seus filhos, compreenderão exatamente o que ela diz.

Tudo o que somos hoje é a soma do que fomos e vivemos até agora. O que seremos no futuro será a soma do que formos e vivermos até lá. Se não gosto do que sou hoje, há tempo para mudar o que serei no futuro, preciso começar no agora.

Para começar agora, não devemos ter vergonha ou esquecer o nosso passado. Ele nos fez o que somos. Se não gostamos do que nos tornamos, precisamos ressignificar, nunca esquecer ou esconder.

As pessoas perdem oportunidades incríveis de mudar seu futuro por insistirem em comportamentos cíclicos anti-mutacionais – conhecida como síndrome de Gabriela – eu nasci assim, eu cresci assim e vou morrer assim. Mandam tanto essa mensagem para o cérebro que este absorve como verdade única, absoluta e universal e corrobora com a autossabotagem repetitiva. A zona de conforto é a zona de automutilação, mas ok. Eu sou pra sempre Gabriela.

Não dá!

Temos que nos permitir perdoar, aceitar perdão, nos doar, falar o que sentimos, mesmo sem reciprocidade, externalizar todos os sentimentos, fazer, sentir, agir…

Devemos nos permitir sem restrições, sem regras ou limitações.

Que sonhos que você deixou para trás com medo de fracassar?

Renato Russo dizia uma frase que eu gostava muito:

“O dia que eu perder a capacidade de sonhar, eu perco a capacidade de viver, pois a minha vida depende dos meus sonhos!”

Concordo!

Faço deste um dos meus lemas mais fieis, tanto que acabo de tatuar o “SONHE SEMPRE” nas minhas costas, para que eu nunca perca a capacidade de sonhar… E voar…

Afinal de contas, a minha vida sempre dependerá dos meus sonhos.

 

SONHE SEMPRE
Quando o sonho florir não o impeça de realizar vá em frente!
Não recue adiante, do que poderá viver.
Sonhe sempre… mas nunca permaneça na ilusão!
Siga em frente com toda força, faça de guia o seu coração!
Em todos os momento mantenha sempre a esperança.
Quando todas as coisas disserem “não” a um sonho seu,
demonstre que quem vive por um ideal o alcançará.
Não desista nunca, não tenha medo de ser feliz.
Sonhe sempre…pois quando se luta, sonhar vale a pena.
Autor Desconhecido

 

 

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Férias: Viagem Roma e Paris – Parte 1 (Roma)

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Esse post está saindo com um ano de atraso.  Preciso correr para escrever porque essa semana vou viajar para minhas segundas férias e ainda não tinha escrito sobre a do ano passado.

Primeiro conselho que eu dou é:  ACREDITE!

Se você acredita que pode, você consegue qualquer coisa.  O céu é o limite!

Um ano antes desta viagem eu estava me separando.  Reduzindo mais da metade as minhas receitas mensais.  Logo depois, emendei num namoro que realmente acreditava que ia dar certo. Acreditava tanto, que ele, no auge da sua loucura, me pediu para escolher 3 destinos para a “nossa” lua de mel.  Eu escolhi Grécia, Itália e Paris.  No que ele me respondeu que seria Paris e que começaria a ver passagens para nas minhas férias irmos para lá.

Uma semana depois esse namorado doido terminava comigo por whatsapp porque, segundo ele, não conseguia parar de pensar em mim e isso estava atrapalhando a vida dele.  O famoso não é você, sou eu, que a gente tanto odeia.

Sofri, mas a vida segue!

Um mês depois, estava comemorando o primeiro dia de faculdade do meu filho com uma amiga em frente ao campus dele.  Fui olhar o celular e veio uma promoção de um pacote pelo Hotel Urbano para Roma e Paris por 12x de R$ 299,00, passagem e hospedagem.  Olhei para a minha amiga e perguntei: E ai, topas?  Ela prontamente embarcou comigo nesta loucura.

Já tinha tido bastante referências do Hotel Urbano pois no meu trabalho quase todo mundo viaja por esse site.  É uma opção muito mais barata para quem pode viajar fora das épocas de alta temporada.  Tem cancelamento grátis até antes da confirmação das datas.  Funciona!  Super recomendo.

Enfim, compramos no completo impulso!  O pacote incluía 6 dias em Roma e 6 dias em Paris.  Curiosamente 2 dos 3 destinos que tinha dado como preferência para Lua de Mel.

Roma era um sonho de criança.  Fiz arquitetura porque sempre tive Michelangelo como meu ídolo.  Imagina ver de perto suas obras, visitar a Capela Sistina!!!!!!  Sonhoooooooo.   E  Paris acho que é vontade de todo mundo conhecer.  Como Nova York.  Você tem que ver para entender, para ter massa crítica, amar ou odiar!

Após sacar o poderoso cartão da bolsa e fazer o pagamento, erguemos um brinde a nossa loucura!  Caraca, ir a Europa por R$ 299,00 por mês!!!  Obvio que sempre escutávamos que isso não ia dar certo daqueles porta-vozes do apocalipse.  Mas tudo deu certo.

Dois dias depois do pagamento, veio um email confirmando nossa compra e pedindo 3 opções de datas.  Cerca de 60 dias antes, eles confirmam a data de embarque. O foda foi aguentar a ansiedade pois compramos início de março e a confirmação chegou início de agosto.

Como não conhecíamos as cidades, pegamos muitas dicas com pessoas que conheciam e que nos indicaram locais que não poderíamos deixar de visitar.  Abaixo vou relacionar o que fizemos nos 6 dias de viagem de Roma e nos 6 dias de viagem em Paris para dar uma ideia de roteiro, como minhas opiniões sobre as cidades.

 

ROMA

Meu coração ficou em Roma.  Já conheci algumas cidades na América Latina, na Europa e nos EUA e, com certeza, nenhuma me conquistou tanto quanto Roma.  Me apaixonei em todos os quesitos.  Gente linda, homens e mulheres, diga-se de passagem.  Povo elegante, cheiroso.  Único senão é que são grossos!  Ô povo grosso!  Tivemos alguma dificuldade na rua de conseguir informações.  Ou porque a pessoa simplesmente virava a cara, ou porque respondia secamente que não conhecia.  Seguimos o protocolo de darmos “Buongiorno” sempre antes de pedirmos informações, mas infelizmente nem assim… rsrsrsrs

Além disso, me identifiquei demais com o povo de lá em termos de aparência.  Tive certeza que puxei minha aparência da parte italiana da família (meu avô materno era de Sicilia, nem sei se era mafioso rsrsrsrs).  Parecia que sempre estava encontrando um monte de parentes meus na rua.  Cabelos, nariz, altura, tipo de corpo e todo mundo fala alto e cheio de palavrões!  Me senti em casa!!!!

DIA 1

Saímos do Rio em voo direto para Roma pela Alitália.  Chegamos em  Roma às 7 da manhã.  Procuramos imediatamente um local para comprar o chip de celular.  Já tínhamos lido para não comprar o chip na hora do desembarque, na restituição de bagagem, que lá era um pouco mais caro que lá fora.  Assim fizemos.  Fomos para a parte de serviços do aeroporto e conseguimos realmente a um preço melhor.

Após isso, fomos direto até a plataforma de trem, identificar o trem que iríamos para o nosso destino. Logo estávamos no trem com destino ao centro de Roma.  Cerca de 45 min de trem, saltamos numa estação a cerca de 1Km do nosso Hotel e aí que a coisa ficou um pouco complicada.  Tínhamos feito virtualmente o caminho algumas vezes, mas o google maps difere um pouco da vida real.  Como era só 1Km decidimos ir andando com malas, duas mão de vacas rsrsrsrs.  Tivemos bastante dificuldade com informações. Mas chegamos!

O Hotel era 3 estrelas, tinha uma escada bem apertada para subir.  Chegamos, fizemos o checkin e rua!!!!!

O metrô era a 600 metros do Hotel. Pegamos o metro direto para a Vila Borguese, mas no caminho decidimos parar na Fontana di Trevi.

Pense numa pessoa apaixonada! 😍😍😍😍😍

A Fontana de Trevi parece mágica, algo que nem dá para descrever! Aquela água!

Fomos andando pelo centro de Roma no entorno da Fontana. Já comecei a perceber que aqui o que mais vou ver serão piroquinhas sic.

Esculturas desnudas por toda parte. Grandiosas, nababescas. Piroquinhas de todos os formatos e tamanhos.

E quantos homens lindossssssss!!!!!

Post do Instagram do dia 1

DIA 2

Quando chegamos ontem no hotel, pegamos alguns flyers de turismo e decidimos adquirir o passeio guiado do Coliseu. Era uma curiosidade muito grande minha saber como foi a história contada localmente.

Na saída do Metrô, já damos de cara com aquela mega construção. Arrepia até os pelos que a gente não tem!

Puta que pariu! Que lugar maravilhoso!!!!

A melhor coisa foi ter comprado esse passeio guiado. Estava uma fila do capeta para entrar no coliseu, um sol de Lúcifer. O guia falava em espanhol, tem entrada especial para grupos, sem filas!

A história do Coliseu é incrível. Existem 3 níveis de subsolo (!!!!). Tinha “elevadores” com roldanas para poder subir as feras e o cenário. O mais incrível é que o Coliseu podia até virar um “mar” com “guerra de barcos”. Imaginar que isso foi construído há mais de 2000 anos é muito excitante. Tocar aquelas pedras, imaginar os duelos.

Eu sou sensitiva! Por exemplo, não consegui visitar o Memorial World Trade Center em NYC. Tinha muito medo do que ia ver ou sentir no Coliseu. Antes de saber da história, já achei estranho eu não estar sentindo energias difusas. Depois a guia explicou, carnificina lá era bem raro. O comum era briga de animais e gladiadores eram como jogadores de futebol, superstars. Raríssimas vezes alguém saia sequer machucado.

Poucos prisioneiros foram mortos lá. Só aqueles com histórico de crimes muito grande. Conta-se que não chegou a 100 prisioneiros mortos.

O passeio que compramos era de dia inteiro. De manhã no Coliseu, pausa para o almoço e à tarde Paladino e Fórum Romano, todas as ruínas em detalhes com histórias e lendas de Roma.

Foi um guia diferente da manhã, mas o cara era incrível!

A Fernanda participou de uma encenação da lenda de fundação da cidade de Roma.

Depois disso, fomos a outro lugar maravilhosa, com uma vista absurda de linda! O Capitólio !

Gente, surreal!

Quando estávamos saindo, um artista de rua estava tocando Perfect do Ed Sheeran. Não poderia haver trilha sonora mais perfeita!

Realizando um sonho!

Tirei fotos maravilhosas. O dia estava lindo! (A modelo aqui lógico que ajuda muito!)

Chegamos no hotel mortas e em êxtase pelo dia incrível que tivemos!

Post do Instagram do dia 2

 

DIA 3

Vaticano’s Day!

Antes porém, uma ressalva!

Não sou católica, mas acho esse Papa Francisco um fofo.

Não concordo com a ostentação da Igreja Católica. Mas…

O Vaticano foi o lugar mais incrível, energeticamente falando, que eu já visitei.

A energia presente naquele lugar reforça a minha tese de que a fé expande e a religião limita. Não preciso ser católica para entender e principalmente sentir o quanto que a fé move pessoas. A fé tem uma força indescritível e consegue transcender qualquer barreira filosófica, doutrinadora ou preconceituosa.

Entrar na Capela Sistina me fez chorar igual a criança! – vale acrescentar que pagamos 20 euros para pular a fila (compramos quando vimos que a fila estava grande demais para entrar no Museu do Vaticano).

Enfrentar 1 hora e pouco para entrar na Basílica de São Pedro foi mais tranquilo. Estávamos ainda em êxtase. Eu não parava de ver o vídeo que tinha gravado da Capela, obviamente gravei escondido, mas precisava ter essa lembrança comigo.

Compramos muitas lembrancinhas e voltamos para o Hotel absurdamente cansadas, porém realizadas

Post do Instagram do dia 3

DIA 4

Dia de bater perna. O Pantheon foi difícil de achar, ele fica um pouco escondido.

Aliás, o Pantheon é uma Igreja com várias igrejas.  A sua forma enorme e com a abóboda gigantesca com o furo no meio é maravilhosa.  No chão tem um grande ralo para recolher a agua da chuva e o caimento funciona!!!!  Não se faz mais pedreiros como os de Roma!

Fomos caminhar nas ruas do centro para compras. Fomos em todas as praças famosas de Roma.

Almoçamos nhoque tradicional italiano em frente à Embaixada Brasileira. Era dia de eleição no Brasil, a praça estava bem movimentada. O dia estava chuvoso, mas nada que nos atrapalhasse.

Inventamos de comer um chocolate especial, deu uma onda meio louca e começamos a achar graça até da chuva que caía, dançamos com bolinhas de sabão na Piazza de Poppolo e subimos a escadaria para o mirante rindo de nos acabar.

No fim do dia, estava tão morta, que confesso que não consegui levantar da cama para tomar banho. Dormi porquinha mesmo. Pelo menos eu não estou mentindo.

Fui olhar no aplicativo do telefone, tínhamos andado 14km e subimos mais de 20 andares de escada.

É… conhecer Roma batendo perna como a gente tá fazendo, precisa de preparo físico … e muito dorflex.

Post do Instagram do Dia 4

DIA 5

Hoje o cansaço começou a dar sinais. Mas era domingo, dia de missa com o papa. Lá fomos nós para o Vaticano novamente para rezar!

Aliás, o que eu fiz nessa viagem a Roma foi rezar. Entramos em todas as igrejas que passamos. Fiz 3 pedidos em todas elas. Como estou escrevendo esse post um ano depois da viagem, posso afirmar duas coisas: não aconteceu (ainda) nenhum dos 3 pedidos (fiz igual para reforçar com a equipe lá do Céu e facilitar na ajuda aqui para mim) e, a segunda coisa é que realmente fez toda a diferença essa viagem para mim, sinto que tive um ano com uma proteção divina maior para aguentar o rojão que venho enfrentando. Deus sabe das nossas reais necessidades. Sou grata por essa luz especial na minha vida e reconheço a presença do astral cada vez mais forte em minha vida.

Sim, a voz do papa é uma doçura! Incrível! Indescritível! Rezar Ave Maria com ele foi tudooooooooo!

Fomos também no museu do Leonardo da Vinci, onde estão as réplicas de todas as obras. Tirei onda com a foto do ladinho da Mona Lisa e até enganei algumas pessoas, que acharam que era a oficial.

Neste museu tb e possível ver protótipos das invenções de da Vinci. Muito bacana! Fica perto da Basílica!

Fomos cedo para o Hotel, paramos em frente a ele para jantarmos.

Todos os dias estão valendo demais!

Post do Instagram do Dia 5

DIA 6

Último dia!

Meu coração já chora!

Que lugar maravilhoso, que dias divinos! Posso dizer que deixei meu coração em Roma!

Voltamos na Fontana di Trevi, joguei mais moedinhas lá.  Voltar a Roma é uma obrigação de vida.  Meta de Lua de Mel real: Fazer Itália de ponta a ponta com o amor da minha vida!

Fomos passear na Vila Borguese, parece uma Quinta da Boa Vista. Um grande parque, onde fica tb o zoológico e muito verde, esculturas (muitas piroquinhas também, óbvio!) e bicicletas para alugar.

Alugamos uma e como eu sempre sou a motorista da rodada, falei para a Fernanda dirigir a bicimoto dupla que alugamos. A porra era elétrica, dava umas partidas loucas. Resultado: numa curva quase viramos e como consequência batemos numa árvore! Mico do ano! Eu, escandalosa que sou, ria alto (de nervoso) e Fernanda com cara de Mona Lisa! Que dia!!!!

Andamos mais e mais e acabamos achando uma igreja que foi o último projeto arquitetônico de Michelângelo. Presente de Deus para mim! Encerrar essa visita com chave de ouro!

Roma foi, com toda certeza, o lugar mais incrível que já visitei! ❤ ❤ ❤

Post do Instagram do Dia 6

 

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Bom, dividi esse post em 2, vou fazer a segunda parte com os 6 dias em Paris.

 

 

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A Arte de Servir

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Esse fim de semana participei de uma super experiência, onde fui voluntária num evento de auto-conhecimento e desenvolvimento de empoderamento. Foram 3 dias servindo para quase 3 mil pessoas. Três dias trabalhando incansavelmente de 7 da manhã até meia noite, a maior parte do dia de pé. Três dias abrindo mão de mim, da minha filha (que anda se recupera da depressão), das minhas dogs, da minha casa, dos meus amigos e até mesmo do meu trabalho (oficial e renda extra).

Exercitei a humildade, a humanidade, o riso fácil, o choro frouxo, a felicidade extrema, o perdão, a fé, o cantar alegremente, o berrar motivacional, o bom dia efusivo, os diversos tipos de abraço: de gratidão,de felicidade, energético, de romper fronteiras, barreiras e preconceitos, de incentivo, de fé, de conforto…

Testei meus limites físicos. A dor no pé, na coluna, no estômago, a fome, o frio, o calor, o desconforto. Pensei diversas vezes em desistir. Ahhhh, como pensei!

Mas eu sou foda para caralho, porra!!!!!

Mas também sou humana. Me questionar é natural.

Não sei (AINDA) se faria novamente. Meu lado racional responde de pronto que não. Pelo menos, não neste formato. Obviamente minha veia crítica ainda é aguçada e, apesar da poesia do momento, sempre haverá situações para escolhermos passar novamente ou não. E alguns incômodos, não tenho mais idade para passar.

Independente da minha escolha no futuro, esse será um momento que carregarei com muito carinho pelos aprendizados, por tudo que aprendi e pelo exercício de servir. Especialmente pelo momento de vida que estou passando, os ensinamentos foram ainda mais profundos.

Abrir mão deste tempo de ganhar dinheiro para mim, já que estou num momento financeiro delicado, com filha em tratamento e eu correndo para fazer dinheiro… é… é uma evolução e tanto para mim. É mais que isso! É acreditar! É dar ao universo aquilo que ele tanto já me deu, é ter gratidão. Dar uma pausa para agradecer, para me reenergizar.

De bônus ainda tive conexões, novas amizades, reencontros …

Além de muitas histórias: histórias vividas, ouvidas, sentidas… para me inspirar, para me esbofetear na cara quando eu pensar em desistir (ou apenas desanimar), para reavivar a minha fé e me mostrar que o jardim do vizinho nem sempre é o mais bonito, até porque a gente não faz ideia das histórias de dor e sofrimento que as pessoas carregam!

Nunca, jamais, de forma alguma, julgue alguém por suas atitudes ou forma de pensar, vestir ou agir. O que somos hj é a soma do que fomos e vivemos no passado, não sabemos o que as pessoas viveram para agir das maneiras que agem.

Foi uma energia muito phodda estar ali! No sábado então… o ritual do perdão foi uma das coisas mais intensas que eu já presenciei.

Sempre digo e repito, que um dos lugares mais fodas que já fui, foi o Vaticano. Não pela religião, até porque nem sou Católica, mas por conta da fé que as pessoas que vão aquele lugar carregam.

No DSP, foram quase 3000 pessoas reunidas com o mesmo objetivo: despertar o poder dentro de si, ir mais além … tem como um tanto de energia dessa, transmitir algo para quem está lá que não seja bom? De jeito nenhum!!!!

Ontem, no fim do evento, estava na porta sinalizando a saída e aconteceu a coisa mais incrível de todo o evento: um casal de senhores que eu tinha ajudado a subir na cadeira numa dinâmica e fiquei o tempo Td perto deles cuidando para que nada de errado acontecesse e eles pudessem participar como tds, veio em minha direção. A senhora chegou na minha frente e me pediu a minha mão, me disse com a mão dela agarrada à minha que o evento foi muito mais inesquecível por conta da minha ajuda, incentivo e presença do lado deles na atividade de subir na cadeira. Na situação eu tirei uma foto maravilhosa dos dois se beijando na boca, coisa mais linda! Lógico que não preciso dizer que fui aos prantos com aquela declaração de amor!

Ali, naquele momento, já tomei a minha recarga de todo o cansaço. Na hora as dores param, a energia voltou a mil, me renovei!

Foi o maior pagamento que recebi.

A arte de servir não tem riquezas de ouro “porque elas não entram no céu”, mas te trazem a riqueza mais linda, aquela que preenche a alma e o coração, recebi amor, muito amor! ♥️

 

 

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O Espelho do Bem

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O que o mundo espera de nós?

Qual é a nossa missão nessa vida?

O que você pode fazer hoje pelo próximo?

O quanto você deixa sua marca no mundo?

Você, quando morrer, será lembrado como alguém que somou, ou alguém que simplesmente passou pela vida sem deixar legado?

É interessante meditarmos sobre o que podemos assumir de responsabilidade para com o próximo. No espiritismo temos a frase guia de “Fazer o Bem sem Olhar a Quem”.  Mas será que isso é assumido à risca pelos praticantes da religião?

A primeira coisa que temos que ter em mente, quando praticamos o bem, é que temos que estar preparados para a ingratidão.  Fato!

O Bem é como uma semente. Tem terreno que ela brota e floresce, tem terreno que ela seca. Alguns terrenos ainda teremos a oportunidade de regar e até mesmo de colocar adubos para tentar salvar essa semente, não devemos desistir se encontramos resistência da outra parte.

Somos responsáveis por aquilo que fazemos, isso que nos credita amor e recompensa astral (muito melhor que a financeira ou qualquer outro tipo de recompensa física e/ou terrena). Se o outro nos vai recompensar, reconhecer, agradecer ou simplesmente notar, não nos cabe esperar.

Tem uma história contada por Chico Xavier, muito bonita, sobre a recompensa astral do dar sem esperar nada em troca. Chico ainda era funcionário de fábrica, ia trabalhar muito cedo. Um dia, saía atrasado de casa com um colega e uma vizinha lhe pediu um passe, já que não estava se sentindo muito bem. O colega ainda lhe lembrou da hora, ao que Chico disse que isso era solucionável. Uma boa ação pedida tem prioridade. Chico parou, deu-lhe o passe e saiu. Pediu ao colega para olhar para trás, esse colega conseguiu ver o rastro energético prateado que a mulher liberava para o Chico. Chico disse para o amigo que isso era energia astral de gratidão, fazendo bem para a alma dele e acarinhando o coração dele. Que não há nada melhor para nós que esse tipo de recompensa. Melhor e mais abundante que qualquer quantia em dinheiro.

Eu absolutamente concordo! No filme “Alto da Compadecida”, em conversa de João Grilo e Chico, os dois principais personagens, eles acabam discutindo quando um deles resolve dar tudo que eles têm para um pedinte no meio do nada. Daí que o outro responde: – “E se esse for Deus disfarçado. Deus aparece de várias maneiras para testar nossa fé e a nossa bondade para com o próximo. E eu sou um ser de fé e bom!”

Deus aparece de várias formas. Precisamos realmente compartilhar a bondade porque nunca sabemos quando será Deus nos surpreendendo.

A vida já nos foi um presente imensurável concedido por Ele. Já, por isso, lhe somos gratos e nada mais justo que retribuir e repassar a bondade Dele para conosco, além de podermos reparar nossas falhas e erros do passado. Devemos, então, tentar fazer de tudo para orgulhar o nosso benfeitor. Não gostaríamos que assim o fizessem conosco se beneficiássemos alguém com um presente tão incrível?

Quando mais difícil é o benefício que damos ao próximo em relação ao nosso desafio interior, ou seja, quanto a quebrar nossos paradigmas, preconceitos e conceitos previamente formados, maior o peso que ele terá na recompensa astral.

O Reino das Possibilidades existe dentro de cada um de nós. Significa que poder ou não, só depende de nós. Podemos deixar esse poder crescer ou atrofiar. O que queremos?

O que acontece demais é que as pessoas estão dentro de seus casulos, dentro de suas zonas de conforto. Sair disso, mesmo que seja para melhor, causa desconforto e dor. Então, por medo do novo, desistem de tentar, de mudar, de agir.

Às vezes, um simples perdoar, pode mudar o rumo das coisas, pode ser o elo da corrente do bem que faltava para conectar as pessoas que precisavam ser conectadas. Mas, muitas e muitas pessoas têm muita dificuldade disso, de perdoar. Carregam dores absurdas durante toda a vida, mas têm medo de conceder o perdão.

Pequenos atos de carinho, respeito, gratidão, perdão, amor, feedback positivo e troca já são ações que podem gerar correntes do bem no seu redor, isso cria um ciclo virtuoso do bem, espelhando o amor e o bem.

Vamos tentar?

 

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Qual o Tamanho da Sua Força

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Analisando pela ótica da ciência, o que é Deus?

Independente da sua crença, Deus é o que habita dentro de ti, a força que te move, que conecta as moléculas, átomos e células… Esse Deus é passivo. Ele vai somente reagir ao que você expandir a partir de suas convicções. A energia que você recebe será proporcional à que você emana em força igual e sentido contrário. Física!

A física quântica é, de uma forma simplista, a explicação da física das possibilidades que temos, das nossas escolhas.

Somos feitos 90% por água. Se a água pode se transformar em tanta complexidade como o corpo humano, imagina nossas redes neurais o que podem fazer…

Sabemos que não usamos mais que 10% das possibilidades de nosso cérebro. Não conseguimos absorver a maior parte das informações que passam por nós a cada momento por falta de agente catalizador. Ou seja, só conseguimos perceber aquilo que nosso cérebro está preparado, ensinado, formatado e, de uma certa forma, doutrinado a perceber. Se não consta no background de nossas memórias, os olhos não conseguem discernir e absorver a informação.

Ao mesmo tempo, o cérebro não consegue discernir o real do imaginário. Carregamos muitas crenças e valores limitantes dentro de nós, isso obscura nossa visão, limita o alcance de nossos pensamentos e retrai nosso desenvolvimento.

Más experiências do passado, promovem uma rejeição de situações que podem levar a experiências similares. Com isso, nos resguardamos, criando restrições de vivências. Porém, essa atitude só cria um ciclo vicioso de repetição de padrões: Reajo sempre da mesma forma pois não quero correr o risco de ter uma consequência igual a vivida no passado – Lapso temporal, a pessoa vive repetidamente aquela situação, por receio de ir para o próximo frame da vida. É cômodo viver aquele lapso. É autossabotagem.

Mas, se eu estou insatisfeita com um resultado e continuo fazendo tudo do mesmo jeito, como conseguirei resultados diferentes? Se eu mudo de ideia, eu mudo minhas escolhas. Se mudo minhas escolhas, aumento as variações de mudança dos resultados e como consequência, mudo minha vida. Mudo minha realidade! É uma sequencia lógica, racional e quase exata. Aprendemos isso em equação matemática. É impossível mudar o resultado da equação com as mesmas variáveis. Ciência exata!

Se, por um teste, tentarmos olhar para nós como os olhos de um observador externo, o que conseguiríamos ver a mais ou a menos do que vemos ?

Interessante abstrair um pouco, mudar o campo focal, para mudar as percepções que temos do mundo ao nosso redor. Muitas respostas para nossas perguntas podem estar bem à nossa frente, mas por miopia cognitiva não conseguimos identificar. Perguntas profundas promovem mudanças significativas. Somos integralmente as nossas emoções. O que eu fiz, vivi e senti, me fizeram o que eu sou hoje, assim como as emoções que sinto (ou escolho sentir), minhas atitudes e minha forma de reagir às situações do dia a dia, farão o que serei AMANHÃ. O que EU que eu quero ser no futuro? A famosa frase, “o que você quer ser quando crescer?” Quais as atitudes de hoje, que me trarão resultados positivos amanhã? O que eu posso já deixar para trás, o que não vai me agregar, do que posso me libertar já, que não me agregará no meu EU DEPOIS, que atrasará minha felicidade?

Sabe como uma nova invenção acontece? Um pensamento que é materializado. EUREKA! Todo pensamento pode ser materializado. Toda ideia pode ser real, depende do quão forte estamos focando naquilo e qual a força da projeção que podemos ser capazes de dispor para realizar o que está na nossa mente.

Eu sou muito mais do que eu penso e posso influenciar tudo ao meu redor com a força do meu pensamento. Eu posso realizar.

Todas as verdades podem co-existir. Eu posso ter sucesso ou ser um fracasso. Essas duas “verdades” são reais. Qual eu vou escolher acreditar?

Quem somos nós? Apenas co-criadores de nossa história.

Qual é o seu estilo literário preferido? Escolha os personagens certos e defina qual final você quer para a sua história, porque o tempo é efêmero e não retrocede.

E aí, qual é o tamanho da sua força?

 

 

 

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One is Better Than Zero

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A qualquer tempo da vida, o que somos naquele momento, é a soma do que fomos e vivemos até então.

Muitas pessoas passam a vida toda resolvendo problemas, ao invés de construir a vida diariamente com atos e palavras edificantes para consigo e com o próximo. Você é as suas escolhas, o que você está escolhendo amar?

Desde muito pequenos, passamos por experiências que vão construindo nossas crenças e nossos valores. O que acreditamos no nosso íntimo como verdade absoluta e universal. A efemeridade deste pensamento é inversamente proporcional ao seu enraizamento. Quanto mais tempo, mais enraizado, mais difícil de se dissociar. Normalmente, a partir daí, cria-se as crenças limitantes, aquilo que acreditamos fielmente e que são fonte inesgotável de autoboicote, autossabotagem de nós contra nós mesmos.

Quanto precisaremos cair até percebermos que muitas das nossas derrotas somos nós que produzimos?

Padrões de repetições que transformam nossa vida em ciclos negativos ou quase paradoxos temporais de infelicidade.  O sofrimento não tem a ver com os acontecimentos da nossa vida e sim como nós reagimos a esses acontecimentos. Sofrer é uma opção! Sempre será.

Criamos nossas regras de vida, nossas diretrizes, o nosso caminho, sempre a partir de nossas experiências pregressas e construímos nosso juízo de valor. O que você ama, como? O amor te conduz.

Porém, o amor está diretamente relacionado com aquilo que você conhece como seu padrão de amor ou de falta de amor. Para onde seu amor te leva?

E o amor? Não seria amor o Deus que habita em mim, que me ama incondicionalmente e nunca desiste de mim? Eu escuto esse Deus? Com que freqüência eu converso com Ele?

Culturalmente, se criou um Deus vingativo, que julga, recompensa ou pune, segundo suas próprias “leis divinas”. Esse não é Deus. Pelo menos não deveria ser! Não deveríamos criar uma relação de amor baseada estritamente no medo, no temor.

Deus é bom o tempo todo! Até mesmo quando achamos que estamos passando por experiências ruins. Lembre-se: somos hj a soma de tudo o que fomos e vivemos no passado. O que estamos vivendo no hoje nos constrói, nos prepara e nos ajusta para um melhor EU no futuro.

Há coisas na vida que acontecem de ruim para que outras muito melhores possam surgir, situações essas que provavelmente não aconteceriam se tudo tivesse caminhado aparentemente no caminho certo, sem intercorrências desagradáveis. É Deus sendo bom, mesmo quando duvidamos.

A lei máxima do amor de Deus é que devemos espalhar amor, mesmo que não recebamos nada em troca, ou pior, que recebamos ingratidão. O amor de Deus é incondicional e nos ensinou que só conseguimos dar aquilo que temos dentro de nós. É difícil exigir do próximo o mesmo nível de maturidade emocional, espiritual, de desapego ou de amor que o nosso.  Quem tem egoísmo, tristeza e maldade não poderá externalizar outra coisa senão o que tem dentro de si.

É necessário falar com nosso Deus o tempo todo. Ele nos responderá!

Quando eu era bem nova, li o livro o Alquimista do Paulo Coelho, onde fui apresentada ao conceito da “Linguagem dos Sinais”. Assimilei para a vida esse conceito e passei a ser bastante observante quando às mensagens que o universo nos manda às nossas perguntas mais íntimas, através das formas mais inusitadas, normalmente em forma de sinais, às vezes sutis, outras vezes escancarados.

É necessário desenvolver a nossa percepção e ampliar nosso espectro de captura. Como? Simplesmente observando o mundo ao nosso redor. As respostas nos circundam, o tempo todo! Absolutamente o tempo todoooooooo.

Assim como todas as respostas, Deus nos envia companhias certas para cada momento, acolhimento nas horas precisas… Basta que estejamos abertos a receber todas esses presentes divinos, precisamos aprender a reconhecê-los.
O acaso é Deus dando as respostas às perguntas que tanto questionamos.

Aprendemos no amor ou na dor. Por que precisamos ir até o inferno para lembrarmos de perguntar as respostas para Deus? Deus está em nós! Frustar-se até pode ser bom, pois pode ser o nosso agente da mudança interior e aguçador das perguntas certas que precisamos para encontrar o caminho. Mas, não precisa, obviamente, ser uma regra. Se, ao contrário, me programar para ouvir, me conectar com o meio, me doar para o próximo, ser amor, inspirar e motivar, naturalmente as respostas serão captadas pelas minhas antenas neurais ativadas para minha felicidade e não precisarei passar pelo inferno para me salvar, para encontrar a minha “Stairway to Heaven“.

Há cerca de 4 anos estava num processo de autodestruição. Tinha acabado de quebrar com 2 empresas que eu tinha em Recife, morando longe de minha família, tinha perdido minha avó, que me privei de viver junto nos últimos meses de vida, pois tinha me mudado para tão distante, tinha perdido o dinheiro de uma vida toda de trabalho, estava com dificuldade de arrumar emprego, depressiva e sem chão, sem rumo e sem perspectiva nenhuma. A única coisa que eu fazia diariamente era escrever mensagens de derrota nas minhas redes sociais.  Reclamava da vida e de tudo.  Era uma chata!

Um certo dia, um amigo que me conhecia desde minha juventude e que tinha estudado comigo durante 8 anos, me chamou no direct de uma dessas redes sociais e me perguntou por que eu não usava meu tempo “ocioso” para escrever.  Que ele se lembrava bem que eu era boa em redação (ele uma vez roubou uma carta romântica que tinha escrito para um crush adolescente e leu em voz alta na sala de alta, me matando de vergonha e de raiva!!!).  Que eu podia aproveitar esse meu DOM e escrever sobre assuntos que me deixassem confortável.

Criaria um blog e escreveria. Naturalmente eu perguntei para ele: quem teria interesse em ler o que eu ia escrever? Ao que ele me mandou um vídeo muito interessante chamado “One is Better Than Zero” (Um é melhor do que zero).

Basicamente, o que ele quis dizer é que eu posso correr o risco de uma única pessoa ler e aproveitar, fazer a minha estrela brilhar, me conhecer. Mas isso só será possível se eu escrever. Se eu não fizer, ZERO pessoas leriam, ou me conheceriam. Ou seja, uma pessoa que seja, é muito melhor que nenhuma.  Eu não preciso mais que uma pessoa certa para minha estrela brilhar.

Hoje já tenho o blog com mais de 1 milhão e meio de visualizações, textos meus publicados em diversos sites, traduzidos em diversas línguas e comentados em alguns dos podcasts mais populares do Brasil.

Descobri algo que me dá prazer. Receber emails de pessoas dando feedbacks dos meus textos e comentando o quanto eles ajudam em diversos momentos de vida, me faz me sentir útil, plena e feliz.

A vida é curta demais para que percamos tempo com coisas que não amamos.   A linguagem dos sinais.  Deus fala conosco das formas mais diferentes possíveis.  Naquele momento, Deus usou o meu amigo para me dizer o quanto eu poderia ser útil e ajudar ao próximo com meus textos.  Aqui estamos nós.

Realmente ainda não sei exatamente o que isso tudo ai quer dizer, talvez ainda não esteja nem na metade da minha jornada, mas com certeza One is Better Than Zero!

O que você irá fazer hoje que é melhor do que se você não fizesse nada?

 

 

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Qual a Importância de uma Análise de Perfil na Escolha da Profissão Certa?

Postado em Atualizado em

Quantas pessoas do seu convívio largaram a faculdade por entenderem que aquele não era o caminho certo para elas?

Quantas que você conhece trocaram de curso porque viram que aquilo não era o que gostariam de fazer para a vida?

Quantos profissionais frustrados em suas funções você conhece?

Quantas pessoas decidiram mudar de carreira, depois da vida estabilizada, com a desculpa de finalmente ser feliz trabalhando?

Pois é, na maior parte das vezes, essa desistência, frustração e senso de não pertencimento está diretamente relacionado a inadequação do seu perfil à sua carreira. Ou talvez a falta de adaptação do seu perfil às funções da carreira escolhida, seria o mais correto a se dizer.

Temos competências originais, aquelas que nasceram conosco. A partir do momento que as conhecemos, podemos decidir com mais assertividade o caminho a seguir. Até mesmo conseguimos decidir quais competências desenvolver ou não para a adequação do nosso perfil às necessidades do meio.

Já conheci pessoas que fizeram a faculdade por influência dos pais, sem terem absolutamente nada a ver com aquilo que estavam estudando.

Qual o resultado disso????

Pessoas perdidas, evasão dos cursos, formações tardias, estresse, desmotivação, ansiedade e depressão.

Eu particularmente, fiz 3 faculdades e até agora 4 Pós/MBAs. Talvez por uma falta de orientação no início. Hj, por me conhecer, já consigo complementar minha formação para ajuste do meu perfil às minhas necessidades profissionais. Mas já fui muito infeliz e impotente quanto ao meu caminho profissional.

Conversei com um amigo hoje, ele trabalha numa universidade federal. Ele me deu um dado alarmante: só esse mês de julho de 2019, a coordenação que ele trabalha (apenas 2 cursos), recebeu 28 solicitações de cancelamento de matrícula. Alarmante não?

Analisemos os transtornos:

  • Em se tratando de universidade federal, essa pessoa ocupou a vaga que poderia ser de outra pessoa com perfil mais ajustado, gastou dinheiro público em vão.
  • Olhando com ótica da pessoa, perdeu n semestres que não poderão ser recuperados, já que ainda não produzimos uma máquina do tempo, se sentiu frustrada, desmotivada e muitas vezes a ansiedade e depressão vieram até como originador da desistência.
  • O senso de não pertencimento aquele grupo, por ser uma das necessidades básicas do ser humano, gera transtornos sérios, que podem reverter em questões de saúde.

Ser reconhecido, uma outra necessidade do ser humano, está também diretamente relacionado às suas competências, ao que vc faz e pode fazer de melhor. Como chegar a esse ponto se você não se identifica com a carreira? Como vc dará o seu melhor para aquilo que não pertence, não se ajusta a ti?

O autoconhecimento gera o autodesenvolvimento. Conhecer-te cura!

Sabendo das minhas competências, dos meus pontos de melhoria e das minhas qualidades originais, sou capaz de ir mais além!

A Harvard conduziu um estudo, onde identificou que a esmagadora maioria das desistências dos cursos universitários estão relacionadas à inadequação de perfil e a carreira escolhida pelos pais. São dois motivos muito claros de não conhecimento de perfil.

Eu sempre orientei meus filhos de acordo com o perfil deles, é importante que eles saibam suas competências e como agem sob pressão para criar um background de tolerância à desmotivação natural da rotina de trabalho/estudo.

Por exemplo, o perfil comportamental do meu filho, é considerado um perfil raro. Somente cerca de 2,5% da população tem o perfil CA (Comunicador Analista). As características genéricas dos perfis de comunicador e de analista são antagônicas. Entendendo o perfil do meu filho, consigo prepará-lo melhor para esse duelo interno entre essas duas forças que habitam nele. Conhecer seus limites é super importante para a potencialização dos resultados dele.

Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas.

Se você se conhece mas não conhece o inimigo, para cada vitória obtida sofrerá também uma derrota.

Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas.

(Sun Tzu)

A análise comportamental assessment tem uma importância muito grande no direcionamento profissional de pessoas com carreira estabilizada, visto que orienta e extrai detalhes importantes para o aprimoramento de carreira.

Para jovens em início de carreira, essa análise pode ser determinante na orientação assertiva do caminho profissional a ser seguido. Imagina que um jovem de 17 anos ainda não possui ferramentas suficientes para entender o mercado de trabalho e uma análise de perfil com um foco na carreira.  É um presente que gostaria de ter recebido quando, aos 17 anos, fui forçada a escolher o caminho da minha vida!

Além dos 4 perfis básicos, o assessment avalia perfis compostos, gráficos, roda de competências, mapa de talentos, além de diversos indicadores motivacionais e situacionais que auxiliam no direcionamento do perfil.

Minha filha tem 15 anos e tem muitos amigos na idade de 16 a 18 anos, todos no ensino médio. De observar certas atitudes, já consigo perceber características natas de perfis específicos e muitos deles estão pensando completamente antagônico ao perfil original deles. O que isso significa? Basicamente que serão candidatos potenciais à evasão universitária nos 2 primeiros anos de faculdade.

Imagina um analista nato (concentrado, calmo, introspectivo, calado, discreto, retraído, rígido, direto, detalhistas e perfeccionistas) que decide fazer jornalismo. É possível?  Claro que é!!!!  Mas, ele precisa entender o perfil dele para que, ao entrar na faculdade, não se sinta um peixe fora d’água.  Ele, ao se conhecer e suas habilidades, poderá extrair mais da carreira escolhida e seguir um nicho mais ajustado dentro da profissão.  O não pertencimento será substituído pelo entendimento das suas skills, potencializando e se tornando possivelmente um diferenciado na sua área, gerando talvez com isso até mesmo um maior reconhecimento profissional (Estratégia do Oceano Azul – criar oportunidades pouco exploradas).

Obvio que é elucidativo em qualquer fase de carreira e de vida, mas ao orientar jovens, a metáfora mais adequada que encontro para demonstrar meu prazer em trazer essa informação a eles é a de dar à luz.  Eles saem da sessão cheios de planos e com ideias mais claras do caminho a ser percorrido.

Sou apaixonada por perfis comportamentais, mas orientar jovens realmente me traz alegria para a alma!

 

Luciana Telles – Profissional Certificada como Consultora de Perfil Coportamental pelo IBC (Instituto Brasileiro de Coaching) pelo método Disc Assessment.

 

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Filhos Autistas. Conselho para pais.

Postado em

Há algum tempo escrevi um texto sobre autismo, onde falei O que Aprendi com meu Filho Autista, numa visão um pouco mais gerencial. Ou seja, expliquei como o fato de meu filho ser autista me ensinou a gerenciar melhor minha equipe, visto que comecei a compreender melhor os tempos de cada um e exercitei minha paciência, entre muitas outras coisas.

Tempos depois escrevi um outro texto mais ou menos nessa temática, um pouco mais focado no dia a dia dos pais e crianças atípicas, onde falava de preconceito, entitulado A Deficiência está nos Olhos de quem Vê.

Recentemente minha realidade mudou muito. Tenho 2 filhos, o meu mais velho (hoje com 19 anos) tem transtorno do espectro autista. Minha mais nova (hoje com 15 anos) desenvolveu há cerca de 4 meses uma depressão bem forte.

O meu filho mais velho está morando com a avó paterna há quase 1 ano (contra a minha vontade, para ser bemmmmmmm sincera), mas com a desculpa que o trabalho e a faculdade são mais perto da casa dela do que da minha, fui aceitando aos poucos essa situação.

Por sua vez, ficar só eu e Yanne em casa, me ajudou a perceber a depressão logo quando ela iniciou e correr para resolver. Falo sobre isso no texto Filhos com Depressão. Como identificar e o que fazer?. Estamos no caminho certo. (Aliás, preciso escrever como as técnicas de Coaching me ajudaram a tirar minha filha do processo que ela estava e conseguir que ela aceitasse se curar).

O fato que nessa situação da Yanne, tive que correr para fontes de renda adicionais, que não dependessem de outras pessoas para acontecerem. Faço coaching, análise de assessment e consultorias para empresas em geral como meu lado B, mas tudo isso depende de aparecer gente e eu tinha pressa. Médicos, remédios e terapias vieram num momento complicado, onde uma das minhas fontes de renda estava me faltando (aluguel de um apartamento). Como eu trabalho com orçamento super justo, lógico que me enrolar era questão de tempo.

Sou sozinha e não posso me dar ao luxo de me enrolar. Corro na frente para resolver. Nisso, me cadastrei nos apps de transporte (Uber, 99 e etc). Faço na ida e na volta do meu trabalho, usando o direcionador e consigo o dinheiro do tratamento da minha filha e para eventualidades.

Meu perfil no assessment (saiba o seu!) é comunicadora/executora. Ou seja, eu faço! Não espero acontecer. E o fato de me comunicar muito (adoro um bom bate papo), torna esse serviço extra um pouco mais agradável. Conhecer pessoas e acabar me conectando com algumas de forma profunda em apenas alguns minutos, acaba sendo uma experiência fantástica, a qual vou detalhar mais em um outro post futuramente.

Bom, não fiz muitas corridas até agora. O processo de troca de carteira e credenciamento demorou. Estou fazendo há menos de 1 mês. Mas, curiosamente, essa semana transportei 3 pessoas com crianças autistas indo para suas terapias.

Percebi que, apesar de ter vivido essa realidade e ter tido um caso de sucesso (meu filho é super independente e convive super bem com o transtorno), pouco falei esses anos todos sobre o assunto de forma a dar aconselhamento a quem necessita.

Nestes 3 casos que levei no carro, eu passei informações e força para quem ainda não sabe bem o que vai acontecer daqui para frente.

A primeira coisa que sempre falo é:

Ter um filho autista é um grande presente! A forma que o autista tem de ver o mundo nos ensina muito diariamente, inclusive traz mensagens sobre o quanto ainda precisamos evoluir. Olhar a vida sob outra ótica é mágico!

Antes de continuarmos, porém, vamos deixar claro que aqui escreve uma mãe, não uma médica.  Tudo o que eu disser é de cunho pessoal e pode não se aplicar a todos.  Compartilho como informação útil, se não fizer sentido para você, não se trata de certo e errado e sim do que aconteceu comigo.  Extraia o que achar útil ou troque experiência comigo, vou adorar saber a sua visão.

Como saber se uma criança é autista?

O transtorno do espectro autista não compromete todas as crianças de forma igual.  Muito pelo contrário.  Por isso, às vezes, é tão difícil o diagnóstico.  Meu filho só foi diagnosticado com 8 anos.  Antes disso, levei a vários médicos que não chegavam a conclusão do que ele tinha.  Normalmente diziam que era TDAH (Transtorno do Deficit de Atenção com hiperatividade), o que eu rechaçava veementemente, já que tinha lido muito sobre o assunto e conhecia o meu filho profundamente para saber que tudo o que ele não tinha era falta de atenção.  Percebia e tinha certeza que a atenção dele era multidirecionada.  Nunca se fixava (aparentemente) em nada, mas registrava tudo o que se passava ao seu redor, até o que a gente não acreditava, ele percebia com riqueza impressionante de detalhes.  Isso me chamava muito a atenção no perfil dele e me fazia ter certeza que ele não tinha falta e sim o excesso de atenção, a estímulos.

O autismo pode comprometer a tríade do desenvolvimento infantil: FALA, COGNIÇÃO ou SOCIALIZAÇÃO.  Isso pode acontecer isoladamente ou ao mesmo tempo.  Quanto mais comprometimento da tríade houver, maior é o nível/estágio/tipo do espectro.

O que gerou grande confusão para mim é que o Yan não tinha absolutamente NENHUM comprometimento da fala e para mim autistas não falavam. Ledo engano.  O espectro, como falei, não é uma receita de bolo.  Cada um é de uma forma e o Yan falava e falava muito.  Desde muito cedo ele falava difícil, rebuscado, sem erros de gramática e com formulação de frases muito além do esperado para a idade dele.  Em compensação, ele demorou de andar, se locomovia de uma maneira estranha, sem equilíbrio e tinha dificuldades em conviver com crianças de sua idade.  Não conseguia interação com eles pela falta de afinidades de interesse.  Yan se interessava em falar de coisas que, em geral, as crianças de sua idade não compreendiam e não conseguia brincar das brincadeiras psicomotores adequadas para sua idade.  Isso gerava muito conflito.

Depois que entendi que o autismo pode se apresentar de diversas formas, passei a entender que o que realmente acontece com mais frequência nos autistas que conheço é que eles desenvolvem hipercapacidades sensoriais (tanto positiva quanto negativas).  Algumas percebemos rapidamente, principalmente no que tange aos 5 sentidos.  A reação ao toque, barulho, cheiros, paladar, iluminação.  O que percebi também é que alguns gatilhos podem estar relacionados a essas hipercapacidades, como também os atenuantes das crises.  Vou dar exemplos para ficar mais claro.

Yan adorava ser tocado, ele ficava igual a gato pedindo carinho pelo corpo todo. Mas, injeção ou qualquer toque que não fosse isso podia desencadear crise.  Ao mesmo tempo que o banho frio era a válvula descompressora para qualquer crise.  Se entrasse em crise por qualquer que fosse o motivo, já entrava com ele com roupa e td num banho e na hora a crise diminuía até acabar.

Barulhos de uma forma geral, ele reagia muito mal.  Fogos então!!!!!  Mas, ao mesmo tempo, ele conseguia identificar sons e musicas com uma sensibilidade aguçada.  Muito mais tarde, ele me mostrou que conseguiria tocar certos instrumentos de ouvido e até mesmo compor algumas músicas com essa capacidade dele.

O transtorno compromete várias áreas do organismo, então fica difícil detalhar ou precisar o passo a passo de uma crise.  Mas, normalmente, no momento da crise eu percebia no Yan crise de estômago (vômitos quase sempre no meio da crise com hálito acido demais), sudorese, secreção nasal, alteração do sono, crises alérgicas e etc.  De uma forma leiga eu chamaria o autismo de um complexo e não de um transtorno.  Mexe com tantas coisas, muitas ate de forma positiva e outras com uma relação tão interessante que não acho chamar transtorno de adequado.  Mas, como disse acima, aqui eu falo de observações de uma mãe e não de uma médica.

Uma vez eu li um artigo em inglês que fez muito sentido para mim.  Nele, falava que o estomago dos autistas têm enzimas diferentes que são ativadas no momento de estresse deles e que essas enzimas tinham reações químicas que irritavam todo o aparelho digestivo e também, em muitos casos, o excretor.  Neste artigo, trazia alguns resultados de pesquisa com alimentação específicas para atenuar os efeitos destas possíveis enzimas.  Bem interessante, mas particularmente nunca tive doutrina para estabelecer qualquer tipo de nutrição saudável em casa.

Diagnóstico e Tratamento

O diagnóstico do meu filho veio depois de uma série de testes e exames feitos ao longo de quase 3 meses com uma equipe multidisciplinar composta de neurologistas, psiquiatras, psicólogos, psicomotricistas, fonoaudiólogos, entre outros.

No caso dele, foi a equipe do Dr. Fabio Barbirato que conduziu com maestria a minha redescoberta da maternidade.  Foi um reboot no meu sistema.  Um renascimento para mim, reaprendi a ser mãe e entendi que os desafios só estavam começando a partir do diagnóstico.

Fiz todos os tratamentos possíveis para ele.  Musicoterapia, terapia, fonaudiologia, psicomotricidade e td mais o que eu podia pagar e achava que ajudaria.  Testei de tudo! Tentativa e erro.  Tem terapias que seu filho vai evoluir mais e outras menos.  Eu aconselho a testar mesmo.  Essas terapias acabam nos ajudando a conhecer muito a fundo nossa cria.

Infelizmente era um tratamento pouco disponível.  Hoje sei que há algumas faculdades e núcleos que fazem serviços sociais e até unidades públicas com tratamentos específicos para o autismo.  Tem que procurar.

Importante saber que, a depender do estado de comprometimento físico da criança, a lei garante um salário, acho que é como se fosse uma aposentadoria, além de diversos outros direitos.  Além disso, os pais também podem comprar, por exemplo, carro com desconto de 30%.  Bom entender os direitos que se tem e fazer uso dos que forem necessários para um melhor atendimento da criança.

Sempre digo que hoje colho os frutos dos investimentos que eu fiz com Yan quando ele era criança.  Hoje ele se desloca pela cidade com uma certa autonomia, trabalha e estuda (faz faculdade), tem amigos fiéis e tem uma vida bastante independente.  Poucos notam que ele tem autismo, principalmente se tiverem pouco contato ou contato superficial.

Ele consegue entender quais são os gatilhos que o levam para a crise e consegue fugir deles quase sempre.  Quando não consegue fugir, sabe o que fazer para atenuar os efeitos da crise.  Ele se conhece.

Quanto mais me conheço, mais me aceito e mais me curo!

Não trate seu filho como incapaz, nunca!  Se ele não consegue atar o sapato, faça 3/4 vezes, mas se ele não quiser aprender, deixe cair.  Parece cruel, mas foi assim que eu fiz do Yan independente.  A necessidade faz com que eles saiam do casulo mais rápido.  Quanto mais tiverem mimos ou coisas na mão, mais vão entrar na zona de conforto.  Não deixe isso acontecer, exercite o desafio constante de seu filho.  Não é crueldade, é amor.  Seja firme, forte e perseverante.  Não ouça críticas descabidas.  Ninguém saberá sua dor e a vitória só será comemorada por vocês.

Outra coisa importante, seu filho vai ser deixado de lado por muitos coleguinhas de escola, de curso e do bairro.  Ele vai sentir muitas vezes, mas a mão vai sentir muito mais.  As crianças e alguns pais tem o poder de nos tirar do sério, do equilíbrio e da razão.  Não vale a pena.  Trabalhe isso dentro de casa, ensinando seu filho a lidar com as frustações, trabalhe a autoestima dele sempre.  Fala para ele que seres de luz ofuscam seres trevais. Não deixe esses seres apagarem a luz de vocês.  Não aceite isso.

Já tive muitos problemas em escolas e cursos e sempre chamava a diretoria e fazia uma simples pergunta:  Vocês querem resolver isso da forma fácil ou difícil?  No amor ou na dor?  Sou um pote de mel que pode se transformar em ácido perigoso num piscar de olhos.  Mas sempre prefiro ser aquele docinho, acho que raramente tive que me transformar no pote acido.  Normalmente a conversa ao pé do ouvido sempre resolveu.

Por mais raiva que vc sinta, NUNCA exploda na frente do seu filho.  Aja naturalmente na frente da criança, tirando o peso do que aconteceu e retorne posteriormente em cima de uma plataforma de drag queen para resolver como uma diva.  Autoestima, trabalhe muito isso, sempre e a todo momento.  Não o deixe acreditar que ele é inferior a ninguém.

Presente

Sabe o que eu acho fantástico nos autistas?

Eles todos vem com um tesouro enterrado dentro deles.  Como pais, precisamos trabalhar e facilitar essa descoberta.  São seres excepcionais, cheios de presentes (dons) divinos.  Descubra o do seu filho!

Lembre-se que os maiores gênios da humanidade foram autistas.  Pessoas com hipercapacidades que tinham problemas de socialização e que nem por isso deixaram de deixar sua marca registrada na história. São inspiradores e motivadores.

Deixe que seu filho te inspire a ser o melhor de você.  Eu hoje sou uma versão muito melhor de mim.

 

Tem dúvida ou algum questionamento sobre esse tema? Manda uma mensagem para mim!

 

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Filhos com Depressão. Como identificar e o que fazer?

Postado em Atualizado em

É cada vez mais comum vermos jovens em depressão e ficamos pasmados quando lemos notícias frequentes de adolescentes que chegam a extremos de tirar suas próprias vidas.  Mas, afinal de contas, o que está acontecendo?

Lembro que, quando era adolescente, ouvia um ou outro caso de suicídio de adolescente.  Eu inclusive tive uma amiga de infância que, após anos lutando contra esquizofrenia, acabou se matando aos 17 anos… Ela vinha de um histórico de uma infância muito difícil, tendo sido adotada, mas as sequelas nunca a deixaram e acabaram por consumir todo o seu ser.  Apesar de chocante, ela vinha muito doente há muitos anos e seu estado piorava de tempos em tempos. Além desse caso, o que ouvíamos, eram casos isolados.

No Brasil, segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), a taxa de crescimento de casos de suicídio na faixa etária de 10 a 14 anos aumentou 40% em dez anos e 33,5% entre adolescentes de 15 a 19 anos. Em média, dois adolescentes tiram a própria vida por dia.  Casos cada vez mais noticiado pela mídia pela comoção que causam.

Um adulto atentando contra a própria vida já é complexo de absorvermos, imagina uma criança…

É o tipo de coisa que a gente se sensibiliza com as notícias, mas acha que está meio imune aquilo. Que não vai acontecer com a gente. Mas isso me afetou.  Sim, estou convivendo há 3 meses com minha filha de 15 anos com depressão e pensamentos suicidas.

Devo confessar que minha primeira reação foi achar que era palhaçada de adolescente, talvez esse seja um erro muito comum dos pais.  Os adolescentes adoram uma manipulação melodramática e ter a percepção da tênue linha que separa a manipulação da doença é trabalho para profissional.

Resolvi escrever esse texto somente agora, pois minha filha resolveu externalizar para todo mundo o problema dela.  Antes eu estava tratando muito discretamente, somente com amigos e pessoas mais íntimas.  Há 4 dias, porém, ela resolveu sair do casulo.  Resolveu fazer todo o caminho para sair do labirinto mental que se encontra.  Um dos ganchos que ela tá usando é um canal no YouTube, onde pretende compartilhar um pouco do que está passando e como está lidando com a situação.

Canal de Yanne Beatriz Telles

 

Meu objetivo com esse texto é tentar ajudar aos pais que estão na minha situação porque sei que não é fácil.  Tenho vivido uma montanha russa de emoções diariamente.  Mas, é necessário que não deixemos a peteca cair e sejamos persistentes no objetivo final.

Os Gatilhos

Uma coisa é certa, não existe um motivo específico.  A depressão é um acúmulo de sentimentos mal tratados durante toda a nossa existência que, com eventos mais ou menos relevantes, podem encher um copo que já estava por transbordar.  Em geral, não é apenas um motivo e nem são, na maior parte das vezes, motivos recentes.

Obviamente, tem um ou um conjunto de eventos que desencadeia o processo de ansiedade/depressão.

No caso da minha filha, o gatilho desencadeador foi acontecendo em 6 meses, mas os motivos vêm desde a infância dela.

Na infância: a separação, o pai, a mudança para recife, bullyings, complexo de rejeição e etc.

Nos últimos 6 meses: namoro obsessivo, reprovação, mudança de escola, falta de adaptação à nova escola, afastamento dos amigos, briga com namorado e etc.

Sou sozinha com ela, trabalho muito, mas mesmo assim fui acompanhando a sua mudança e seu isolamento.  Isso ajudou muito na compreensão do quadro e pude correr para buscar ajuda profissional.

Recado importante para os Pais: Não adianta também achar que nós, como pais, somos culpados.  Não somos.  Às vezes, nossas escolhas podem ter originado certos gatilhos, ok… acontece…  Mas, não esqueçam que nunca deixamos de pensar no melhor para nossos filhos.  Filho não vem com manual de instrução, muito menos a vida.  Teremos decisões erradas e certas, eles também as terão.  Mesmo que neste primeiro momento de crise, eles os culpem por gatilhos, pelas suas decisões, não deixe que isso abale seu foco.

Nós somos responsáveis pelo que planejamos, precisamos dar conta até de solucionarmos possíveis problemas decorrentes disso.  Mas não dá para mudar o passado.  Independentemente do gatilho do seu filho, não se culpe.  Não conseguimos controlar o território da mente humana, principalmente o pensamento que reside em outra mente.  O que podemos fazer é, com paciência, demonstrar que todos os erros têm uma intenção positiva, ressalte esse ponto.  O que queríamos acertar quando eventualmente erramos.

Os Sintomas

Não são todos iguais, aqui ela foi se isolando dos amigos, deixando de sair, se machucando (automutilação – bem comum em adolescentes, segundo o psiquiatra), falta de sono, falta de interesse em estudo, falta de banho, namoro obsessivo/ciumento (tanto ela como ele), dores constantes de cabeça, enjoos, tonteiras e falta de ar.

Merece um destaque importante a automutilação.  Eu demorei de perceber pq ela passou a usar muita manga comprida.  Ela se cortava no braço.  O braço todo tinha marcas.  Ela hoje me diz que tem muitas amigas que se cortam na barriga e nas pernas para os pais não perceberem.  O psiquiatra me explicou como funciona essa história de automutilação.  Segundo ele, é similar ao processo de castração de um touro, quando coloca a argola no nariz do bicho para que ele deixe de sentir a dor da castração.  A dor interna que eles sentem, eles não conseguem tangibilizar.  É uma dor que incomoda, que doi internamente.  Quando se ferem, liberam um hormônio que deixam de sentir a dor interna, ficam concentrados na dor que eles dominam, a física.  Se sentem mais confortáveis sentindo algo que conseguem entender do que algo que não conseguem nem tangibilizar e nem explicar.

Agressividade e Comportamento

Aqui ela ficou muito agressiva e com comportamento absolutamente rebelde para o tratamento.  Foi muito difícil.  Fui no método da tentativa e erro.  Primeiro no grito, não deu certo!  Cheguei a arrombar a porta do quarto dela no desespero.  Chorava e me desesperava todos os dias.  Era exaustivo para mim e não estava ajudando em nada o processo. Depois, na paciência, que tive que buscar na minha fé, forças para mudar minha atitude perante esse desafio.  Rezava muito porque passei a viver no meu limite.

Passei a utilizar as técnicas de Coaching.  Conversando e tentando, através das ferramentas que uso em coachees, estabelecer a conexão que eu precisava para a confiança.  Me tornei cada vez mais próxima dela.  Passei a ser aquela que ela podia contar.  Dizia a ela que a entendia e que estava ali para lhe ajudar, dizia o tempo todo que ela era importante para mim.  O quanto que eu a amava.  Diariamente a abraçava muito, ressaltava todas as qualidades importantes dela.  Muitas vezes ela cagava para o que eu estava dizendo, mas com certeza estava sendo absorvido.  Não desistia.

O Tratamento

Tão logo identifiquei que o quadro era depressão porque ela não acordava para a escola por uma semana e não queria fazer nada.  Marquei o psiquiatra.  Ela foi com muito custo, foi uma luta, na verdade.  Ele receitou medicamento para a depressão e para regularizar o sono, já que ela passava 2 dias inteiros sem dormir com frequência.

Ele avisou que ela pioraria muito nos primeiros 15 dias de tratamento e que não poderia ficar só.  Minha irmã ia para Argentina e ia levá-la, só que o pai dela não autorizou a viagem (tenho a guarda, mas como ela é de menor precisa da autorização do progenitor).  Isso foi um canhão no tratamento.  Ela piorou muito a partir daí. Foi um caos administrar porque ela achava que eu tinha culpa, mas não havia tempo nem grana suficientes para acionarmos um advogado para autorizar a viagem sem a necessidade da autorização dele.

Infelizmente tive que contar com a sorte e com a proteção divina pois eu não podia deixar de trabalhar.

Por sorte, ela dormia o dia todo e só acordava no fim da tarde, quase na hora que eu chegava do trabalho.  Obviamente passei alguns sufocos, tendo que vir correndo do trabalho para casa quando ela entrava em crise no meio da tarde.

Tenho duas labradoras, de manhã eu sempre prendia as duas no quarto junto com minha filha para que elas tomassem conta dela.  As bichas passavam o dia td com ela.  Por isso que eu digo que cães são anjos disfarçados.  Dois animais que, em teoria, são super agitados, se adaptaram para ficarem o dia td num quarto velando o sono de uma adolescente.

Tivemos muitos altos e baixos no tratamento, aumentamos a dose do remedio 3x, tive sustos que eu não desejo para o pior dos homens.  O pior foi há 10 dias quando ela chegou a me pedir perdão e se despedir de mim.  Ou outro quando a Nutella (a Labradora de 9 meses) comeu a caixa de medicação dela.  Pelo menos meu coração tá bem.  É cada susto, que se ele tivesse algum problema eu já tinha enfartado.

Próximos Passos

Venho insistindo muito para que ela começasse a terapia.  Mas, ela não saía de casa e o psiquiatra disse que era melhor não insistir mesmo enquanto ela não estivesse preparada para voltar a sair.

Essa semana ela finalmente aceitou que eu marcasse um hipnólogo.  Acredito muito que a hipnose consegue atuar de forma mais assertiva no cerne do problema, agilizando o processo de cura.  Semana que vem ela já irá iniciar a terapia.

Ela terminou de vez o namoro obsessivo e conseguiu, com isso, voltar a falar com todos os amigos que ele não gostava que ela tivesse contato.  Essa semana ela já até saiu com vários destes amigos e acho que é um grande passo.  Os amigos são a família que a gente escolhe.

Eu abri mão de tudo o que eu podia para ficar próxima dela.  Deixei de sair, me divertir, fazer minhas atividades terapeuticas e passei a sair o mais cedo possível do trabalho nestes últimos meses.  Agora, aos poucos, pretendo ir retomando minhas atividades porque não tem sido fácil para mim também.

Foco e fé e vamos caminhando!

 

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Procura-se um amor

Postado em Atualizado em

É bem antagônico. Não acredito mais no amor. Bem que eu queria estar errada, mas depois de 2 casamentos e mais 2 desilusões amorosas na minha vida adulta, estou meio desacreditada mesmo.

Se há uma coisa de positivo nisso, é que depois de algum tempo, finalmente posso dizer que tenho certeza do que procuro.

Tenho tanta certeza do que procuro, que sei onde não vou encontrar.

Talvez não seja nem real, talvez exista só no meu imaginário. Mas ok, eu já sei o que é e como é o que eu quero.

Cansei de me frustrar com aplicativos. Eles têm muitos caras errados e talvez alguns caras certos em momentos errados, mas não o certo para mim.

Eu tô até chateada, acabei machucando recentemente uma pessoa super legal, mas que eu não consegui me conectar porque ele não tinha tudo que eu precisava.  Uma pessoa certa, mas incompleta para as minhas necessidades, portanto, não era o cara certo para mim.  Assim tem sido, esse talvez eu tenha tentado por mais tempo que desse certo, em vão. Não adianta querer abrir papaiz com chave simples.  Meu coração tá com fechadura dupla mesmo… Ou foi tirar férias no Alasca e não voltou mais.

Para quem acompanha minha saga com aplicativos de namoro, estou com aplicativo desligado há pelo menos 2 meses, mas já tenho história para pelo menos mais 2 textos.  Mas calma!!!!! Se minha vida ficar entediada novamente, eu religo o aplicativo só para ter mais histórias para contar…  Em breve vou parar para escrever a parte 4 do Minha Experiência com Apps de Namoro.

Definitivamente, Eu quero um amor que some! Que construa! Que progrida! Que multiplique! Que me tire da órbita!  Da minha zona de conforto!  Me traga novidades!  Me reinvente e me transforme! Me desafie a ir mais longe e me instigue a querer mais!

Brinco que sou deveras fêmea alfa, preciso de um macho alfa para dividir a dominância da minha alcateia. É bem isso.

Realmente não dá para ser qualquer um. Não dá para eu abrir mão de certos “padrões” idealizados como necessários para o Love of my Life. Simplesmente não vai dar certo!

Eu já estou ok se esse alguém não existir de verdade, cheguei à conclusão que eu não preciso de uma alma gêmea, de alguém que seja a minha metade. Eu preciso de um complemento, já sou inteira. Eu bem que poderia ser o dobro, mas sou feliz comigo e me amo o suficiente para viver de boa comigo. Sim, eu aprendi!

Ficar sozinha não é mais nenhum martírio para mim. Tenho o que preciso nos meus amigos que estão sempre perto e quando a carência aperta, a gente sempre tira da cartola um contatinho para uns carinhos especiais… Até isso eu evoluí.

Não vou mentir porém, que sinto muita saudade de estar apaixonada! Daquela sensação gostosa que entorpece a alma e nos faz ficar vendo estrelinhas e sentindo borboletinhas no estômago.  🥰

Por isso que ainda não desisti de procurar um amor. Mas que venha para sempre, não tenho mais idade para ficar me decepcionando não.  Chega!

Dia desses eu fiz o teste das 5 linguagens do amor. Super recomendo. Entendi muito porque os meus relacionamentos passados não deram certo e o que eu poderia ter feito para talvez reverter a situação. Percebi que muitas vezes, não estava nas minhas mãos.  (Pretendo começar a ler o livro ainda esse mês, já até baixei o PDF para o celular).

AS 5 LINGUAGENS DO AMOR: 1)Palavras de afirmação. 2)Qualidade de tempo. 3)Presentes. 4)Atos de serviço. 5)Toque físico.

No dia que fiz esse teste, chorei muito.  De verdade.  Foi como se a verdade fosse escancarada na minha frente e me sacudisse a alma.  Tudo fez muito sentido.  Inclusive as decepções, minhas escolhas erradas e minhas frustrações amorosas.

Ao mesmo tempo que tudo fez sentido, minha sensação de ter realmente perdido o timing do amor não passou. Pelo contrário, vi que teve um momento que a linguagem maquiou meus sentimentos e me levou a uma escolha muito errada.

Quero estar errada e ser provada que ainda existe o amor.  Sempre digo que aprendi e até gosto de estar solteira, mas prefiro muito mais estar casada, principalmente se pudesse ter o presente e a dádiva de acordar todos os dias do lado do amor da minha vida.  Deve ser insanamente louco.

Xente, sou pisciana!!!!  Como pode uma pisciana não estar apaixonada e não conseguir se apaixonar mais!!!!!!!!??????  E não é por falta de tentativas!

Universo, dê uma mãozinha…  Realmente aquela sensação de ter alguém que cuida de ti e para quem vc também se dedica me deixa bem…

 
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