vida feliz

Como Fazer a Lista de Desejos para Ano Novo

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É comum no último dia do ano fazermos desejos de um ano vindouro com muita paz, prosperidade e amor.

É o momento em que renovamos nossas esperanças de encontrar aquela paz interior que tanto almejamos, encontrar o equilíbrio dos nossos sentimentos…

Eu particularmente uso esse dia para ficar bem introspectiva. Penso, analiso, vejo o que errei, ressignifico meus erros e projeto como devo ajusta-los para que não aconteçam mais.

O universo absorve todos os nossos desejos. Por incrível que pareça, normalmente a gente acaba passando a mensagem errada. Depois culpamos o universo, pobre coitado!

Não, a culpa é nossa!

Não sabemos pedir!

Peça direito! Peça com vontade! Peça com decisão! Sobre tudo! Sobre aquele emprego dos sonhos, sobre a saúde, sobre os filhos, sobre amor. Saiba pedir!

Quando eu peço para não ficar doente, eu to pedindo errado! Eu estou intensificando a energia da doença ao invés da saúde! Peça para ter saúde!

Quando peço para ter um bom trabalho. O que isso significa? Bom para quem, para o quê? Pode ser bom para construir relações de amizade, ser bom para aprendizado, ser bom até para fuder sua vida! Você não foi específico! Como o universo vai saber o que você quer, abestado!?

Quando definimos algo, uma meta, pense neste acrônimo:

M – mensurável

E – específica

T – temporal

A – alcançável

Mensurável – A meta precisa ter consistência, você deve ser capaz de reconhecer o momento que a alcançou. Por isso precisa ser mensurável. Qual é o indicador de ganho, de conquista desta meta? Quando você saberá que a alcançou?

Específica – A especificidade é necessária para que você não acabe levando gato por lebre.

– Eu quero um homem apaixonado por mim.

Aí aparece aquelas derrotas ciumentas, obsessivas, que não te deixam ir na esquina… ahhhhhh, mas o homem tá apaixonado! Foi o que eu pedi! Uma ova! Pediu errado!

Aumente esse sarrafo! Seja absolutamente específica do que queres! Se você não sabe o que te faz bem, quem saberá?

Temporal – Precisamos de tempo limite para uma atividade. Principalmente na determinação de uma meta, seja ela qual for. Vc precisa estabelecer um prazo. Se você não tiver atingido a meta no prazo estipulado, deve ser porque a meta foi mal dimensionada ou seus passos e planos para atingirem precisam ser revisitados e ajustados. O prazo é obrigatório para que não fiquemos toda a vida insistindo em algo que não vai rolar. Move on! Se foi, ótimo. Se não foi, ajuste a rota e bola para frente!

Alcançável – Criar expectativas irreais é burrice! É perda de tempo e não nos levará a canto nenhum. Desmotiva ao invés de se criar um engajamento.

Pense o seguinte: vc trabalha numa empresa e a diretoria estabelece uma meta surreal de vendas. Uma quantidade maior que a empresa é capaz de entregar, por exemplo. Ao invés de você se engajar e motivar para cair dentro, você vai fazer o que você sempre fez porque sabe que esforço adicional não adiantará.

Exploda a meta em objetivos menores, alcançáveis. Psicologicamente acaba também tendo um efeito bastante positivo, visto que pequenos êxitos consecutivos, trazem mais força e gana para se continuar a caminhada.

– Preciso perder 30 kg!

Diminua para 3 kg por mês por 10 meses, por exemplo. É mais tangível! Vai te dar força para continuar caminhando a medida que você começar a ver resultados alcançados!

Escreva!

Projete!

Consolide seus objetivos!

Não deixe ficar no campo do pensamento!

A partir do momento que você materializa o seu desejo, você tá dando força a ele! Você tá mostrando para o universo o quanto o quer!

Faça um projeto para o novo ano: papel e caneta. ✍️

Crie mural, bloco de notas no celular, painel de desejos no seu quarto, tarefas na agenda, post-it no espelho do banheiro… vale tudo!

🧩 Uma dica bacana para desenhar esse projeto é a técnica do 5w 2h:

What – o que é o seu projeto, objetivo;

Why – por que é importante, qual a razão de ser;

When – quando, prazo, datas;

Where – onde, em qual lugar;

Who – quem estará responsável, quem embarcará neste projeto, quem são os atores deste processo e quais papéis exercerão;

How – como será realizado, esmiuce os detalhes das ações, transforme o projeto em tarefas;

How much – quanto isso vai te custar, em dinheiro ou energia. Tem projetos que te consomem mais em energia do que em valores financeiros. Pense e análise se valem a pena por custo benefício!

Agora que você já sabe como é, papel e caneta na mão e só ação! 📝

Vai pedir um amor? ♥️

Pelo amor de Cristo, pense no que é melhor para você! Lembre-se que o amor próprio é o melhor amor que existe! Não se contente com pouco, com restos, com migalhas! Não se esqueça que você é e sempre será sua melhor companhia. Peça alguém que te faça ainda melhor! Nunca alguém para te diminuir! Não aceite menos do que você pode se dar sozinha!

É preguiçoso, ciumento, acomodado, chato, obsessivo, filhinho de mamãe, malandro, playboy, casado, galinha, louco, beberrão, moral duvidosa, teimoso ou qualquer coisa que difere das suas expectativas: VOLTA QUE É CILADA! ⛔️

Desejo…

Que você tenha a quem amar!

E quando estiver bem cansado,

Que exista amor para recomeçar! 🙏🏼

Ouse ir além! ✈️

Querer, poder, conseguir! 👊

E aí, gostou das dicas? ✅

Então me diz, o que você vai pedir para o Universo para 2020?

🍾 Feliz Ano Novo! Com projetos renovadores!

Abundância e Prosperidade sempre! 🙌🏻

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As Respostas estão dentro de Você

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Dia desses assisti a um filme que contava a história de um jovem atleta, que tinha muitas ambições profissionais.  Ele treinava arduamente para ultrapassar seus limites físicos. Porém, seu caráter e forma de agir para com o próximo eram questionáveis.

Nas andanças da vida, ele conheceu uma pessoa que o incitou a buscar o desconhecido, o que ele não conseguia enxergar fisicamente.

Ele achava que tinha todas as respostas, mas não mudava suas perguntas. Não se questionava até onde suas convicções não eram crenças limitantes.

De repente, esse desconhecido começou a lhe questionar acerca de suas convicções, refez todas as perguntas, desafiou o competidor nato e o trouxe para uma realidade mais fortalecedora.

Um dia, o jovem sofreu um grave acidente que poderia afastá-lo das competições para o resto da vida.

Porém, o começo do exercício de fortalecimento da alma iniciado anteriormente, tirando o jovem da sua zona de conforto, foi determinante para que as perguntas novas fizessem mais sentido para a construção do seu novo “túnel” do autoconhecimento.

Analisa-se a tríade das forças naturais:
1) Paradoxo – a vida é e será sempre um mistério. Não tente entendê-la
2) Humor – mantenha seu senso de humor, na tristeza nada se cria.
3) Mudança – independente de qualquer coisa, nada permanece imutável.

Muitas vezes fazemos perguntas rasas para nós. Perguntas superficiais geram resposta superficiais. Precisamos constantemente nos desafiar com perguntas MELHORES, mais profundas e inquisitivas, para que possamos alcançar níveis mais extraordinários de autoconhecimento e autodesenvolvimento.

Outra questão importante, é quanto às perguntas que deixamos que os outros respondam por nós. Ouvir os outros é deixar as respostas das perguntas por conta de outra pessoa que não sabe integralmente da sua história e pode responder de forma incompleta e antagônica às suas necessidades. Nossa intuição é o nosso melhor amigo. Ela tem as melhores perguntas e as respostas mais assertivas que precisamos para caminhar, pois lá estão os nossos anseios mais íntimos.

Deixar a responsabilidade para o outro é, talvez, desistir de si. Qual a chance do outro ser tão fiel a você quanto você mesmo?

Carregamos, por vezes, fardos mais pesados que o necessário, já que não sabemos a hora certa de abrirmos mão do que não precisamos mais. Nossas mãos, com isso, podem estar muito cheias e sem a possibilidade de segurar os presentes enviados pela vida, que realmente fariam diferença para nossa felicidade. O que não nos serve, deve ser deixado para trás. Isso deixará nossas mãos livres e nossos olhos prontos para enxergar o novo. Sempre terá coisas acontecendo ao nosso redor. Se não estamos atentos, deixamos que oportunidades passem por nós sem que as aproveitemos. Muitas destas oportunidades podem ser grandes chances da nossa vida, aquela que esperamos a vida toda para vivenciar.

Devemos viver a plenitude de cada momento, aproveitar o máximo de cada presente do tempo e extrair dele o melhor através da integralidade dos nossos sentimentos.

Muitas pessoas passam a vida achando que encontrarão a felicidade em um dado momento da sua vida, no futuro. Com isso, deixam de viver plenamente o presente.

Se engana, porém quem acha que a felicidade é o destino, a felicidade está na jornada, por isso a necessidade de estarmos com o peito aberto aos presentes diários, às oportunidades de vermos e sentirmos tudo que está ao nosso redor.

Mente sã, corpo são. Não adianta crer que podemos caminhar com essas duas forças dissociadas. Isso nos limita e impede nosso crescimento. Conjugar essas duas forças, além de nos colocar em equilíbrio, nos possibilita ousar e ir muito mais além.

Porém, há quem diga que para arrumar a casa, é necessário tirar tudo do lugar. Sim, muitas vezes precisamos enlouquecer para recuperar nossa sanidade de forma integral e definitiva.

Doar antes de receber, perdoar antes de ser perdoado, servir antes de ser servido…

Essas ações são edificantes e nos abrem para boas energias de ação. O conhecimento não é sabedoria, sabedoria é agir! Se agimos, o mundo reage na mesma força e em sentido contrário.

O dar antes de receber é entregar ao Universo o presente antecipado pelo seu sucesso.

O perdão é como uma espada que corta as amarras que nos prendem no passado, que nos impede de seguir.

Servir nos faz crescer, servir é uma arte. A humildade faz parte da construção de seres humanos mais completos: receptivos, doadores e agregadores.

Não devemos desistir daquilo que amamos e sim amarmos tudo aquilo que fazemos, conquistamos e temos. O amor está em doação.

Quem mais precisa de amor é quem mais tem dificuldade de amar, por simplesmente não amar as oportunidades, os presentes que lhe são dados durante sua jornada, sua vida.

O que é o certo? Quem tem razão? O certo e o errado são as suas convicções para consigo. Nunca estaremos nem mais certos e nem mais errados que os outros se seguirmos nossas convicções, nossa intuição sempre trará as melhores perguntas e nós teremos as respostas mais assertivas para essas novas perguntas. O nosso jeito é o jeito certo!

Desafie-se sempre a ir mais além.

Ouse ir além… sempre!

 


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Minha Experiência com Apps de Relacionamento/Namoro – Parte 4

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Já tem algum tempo que não escrevo sobre essa novela. Vamos ao quarto capípulo então.

Quem está chegando agora por aqui, saiba que existem 3 partes antes desta.

Minha Experiência com Apps de Namoro – Parte 1
Minha Experiência com Apps de Namoro – Parte 2
Minha Experiência com Apps de Namoro – Parte 3

Toda vez que vou escrever uma nova parte desta minha Via Crucis, preciso reler o último texto para saber onde parei nos meus “causos”.

Nossa!  Tem um ano que não escrevo sobre os assuntos!!!!!  Aconteceu tantas e tantas coisas que acho que um post só não vai dar conta de tudo que tenho para dizer.

É interessante perceber a minha evolução pessoal neste aspecto. Fico muito satisfeita em como estou lidando atualmente com isso, “egocentricamente” falando. To de boas… Mas, preciso confessar que me tornei aquilo que eu mais odiava nos homens: fria, sem sentimentos, aquela que termina por whatsapp, que não se envolve, que some, que não investe muito na relação, que não liga, não responde a mensagem na hora.

Tenho como justificativa plausível que isso seja uma autodefesa. Precisei me resguardar depois das grandes porradas que eu levei. Às vezes sinto falta da Luciana pisciana, romântica e apaixonada… O meu ascendente em aquário tomou conta de mim, me deixando fria e sem coração. Frozen!

Analisando também o “mercado de namoro”, os apps trouxeram opções para quem era tímido, atrapalhado na paquera, sem tempo, que não gosta da noite e quem é bem ocupado…  É muita opção!

Muita gente diz que se ficasse solteiro nunca iria usar os apps de namoro.  Eu estou solteira há mais de 2 anos e conto nos dedos de uma mão as pessoas que conheci fora do app.  Olha que fui fazer pós esse ano, faço cursos, tenho redes sociais para ser encontrada por possíveis crushes do passado, saio bastante, viajo, trabalho e me relaciono com muita gente.  Mas, não rola na vida real.  Eu bem que queria que acontecesse, mas não acontece.

Hoje em dia só fica sozinha(o) quem quer.  Observe que eu disse sozinha e não solteira!  As opções são muitas, mas a qualidade é baixa.  Talvez por conta do meu nível de exigência…  Mas, o fato é que, até hoje não encontrei o que procuro.

Ah, Luciana, então por que você não baixa o seu nível de exigência?

Porque simplesmente estou bem.  Não vou namorar uma pessoa que não me acrescente.  Se eu posso esperar para o melhor, por que vou aceitar menos do que eu acho que mereço?  Pode até parecer frio, talvez seja realmente.  Mas, com o tempo, a gente leva tantas e tantas porradas da vida, que se torna imune a certas coisas.  Não sou obrigada a nada.  Enquanto eu puder escolher, eu realmente escolho o melhor para mim.  Essa é a melhor forma de amor, eu me amar mais que a qualquer um, me respeitar e me presentear com o melhor que eu puder me dar.

Já disse outras vezes, o maior obstáculo desta minha vida de solteira foi passar a gostar da minha companhia, me amar inteiramente.  Antes, eu tinha uma dependência de estar com alguém, tinha medo da solidão.  Hoje, quando estou sozinha no meu quarto com minhas dogs, produzo, escrevo, leio, jogo, vejo filme, faço nada… faço o que eu quero e, aprender a fazer isso com felicidade e satisfação, me trouxe a certeza de poder esperar pacientemente pelo melhor para mim.

Voltemos a linha do tempo, meu ultimo texto (parte 3) terminou logo depois da minhas férias de 2018, ou seja, por volta de novembro.  Exatamente 1 ano.  Caramba, que difícil!  Escrever tantas e tantas coisas… Por que deixei acumular tanto!?!?!?

Na verdade, esse ano passou voando.  Minhas dificuldades com assuntos pessoais: a perda da minha grande amiga (responsável por me ensinar a ser feliz, mesmo sendo solteira), a depressão da minha filha, minha pós em comportamento humano, minhas dogs, meu trabalho, minhas consultorias e minha vida social…  Ufa… esse ano tá que tá!

Desde novembro do ano passado, conheci realmente muita gente.  A viagem, como eu já sabia, se tornou um divisor de águas na minha vida.  Me tornei muito mais forte que jamais imaginei que pudesse ser!  Muito orgulho do que me tornei.

Logo depois da viagem, conheci um que entrou nas minhas redes sociais, antes mesmo de termos algo mais sério, me mandou apagar todas as fotos de família que tinha ex… Tem fotos de momentos vividos em família, não dá para apagar o que se viveu.  Além do que, não terminei meu ultimo casamento com raiva a ponto de apagar fotos que não sejam românticas.  Já limpei muita coisa, mas pode aparecer uma ou outra que tenha passado batido.  Quando eu percebo, eu apago, mas sem estresse. Mas, o cara parecia inseguro.  Estava num momento de ascensão financeira, achava que o dinheiro comprava tudo.  Nitidamente estava perdido, gastava dinheiro com um monte de bobagens, para se preencher, não entendeu que o vazio estava na alma dele. Ele é um dos muitos caras que me mandam mensagens vez por outra, quando está carente, para “ir para a casa dele tomar vinho”.  É engraçado que os homens acham que a gente é delivery de sexo…  Tenho ódio de caras que pensam que a gente, por estar sozinha, precisa se deslocar até eles para os servir.  Esse não é o único não.  Tem um monte de acomodados que não saem do sua zona segura. Pior ainda é que eles não percebem que isso não funciona, pelo menos não comigo.

Desculpe-me, mas sou das antigas, gosto de ser cortejada.  Gosto quando o homem toma a frente, vem me buscar, abre a porta do carro (acho um charme!!!!), paga a conta.  Eu posso pagar a conta, lógico que posso!  Mas broxo com aqueles que não fazem a corte!  Já coloco em segundo plano, tiro da minha lista de pretenções sérias.

Depois desse inseguro, comecei a sair também com um menino que era viúvo.  Chegamos a sair por quase 2 meses.  Mas, comecei a ter pesadelo com certas atitudes dele, me sinalizando que ele era um 171, dei linha…  Posso adiantar que meu sexto sentido não estava errado.

Me mudei em janeiro, saí do Meier e vim para a Tijuca.  Conheci algumas outras pessoas, todos na friend zone.

Em março, logo depois do meu aniversário, fui num show de um amigo e conheci um carinha, amigo deste meu amigo.  Coincidentemente, a gente já tinha dado match no happn e não tinha ainda se falado.  A princípio, um fofo.  Ficou comigo no telefone até 3h da manhã, me acalmando, quando minha grande amiga morreu…  Parecia ser uma pessoa que poderia investir.  Saímos algumas vezes, até que fui para a casa dele, depois de um show. Tudo combinado.  Eu iria para a casa dele e de manhã iria direto para o trabalho.  Nossa, que decepção.  De manhã, ele nem levantou para me oferecer um café.  Eu precisava me arrumar para sair, não sabia onde tinha toalha para tomar banho e me arrumar e ele disse que não ia acordar cedo sem necessidade, que eu me virasse.  Saca ranço????  Pozé! Vai para a merda, princeso!  Dorme aí…

Minha filha entrou numa depressão absurda e eu fiquei enclausurada com ela por 2 meses, na pior fase dela.  Quando ela estava um pouco melhor, conheci uma pessoa.  Um cara super de boa, engraçado e atencioso.  Morava aqui perto, caminhava comigo e com as dogs.  Minha filha, no início, até gostava dele, até ele querer competir com ela a minha atenção.  Além disso, começou a querer olhar meu celular, ficar enfiado na minha casa, ciúmes e cobranças, num momento que minha cabeça estava com problemas grandes: a depressão da menina teve recaída, meu trabalho acumulado porque tinha que me dividir entre mãe e profissional, sem deixar a peteca cair para nenhum lado, minha pós estava em andamento …  Ele mandou uma mensagem terminando porque eu não dizia que o amava (!!!!) e porque estava sem muito tempo para ele…  Seja feita a vossa vontade!  Depois ligou pedindo para eu desconsiderar a mensagem… Sinto muito! Talvez ele tenha me poupado um trabalho.  Vida que segue.

Mais uma vez fiquei muito focada na minha filha e sem tempo para novos crushes.  Passei a me encontrar com frequência com aquele meu ex-namorado, que cito no último texto, cerca de 2 vezes por mês., sem compromisso, já que não tinha tempo de construir novos relacionamentos.  Ok para mim.  Depois da terceira vez que eu fiz isso, percebi que nossa química era limitada a esses encontros esporádicos, enquanto não saía com ninguém.  Eu não conseguiria lidar diariamente com as loucuras dele e nem ele com minha forma de levar a vida.

O pouco tempo que eu tinha, era para estar com meus amigos.  Não sobrava tempo nem paciência para apps.  Cheguei a desinstalar por 4/5 meses.

Veio a fase de entrega do meu TCC.  Quase fiquei doida!  Junho, julho e agosto foram punks de trabalho e eu correndo para entregar o projeto da pós no prazo.  Início de setembro conheci uma pessoa, muito fora da minha lista de requisitos.  Até hoje não entendo porque saí com ele.  Talvez por ter um papo interessante.  Ele era baixo (mais baixo que eu, inclusive), mal humorado, negativo ao extremo (ele achava que era realista), nada cavalheiro, grosso, sem aspirações, sem expectativas, dorminhoco, conformado com tudo, no melhor estilo ó dia, ó vida, ó azar…  E eu ligada no 220V. Acho que tudo degringolou de vez quando ele implicou com a pipoca que eu comprei no cinema.  Falava toda hora desta merda!  Que eu era esbanjadora pq comprei um saco (pequeno) de pipoca com refrigerante (indo no cinema depois do trabalho e entrando em cima da hora na sessão.  Ele achava que eu deveria ter esperado a sessão acabar com fome ou ter chegado atrasada para comer na praça de alimentação).  Eu faço o que eu quero.  Não suporto ser controlada, ainda mais por um assunto tão merda como esse.  Isso me irritou e eu fiz uma coisa super feia, a qual não me orgulho.  Terminei por mensagem.  Estávamos saindo há cerca de 2 meses e fiz o que mais odeio que os outros façam.  E fiz isso 2 dias antes de viajar. Que horrível, Luciana Telles.  Que horrível!

Agora, acabo de chegar de viagem (há 1 semana), estou testando também o Dating do Facebook, além do Happn e do Tinder que estão instalados.  Na viagem, cheguei a dar match em Portugal.  Aliás, os portugueses conquistaram meu coração, mas acabou não dando tempo de conhecer pessoalmente. Que peninha…  Já voltei de lá com a meta de correr com minha cidadania portuguesa.  Quem sabe…

Sabe o que eu mais odeio nesses apps?????  Fotos antigas!  Gente, sacanagem!!!!  A pessoa usa uma foto de 10 anos atrás, com 20Kg a menos…  Pourram, que ódio!  Não que eu busque uma pessoa perfeita.  Não é absolutamente isso, até pq eu também não sou a perfeição em pessoa.  Mas, poxa, deixo meu Instagram conectado, atualizo sempre as fotos dos apps, recebo inclusive vários feedbacks que sou até mais bonita pessoalmente do que pelas fotos.  Ou seja, jogo limpo!  Aí a criatura aparece na minha frente com aparência de quem acabou de sair da máquina do tempo, 10 anos depois do cara que eu realmente estava conversando…  fala sério!!!!!

Mas sigo na luta, na busca…

Voltei das minhas férias determinada a encontrar alguém.  Quero e preciso me apaixonar novamente.  Enterrei todos os fantasmas da minha vida e me sinto absolutamente pronta para amar verdadeiramente, desde que…  rsrsrsrs

Ô mulher exigente, já dizia um crush meu!  ❤

 

Aceitando CV para meu Mozão
 
Requisitos:
✔️Não fumante
✔️Não drogado
✔️Goste de cães
✔️Superior completo, pós desejável
✔️ Acima de 1,76m
✔️Domínio de português (essencial saber diferenciar mas de mais). Uma segunda língua será considerado diferencial
✔️Divertido, pode ser humor ácido
✔️Boa cultura, goste de uma boa música (preferencialmente que odeie sertanejo e afins)
✔️Seja independente financeiramente
✔️Não seja comprometido e nem tenha ex louca
✔️ Não seja bipolar, nem sofra nenhum transtorno de personalidade grave
✔️ Não tenha síndrome de Mestre dos Magos, que some sem avisar
✔️Seja 100% hetero
✔️Boa aparência (que ative meus feromônios)
✔️ Cavalheiro, educado, atencioso e disponibilidade imediata.

 


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A Arte de Servir

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Esse fim de semana participei de uma super experiência, onde fui voluntária num evento de auto-conhecimento e desenvolvimento de empoderamento. Foram 3 dias servindo para quase 3 mil pessoas. Três dias trabalhando incansavelmente de 7 da manhã até meia noite, a maior parte do dia de pé. Três dias abrindo mão de mim, da minha filha (que anda se recupera da depressão), das minhas dogs, da minha casa, dos meus amigos e até mesmo do meu trabalho (oficial e renda extra).

Exercitei a humildade, a humanidade, o riso fácil, o choro frouxo, a felicidade extrema, o perdão, a fé, o cantar alegremente, o berrar motivacional, o bom dia efusivo, os diversos tipos de abraço: de gratidão,de felicidade, energético, de romper fronteiras, barreiras e preconceitos, de incentivo, de fé, de conforto…

Testei meus limites físicos. A dor no pé, na coluna, no estômago, a fome, o frio, o calor, o desconforto. Pensei diversas vezes em desistir. Ahhhh, como pensei!

Mas eu sou foda para caralho, porra!!!!!

Mas também sou humana. Me questionar é natural.

Não sei (AINDA) se faria novamente. Meu lado racional responde de pronto que não. Pelo menos, não neste formato. Obviamente minha veia crítica ainda é aguçada e, apesar da poesia do momento, sempre haverá situações para escolhermos passar novamente ou não. E alguns incômodos, não tenho mais idade para passar.

Independente da minha escolha no futuro, esse será um momento que carregarei com muito carinho pelos aprendizados, por tudo que aprendi e pelo exercício de servir. Especialmente pelo momento de vida que estou passando, os ensinamentos foram ainda mais profundos.

Abrir mão deste tempo de ganhar dinheiro para mim, já que estou num momento financeiro delicado, com filha em tratamento e eu correndo para fazer dinheiro… é… é uma evolução e tanto para mim. É mais que isso! É acreditar! É dar ao universo aquilo que ele tanto já me deu, é ter gratidão. Dar uma pausa para agradecer, para me reenergizar.

De bônus ainda tive conexões, novas amizades, reencontros …

Além de muitas histórias: histórias vividas, ouvidas, sentidas… para me inspirar, para me esbofetear na cara quando eu pensar em desistir (ou apenas desanimar), para reavivar a minha fé e me mostrar que o jardim do vizinho nem sempre é o mais bonito, até porque a gente não faz ideia das histórias de dor e sofrimento que as pessoas carregam!

Nunca, jamais, de forma alguma, julgue alguém por suas atitudes ou forma de pensar, vestir ou agir. O que somos hj é a soma do que fomos e vivemos no passado, não sabemos o que as pessoas viveram para agir das maneiras que agem.

Foi uma energia muito phodda estar ali! No sábado então… o ritual do perdão foi uma das coisas mais intensas que eu já presenciei.

Sempre digo e repito, que um dos lugares mais fodas que já fui, foi o Vaticano. Não pela religião, até porque nem sou Católica, mas por conta da fé que as pessoas que vão aquele lugar carregam.

No DSP, foram quase 3000 pessoas reunidas com o mesmo objetivo: despertar o poder dentro de si, ir mais além … tem como um tanto de energia dessa, transmitir algo para quem está lá que não seja bom? De jeito nenhum!!!!

Ontem, no fim do evento, estava na porta sinalizando a saída e aconteceu a coisa mais incrível de todo o evento: um casal de senhores que eu tinha ajudado a subir na cadeira numa dinâmica e fiquei o tempo Td perto deles cuidando para que nada de errado acontecesse e eles pudessem participar como tds, veio em minha direção. A senhora chegou na minha frente e me pediu a minha mão, me disse com a mão dela agarrada à minha que o evento foi muito mais inesquecível por conta da minha ajuda, incentivo e presença do lado deles na atividade de subir na cadeira. Na situação eu tirei uma foto maravilhosa dos dois se beijando na boca, coisa mais linda! Lógico que não preciso dizer que fui aos prantos com aquela declaração de amor!

Ali, naquele momento, já tomei a minha recarga de todo o cansaço. Na hora as dores param, a energia voltou a mil, me renovei!

Foi o maior pagamento que recebi.

A arte de servir não tem riquezas de ouro “porque elas não entram no céu”, mas te trazem a riqueza mais linda, aquela que preenche a alma e o coração, recebi amor, muito amor! ♥️

 


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O Espelho do Bem

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O que o mundo espera de nós?

Qual é a nossa missão nessa vida?

O que você pode fazer hoje pelo próximo?

O quanto você deixa sua marca no mundo?

Você, quando morrer, será lembrado como alguém que somou, ou alguém que simplesmente passou pela vida sem deixar legado?

É interessante meditarmos sobre o que podemos assumir de responsabilidade para com o próximo. No espiritismo temos a frase guia de “Fazer o Bem sem Olhar a Quem”.  Mas será que isso é assumido à risca pelos praticantes da religião?

A primeira coisa que temos que ter em mente, quando praticamos o bem, é que temos que estar preparados para a ingratidão.  Fato!

O Bem é como uma semente. Tem terreno que ela brota e floresce, tem terreno que ela seca. Alguns terrenos ainda teremos a oportunidade de regar e até mesmo de colocar adubos para tentar salvar essa semente, não devemos desistir se encontramos resistência da outra parte.

Somos responsáveis por aquilo que fazemos, isso que nos credita amor e recompensa astral (muito melhor que a financeira ou qualquer outro tipo de recompensa física e/ou terrena). Se o outro nos vai recompensar, reconhecer, agradecer ou simplesmente notar, não nos cabe esperar.

Tem uma história contada por Chico Xavier, muito bonita, sobre a recompensa astral do dar sem esperar nada em troca. Chico ainda era funcionário de fábrica, ia trabalhar muito cedo. Um dia, saía atrasado de casa com um colega e uma vizinha lhe pediu um passe, já que não estava se sentindo muito bem. O colega ainda lhe lembrou da hora, ao que Chico disse que isso era solucionável. Uma boa ação pedida tem prioridade. Chico parou, deu-lhe o passe e saiu. Pediu ao colega para olhar para trás, esse colega conseguiu ver o rastro energético prateado que a mulher liberava para o Chico. Chico disse para o amigo que isso era energia astral de gratidão, fazendo bem para a alma dele e acarinhando o coração dele. Que não há nada melhor para nós que esse tipo de recompensa. Melhor e mais abundante que qualquer quantia em dinheiro.

Eu absolutamente concordo! No filme “Alto da Compadecida”, em conversa de João Grilo e Chico, os dois principais personagens, eles acabam discutindo quando um deles resolve dar tudo que eles têm para um pedinte no meio do nada. Daí que o outro responde: – “E se esse for Deus disfarçado. Deus aparece de várias maneiras para testar nossa fé e a nossa bondade para com o próximo. E eu sou um ser de fé e bom!”

Deus aparece de várias formas. Precisamos realmente compartilhar a bondade porque nunca sabemos quando será Deus nos surpreendendo.

A vida já nos foi um presente imensurável concedido por Ele. Já, por isso, lhe somos gratos e nada mais justo que retribuir e repassar a bondade Dele para conosco, além de podermos reparar nossas falhas e erros do passado. Devemos, então, tentar fazer de tudo para orgulhar o nosso benfeitor. Não gostaríamos que assim o fizessem conosco se beneficiássemos alguém com um presente tão incrível?

Quando mais difícil é o benefício que damos ao próximo em relação ao nosso desafio interior, ou seja, quanto a quebrar nossos paradigmas, preconceitos e conceitos previamente formados, maior o peso que ele terá na recompensa astral.

O Reino das Possibilidades existe dentro de cada um de nós. Significa que poder ou não, só depende de nós. Podemos deixar esse poder crescer ou atrofiar. O que queremos?

O que acontece demais é que as pessoas estão dentro de seus casulos, dentro de suas zonas de conforto. Sair disso, mesmo que seja para melhor, causa desconforto e dor. Então, por medo do novo, desistem de tentar, de mudar, de agir.

Às vezes, um simples perdoar, pode mudar o rumo das coisas, pode ser o elo da corrente do bem que faltava para conectar as pessoas que precisavam ser conectadas. Mas, muitas e muitas pessoas têm muita dificuldade disso, de perdoar. Carregam dores absurdas durante toda a vida, mas têm medo de conceder o perdão.

Pequenos atos de carinho, respeito, gratidão, perdão, amor, feedback positivo e troca já são ações que podem gerar correntes do bem no seu redor, isso cria um ciclo virtuoso do bem, espelhando o amor e o bem.

Vamos tentar?

 


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One is Better Than Zero

Postado em Atualizado em

A qualquer tempo da vida, o que somos naquele momento, é a soma do que fomos e vivemos até então.

Muitas pessoas passam a vida toda resolvendo problemas, ao invés de construir a vida diariamente com atos e palavras edificantes para consigo e com o próximo. Você é as suas escolhas, o que você está escolhendo amar?

Desde muito pequenos, passamos por experiências que vão construindo nossas crenças e nossos valores. O que acreditamos no nosso íntimo como verdade absoluta e universal. A efemeridade deste pensamento é inversamente proporcional ao seu enraizamento. Quanto mais tempo, mais enraizado, mais difícil de se dissociar. Normalmente, a partir daí, cria-se as crenças limitantes, aquilo que acreditamos fielmente e que são fonte inesgotável de autoboicote, autossabotagem de nós contra nós mesmos.

Quanto precisaremos cair até percebermos que muitas das nossas derrotas somos nós que produzimos?

Padrões de repetições que transformam nossa vida em ciclos negativos ou quase paradoxos temporais de infelicidade.  O sofrimento não tem a ver com os acontecimentos da nossa vida e sim como nós reagimos a esses acontecimentos. Sofrer é uma opção! Sempre será.

Criamos nossas regras de vida, nossas diretrizes, o nosso caminho, sempre a partir de nossas experiências pregressas e construímos nosso juízo de valor. O que você ama, como? O amor te conduz.

Porém, o amor está diretamente relacionado com aquilo que você conhece como seu padrão de amor ou de falta de amor. Para onde seu amor te leva?

E o amor? Não seria amor o Deus que habita em mim, que me ama incondicionalmente e nunca desiste de mim? Eu escuto esse Deus? Com que freqüência eu converso com Ele?

Culturalmente, se criou um Deus vingativo, que julga, recompensa ou pune, segundo suas próprias “leis divinas”. Esse não é Deus. Pelo menos não deveria ser! Não deveríamos criar uma relação de amor baseada estritamente no medo, no temor.

Deus é bom o tempo todo! Até mesmo quando achamos que estamos passando por experiências ruins. Lembre-se: somos hj a soma de tudo o que fomos e vivemos no passado. O que estamos vivendo no hoje nos constrói, nos prepara e nos ajusta para um melhor EU no futuro.

Há coisas na vida que acontecem de ruim para que outras muito melhores possam surgir, situações essas que provavelmente não aconteceriam se tudo tivesse caminhado aparentemente no caminho certo, sem intercorrências desagradáveis. É Deus sendo bom, mesmo quando duvidamos.

A lei máxima do amor de Deus é que devemos espalhar amor, mesmo que não recebamos nada em troca, ou pior, que recebamos ingratidão. O amor de Deus é incondicional e nos ensinou que só conseguimos dar aquilo que temos dentro de nós. É difícil exigir do próximo o mesmo nível de maturidade emocional, espiritual, de desapego ou de amor que o nosso.  Quem tem egoísmo, tristeza e maldade não poderá externalizar outra coisa senão o que tem dentro de si.

É necessário falar com nosso Deus o tempo todo. Ele nos responderá!

Quando eu era bem nova, li o livro o Alquimista do Paulo Coelho, onde fui apresentada ao conceito da “Linguagem dos Sinais”. Assimilei para a vida esse conceito e passei a ser bastante observante quando às mensagens que o universo nos manda às nossas perguntas mais íntimas, através das formas mais inusitadas, normalmente em forma de sinais, às vezes sutis, outras vezes escancarados.

É necessário desenvolver a nossa percepção e ampliar nosso espectro de captura. Como? Simplesmente observando o mundo ao nosso redor. As respostas nos circundam, o tempo todo! Absolutamente o tempo todoooooooo.

Assim como todas as respostas, Deus nos envia companhias certas para cada momento, acolhimento nas horas precisas… Basta que estejamos abertos a receber todas esses presentes divinos, precisamos aprender a reconhecê-los.
O acaso é Deus dando as respostas às perguntas que tanto questionamos.

Aprendemos no amor ou na dor. Por que precisamos ir até o inferno para lembrarmos de perguntar as respostas para Deus? Deus está em nós! Frustar-se até pode ser bom, pois pode ser o nosso agente da mudança interior e aguçador das perguntas certas que precisamos para encontrar o caminho. Mas, não precisa, obviamente, ser uma regra. Se, ao contrário, me programar para ouvir, me conectar com o meio, me doar para o próximo, ser amor, inspirar e motivar, naturalmente as respostas serão captadas pelas minhas antenas neurais ativadas para minha felicidade e não precisarei passar pelo inferno para me salvar, para encontrar a minha “Stairway to Heaven“.

Há cerca de 4 anos estava num processo de autodestruição. Tinha acabado de quebrar com 2 empresas que eu tinha em Recife, morando longe de minha família, tinha perdido minha avó, que me privei de viver junto nos últimos meses de vida, pois tinha me mudado para tão distante, tinha perdido o dinheiro de uma vida toda de trabalho, estava com dificuldade de arrumar emprego, depressiva e sem chão, sem rumo e sem perspectiva nenhuma. A única coisa que eu fazia diariamente era escrever mensagens de derrota nas minhas redes sociais.  Reclamava da vida e de tudo.  Era uma chata!

Um certo dia, um amigo que me conhecia desde minha juventude e que tinha estudado comigo durante 8 anos, me chamou no direct de uma dessas redes sociais e me perguntou por que eu não usava meu tempo “ocioso” para escrever.  Que ele se lembrava bem que eu era boa em redação (ele uma vez roubou uma carta romântica que tinha escrito para um crush adolescente e leu em voz alta na sala de alta, me matando de vergonha e de raiva!!!).  Que eu podia aproveitar esse meu DOM e escrever sobre assuntos que me deixassem confortável.

Criaria um blog e escreveria. Naturalmente eu perguntei para ele: quem teria interesse em ler o que eu ia escrever? Ao que ele me mandou um vídeo muito interessante chamado “One is Better Than Zero” (Um é melhor do que zero).

Basicamente, o que ele quis dizer é que eu posso correr o risco de uma única pessoa ler e aproveitar, fazer a minha estrela brilhar, me conhecer. Mas isso só será possível se eu escrever. Se eu não fizer, ZERO pessoas leriam, ou me conheceriam. Ou seja, uma pessoa que seja, é muito melhor que nenhuma.  Eu não preciso mais que uma pessoa certa para minha estrela brilhar.

Hoje já tenho o blog com mais de 1 milhão e meio de visualizações, textos meus publicados em diversos sites, traduzidos em diversas línguas e comentados em alguns dos podcasts mais populares do Brasil.

Descobri algo que me dá prazer. Receber emails de pessoas dando feedbacks dos meus textos e comentando o quanto eles ajudam em diversos momentos de vida, me faz me sentir útil, plena e feliz.

A vida é curta demais para que percamos tempo com coisas que não amamos.   A linguagem dos sinais.  Deus fala conosco das formas mais diferentes possíveis.  Naquele momento, Deus usou o meu amigo para me dizer o quanto eu poderia ser útil e ajudar ao próximo com meus textos.  Aqui estamos nós.

Realmente ainda não sei exatamente o que isso tudo ai quer dizer, talvez ainda não esteja nem na metade da minha jornada, mas com certeza One is Better Than Zero!

O que você irá fazer hoje que é melhor do que se você não fizesse nada?

 


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Orgulhe-se de Ti

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Não é raro conhecermos pessoas com habilidades fantásticas, mas que de alguma forma “não dão certo na vida”. São pessoas que não acreditam no próprio potencial e sempre necessitam de outras como muletas. Não arriscam, não se veem como vitoriosas e não enxergam nem mesmo suas maiores qualidades. Só percebem seus defeitos, suas fraquezas e hiper valorizam seus medos.

Eu sempre digo que sou linda, inteligente, phodda em todos os aspectos . Eu absolutamente acredito em mim e, quando alguém fala que o que me falta é humildade, sempre respondo que eu me orgulho de mim, de onde cheguei e como cheguei, sou apaixonada por esse ser mega fodástico que sou. Se eu não acreditar em mim, quem irá? Se eu não me amar, quem o fará?

No meu círculo de amizades íntimas tenho pessoas que gostaria muito que se permitissem mudar a chave. Entender que nós somos o único agente de mudança capaz de nos impulsionar para frente, nos transformar em pessoas melhores e mais poderosas. Mas isso exige a permissão do eu interior e esse normalmente está ávido a nos boicotar.

Eu brinco que me tornei mestre em lutar com uma Hydra. Hydra é um ser da mitologia que tem 7 cabeças e cada vez que uma das suas cabeças é cortada, nascem 2 no lugar. Pozé! Sou PHD em guerrear com Hydras. Mas, sabe… Eu sempre venço! Porque eu acredito fielmente que eu sou força e poder e que nada é maior que minha fé! Eu sou phodda!

Eu tenho orgulho da minha história, de todos os aperreios que passei, de todos os desafios que superei, de todas as lágrimas que verti, de todas as pessoas que me decepcionaram ao longo da minha existência. Isso não me fez confiar menos. Nem em mim e nem nas pessoas. Cada vez reforço mais o conceito que cada um dá o que tem. Não é porque fulano me fudeu com atos, palavras ou sentimentos, que eu vou deixar de confiar nas pessoas, que eu vou deixar de dar-lhes amor e o melhor de mim.

Eu sou aquilo que reflito, eu reflito aquilo que sou!

O que vc tem refletido?

Escrevo no meu blog há uns 4 anos e já recebi alguns feedbacks negativos, apesar dos milhares reports positivos. O comentário negativo é uma oportunidade de aprendermos um pouco mais sobre o próximo e passarmos ensinamento através da reforço positivo da nossa intenção de sermos luz.

A indelicadeza de alguém não deve ser espelhada por nós. Devemos devolver coisas ruins com amor. Só assim seremos capazes de contribuir para um mundo melhor. Quebrando o padrão de negatividade, transmutamos os vetores de sombra que vem em nossa direção.

O ser humano tem a tendência de espelhamento, ou seja, de devolver na mesma moeda o que recebemos. Esse ciclo vicioso só traz dor.

Se numa discursão abaixamos o tom de voz e nos acalmamos, a energia se acalma e a brings tende a findar-se. Se, ao contrário, entramos na mesma vibração de gritos e xingamentos, o ciclone energético se tornará cada vez mais incontrolável.

Seja luz! Transmita luz! Reflita luz e converta sombra em luz!

Orgulhe-se de ser uma partícula do universo, saiba que podemos iluminar a nossa volta e transformar o ciclo vicioso em virtuoso!

Vc pode mais!

Querer, poder e conseguir é a fórmula secreta do sucesso!

Orgulhar-se de vc, de sua história e dos caminhos percorridos, faz de você um ser inspirador e de luz!

Orgulhe-se de ti!

 

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Patrícia Máximo

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Sabe aquele nome que combina com a pessoa… a Patrícia, o máximo. Um ser único!

O ano era 2015, eu estava morando em Recife, mas estava em Salvador pois gerenciava uma rede de academias. Estava jantando no Coco Bambu, depois de um dia inteiro recrutando pessoas para as novas unidades da rede.

Logo, meu telefone tocou, era uma pessoa muito especial para mim (pelo menos costumava ser), pedindo um favor: ela trabalhou na mesma empresa que eu e ele e estava desempregada, tinha um currículo bom e era mãe sozinha. Se eu poderia ajudar a recolocá-la. Já estava há alguns anos em Recife, mas ainda poderia acionar algumas pessoas, encaminhar o CV e tentar ajudar de alguma forma. Ele perguntou se podia dar meu telefone. Lembro que ela me ligou e eu estava saindo do restaurante. Muito falante e alegre, me passou essa energia já pelo outro lado da linha. Trocamos LinkedIn e ela ficou de me passar o CV dela. Tinha uma vaga para Recife, mas na época ficava ruim para ela.

O tempo passou… LinkedIn, Facebook, Instagram… uma ou outra curtida de foto e nada de muito íntimo.

Em 2017 voltei para o Rio e comecei a trabalhar. Logo tive uma oportunidade que se encaixava com o perfil dela (eu não esqueço dos pedidos especiais). Liguei para ela e ofereci. Na época ela estava trabalhando e agradeceu, mas indicou pessoas para a vaga.

Dois meses depois, abri outra vaga igual e liguei novamente para ela para mais indicações. Só que desta vez ela estava disponível.

No dia seguinte ela foi no escritório, ela tinha luz própria. Fui na recepção e ela me deu um abraço tão forte, me agradeceu a oportunidade e disse que apesar de nunca ter me visto, já me amava por tudo que sabia de mim. Apesar de estranho, não parecia forçado, nem piegas. Ela falava com sorriso natural e com verdade nos olhos.

Ela entrou para a entrevista com minha diretora e saiu contratada (ela conquistava as pessoas assim de imediato!). Começamos então a trabalhar juntas.

Exatamente 2 meses depois, tivemos um trabalho externo, num sábado. Porém só ela sabia, mas antes de ir trabalhar, eu havia me separado. Depois de um dia Td em pé e no sol, ela me levou para o shopping para que eu pudesse despairecer e ficar “linda”.

Logo depois ela me convenceu a instalar os aplicativos de namoro, mandava as primeiras mensagens pq eu morria de vergonha. A partir daí, minha vida ficou muito mais agitada e engraçada. Toda vez que saía com um cara novo, tínhamos uma contagem secreta. Comemorávamos e ríamos dos detalhes íntimos. Era obrigação ligar para ela na primeira hora depois do acontecido. Tradição!

Quando o cara que estava apaixonada terminou comigo por WhatsApp, me levou para dançar e enxugou minhas lágrimas. Ficou tão revoltada com ele, que dias depois, quando ele começou a puxar conversa em um post, discutiu com ele pelo LinkedIn mesmo.

Nesta época, em fevereiro de 2018, ela se mudou para SP, mas nosso contato não esfriou. Muito pelo contrário. Sem o peso da relação de eu ser sua gerente, passamos a ser unha e carne.

Em abril, achei que finalmente ia viver o amor de cinema com aquele que eu achava ser o amor da minha vida. E esse ela torcia tanto… quando eu me decepcionei e descobri que estava enganada, ela tb sentou comigo e chorou junto comigo.

Meu processo de aprender a ser solteira não foi fácil. E ela teve grande parcela de responsabilidade na pessoa que me tornei, me convencendo que sou forte, linda, poderosa e que eu me basto. Ela me fez acreditar em mim.

Eu exotérica (para não dizer macumbeira), ela evangélica, mas tínhamos um mesmo Deus. Rezávamos juntas sempre. Uma dava força para outra.

Ultimamente ela tava precisando mais de mim do que eu dela. E eu estive lá. Falávamos 3/4 vezes por semana. Por vídeo, por mensagem, por ligação…

Ela era feliz, irritantemente feliz! Sorria sempre. Poucas pessoas sabiam que ela tb chorava. Algumas pessoas ainda não acreditam nisso.

Há 2 semanas ela me deu um susto. Ficou internada e descobriu um probleminha. Estávamos fortes e certas que estava tudo sob controle. E estava! Procedimento marcado para daqui a uma semana… eu já estava me organizando para passar uma semana ou uns 4 dias em SP.

Mas Deus sempre mostra que não sabemos de nada.

Ela adorava moto. Minha filha disse que ela morreu vivendo da melhor forma. Talvez isso tenha sido a melhor coisa que eu tenha ouvido até agora.

Nunca vi uma pessoa amar tanto a vida, amar tanto viver. Ela era o Máximo!

Não sei como vai ser sem ela. Sinto como se tivessem me levado um pedaço.

Desde ontem, olho nossas fotos, nossa história, nossas mensagens… como vc pode não existir mais?????

Estou em pedaços…

Acho que vc me diria que a morte é a gloria que todos esperamos alcançar. Que você está com Jesus e que está feliz por isso!

Até breve, me ajuda!😢

Te amo eternamente! 💔

A Percepção da Solidão

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O que é estar só para você?

É estar em casa, sem ter com quem conversar, sem ter com quem sair, ou namorar?

Se você está nessa situação, talvez você precise ressignificar sua vida.

Há bem pouco tempo, eu acreditava que estava só. Me sentia perdida e sem rumo. Cheguei a me desesperar, chorar por diversas noites e pensei em me entregar.

Não via sentido na vida. Eu separada depois de dois casamentos longos, 2 grandes decepções amorosas, filhos crescidos, com suas vidas e suas prioridades e amigos (também já fui jovem e não faria diferente!). De repente, não mais que de repente, parafraseando Renato Russo…

…quando me vi tendo de viver comigo apenas e com o mundo…

Estar / se sentir só é muito triste e até mesmo enlouquecedor. Concordo com isso! Mas será que estamos realmente sós????

Aí que está a chave da questão.

Eu não estava só!

Eu simplesmente não gostava da companhia que eu tinha naquele momento: eu mesma!

Depositava no outro a obrigação de me acolher e me fazer feliz! Ledo engano!

Estar/se sentir é bem comumente sentido até mesmo em casamentos. Em casas cheias de gente, em grupos grandes de amigos. Enfim, em qualquer lugar.

O estar/se sentir só é absolutamente um estado de espírito (ruim) que deve ser transmutado.

A grande pergunta é como!?

Cada um tem sua forma de reagir. O essencial é QUERER!

Ressignificar a vida é muito mais fácil do que parece. A vida pode ser muito mais leve e agradável do que pensamos.

Fazer o que lhe parece ruim e transformar em bom, em construtivo e edificante, é um caminho contínuo a ser percorrido.

Pode parecer infantil, mas uma das ferramentas que eu usei na minha ressignificação foi um, ou melhor, dois livros que eu li na minha adolescência e um que li recentemente (Pollyanna, Pollyanna Moça e A Sútil Arte de se ligar o Foda-se, respectivamente).

Hoje me sinto bem e feliz ao estar comigo mesmo, eu me tornei minha melhor companhia.

Esse ciclo virtuoso faz com que as pessoas se aproximem e consequentemente a sensação de solidão vai desaparecer ou por você estar feliz consigo, ou por atrair pessoas que serão irradiadas pela sua luz!

Como disse anteriormente, cada um tem que fazer uso das suas próprias ferramentas no processo diário da ressignificância, mas ajuda a observância de algumas dicas, que exército absolutamente todos os dias:

  1. Abstenha-se de más notícias, más energias e tristezas;
  2. Se descubra, se ame. Descubra o que te alegra e o que te faz bem;
  3. Faça mais por você do que por qualquer outra pessoa, estou falando inclusive de filhos e parentes;
  4. Tenha um tempo só seu;
  5. Invista no que gosta de fazer, seja esse investimento em dinheiro ou tempo;
  6. Viaje, saia da rotina, veja o mundo;
  7. Faça programas sozinho. Comece com cinemas, almoços de domingo e passeios;
  8. Curta pequenas coisas;
  9. Se você não tiver algo de bom a acrescentar, não fale nada;
  10. Ouça! Deus nos fez com 2 orelhas e uma única boca para que entendêssemos nas suas mensagens subliminares que devemos ouvir pelo menos o dobro de falar;
  11. Não sinta pena de você!
  12. Não fale de suas frustrações ou histórias de vida tristes, se orgulhe de suas vitórias!
  13. Tudo o que você viveu, de bom ou de ruim, fizeram de você o que és hoje. Foi seu alicerce de vida!
  14. Seja sempre grato! Aprendemos diariamente, até com quem nos faz “mal”;
  15. Perdoe sempre e libere seu coração das amarras que te seguram no seu passado;
  16. Acostume-se e curta o silêncio e a introspecção. Hoje sei que nesses momentos descobrimos o melhor de nós!
  17. Independentemente de religião, fé ou ateísmo, você é o seu Deus. Aquele que inquestionavelmente existe!
  18. A única vida que podemos viver é o presente, que como o próprio nome diz, é um presente do universo para nós.
  19. O passado não dá para mudar. Se não restaram boas e saudáveis memórias, encare como aprendizado e siga em frente;
  20. O futuro depende das nossas atitudes de hoje, do presente. Se não usarmos a dádiva que nos é dada todos os dias de fazer a cada dia um melhor presente, o que poderemos esperar do nosso futuro?
  21. Lembre-se que se você não se amar, ninguém o fará mais que você!

Ressignifique a vida, ressignifique você, suas prioridades e suas paixões.

Reverta toda e qualquer energia e pensamentos negativos e acredite que você é PHODDA… Tenha certeza! E você assim será!

Eu acredito! E você????

 

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Retrospectiva 2018

Postado em Atualizado em

Há alguns anos, tenho no bloco de notas do celular um guia de como foram meus anos para conseguir fazer uma analogia ou criar um possível algoritmo de previsão de como será o ano. Ainda não consegui nem uma coisa nem outra:

2003 ruim

2004 bom

2005 bom

2006 razoável

2007 ruim

2008 muito bom

2009 bom

2010 péssimo

2011 muito bom

2012 bom

2013 razoável

2014 ruim

2015 péssimo

2016 razoável

2017 razoável

2018 altos e muito vales, mais baixos que altos

Obviamente, todo início de ano, vou na minha personal macumbator. Esse ano, ela não me enganou. Ela me adiantou muita coisa que eu ia ter que passar esse ano. Ok, que foi um pouquinho (muito!!!!!) pior. Mas já valeu para me preparar para o tsunami.

Tive alguns refrescos, mas no geral, foi um ano muito estranho. Muito atípico! Realizei o grande sonho da minha vida: ir a Roma e de quebra ainda conheci Paris. Tive Nutella (filhote de Maya), que horas parece bom, outras muito ruim. Mas, para acabar com minha motivação neste ano, tive grandes desafios. Os dois piores foram a depressão que me pegou na curva em maio e meu filho que saiu de casa em julho.

A impressão que eu tinha era que cada vez que um caminhão me atropelava e eu conseguia me reerguer, vinha outro logo em seguida e me derrubava de novo.

Que ano merda!

Já estou na contagem regressiva para acabar. Nem vou falar muito das minhas desgraças, mas há uma semana atropelei um cara que se jogou na minha frente para me assaltar. Daí apareceu meu anjo da guarda, que por sinal era um gato, armado e me salvou. Talvez o ano tivesse terminado ainda pior.

Então, como eu acredito em provações, em evolução espiritual e necessidade de aprendizagem do espirito, agradeço! Sim, agradeço a cada uma das muitas lágrimas que derrubei, de quantas vezes me superei quando achei que ia me entregar, de não ter desistido de achar um amor, de persistir, de lutar para dar o melhor para meus filhos (mesmo para o filho que decidiu sair do meu ninho) e de aprender!

Tá acabando. A personal macumbator no início do ano me disse que já no início de 2019 as coisas melhorariam para mim. Eu tenho fé que isso irá acontecer. Não desisto de mim tão fácil.

Quanto ao meu coração de gelo, tão magoado e maltratado (snif), tá calejado e preparado para se reaquecer assim que for realmente tocado.

Quando meus filhos eram pequenos e se machucavam, eu dizia para eles falarem um puta que pariu bem forte, de dentro da alma, que a dor passava. Dava sempre certo, eles paravam de chorar, não sei se pq passava mesmo a dor ou por conta da diversão de falar um palavrão cabeludo. Eu, como já falo palavrão a toda hora mesmo, fiz a melhor coisa que podia fazer esse ano: a minha tatoo do foda-se nas costelas. Ela realmente esteve comigo, marcando minha pele nos meus maiores problemas, me lembrando que se eu não tenho culpa do que estava acontecendo na minha vida, eu tinha responsabilidade dobrada de seguir em frente e continuar lutando.

E assim, com imensa gratidão no peito, eu grito, forte e do fundo da minha alma:

2018, VAI SE FUDER, PORRA!

 

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