empatia

Crianças Especiais e o Mundo Nada Empático

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Meu filho abanava as mãos, os meninos maldosamente o chamavam de Borboleta.

Era a estereotipia do autismo dele. Pedia para ele tentar se controlar na frente dos meninos, mas ele, naquela inocência digna dos anjos, me dizia que era para mostrar que estava feliz, que ele pensava melhor quando sacudia as mãos!

Como mãe, eu ficava arrasada ao ver que os meninos iam para a minha casa para jogar o vídeo game novo dele e saiam falando que ele parecia um “bichinha”, uma “florzinha” ou apelidos piores.

Quando ele iniciou o tratamento da Terapia do Condicionamento Comportamental, pedi para a terapeuta dar um jeito naquilo, que ele era rechaçado pelos coleguinhas. Fiquei com vergonha de pedir isso, parecia que eu queria consertar o meu filho, quando na verdade eu deveria consertar o mundo. O que tem de errado em abanar as mãos?

O mundo não é empático no geral. Encontraremos pessoas simpáticas à nossa dor, amigas e dispostas a ajudar, mas não se engane com isso!

Seja forte para enfrentar os opositores, eles serão bem duros. Precisamos ser resistentes.

Criei meu filho mostrando que o mundo sempre será cruel, mas isso não pode mudar nossa essência. Mesmo num terreno árido, temos que florescer.

Ele cresceu, a estereotipia sumiu. Mas o aprendizado ficou. Criei um ser empático! Eu consegui!

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Pílulas de Gestão 6

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O número de mulheres independentes aumenta a cada dia.

Mas, sempre teremos fragilidade.

Já ouvi várias e várias vezes que não sou mulher de se namorar pq sou independente demais e isso assusta. Até onde estou sendo tão rígida e inflexível?

Esta semana não está sendo fácil. O universo está testando todas as minhas fragilidades, vulnerabilidades, e (talvez, por que não assumir) carências.

Desde um pouco antes do fim do meu segundo casamento, tenho sido um trator numa lavoura. Sempre dando conta de tudo. Coração de pedra! Apetite de leão! Ai que mora o perigo! Não sou mulher maravilha!

Independência não significa que não posso pedir ajuda. Que não vou precisar de colo.

Por mais PNL, auto-hipnose e tudo o mais que eu possa dominar, sou humana. Não super-humana!

Daí o copo transbordou, furei os dois pneus e precisei de ajuda.

A quem recorrer?

Aconteceu de Td: medo, desespero, dúvidas, pânico, impaciência (estava indo para uma reunião quando aconteceu e tinha compromissos até às 16h).

Fiquei por mais de 50 min parada, esperando um guincho, sozinha na entrada de uma favela, logo depois de uma curva entre as duas galerias do Rebouças. Pior, quando o meu guincho particular chegou para me tirar daquele perigo, apareceu um filho da puta da concessionária para não deixar. Até então eu estava sozinha. Demorou mais 20 minutos para chegar a porra do guincho deles.

Por muita empatia, o meu guincho me esperou por todo esse tempo na área reservada e levou meu carro até uma das garagens que eu trabalho. Fui para a reunião, depois resolvia…

Mas, e aí quem poderia me ajudar com 2 pneus furados? Como poderia resolver isso? E o RJ estava começando com um daqueles temporais!!!

E apareceu! Um supervisor da empresa que eu trabalho, pegou chuva, se sujou, ficou até quase às 20h para me ajudar.

A gratidão invade meu peito e principalmente a certeza de que preciso realmente me flexibilizar.

Foram 2 anjos num só dia. O motorista do meu guincho e o supervisor da minha empresa que ficou até bem depois do horário procurando borracheiro e trocando pneu para eu poder voltar para casa.

Não há mal nenhum em ter dias que eu não dê conta de tudo!

Eu preciso me permitir!

Gratidão, Gratidão, Gratidão!

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