Palestras

Dicas para Empreendedores de Primeira Viagem

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Nunca se falou tanto em empreender, nunca se abriu tantas empresas, nunca se arriscou tanto… Mas, a gente está fazendo isso da forma correta?

Trabalho com orientação e consultoria a empresas há uns 10 anos.  A grande taxa de mortalidade das start-ups me sinaliza que não. Definitivamente não estamos fazendo isso direito!

Muita gente deixa para empreender quando é demitido, daí o crescente número de empresas surgindo… Crise = desemprego = desespero = empreender da forma errada

Mas, qual seria a forma certa?

Se eu tivesse a resposta talvez não estivesse aqui escrevendo neste momento. O que posso dizer é o que estamos fazendo de errado, com certeza não são poucos os erros. Mas, se sabidos, por que não prevenidos? aha… então… cada um com seu cada um… mas, titia aqui vai tentar colocar alguns pingos nos is para ajudar os coleguinhas que estão enveredando neste mundo (ou seria submundo?), empreendedores de primeira viagem… De aconselhar sou ótima (rs)!!!!

Vamos começar com um axioma (pelo menos comigo é!):

Se algo está estável há algum tempo, prepare-se. Vai dar merda!  Se, ao contrário, tudo está nitidamente uma merda, nada dá certo há algum tempo, oba!  Tá chegando a hora de colher coisas boas!

Dito isso, vamos a outro fato: TUDO MUDA, sempre, o tempo todo…  Para bom e para ruim.

Agora que estamos na mesma vibe, podemos começar a traçar o rumo desta prosa…

Primeiro, não deixe para começar seu plano B quando seu plano A se tornar inexequível. Muitas pessoas começam a a empreender quando estão desempregadas.  Muitas vezes dá super certo. O desespero às vezes é um super ingrediente de sucesso para muita gente, tem que dar certo e pronto.  Mas construir algo estruturado, sem tanta adrenalina e mais pensado não seria mais salutar?

Um fator quase comum entre os empreendedores iniciais ou daquelas pessoas que esperam empreender é onde arrumar o dindim, o aqué, a bufunfa, o tutu, a grana … ???

O eterno dilema entre realizar o sonho ou subsistir.

Na maior parte das vezes, precisamos de dois dinheiros: o do projeto e o pessoal.  Não basta conseguir o dinheiro para financiar o projeto, as contas não param de chegar enquanto você tenta viabilizar um negócio.

Êta equação difícil da gota!

Posso garantir que muitas ideias fantásticas ficam presas neste dilema. Mas, para isso há solução. Acredite! Pode ser até mesmo mais fácil do que se imagina. Com um pouco de pesquisa, resiliência e determinação esse obstáculo pode ser facilmente superado. Aliás, resiliência é a palavra da vida de um empreendedor!

Para o financiamento existem várias ferramentas de fomento disponíveis no mercado: as Fintechs tem crescido muito neste mercado quase como molas propulsoras de novos negócios, cada qual com sua tese, suas políticas, taxas e prazos (muitas vezes taxas de juros bemmmm baixas, com prazos super dilatados e ainda com carência para o início do pagamento), é necessário pesquisar, mas, em geral, há muitas opções no mercado.  Lembre-se que a gente escuta desde bem pequeno: “Sempre tem um chinelo velo para calçar um pé cansado.””

Além das Fintechs, e muitas vezes paralelamente à elas, há aceleradoras, incubadoras, investidores, anjos, programas de corporate venture, patrocínios, premiações e incentivos de várias formas, governamentais e privados. Vou até contar um segredinho: Tem alguns agentes financiadores que são sem a necessidade de restituição do valor investido!!!! Sim, sim, sim!!!!! Não precisando pagar nada!!!!! Exemplo: estamos passando por uma crise hídrica, vários agentes estão promovendo programas de incentivo e aceleração de empresas com essa tese. Em geral vem como smart money, ou seja, com incubação, mentoring e desenvolvimento.

Algumas instituições abrem editais para apresentação de start-ups para esses incentivos. É preciso fuçar!!! Um empreendedor é, eminentemente, um fuçador.

Venda-se! Saiba ser um divulgador de si e de seu projetos! Marketing Pessoal é tudo nesta fase. Para se empreender TEM QUE SE VENDER!  Os melhores empreendedores que já conheci eram, acima de tudo, excelentes vendedores.  Cara dura e persistência.  O não você já tem.  Qual o risco que você terá em tentar converter num sim, o que você vai perder?

Recomendo: Biografia de Wall Disney, Steve Jobs e os filmes JOY e Em Busca da Felicidade.  Ilustram a resiliência e a persistência em busca do que se acredita.

Neste ponto ressalto um outro ponto de atenção, onde muitas ideias também são perdidas, principalmente em empresas de tecnologia. O perfil dos idealizadores de projetos técnicos é de pessoas bem introspectivas, que não gostam e não sabem vender, que são desenvolvedores, pouco acostumados ao desenvolvimento do networking, falam pouco e a maior parte é SUPER tímida!

Os caminhos mais fáceis para resolver esse problema são: ou a pessoa corre atrás do prejuízo(na verdade corre na frente pq quem corre atrás já está chegando atrasado) e se recicla OU se junta à alguém mais despachado, que fará o comercial. Mas, CUIDADO COM A SOCIEDADE.

Esse é mais um item determinante na derrocada das empresas, eu mesmo já me lasquei ALGUMAS vezes com isso. Saiba escolher muito, muito, muito, repito mais uma vez, muito (!!!!!) bem o sócio. As pessoas mudam. É um casamento. Se a gente tem dificuldade de escolher parceiro para vida, para os negócios a dificuldade é a mesma. A convivência é cruel, a divergência de pensamentos é complicado de se administrar, as prioridades. O bom mesmo é ter alguém que você confie profissional e pessoalmente, te complemente, que seja capaz de trazer ganhos para os dois.  Uma relação simbiótica onde os dois consigam ser mais do que como indivíduos únicos.  Tenha tudo muito bem detalhado sobre responsabilidades de cada um na empresa. O combinado não sai caro. É melhor gastar tempo nesta parte chata do que perder dinheiro lá na frente, ou pior, perder a paz!

Ok! Tenho sócio, tenho a ideia (EUREKA!!!!!), como começar a empreender?

Ah… Isso Luluzinha tem na ponta da língua: BOTE NO PAPEL!!!! (normalmente é no computador mesmo, tá de boa…)

De novo, tem no mercado várias ferramentas que podem ajudar a quem não tem ideia de como começar a escrever. O SEBRAE tem uma ferramenta, o CANVAS, que é uma ferramenta gratuita, super didática, própria para quem não tem intimidade com Planos de Negócios ou com estruturação de modelos de empreendimentos, é colaborativo, online… Enfim, super prático!

Botar no papel, criar metas e rotinas diárias para o amadurecimento do negócio, são atividades vitais do empreendedor. Um dia de cada vez, mas faça isso realmente com dedicação.

Valide sempre!  Valide tudo!  Valide com amigos, família, sócios, profissionais de mercado, professores, clientes e, principalmente, com inimigos.  Fique sempre de olho na concorrência, mas com mente e coração abertos.  Já lidei com muitos empresários que se achavam tão supra sumo da perfeição divina que não reconheciam seus próprios defeitos e tampouco viam os benefícios dos concorrentes em relação aos seus produtos.  Lembre-se do gráfico SWOT (gosto mais de chamar de FODA – é mais fácil de lembrar!) onde avaliamos as Forças, Oportunidades, Deficiências e Ameaças.

Então, se acha preparado para viver vendendo o almoço para comprar a janta por algum tempo, sem horário para dormir,  sem glamour, sem se divertir ou descansar?  Se sim, o que ainda está fazendo aí parado que não está produzindo?????  O tempo urge. Mãos a obra e boa sorte!

 

PS: Se tem alguma dúvida sobre empreender ou gostaria de um modelo de plano de negócios, pode me mandar uma mensagem que respondo a todas!  Até para discutir ideias!!! Sou suuuuuuppppppeeeeerrrrrr legal! 😉

 

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Encerramento de Ciclos

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Ciclos são encerrados e normalmente trazem dor, angústias, dúvidas e incertezas.  Eles se encerram muitas vezes sem avisar e em momentos pouco oportunos de nossas vidas.  Normalmente não nos damos conta do quanto esses encerramentos são importantes para nosso crescimento, nosso amadurecimento e para resetar alguns processos mal ajustados no decorrer daquele ciclo.

Quando acontece é natural nos culparmos, nos sentirmos impotentes, até mesmo incompetentes diante do ocorrido.

Bobagem!

Se comemoramos a cada ano que acaba e saldamos o novo ano que se inicia com fogos, champagne e uma maravilhosa ceia, por que não fazermos o mesmo com o encerramento de um ciclo?????

Hoje comemoro!  Um novo encerramento de um ciclo, um ciclo de aprendizado, muitas conquistas, muitas amizades e muitos sacrifícios, principalmente com a certeza de dever cumprido.  Comemoro ainda mais o que está por vir!

Seja bem vindo, meu novo ciclo!  Você chegou um pouco antes que eu planejava…  Mas, pensando bem, adoro surpresas!

 

A Tecnologia como Alavancadora de Negócios no Mercado Fitness

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Trabalho há 1 ano no mercado fitness, numa grande rede de academias do nordeste do Brasil.  Este ano, tive a oportunidade de visitar a Fibo, na Alemanha, a maior feira fitness do mundo.

Sou nerd e assumo.  Desde que entrei neste mercado fitness venho tentando implantar algumas melhorias tecnológicas na empresa que estou.  Mudei sistema, estou transformando o portal, redes sociais, sistemas de Member get member, botão de chama professor, além de muitos outros projetos on going…

Quando cheguei na Fibo e vi o tamanho da feira, me impressionei bastante.   É surreal o formato e a quantidade de visitantes no evento.  Fiquei mais feliz ainda quando percebi que pela primeira vez, a feira teria um pavilhão somente dedicado à novas tecnologias.  Obaaaaaaaa

Neste pavilhão vi muitas tendências, muitas novidades e muitas, muitas e muitas ideias.

Aqui tentarei falar de algumas ideias e tendências que vi lá para mostrar o território fértil que temos no Brasil para o desenvolvimento de inovações para o mercado fitness.

  1. Equipamentos – os equipamentos estão cada vez mais integrados, gerando muitas possibilidades de acompanhamento de evoluções de treino, de gastos calóricos, de tempo e aprimoramento dos exercícios, compartilhamento em redes sociais, associações com sistemas de alimentação/nutrição, playlists… É tanta coisa integrada.  Além das integrações, vi algumas coisas bem legais.  Por exemplo, tem uma marca de equipamentos que tem em todos os seus produtos um chip wifi que é integrado a um sistema de manutenção, que avisa quando a maquina necessita de reparo, já disparando a equipe técnica, sem a necessidade da gestão da academia avisar.  Em alguns casos, o ajuste pode ser até remoto.  Outra facilidade que a tecnologia trouxe foi o QR Code.  Com academias com cada vez menos professores (linha low cost), a ideia é dar ao cliente a possibilidade de tirar as dúvidas de como praticar o exercício físico.  Através de um video simples, rápido e intuitivo, equipamentos têm o QR Code para fácil leitura e acesso imediato ao conteúdo.  Facilita a vida de quem não é o que chamamos de rato de academia, ou seja, do iniciante.
  2. EMS – Eletric Muscle Stimulation – consiste em eletrodos que visam trazer mais resultados no exercício.  Alguns modelos scaneiam o corpo e conseguem trazer informações relevantes acerca do seu preparo físico e propor exercícios corretivos e/ou estimular o músculo a medida que o exercício acontece.  Tem uma tendencia na Europa de academias que trabalham com equipamentos EMS e 1 professor  para até 10 alunos, que se vestem com uma roupa especial com eletrodos e os exercicios de 20 minutos prometem eficácia igual ou maior que 180 min de exercícios fisicos sem o equipamento EMS.  Visitei uma academia na Holanda com o equipamento, muito legal!!!!!!    Gostei tanto disso, que comprei um equipamento portátil para mim.  Além de ajudar no exercício físico, ajuda com dores musculares e em geral e com recuperação e preparação de músculos pré e pos treino.
  3. Smart Mentoring – tem muito a ver com EMS.  A tecnologia vem ajudado a personais trainers e coachers a orientar melhor seus alunos e extrair melhores resultados.  Como o mapeamento do comportamento muscular, é possível conseguir maiores resultados, principalmente de atletas.
  4. Acesso Inteligente – É uma tendencia academias com cada vez mais automação, principalmente em acesso, banhos, armários, treinos e etc…  Vi muita coisa legal, como reconhecimento atraves de iris, palma da mão, as tradicionais digitais.  Muita coisa ainda na velha e boa tecnologia de contactless, RFID e botões de chamada para professor (em caso de dúvidas).
  5. Realidade Aumentada – os stands estavam sempre lotados e não consegui experimentar nenhum dos equipamentos da feira…  Acredito na realidade aumentada como uma forma de atrair um público que nunca iria praticar atividades físicas regularmente para a academia:  Os nerds!!!!  Tenho um filho super nerd que adoraria fazer atividade com realidade aumentada.  Imagina que máximo!!!!!
  6. Apps – São tantas opções, mas muito poucas completamente integradas.  Quando o aplicativo tem um mobile massa, fica devendo no sistema de pagamento, ou tem um acompanhamento nutricional maravilhoso e o treino deixa a desejar.  Enfim, já vi muitos e não há um completamente pronto (especialmente para as necessidades dos brasileiros – impostos e etc).  Uma grande oportunidade para algum desenvolvedor ninja!
  7. Gamification – vem muito na linha do engajamento de públicos completamente diferente dos usuais de uma academia.  Desde criança, jovens e adultos que necessitam de diversão.  Imagina um studio de funcional com vários features eletrônicos!!!!!
  8. Muitas outras ideias – nossa!  tem muito mais possibilidade.  Imagina uma rede social restrita ao ambiente da academia, onde pudesse rolar um Tinder fitness…

Então…  quer empreender na área fitness????  O que não falta aí é ideia…

 

Esta palestra foi apresentada na Rio Info em 2016, evento que aconteceu de 4 a 6 de julho.

 

 

A Deficiência está nos Olhos de Quem Vê!

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Esse meu texto vai sair um pouco da linha corporativa, muito em função do que venho acompanhando de explosão de crianças especiais, microcefalia, autismo, down… O que o mundo está querendo nos dizer com tantos casos de crianças especiais???

Para começar a nortear esse texto, não acredito que um ser seja completamente incapaz.  Não acredito que NADA nasça sem um propósito, sem um objetivo. Seja ele para ensinar aos pais algo ou a si próprio.  Assim, mesmo que em estado vegetativo (Stephen Hawking está aí para provar que há muito mais numa mente de um corpo inerte do que podemos imaginar), crianças especiais tem muito a nos ensinar, principalmente sobre perseverança e fé!

Já comentei num outro texto, que assumir que tinha feito uma mercadoria com defeito, foi para mim um desafio, me custou algumas horas de análise, uma indisposição familiar e um casamento…

Sempre fui muito exigente comigo e com os que estão à minha volta e lidar com a pseudo incapacidade de um filho mexe com as estruturas de qualquer um.

Yan sempre foi diferente. Ao mesmo que tinha algumas situações de genialidade, vivia numa atmosfera própria, com seu ritmo, seu tempo e suas diferenças e “incapacidades”…

Somente quando ele tinha 10 anos que consegui fechar o diagnóstico de autismo.  Primeiro pensamento: Como autismo??? Ele fala! Super bem, super explicado!!!!

Pois é, o mal da gente é achar que sabe tudo… Os estereótipos estão aí para confundir e gerar preconceito.

Quantas vezes olhamos para um anão, paralítico ou cego com dó?!

E eu, que odeio vitimização, aceitação ou lamentos, tinha que entender que ter um filho especial não fazia de mim uma mãe pior, e dele um incapaz!

A incapacidade vem da falta de incentivo. Nunca aceitei que ele não poderia fazer algo.  Quando ele dizia que não conseguia amarrar o cadarço , malevolamente eu o deixava com tênis sem amarrar, a necessidade faz o aprendizado.  Quando ele dizia que não conseguia cortar o pão, saia da mesa e o deixava com o que ele precisaria para matar sua fome.  Maldade???? Não, amor!!!!

Esse amor fez dele um ser muito mais independente, seguro e auto-confiante, que hoje já sonha em morar sozinho, já se desenvolve numa profissão que já escolheu, mesmo estando somente com 15 anos!

Não acredito em incapacidade, acredito em falta de vontade e de apoio, que podem estar no mesmo sujeito ou na falta de sincronismo delas nas relações de pais e filhos, chefes e funcionários, filhos e pais idosos…

Vejo constantemente país de crianças especiais colocando seus filhos em redomas. A quem que eles estão protegendo? Uma criança que não come porcaria, não ganha anticorpos. Uma pessoa que não se exponha a riscos, não aprende. Uma pessoa especial que não recebe apoio, nunca sairá de sua ostra de personalidade.

O fato de uma criança ter microcefalia não significa que terá uma vida ruim. Idem para down, autismo, ou para qualquer outro tipo de deficiência(?)!

Vc pode escolher 2 caminhos:
1) se conformar e ceder à zona de conforto mais próxima: vitimização mútua, onde todos ficarão com pena da sua criança especial e você criará um ser dependente da sua pessoa para o resto da vida. Acredite: A criança vai ser feliz com sua felicidade e vai se acostumar a ter tudo na mão. Isso criará uma relação simbiótica, igual ao do jacaré que aceita que o pássaro coma seus restos de comida para ter seus dentes limpos. Duro? Pode ser, mas é a realidade!
2) ser o vilão da história. Aquela que exige, briga, se estressa, mostra das formas fáceis e difíceis o quanto vc acredita e apoia as competências do seu ser especial e espera para colher os frutos. Isso dá um trabalho triste!!!! Mas você corre um sério risco de ter um adulto especial que venceu tudo e todas as dificuldades da vida!

O maior psiquiatra do mundo da área de autismo é autista! Ele dá palestras no mundo todo e lida com crises não raras.

Dia desses vi a reportagem de um hotel que só tem funcionários com Down.

Alguns outros autistas conhecidos ou com suspeitas do diagnóstico, devido à comportamentos comuns ao espectro autista: Messi, Einstein, Mozart, Darwin, Bill Gates, Isaac Newton, Da Vinci, Michelangelo…

Aleijadinho, um dos maiores artistas que o Brasil teve era considerado incapaz.

Tom Cruise, Aghata Christie, Chrchill tinham dislexia.

Ray Charles, Stevie Wonder, Andrea Bocelli, Camões, cegos…

Bethoven compôs a maior parte de suas sinfonias já surdo…

Resumindo: a deficiência está nos olhos de quem vê…

E aí, Vai aceitar a deficiência do seu filho ou vai trabalhar as competências dele?????????

A incrível geração de gestores sem educação.

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“- Fulano, te liguei ontem às 21:30 para solicitar um relatório urgente e você não me atendeu.

– Sinto muito, chefe. Quando saí daqui às 20:30 daquela nossa reunião, não tirei o celular do silencioso.  Cheguei em casa e fui dar atenção aos meus filhos que estavam quase dormindo e não vi o celular tocar.

– Da próxima vez enfie o celular na sua cavidade (…)  que pelo menos você vai sentir. Nunca deixe de me atender.”

Sim!  Este diálogo existiu!  Absurdo pensar que após todas as ações que bancos e industria de bebidas sofreram por assédio moral, ainda tenhamos gestores deste naipe.  Porém, para ser bem sincera, a impressão que eu tenho é que eles voltaram com força total.  Escuto relatos como esse todos os dias, cada vez mais, me fazendo acreditar que estamos no meio de uma epidemia do mau humor corporativo.

Percebo diretores e presidentes cada vez mais se achando Deuses supremos, impassíveis de erros, que nunca se enganam, senhores da verdade única absoluta e universal.  Seres cada vez menos preparados para as funções que assumem, que dependem de seu corpo técnico para avaliação de dados e tomada de decisão, que muitas vezes têm o péssimo hábito de empregar amigos e, às vezes, parentes para cargos de confiança, em detrimento de profissionais qualificados para as funções.  Seres que não confiam em sua equipe técnica e que creem que funcionários são iguais a biscoitos, vai um, vem dezoito.  Pessoas cuja educação fora há muito tempo esquecida e abolida de seus manuais de convivência e bons costumes.

Nas rodas de amigos é comum hoje em dia histórias como esta.  Talvez por conta da crise que assola nosso país, os funcionários estejam se submetendo a esse tipo de humilhação, pois não podem se dar ao luxo de perder seus empregos, visto que buscar outro está cada vez mais difícil.  Em uma pesquisa informal realizada pelo membros do LinkedIn a resposta que mais aparece sobre o motivo que leva alguém a pedir demissão de uma empresa é por conta da Gestão.

Como consequência à crise, as empresas com situação financeira complicada, também deixam os gestores com os nervos a flor da pele, o que obviamente não justifica este tipo de atitude, mas intensifica os casos.  A falta de habilidade na condução e administração de crises faz com que os ambientes corporativos tornem-se salas de tortura ou câmaras de gases…  Funcionários chegam em casa exauridos emocionalmente, arrasados em sua auto-estima e desestimulados profissionalmente.  Falta Inteligência Emocional!

Gestores estão perdendo a mão na condução de seus negócios e equipes.  Estão requerendo dedicação exclusiva e disponibilidade 24hs por dia, ignorando que seus funcionários têm casa, família e suas atividades pessoais, que têm vida após trabalho.  Que necessitam de uma pausa para se recomporem física e emocionalmente.  Funcionários no limite são sinônimo para afastamento por doença.

Num outro caso que tomei conhecimento recentemente, às 17:50h do dia 12 de junho, dia dos namorados, o presidente de uma empresa convocou todo o corpo diretor e vários membros da gerência para uma reunião  às 18:30h a fim de discutir itens de uma apresentação que ele faria 2 semanas mais tarde e que já estava em suas mãos há mais de uma semana.  É claro que esta reunião foi até muito tarde (precisamente até 22:45h) e o fato deixou os participantes numa situação no mínimo complicada com seus respectivos maridos e namorados.

Além disso, me relatam cada vez mais casos de gritos, ofensas, grosserias e xingamentos por parte dos gestores.  Gestores que humilham na frente de todos, enganam, demitem sem justificativa, ofendem e, principalmente, querem que seus funcionários trabalhem como super heróis e vivam como monges.  Histórias onde gestores agem com grosseria, sarcasmo e humilham funcionários, principalmente para aparecer mediante superiores ou restante da equipe.  Acham que para serem gestores precisam ser temidos.  Desculpem o vocabulário, mas esses caras são uns babacas!

Hoje mesmo recebi um email de uma pessoa que leu meu artigo sobre demissão (Demitir, a pior tarefa de um gestor), onde ela se identificou e relata dificuldades em receber feedback, falta de adequação de funções, coaching inexistente e, acima de tudo, o não posicionamento definitivo dos mesmos mediante a problemas futuros.  Depois que o problema acontece, mesmo já tendo sido avisado, quem paga é o funcionário.  Não há uma cultura de prevenção.  Depois que acontece, um tem que ser punido, normalmente o lado mais fraco.

Recentemente presenciei uma briga entre dois diretores e um presidente, onde se ouvia os mais variados tipos de palavrões, alguns que eu nem conhecia.  Como uma empresa minimamente séria consegue respeito de seus funcionários se seus diretores não se respeitam?  A atitute entre seus gestores já reflete a falta de preparo dos que deveriam motivar e inspirar suas equipes.

Numa pesquisa rápida entre meus amigos, observei que a maior parte de gestores que agem desta forma estão entre 30 e 45 anos.  Claramente me traduz uma falta de preparo e experiência dos mesmos em gestão e condução de times multidisciplinares.  Os caras não sabem sequer como demitir! Acham que gerir é no grito, não sabem a diferença de autoritarismo para autoridade, poder para o respeito, liderar e gerir.   O mundo evoluiu e eles continuam no século XIX, agindo como senhores com seus escravos.  Desconhecem palavras e conceitos como coaching, feedback, gestão participativa, espírito de equipe…

A falta de preparo está em desconhecer que muito mais producente será um time em que o respeito, a cumplicidade e o senso de equipe serão matrizes da motivação em conjunto.  Todos remando numa mesma direção, com a mesma gana de vencer, sem raiva ou rancor, sem humilhação, grosserias, ou se sentindo coagido a qualquer coisa, se obtém resultados muito mais expressivos.  A atmosfera da empresa, mesmo em clima de crise, se torna mais amena e cooperativa.  As vitórias passam a ser comemoradas por todos enquanto as derrotas passam a doer em todo o time, que faz com que todos se movimentam para tentar mudar essa realidade.

“Quando um chefe está num cargo além de sua competência, se sente inseguro e contrata idiotas como ele. Isso gera um conglomerado de idiotas unidos para manter o poder.”
John Hoover, Como Trabalhar para um Chefe Idiota 

“Trabalhar mais não é sinônimo de eficiência”
Thomas Silveri, consultor 

“A maior recompensa e motivação, é atingir os objetivos e metas com satisfação e alegria, principalmente com a união e bem estar de todos, deixando de lado rancores, maldades, orgulho, competição e etc. Tornar tudo mais fácil e prazeroso, tornar o lugar onde você está, ou seja, em casa, na rua, na escola ou no trabalho o melhor ambiente possível, incentivando todos a caminharem na mesma direção e com o mesmo objetivo, satisfazendo todas as necessidades legítimas.” Hunter, James C., O Monge e o Executivo

 

 

Novo vício a ser tratado: DEPENDÊNCIA POLÍTICA

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Infelizmente percebo que a grande parte da população foi condicionada, através de um governo paternalista, a depender de seus governantes e a se acostumar a ter o peixe pescado em cima de sua mesa…  As pessoas perderam o condicionamento de lutar pelo que querem, principalmente os mais humildes…  As pessoas desaprenderam a pescar!

Porém, esta relação simbiótica (uma relação mutualmente pequena, na qual, dois ou mais organismos diferentes são beneficiados por esta associação) se torna pobre nos resultados e cria uma relação viciosa entre as partes, sem ganhos para a parte menos favorecida.

Este processo afeta muito a população carente, mas também afeta pequenos empreendedores de cidades mais afastadas dos centros urbanos, onde a dependência política é mais que um vício, acaba virando epidemia.

Recentemente participei de uma reunião com micro e pequenos empresários do setor de turismo de uma região de Pernambuco, juntamente com entidades do governo e de negócios.    O objetivo era entender as maiores dificuldades destes empresários e tentar eleger prioridades e projetos emergenciais para ajudar no retorno da competitividade da região.

Nas rodadas de negócios, pude perceber que todos reclamavam que seu município estava entregue as traças, com uma baixa muito grande de turistas, inseguraça, problemas, problemas e problemas…  Todos os empreendedores colocavam nas costas do governo 100% de suas frustrações.   Porém, conforme a reunião transcorria, os problemas surgiam dentro de uma mesma temática e uma queixa me chamou a atenção.  Todos reclamavam que o prefeito tinha cancelado a festa de São João, uma chance maravilhosa do setor de faturar num mês de baixíssima procura.  O prefeito alegava falta de verba, que se pagasse a festa, faltaria para os salários.

Pedi a palavra e perguntei: Por que vocês não se reúnem e promovem uma festa dos empresários, uma festa de parceria, trazendo inclusive cantores locais para se promover, as quitudeiras da cidade vendendo suas comidas e os artesãos suas peças.  Um silêncio invadiu a sala.  Por que não? Por que não parar de pensar no problema para agir com a solução?

Percebi os olhares meio culposos, os pensamento tão altos que podia escutá-los…  Para aliviar o mal estar contei-lhes uma história para exemplificar, de quando eu era criança e morava no subúrbio do Rio.  Uma vez um morador da rua onde eu morava resolveu que ia (SEM DINHEIRO) estruturar a melhor festa de rua da cidade.  E assim, com esse pensamento, ele promoveu parcerias com empresas de bebidas para fornecer as barracas, fechou com cantores em início de carreira para se auto-promoverem, recolheu patrocínio e doações dos moradores para a decoração, convocou a vizinhança a montarem as barracas com doces, salgados e brincadeiras.  O primeiro ano de dureza se transformou numa festa que teve sua duração prorrogada, devido ao sucesso e a garantia de 10 anos de existência, inclusive com cantores de grande expressividade nacional.  A força da parceria e da iniciativa privada realizaram o evento, nada foi empecilho.

Ou seja, quem quer, faz por onde acontecer.  Não coloca a culpa nos outros e se torna protagonista da sua própria existência.

O mercado em crise clama por novidades, por parcerias, por rateios, por novas formas de se fazer negócios.  Que tal pensarmos em formas de acabar com essa dependência política que estamos vivendo…  Sejamos mais!  Sejamos vencedores!

Redes Sociais e Educação – Um Desafio para pais e educadores

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Cada vez mais cedo nossas crianças estão tendo acesso às novas tecnologias.  Desde bebes, pais fornecem seus celulares com o objetivo de suas crianças ficarem enfeitiçadas vendo videos de Galinha Pintadinha e similares.

Nossos pré-adolescentes já não conseguem viver sem WhatsApp, Facebook, Instagram, e muitos outros, que nós, adultos muitas vezes nem conhecemos… Imagina a próxima geração que vem por aí!!!!

Com a internet invadindo as relações cotidianas, vários conceitos precisam ser revistos.  Por exemplo: qual idade ideal para que a criança tenha um smartphone? Quais redes sociais devem usar? O que é o certo e o que é errado?  Principalmente: PAIS E EDUCADORES ESTÃO PREPARADOS PARA ESTA NOVA REALIDADE?

Na verdade, é um grande desafio, mesmo para pais conectados, administrar as farinhas com seus dedinhos super ágeis utilizando de forma intensa todos os aplicativos e ferramentas digitais que a internet pode oferecer…

Além de trabalhar na área digital há muitos anos, tenho 2 filhos super conectados, com perfis de idade, utilização e aspirações completamente distintos.  Isso vem me ajudando muito a traçar o perfil de uso da molecada e, da maneira que posso, ajudar pais e educadores na orientação acerca deste tema.

Uma coisa já digo: Agora não adianta mais proibir!  Nossos filhos estão na rede!!!!  E, para que eles não virem comida para tubarão (pode parecer forte, e a intenção é essa mesmo!), é bom aprendermos a lidar com isso e transformar esse desafio em interação e facilitador para as relações super complexas entre pais e adolescentes.

Já que não adianta proibir, vamos à parte prática: Comprar um smartphone para o filho…  Ah, uma novela!!!! Principalmente porque as crianças tem amigos que vão levar os telefones mais mega fantásticos para a escola e seu filho não vai querer sair por baixo.  Independente de ceder ou não aos caprichos dos rebentos, é importante saber que existem sistemas e SISTEMAS em termos de controle e segurança.  Resumidamente e sem entrar muito no mérito, vou dar uma dica dos 3 principais sistemas operacionais existentes (e mais pedidos pela garotada). Ah, vou usar uma linguagem não técnica para ficar bem claro e, obviamente estou pensando na segurança das crianças e não em qual modelo de celular é melhor ou pior.

  1. Android – De todos é o que eu considero menos seguro, se for Samsung então…  Todos os dados do Android ficam numa conta Google.  O Google usa nossos dados para nos monitorar 24h por dia.  Motivo? Simples, o google ganha dinheiro com propaganda e, quanto mais ele souber sobre seu estilo de vida, onde você vai e o que você faz, mais assertivo ele será nas ações de publicidade dele.  Além do que, nossos pequenos são uma criatividade só ao estabelecer senhas (123456, data de aniversário, nomes simples) enfim, tudo muito facilmente desvendado por qualquer um (nem precisa ser hacker não).  Depois que a senha está descoberta, você ficou absolutamente vulnerável.  Quando falamos de crianças, isso se torna potencialmente mais perigoso.
  2. IOS (Apple/IPhone) – É possível se criar conta familiar e mesmo uma única conta para mais de um aparelho.  Desta forma, é possível saber, por exemplo, o que seu filho está baixando, quem ele está adicionando na lista telefônica, o que ele está jogando e as anotações que ele está fazendo. Ah, o serviço Busque do Iphone é perfeito e você pode controlar a localização do seu bebê e até mesmo mandar um alarme sonoro, mesmo que o som do telefone esteja desligado.  O grande problema é que são aparelhos caros e muito visados por ladrões e, em algumas situações, por engraçadinhos mesmo dentro da escola.
  3. Windows Phone – O controle de pais é o melhor que eu já vi.  Você tem absoluto controle do que a criança pode instalar, dependendo da situação, ainda exigir a sua aprovação para que o aplicativo baixe no celular de seu filho. São aparelhos, em geral, com resistência boa e com preços bem convidativos.  Porém, as crianças não são muito fãs não…

 

Celular na mão, começou a dor de cabeça… Seu filho passará horas sem estudar falando com amigos.  Neste momento é bom estabelecer regras, para que o celular não torne um tormento para pais e filhos.

Saiba sempre a senha de seu filho, principalmente os menores, e dê incertas para ver o nível das conversas que ele está tendo.  Adianto que ano passado tive um susto quando fiz isso no celular da minha filha, então com 10 anos.  É bom fazer isso 2 vezes por semana.

Conheça as novas redes sociais, entre nelas, saiba como funcionam.  O maior problema é que os pais, por desconhecerem, não conseguem orientar as melhores formas de utilização das ferramentas.

Converse sistematicamente (principalmente com meninas) sobre os falsos perfis de pedófilos, como agem, mostre cases (se achar necessário).  Infelizmente nossos filhos acham que somos os porta-vozes do apocalipse e que as coisas que falamos são tão irreais quanto a existência de super-heróis.

Para educadores, o desafio está em manter a ordem na sala de aula.  A dica que eu dou é para que eles utilizem as redes e fiquem próximos de seus alunos.  Peçam atividades pelas redes sociais, crie canais de comunicação utilizando ferramentas alternativas.  Além de educativo, prenderá a atenção dos adolescentes…

Toda rede social tem FILTRO DE PRIVACIDADE, oriente as crianças a usarem, a não adicionarem de forma nenhuma quem não conheçam, a reportar a vocês qualquer ação estranha ou suspeita.  Atenção também ao Cyber Bullying, que acontece de várias formas e maneiras, principalmente em salas de jogos online.

Esta palestra abaixo foi ministrada para algumas escolas, com o intuito de mostrar para educadores quais as redes sociais mais usadas e perigosas para os adolescentes.

Lembre-se: A melhor forma de vencer o inimigo, é conhecendo todos os seus pontos fortes e fracos.

Empregabilidade na Era Digital – Dicas para Candidatos

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Há alguns (não muitos) anos atrás, era comum sair com uma pasta cheia de currículos impressos de porta em porta, entregando a folha de papel com as suas informações, experiências e pretensões, o qual tinha o sóbrio nome de Curriculum Vitae, nome este que vem caindo em desuso, foi convertido para as iniciais CV, ou para o neologismo currículo.

A forma como empresas buscam seus candidatos mudou bastante nesta nossa nova era digital, a forma de avaliação de candidatos mudou ainda mais. A questão é: empregados e empregadores estão preparados para esta mudança?

Recentemente, um caso chamou muito a atenção acerca deste tema. Uma moça, recém contratada por uma pizzaria, postou no seu Twitter: “Dormir pois amanhã começo a trabalhar naquela m$&*^”. O que ela não contava era que o chefe dela veria a mensagem. Ele também externalizou sua opinião da mesma forma que ela, publicamente: “Não precisa mais dormir. Você não estará mais trabalhando na minha pizzaria”. O caso ganhou grande repercussão e discursão de como devemos vigiar nosso comportamento na rede.

Falando neste post especificamente para quem busca emprego. Percebo uma grande falta de cuidado dos candidatos na hora de buscar suas oportunidades. Muitos erros que têm como consequência o desemprego de muitos por longos períodos.

Como recrutadora, observo alguns erros recorrentes e, baseada nesta experiência, elaborei alguns itens que falo na minha palestra de Empregabilidade nas Mídias Digitais, conforme listo abaixo:

1) Defina Objetivos / Posicione-se – O que você quer para si? Qual seu objetivo? Seja claro e realista. Não aumente muito o seu objetivo em relação à sua experiência e nem fique muito aquém dela.

2) Pense nos seus pontos positivos e negativos. Auto-crítica. – Repense o que deu certo e o que deu errado no seu último emprego, tente traçar um plano para ajustar os pontos que necessitam de aprimoramento. Seja sincero com você mesmo. A soberba não pode nem chegar perto neste momento. Porém, não deixe a auto-estima baixar, pois você precisa estar consciente de suas forças e de suas fraquezas para a próxima batalha.

3) Construa seu Currículo claro e definido – um recrutador recebe centenas de currículos por dia. Faça o seu o mais objetivo possível, sempre deixando claro suas competências e experiências, escreva em pontos usando palavras-chaves para facilitar a leitura e a identificação do mesmo.

4) Se necessário faça 1 curriculum para cada objetivo – Por exemplo se você trabalhou na área logística e de marketing e está buscando emprego em qualquer uma das áreas, o ideal é que você desenhe o currículo de logística com as palavras-chaves de logísticas em destaque para facilitar ao recrutador, a mesma coisa para o setor de marketing, já que têm palavras e objetivos bem diferentes um do outro.

5) Cuidado com o contato:

– emails infantis – uma vez recebi um currículo para executivo de vendas cujo email era peixinholindinho123@mail.com. Email sexy ou infantil demais não são adequados a um currículo.

– contatos que não existem – cansei de tentar contatos que deixam no curriculum e que não existem ou que ninguém retorna.

– de alguém que não dará o recado – acontece muito esquecimento e com pais/maridos/esposas que não querem que seus respectivos trabalhem, ou problemas familiares bem piores que esse.

6) Não minta! – A mentira tem pernas curtíssimas, principalmente na era digital!

7) FOTOS NO CURRICULUM! – Não precisa! Somente para promotoras é aceito. Essas fotos podem atrapalhar demais um candidato. Realmente não tem necessidade.

8) Não coloque referências no currículo, a não ser quando pedidas.

9) Siga as instruções da vaga – se a vaga pede para enviar o curriculum com um determinado assunto, não deixe de ter a atenção de cumprir com este pedido, por exemplo.

10) Não Assinar curriculum – completamente fora de uso. Estamos na era digital.

11) Erros de português no currículo – ou na postagem da vaga, são inadmissíveis.

12) Não colocar números de documento e filiação – além de um risco grande nos dias de hoje, nenhum recrutador pedirá desnecessariamente. Normalmente estes documentos são pedidos num processo de recrutamento mais avançado, não no currículo.

13) Nada de mensagem religiosa – Seja o mais discreto possível com relação às suas preferências religiosas. Nada de salmos ou termos religiosos, no currículo ou na entrevista.

14) Não prospecte seu CV – não envie para vagas que não estejam dentro do seu perfil. As empresas, em geral não guardam esses currículos, a não ser quando têm banco de talentos. Neste caso, normalmente esses currículos devem ser cadastrados numa sistema de recrutamento para facilitar a identificação em oportunidades futuras.

15) Cuidado na carta de apresentação – Quase nunca são lidas, mas quase sempre derrubam candidatos. Cartas piegas demais são ponto negativo para o candidato. Seja sucinto e objetivo na carta para facilitar o recrutador.

16) Cuidado com ofertas “fáceis” demais – Existem muitos golpes no mercado. Cuidado para ofertas muito maiores do que seus objetivos. Jamais pague para ser entrevistado ou para ter seu currículo enviado a alguma empresa. Muitas empresas se aproveitam da situação de desespero de pessoas que necessitam trabalhar para dar golpes.

Estas são algumas dicas, espero que ajudem! 😉

Para facilitar, busque ajuda de um amigo para criticar seu curriculum e treinarem entrevista juntos. Isso ajuda bastante na segurança para a entrevista real.

 

Veja a palestra que ministrei sobre o tema Empregabilidade e Empreendedorismo nas Redes Sociais: