mulher independente

Pílulas de Gestão 6

Postado em Atualizado em

O número de mulheres independentes aumenta a cada dia.

Mas, sempre teremos fragilidade.

Já ouvi várias e várias vezes que não sou mulher de se namorar pq sou independente demais e isso assusta. Até onde estou sendo tão rígida e inflexível?

Esta semana não está sendo fácil. O universo está testando todas as minhas fragilidades, vulnerabilidades, e (talvez, por que não assumir) carências.

Desde um pouco antes do fim do meu segundo casamento, tenho sido um trator numa lavoura. Sempre dando conta de tudo. Coração de pedra! Apetite de leão! Ai que mora o perigo! Não sou mulher maravilha!

Independência não significa que não posso pedir ajuda. Que não vou precisar de colo.

Por mais PNL, auto-hipnose e tudo o mais que eu possa dominar, sou humana. Não super-humana!

Daí o copo transbordou, furei os dois pneus e precisei de ajuda.

A quem recorrer?

Aconteceu de Td: medo, desespero, dúvidas, pânico, impaciência (estava indo para uma reunião quando aconteceu e tinha compromissos até às 16h).

Fiquei por mais de 50 min parada, esperando um guincho, sozinha na entrada de uma favela, logo depois de uma curva entre as duas galerias do Rebouças. Pior, quando o meu guincho particular chegou para me tirar daquele perigo, apareceu um filho da puta da concessionária para não deixar. Até então eu estava sozinha. Demorou mais 20 minutos para chegar a porra do guincho deles.

Por muita empatia, o meu guincho me esperou por todo esse tempo na área reservada e levou meu carro até uma das garagens que eu trabalho. Fui para a reunião, depois resolvia…

Mas, e aí quem poderia me ajudar com 2 pneus furados? Como poderia resolver isso? E o RJ estava começando com um daqueles temporais!!!

E apareceu! Um supervisor da empresa que eu trabalho, pegou chuva, se sujou, ficou até quase às 20h para me ajudar.

A gratidão invade meu peito e principalmente a certeza de que preciso realmente me flexibilizar.

Foram 2 anjos num só dia. O motorista do meu guincho e o supervisor da minha empresa que ficou até bem depois do horário procurando borracheiro e trocando pneu para eu poder voltar para casa.

Não há mal nenhum em ter dias que eu não dê conta de tudo!

Eu preciso me permitir!

Gratidão, Gratidão, Gratidão!

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Muito Bela, Pouco Recatada e Nada (Absolutamente Nada) do Lar!

Postado em Atualizado em

As polêmicas sempre aparecem, as pessoas sempre se identificam com um estereótipo vendido pelas mídias…  A mulher magra, inteligente, bonita e fofa…  E daí se eu não for assim!  E daí se eu quiser continuar sendo eu mesma.

ATO 1:  Muito Bela

Há muito precisei trabalhar minha auto-estima.  Sempre brigando com a balança.

Lembro de aos 14 anos, no auge da minha adolescência, numa boite domingueira dos anos 90, escutar 2  rapazes muito bonitos falarem para mim:  “Que rosto lindo, pena que é gorda!”…

Lógico que como toda adolescente noiada, cortei café, almoço e janta para não cortar os pulsos!

Mas, isso passa!  Aliás, se tem uma coisa que acontece na vida, é que tudo passa!

A gente passa a aceitar mais (um pouco mais, tá certo!) como somos e trabalhar em nós mesmo a auto-estima. Ou procurar urgente soluções para o que nos incomoda.

Hoje sei que sou bela.  Na minha beleza com rugas, cabelos brancos e pneuzinhos e celulites espalhados pelo corpo.  Cada dia que me sinto incomodada com algo, resolvo…  Vou ao cabeleireiro, faço uma dieta, frequento a academia ou até mesmo aplico um botox.  Sou bela, enquanto me achar bela.

 

ATO 2: Pouco Recatada

Falo alto, canto enquanto dirijo, no banho ou quando quero, falo palavrão e ligo o disque-Foda-se de vez em quando, não me faço de fofa, nem bajulo a todo mundo.  Sou do estilo ou ame ou odeie.

Sou eu mesma!

Ah… Ok…

Meu pai nunca deixou eu sair a noite sem que ele soubesse (E APROVASSE) com quem.  Apesar de ter passado para faculdade em SP, meu pai não me deixou ir para não ficar sozinha no meio de muitos homens (engenharia mecatrônica).

Nunca fiquei bêbada, aliás eu nem bebo…

Meus namorados, conto talvez em uma só mão.

Não uso roupa curta (até pq meu corpo não permite), sei conversar de inúmeros assuntos e até tenho a educação de disfarçar e ser uma excelente DAMA.  Sou quase recatada… mas, não muito.

Dane-se!!!  Prefiro ser louca do que ser triste!!!!!

Amo ser eu!  Falando alto, sarcástica, engraçada e às vezes rude!  Onde está escrito que eu, euzinha, tenho que ser como os outros querem?

 

ATO 3: Nada (Absolutamente Nada) do Lar

Desde muito nova, meu pai nunca permitiu que eu fizesse nada em casa, no máximo era a louça da janta 2 vezes por semana.  Certo ou errado, o discurso dele era que eu não podia perder tempo de estudo.  Que tinha que aproveitar meu potencial, minha inteligência e facilidade de aprender…  Que tinha que ser preparada para trabalhar  e ser independente.

Nunca cozinhei, nunca lavei, passei ou organizei minha casa.

Sempre trabalhei.  Tive 2 filhos e obvio tive ajuda, muita ajuda!  Minha mãe, minha avó, minhas tias, meu pai…  sempre estiveram por perto quando as minhas competências nada desenvolvidas para afazeres domésticos comprometia a organização e a minha rotina.

Foquei para me tornar independente.  Aos 27 anos já era executiva de banco.  Aos 35 já me tornava diretora.

Quando me separei, consegui me manter sozinha com meus dois filhos, sem comprometer a minha independência.

Me viro nos trinta, nos quarenta e nos 50, só não me peça para arrumar e ser do lar.  Enlouqueço, de verdade!

 

Não sou nada, absolutamente nada do lar, sou independente e tenho orgulho disso!

 

ATO FINAL: A Mulher Perfeita

A mulher perfeita, ideal e sem igual é aquela que somos por dentro.  Aquela que pensa e age com sua natureza, não se subjuga ao que lhe ofende e a que se sente feliz com suas escolhas.

Sou a mulher perfeita para mim, se o deixar de ser, me transformo novamente em mim e fim!

 

#belarecatadaedolar

 

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