Gestão de Pessoas

Qual a Importância de uma Análise de Perfil na Escolha da Profissão Certa?

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Quantas pessoas do seu convívio largaram a faculdade por entenderem que aquele não era o caminho certo para elas?

Quantas que você conhece trocaram de curso porque viram que aquilo não era o que gostariam de fazer para a vida?

Quantos profissionais frustrados em suas funções você conhece?

Quantas pessoas decidiram mudar de carreira, depois da vida estabilizada, com a desculpa de finalmente ser feliz trabalhando?

Pois é, na maior parte das vezes, essa desistência, frustração e senso de não pertencimento está diretamente relacionado a inadequação do seu perfil à sua carreira. Ou talvez a falta de adaptação do seu perfil às funções da carreira escolhida, seria o mais correto a se dizer.

Temos competências originais, aquelas que nasceram conosco. A partir do momento que as conhecemos, podemos decidir com mais assertividade o caminho a seguir. Até mesmo conseguimos decidir quais competências desenvolver ou não para a adequação do nosso perfil às necessidades do meio.

Já conheci pessoas que fizeram a faculdade por influência dos pais, sem terem absolutamente nada a ver com aquilo que estavam estudando.

Qual o resultado disso????

Pessoas perdidas, evasão dos cursos, formações tardias, estresse, desmotivação, ansiedade e depressão.

Eu particularmente, fiz 3 faculdades e até agora 4 Pós/MBAs. Talvez por uma falta de orientação no início. Hj, por me conhecer, já consigo complementar minha formação para ajuste do meu perfil às minhas necessidades profissionais. Mas já fui muito infeliz e impotente quanto ao meu caminho profissional.

Conversei com um amigo hoje, ele trabalha numa universidade federal. Ele me deu um dado alarmante: só esse mês de julho de 2019, a coordenação que ele trabalha (apenas 2 cursos), recebeu 28 solicitações de cancelamento de matrícula. Alarmante não?

Analisemos os transtornos:

  • Em se tratando de universidade federal, essa pessoa ocupou a vaga que poderia ser de outra pessoa com perfil mais ajustado, gastou dinheiro público em vão.
  • Olhando com ótica da pessoa, perdeu n semestres que não poderão ser recuperados, já que ainda não produzimos uma máquina do tempo, se sentiu frustrada, desmotivada e muitas vezes a ansiedade e depressão vieram até como originador da desistência.
  • O senso de não pertencimento aquele grupo, por ser uma das necessidades básicas do ser humano, gera transtornos sérios, que podem reverter em questões de saúde.

Ser reconhecido, uma outra necessidade do ser humano, está também diretamente relacionado às suas competências, ao que vc faz e pode fazer de melhor. Como chegar a esse ponto se você não se identifica com a carreira? Como vc dará o seu melhor para aquilo que não pertence, não se ajusta a ti?

O autoconhecimento gera o autodesenvolvimento. Conhecer-te cura!

Sabendo das minhas competências, dos meus pontos de melhoria e das minhas qualidades originais, sou capaz de ir mais além!

A Harvard conduziu um estudo, onde identificou que a esmagadora maioria das desistências dos cursos universitários estão relacionadas à inadequação de perfil e a carreira escolhida pelos pais. São dois motivos muito claros de não conhecimento de perfil.

Eu sempre orientei meus filhos de acordo com o perfil deles, é importante que eles saibam suas competências e como agem sob pressão para criar um background de tolerância à desmotivação natural da rotina de trabalho/estudo.

Por exemplo, o perfil comportamental do meu filho, é considerado um perfil raro. Somente cerca de 2,5% da população tem o perfil CA (Comunicador Analista). As características genéricas dos perfis de comunicador e de analista são antagônicas. Entendendo o perfil do meu filho, consigo prepará-lo melhor para esse duelo interno entre essas duas forças que habitam nele. Conhecer seus limites é super importante para a potencialização dos resultados dele.

Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas.

Se você se conhece mas não conhece o inimigo, para cada vitória obtida sofrerá também uma derrota.

Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas.

(Sun Tzu)

A análise comportamental assessment tem uma importância muito grande no direcionamento profissional de pessoas com carreira estabilizada, visto que orienta e extrai detalhes importantes para o aprimoramento de carreira.

Para jovens em início de carreira, essa análise pode ser determinante na orientação assertiva do caminho profissional a ser seguido. Imagina que um jovem de 17 anos ainda não possui ferramentas suficientes para entender o mercado de trabalho e uma análise de perfil com um foco na carreira.  É um presente que gostaria de ter recebido quando, aos 17 anos, fui forçada a escolher o caminho da minha vida!

Além dos 4 perfis básicos, o assessment avalia perfis compostos, gráficos, roda de competências, mapa de talentos, além de diversos indicadores motivacionais e situacionais que auxiliam no direcionamento do perfil.

Minha filha tem 15 anos e tem muitos amigos na idade de 16 a 18 anos, todos no ensino médio. De observar certas atitudes, já consigo perceber características natas de perfis específicos e muitos deles estão pensando completamente antagônico ao perfil original deles. O que isso significa? Basicamente que serão candidatos potenciais à evasão universitária nos 2 primeiros anos de faculdade.

Imagina um analista nato (concentrado, calmo, introspectivo, calado, discreto, retraído, rígido, direto, detalhistas e perfeccionistas) que decide fazer jornalismo. É possível?  Claro que é!!!!  Mas, ele precisa entender o perfil dele para que, ao entrar na faculdade, não se sinta um peixe fora d’água.  Ele, ao se conhecer e suas habilidades, poderá extrair mais da carreira escolhida e seguir um nicho mais ajustado dentro da profissão.  O não pertencimento será substituído pelo entendimento das suas skills, potencializando e se tornando possivelmente um diferenciado na sua área, gerando talvez com isso até mesmo um maior reconhecimento profissional (Estratégia do Oceano Azul – criar oportunidades pouco exploradas).

Obvio que é elucidativo em qualquer fase de carreira e de vida, mas ao orientar jovens, a metáfora mais adequada que encontro para demonstrar meu prazer em trazer essa informação a eles é a de dar à luz.  Eles saem da sessão cheios de planos e com ideias mais claras do caminho a ser percorrido.

Sou apaixonada por perfis comportamentais, mas orientar jovens realmente me traz alegria para a alma!

 

Luciana Telles – Profissional Certificada como Consultora de Perfil Coportamental pelo IBC (Instituto Brasileiro de Coaching) pelo método Disc Assessment.

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Empreender … problema ou solução?

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Já atuei como mentora de muitas empresas e, uma coisa que acontece com muita frequência, é que nossos jovens não estão preparados para empreender na mesma velocidade de suas vontades e necessidades.

É interessante, mas trabalhando diretamente com coaching, além da mentoria, consegui entender e pontuar mais assertivamente a direção para os jovens conseguirem se preparar e até mesmo tomar decisões de por exemplo ter ou não um sócio.

É óbvio que cada um de nós tem um tipo de perfil, alguns mais arrojados, outros mais conservadores, uns mais organizados, outros mais multitarefas.

Sendo o método mais utilizado no mundo para analisar perfis comportamentais, o DISC consegue identificar com uma eficácia comprovadamente alta, padrões predominantes a determinados tipos de perfis.

Há alguns anos, alguns pesquisadores compraram os direitos de uso da ferramenta DISC para estudar e ampliar os estudos de perfis e resultados, resultando assim no ASSESSMENT. Nesta ferramenta o resultado do perfil do indivíduo vem com dados, indicadores e gráficos detalhados que auxiliam na avaliação de pontos de desenvolvimento, que podem ser cruciais na abertura de um negócio ou na orientação profissional de um indivíduo.

Consegui, ao longo desses 10 anos de mentoria de start-ups, conhecer diversos perfis e hoje, com a ajuda da ferramenta de ASSESSMENT, percebo que muitos problemas podem e devem ser evitados com um simples aprofundamento do conhecimento dos perfis dos sócios do negócio e da sinergia entre eles.

Uma empresa com todos os sócios com perfis executores, por exemplo, pode ter um problema de gestão grande, se os processos e tarefas não forem bem divididos.

Ao contrário, uma empresa com todos os sócios com perfil analista (bastante comum em empresas de tecnologia), corre-se o risco do produto não sair da prototipagem. Um protótipo perfeito que talvez nunca seja efetivamente lançado.

O uso do assessment e do coaching na mentoria de empresas facilita a integração dos steakholders e o alinhamento das metas e dos resultados, sendo de grande valia para empresas e start-ups mais saudáveis e com crescimentos mais exponenciais.

Ok, e a grande pergunta… Devo ou não empreender?  Será que se eu ficar e trabalhar para os outros não vou ser mais feliz?

A resposta pode estar na avaliação do seu perfil também.  O conhecimento completo das características intrínsecas da personalidade de cada indivíduo, gera embasamento para decisões de caminho a seguir e se evitar enrascadas. Ir contra a sua natureza é, muitas vezes, mortal, para o indivíduo e para o negócio.

Tem pessoas que têm um excelente perfil técnico e que detém um determinado Know how inovador, por exemplo.  Quando essa pessoa decide empreender, muitas vezes se desmotiva, se perde no caminho, desiste e às vezes nunca mais volta com a autoestima anterior, quando era um excelente técnico. Se torna frustrado. Na análise de perfil, o relatório aponta com uma assertividade impressionante, os detalhes acerca da pessoa e os pontos fortes e fracos do seu perfil, facilitando a compreensão de um perfil empreendedor e de um perfil colaborador.

Hoje empreender é visto como uma solução para se livrar do patrão, mas essa solução pode virar um grande problema se todas as vertentes não forem checadas.  O perfil é apenas uma delas, talvez a mais importante.  Muitos falam do produto, eu não endosso. O produto é mero detalhe para quem tem estrela para fazer brilhar.

A grande questão é que convivo muito com pessoas que tiveram grandes ideias e não conseguiram executar e pessoas que tiveram ideias medíocres, mas com a execução que as tornaram sucesso.

Solução ou problema, empreender é uma questão de saber o que está fazendo e principalmente como fazer…  Para quem sabe onde quer chegar, o caminho a seguir é apenas um detalhe. Chegar lá é a certeza a se perseguir!

Se você tem interesse em conhecer mais sobre o seu perfil através do ASSESSMENT, me envie um email. O processo pode ser feito online e com certeza você conhecerá muito mais sobre você do que imagina!

Para informações sobre ASSESSMENT: lucianatellescoach@gmail.com

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Orgulhe-se de Ti

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Não é raro conhecermos pessoas com habilidades fantásticas, mas que de alguma forma “não dão certo na vida”. São pessoas que não acreditam no próprio potencial e sempre necessitam de outras como muletas. Não arriscam, não se veem como vitoriosas e não enxergam nem mesmo suas maiores qualidades. Só percebem seus defeitos, suas fraquezas e hiper valorizam seus medos.

Eu sempre digo que sou linda, inteligente, phodda em todos os aspectos . Eu absolutamente acredito em mim e, quando alguém fala que o que me falta é humildade, sempre respondo que eu me orgulho de mim, de onde cheguei e como cheguei, sou apaixonada por esse ser mega fodástico que sou. Se eu não acreditar em mim, quem irá? Se eu não me amar, quem o fará?

No meu círculo de amizades íntimas tenho pessoas que gostaria muito que se permitissem mudar a chave. Entender que nós somos o único agente de mudança capaz de nos impulsionar para frente, nos transformar em pessoas melhores e mais poderosas. Mas isso exige a permissão do eu interior e esse normalmente está ávido a nos boicotar.

Eu brinco que me tornei mestre em lutar com uma Hydra. Hydra é um ser da mitologia que tem 7 cabeças e cada vez que uma das suas cabeças é cortada, nascem 2 no lugar. Pozé! Sou PHD em guerrear com Hydras. Mas, sabe… Eu sempre venço! Porque eu acredito fielmente que eu sou força e poder e que nada é maior que minha fé! Eu sou phodda!

Eu tenho orgulho da minha história, de todos os aperreios que passei, de todos os desafios que superei, de todas as lágrimas que verti, de todas as pessoas que me decepcionaram ao longo da minha existência. Isso não me fez confiar menos. Nem em mim e nem nas pessoas. Cada vez reforço mais o conceito que cada um dá o que tem. Não é porque fulano me fudeu com atos, palavras ou sentimentos, que eu vou deixar de confiar nas pessoas, que eu vou deixar de dar-lhes amor e o melhor de mim.

Eu sou aquilo que reflito, eu reflito aquilo que sou!

O que vc tem refletido?

Escrevo no meu blog há uns 4 anos e já recebi alguns feedbacks negativos, apesar dos milhares reports positivos. O comentário negativo é uma oportunidade de aprendermos um pouco mais sobre o próximo e passarmos ensinamento através da reforço positivo da nossa intenção de sermos luz.

A indelicadeza de alguém não deve ser espelhada por nós. Devemos devolver coisas ruins com amor. Só assim seremos capazes de contribuir para um mundo melhor. Quebrando o padrão de negatividade, transmutamos os vetores de sombra que vem em nossa direção.

O ser humano tem a tendência de espelhamento, ou seja, de devolver na mesma moeda o que recebemos. Esse ciclo vicioso só traz dor.

Se numa discursão abaixamos o tom de voz e nos acalmamos, a energia se acalma e a brings tende a findar-se. Se, ao contrário, entramos na mesma vibração de gritos e xingamentos, o ciclone energético se tornará cada vez mais incontrolável.

Seja luz! Transmita luz! Reflita luz e converta sombra em luz!

Orgulhe-se de ser uma partícula do universo, saiba que podemos iluminar a nossa volta e transformar o ciclo vicioso em virtuoso!

Vc pode mais!

Querer, poder e conseguir é a fórmula secreta do sucesso!

Orgulhar-se de vc, de sua história e dos caminhos percorridos, faz de você um ser inspirador e de luz!

Orgulhe-se de ti!

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Patrícia Máximo

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Sabe aquele nome que combina com a pessoa… a Patrícia, o máximo. Um ser único!

O ano era 2015, eu estava morando em Recife, mas estava em Salvador pois gerenciava uma rede de academias. Estava jantando no Coco Bambu, depois de um dia inteiro recrutando pessoas para as novas unidades da rede.

Logo, meu telefone tocou, era uma pessoa muito especial para mim (pelo menos costumava ser), pedindo um favor: ela trabalhou na mesma empresa que eu e ele e estava desempregada, tinha um currículo bom e era mãe sozinha. Se eu poderia ajudar a recolocá-la. Já estava há alguns anos em Recife, mas ainda poderia acionar algumas pessoas, encaminhar o CV e tentar ajudar de alguma forma. Ele perguntou se podia dar meu telefone. Lembro que ela me ligou e eu estava saindo do restaurante. Muito falante e alegre, me passou essa energia já pelo outro lado da linha. Trocamos LinkedIn e ela ficou de me passar o CV dela. Tinha uma vaga para Recife, mas na época ficava ruim para ela.

O tempo passou… LinkedIn, Facebook, Instagram… uma ou outra curtida de foto e nada de muito íntimo.

Em 2017 voltei para o Rio e comecei a trabalhar. Logo tive uma oportunidade que se encaixava com o perfil dela (eu não esqueço dos pedidos especiais). Liguei para ela e ofereci. Na época ela estava trabalhando e agradeceu, mas indicou pessoas para a vaga.

Dois meses depois, abri outra vaga igual e liguei novamente para ela para mais indicações. Só que desta vez ela estava disponível.

No dia seguinte ela foi no escritório, ela tinha luz própria. Fui na recepção e ela me deu um abraço tão forte, me agradeceu a oportunidade e disse que apesar de nunca ter me visto, já me amava por tudo que sabia de mim. Apesar de estranho, não parecia forçado, nem piegas. Ela falava com sorriso natural e com verdade nos olhos.

Ela entrou para a entrevista com minha diretora e saiu contratada (ela conquistava as pessoas assim de imediato!). Começamos então a trabalhar juntas.

Exatamente 2 meses depois, tivemos um trabalho externo, num sábado. Porém só ela sabia, mas antes de ir trabalhar, eu havia me separado. Depois de um dia Td em pé e no sol, ela me levou para o shopping para que eu pudesse despairecer e ficar “linda”.

Logo depois ela me convenceu a instalar os aplicativos de namoro, mandava as primeiras mensagens pq eu morria de vergonha. A partir daí, minha vida ficou muito mais agitada e engraçada. Toda vez que saía com um cara novo, tínhamos uma contagem secreta. Comemorávamos e ríamos dos detalhes íntimos. Era obrigação ligar para ela na primeira hora depois do acontecido. Tradição!

Quando o cara que estava apaixonada terminou comigo por WhatsApp, me levou para dançar e enxugou minhas lágrimas. Ficou tão revoltada com ele, que dias depois, quando ele começou a puxar conversa em um post, discutiu com ele pelo LinkedIn mesmo.

Nesta época, em fevereiro de 2018, ela se mudou para SP, mas nosso contato não esfriou. Muito pelo contrário. Sem o peso da relação de eu ser sua gerente, passamos a ser unha e carne.

Em abril, achei que finalmente ia viver o amor de cinema com aquele que eu achava ser o amor da minha vida. E esse ela torcia tanto… quando eu me decepcionei e descobri que estava enganada, ela tb sentou comigo e chorou junto comigo.

Meu processo de aprender a ser solteira não foi fácil. E ela teve grande parcela de responsabilidade na pessoa que me tornei, me convencendo que sou forte, linda, poderosa e que eu me basto. Ela me fez acreditar em mim.

Eu exotérica (para não dizer macumbeira), ela evangélica, mas tínhamos um mesmo Deus. Rezávamos juntas sempre. Uma dava força para outra.

Ultimamente ela tava precisando mais de mim do que eu dela. E eu estive lá. Falávamos 3/4 vezes por semana. Por vídeo, por mensagem, por ligação…

Ela era feliz, irritantemente feliz! Sorria sempre. Poucas pessoas sabiam que ela tb chorava. Algumas pessoas ainda não acreditam nisso.

Há 2 semanas ela me deu um susto. Ficou internada e descobriu um probleminha. Estávamos fortes e certas que estava tudo sob controle. E estava! Procedimento marcado para daqui a uma semana… eu já estava me organizando para passar uma semana ou uns 4 dias em SP.

Mas Deus sempre mostra que não sabemos de nada.

Ela adorava moto. Minha filha disse que ela morreu vivendo da melhor forma. Talvez isso tenha sido a melhor coisa que eu tenha ouvido até agora.

Nunca vi uma pessoa amar tanto a vida, amar tanto viver. Ela era o Máximo!

Não sei como vai ser sem ela. Sinto como se tivessem me levado um pedaço.

Desde ontem, olho nossas fotos, nossa história, nossas mensagens… como vc pode não existir mais?????

Estou em pedaços…

Acho que vc me diria que a morte é a gloria que todos esperamos alcançar. Que você está com Jesus e que está feliz por isso!

Até breve, me ajuda!😢

Te amo eternamente! 💔

A Percepção da Solidão

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O que é estar só para você?

É estar em casa, sem ter com quem conversar, sem ter com quem sair, ou namorar?

Se você está nessa situação, talvez você precise ressignificar sua vida.

Há bem pouco tempo, eu acreditava que estava só. Me sentia perdida e sem rumo. Cheguei a me desesperar, chorar por diversas noites e pensei em me entregar.

Não via sentido na vida. Eu separada depois de dois casamentos longos, 2 grandes decepções amorosas, filhos crescidos, com suas vidas e suas prioridades e amigos (também já fui jovem e não faria diferente!). De repente, não mais que de repente, parafraseando Renato Russo…

…quando me vi tendo de viver comigo apenas e com o mundo…

Estar / se sentir só é muito triste e até mesmo enlouquecedor. Concordo com isso! Mas será que estamos realmente sós????

Aí que está a chave da questão.

Eu não estava só!

Eu simplesmente não gostava da companhia que eu tinha naquele momento: eu mesma!

Depositava no outro a obrigação de me acolher e me fazer feliz! Ledo engano!

Estar/se sentir é bem comumente sentido até mesmo em casamentos. Em casas cheias de gente, em grupos grandes de amigos. Enfim, em qualquer lugar.

O estar/se sentir só é absolutamente um estado de espírito (ruim) que deve ser transmutado.

A grande pergunta é como!?

Cada um tem sua forma de reagir. O essencial é QUERER!

Ressignificar a vida é muito mais fácil do que parece. A vida pode ser muito mais leve e agradável do que pensamos.

Fazer o que lhe parece ruim e transformar em bom, em construtivo e edificante, é um caminho contínuo a ser percorrido.

Pode parecer infantil, mas uma das ferramentas que eu usei na minha ressignificação foi um, ou melhor, dois livros que eu li na minha adolescência e um que li recentemente (Pollyanna, Pollyanna Moça e A Sútil Arte de se ligar o Foda-se, respectivamente).

Hoje me sinto bem e feliz ao estar comigo mesmo, eu me tornei minha melhor companhia.

Esse ciclo virtuoso faz com que as pessoas se aproximem e consequentemente a sensação de solidão vai desaparecer ou por você estar feliz consigo, ou por atrair pessoas que serão irradiadas pela sua luz!

Como disse anteriormente, cada um tem que fazer uso das suas próprias ferramentas no processo diário da ressignificância, mas ajuda a observância de algumas dicas, que exército absolutamente todos os dias:

  1. Abstenha-se de más notícias, más energias e tristezas;
  2. Se descubra, se ame. Descubra o que te alegra e o que te faz bem;
  3. Faça mais por você do que por qualquer outra pessoa, estou falando inclusive de filhos e parentes;
  4. Tenha um tempo só seu;
  5. Invista no que gosta de fazer, seja esse investimento em dinheiro ou tempo;
  6. Viaje, saia da rotina, veja o mundo;
  7. Faça programas sozinho. Comece com cinemas, almoços de domingo e passeios;
  8. Curta pequenas coisas;
  9. Se você não tiver algo de bom a acrescentar, não fale nada;
  10. Ouça! Deus nos fez com 2 orelhas e uma única boca para que entendêssemos nas suas mensagens subliminares que devemos ouvir pelo menos o dobro de falar;
  11. Não sinta pena de você!
  12. Não fale de suas frustrações ou histórias de vida tristes, se orgulhe de suas vitórias!
  13. Tudo o que você viveu, de bom ou de ruim, fizeram de você o que és hoje. Foi seu alicerce de vida!
  14. Seja sempre grato! Aprendemos diariamente, até com quem nos faz “mal”;
  15. Perdoe sempre e libere seu coração das amarras que te seguram no seu passado;
  16. Acostume-se e curta o silêncio e a introspecção. Hoje sei que nesses momentos descobrimos o melhor de nós!
  17. Independentemente de religião, fé ou ateísmo, você é o seu Deus. Aquele que inquestionavelmente existe!
  18. A única vida que podemos viver é o presente, que como o próprio nome diz, é um presente do universo para nós.
  19. O passado não dá para mudar. Se não restaram boas e saudáveis memórias, encare como aprendizado e siga em frente;
  20. O futuro depende das nossas atitudes de hoje, do presente. Se não usarmos a dádiva que nos é dada todos os dias de fazer a cada dia um melhor presente, o que poderemos esperar do nosso futuro?
  21. Lembre-se que se você não se amar, ninguém o fará mais que você!

Ressignifique a vida, ressignifique você, suas prioridades e suas paixões.

Reverta toda e qualquer energia e pensamentos negativos e acredite que você é PHODDA… Tenha certeza! E você assim será!

Eu acredito! E você????

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Quando o Emprego dos Sonhos se Torna o Maior Pesadelo

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Quem nunca passou por isso…  A felicidade e a motivação diária de ir trabalhar, de produzir, de estar com amigos e colegas de trabalho repentinamente mudar para um processo de esgotamento físico e psicológico.

Nestes meus quase 20 anos de profissão já vi isso acontecer algumas vezes com várias pessoas, por vários motivos e situações distintas.  Ultimamente percebo uma tendência muito grande deste tipo de acontecimento.  Recebo muitos emails de pessoas relatando situações de transtornos causados por mudanças repentinas na atmosfera corporativa.

Passei pessoalmente por isso algumas vezes.  Normalmente esta mudança repentina está associada à mudanças de gestão.  Chefes despreparados quando assumem seus novos times acham que mostrar trabalho é carregar uma foice e um tridente para aterrorizar os funcionários e acabar com o clima da empresa.

Tanto já vivi mudanças no clima da empresa por mudança de gestor como por mudança de comportamento do próprio gestor.

Em uma experiência aceitei fazer parte de um projeto.  Me encantei na entrevista.  O CEO da empresa foi absolutamente encantador, entusiasta, sincero e carismático.  Nossa, como fiquei feliz em receber a notícia de ser aceita por essa empresa.

Não estava errada, o projeto era novo, entraram comigo 10 gerentes para este projeto e os dois diretores que estavam na linha de frente tinham o poder de motivar e fazer a grande engrenagem se mover rapidamente.

Trabalhávamos num escritório virtual, tudo apertado, sem nenhum conforto.  Ficamos nesta situação por 3 meses, tempo necessário para nosso escritório ficar pronto.

Neste tempo fui promovida.  Mas, a primeira surpresa…  A promoção veio somente com acréscimo de função, não de salário. A proposta é que eu trabalhasse 3 meses para aí sim receber um acréscimo de valor.  E quando finalmente o valor veio…  :/ Mas, td bem…  O importante é que eu estava feliz e fazendo o que eu gostava, numa empresa que estava apostando muito.

Assumia então, além da pasta de marketing, a pasta de operações.  Nesta nova função cuidaria também da operação das nossas 5 unidades e das novas unidades que estavam sendo inauguradas, numa velocidade média de 2 por mês.  Em operação devemos ficar atentos o tempo todo, principalmente quando existe uma equipe na ponta que depende de seu suporte.  Ficava disponível para a minha equipe do momento da abertura até o fechamento de todas as unidades.  Preparava os lançamentos, desenhava o novo manual de operações e treinamento de equipe, ajustava padronização, contratava pessoas para as novas unidades, revisava todos os processos, redesenhava as estratégias comerciais, escopava o novo site de vendas, idealizava a maior campanha de marketing que a empresa teria (ok, ok, me orgulho muito deste projeto rsrsrsrs 300% da meta em 75% do tempo estimado para a campanha), gerenciava todos os processos operacionais e de marketing, trabalhava de 5 da manhã às 23h e estava absolutamente feliz.  Quase não dormia.  Ficava online inclusive sábados e domingos, pois a operação não parava, as demandas da minha equipe também não.

Nos mudamos para o nosso escritório definitivo.  Não foi só a mudança física que aconteceu.  O escritório era incrível, de frente para o mar, tudo novinho, super confortável. Porém, algo mudou a alma da empresa.  Mesmo estando confortáveis e sem o aperto do escritório virtual alguma coisa tinha transformado a gestão.

Um dos diretores (não sócio) saiu repentinamente, praticamente dias após a nossa mudança e comecei a perceber que o emprego de meus sonhos começava a se tornar o meu maior pesadelo.

O CEO, antes agradável, simpático, entusiasta, enloquente e motivador se tornou rancoroso, introspectivo, grosseiro.  Tinha perdido seu brilho e seu encanto. Palavras e mensagens grosseiras e ameaçadoras, humilhação, acareação, assédio…  esse era o dia a dia na empresa.  E era o dia todo assim.  Quando ele viajava e não ia… ui…. que alívio!

Virou piada interna entre os gerentes quando ele chamava na sala dele qualquer um de nós gerentes, um dava força para o outro dizendo: Ainda bem que é você e não eu…  Pois é…  Era duro…. Mas, tentávamos amenizar fazendo piada da nossa desgraça rsrsrs.

Passava mensagens de madrugada, ligava e exigia comprometimento quando ele entendia que era prioridade. Muitas vezes a prioridade eram assuntos completamente banais e sem um senso de urgência racional. Lembro de uma vez que ele me ligou às 23:50h para dizer que a quantidade de seguidores do facebook tinha caído repentinamente e que eu só podia desligar quando resolvesse.  Expliquei que o Facebook às vezes faz essa limpeza e que era normal, que não teria ingerência nisso, que poderíamos abrir uma ocorrência e aguardar o feedback, mas falando firmemente e de forma enfática ele dizia que não aceitava essa desculpa.  Finalmente às 2:40h, depois de esgotado todos os meus argumentos e de ter enviado mensagem até para o Mark Zuckerberg ele me deixou dormir.  Porém, meu sono foi interrompido novamente, desta vez por uma situação de emergência numa das unidades às 5h da manhã.  Às 9h a resenha recomeçou e assim foi evoluindo…

Aos poucos esse clima foi minando alguns funcionários que saíram por conta do comportamento desta pessoa, que na entrevista se mostrou tão maravilhosa.  Heads de 5 áreas saíram num prazo de 6 meses após a mudança de clima e a empresa tomou outro estilo de gestão, absolutamente autocrata, onde a criatividade e a produtividade deram espaço para o chicote e falta de energia.  O sorriso se esvaiu dos rostos dos funcionários e a motivação de ir trabalhar deu lugar aquele peso nos ombros de dez vampiros nos sugando.

Esse é apenas mais um caso clichê do dia a dia dos ambientes corporativos do Brasil.  Depois que escrevi o texto A incrível geração de gestores sem educação, onde citava a experiência (des)vivida por um amigo meu, recebi centenas de emails e mensagens relatando situações similares…

Infelizmente muitas pessoas ainda aturam esse pesadelo por falta de opção, pela falta de empregos que estamos passando nesta crise louca.  Em outras situações, quem seria o descartado seria o tomate podre que contaminou toda a cesta, não o contrário.

O maior problema é que essa situação compromete a saúde dos funcionários.  Uma empresa com esse tipo de clima tem funcionários com mais possibilidades de adoecer, aumenta as faltas e até mesmo o abandono de emprego, principalmente em níveis mais operacionais.  Sem obviamente falar da queda da produtividade.

Rezo para a economia dar um suspiro, rezo muito, de verdade, tipo uma reza forte!  Empresas que adotam esse tipo de gestão vão se engasgar com a falta que seus bons funcionários irá fazer.  Enquanto isso não acontece, vamos acreditar que tudo vai dar certo! Estejamos positivos!

 

Até a próxima! 😉

 

 

 

A Arte de se Receber (ou dar) um Feedback Negativo

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Há 6 meses atrás, quando comecei a escrever este blog, não tinha ideia do que ele realmente seria.  Inicialmente era uma forma de tentar reduzir meu tempo ocioso e relaxar um pouco num período que estava sem trabalho.

Escrever nunca foi difícil para mim e lembro que usava a facilidade que tinha com as palavras para redigir “cartinhas” para todos os fins, hoje certamente morreria de vergonha por conta disso…

Por cerca de 4 meses, escrevi textos com bastante frequencia para este blog.  Recebia alguns feedbacks, muita gente me escrevia para compartilhar meus textos em blogs de administração, gestão, pessoas e etc.  Isso, por si só, já me deixava muito feliz.  Receber feedback bom é maravilhoso, sempre!!!!!

Há quase 2 meses não entrava no blog, o meu novo emprego tem me exigido muita dedicação e me sobrou pouco tempo nesses últimos meses para sentar e inspirar-me (assuntos e motivos nunca me faltam).

De ontem para hoje, por algum motivo louco que eu ainda não entendi, o meu blog já foi visitado mais de 40 mil vezes (!!!!!!).  Com isso, recebi muitos outros emails e comentários positivos, que mais uma vez me fizeram muito bem.

Mas, receber feedback positivo todo mundo está preparado…  E para o feedback negativo???

Pois é, entre tantos e tantos feedbacks positivos, recebi um comentário negativo.  Minha primeira atitude foi de rejeitar o comentário.  Aliás, vou aprová-lo somente após postar este texto.

Um feedback negativo pode desmotivar muito mais do que levar um “toque”, uma dica ou um conselho.  É preciso atenção ao fazê-lo.  Do mesmo jeito que não estamos preparados para receber um feedback negativo, não sabemos dá-lo!  FATO!

Quando li o comentário negativo, pensei em como a pessoa tinha sido cruel em fazer o comentário.  Deletei e ponto.  Fui tomar banho e aquilo me remoendo.  Comecei a refletir sobre o significado de um FEEDBACK.

Pensei em como eu fariafeedback esse comentário, em quantas vezes também fui indelicada ou insensível com meu interlocutor e como um comentário ruim pode fazer mal a alguém.

Obvio, que como falei acima, nunca tive a intenção de ser escritora, sempre escrevi para colocar para fora o que incomodava minha alma.  Apesar de sempre me atentar muito ao português, não sou impecável.  Mas, procuro sempre estudar regras gramaticais para tentar não fazer feio.  Não imaginava receber um comentário acerca disso.  A pessoa não gostou do meu uso da palavra “mesmo” nos meus textos…

Independente de qualquer coisa, temos que entender que um feedback deve funcionar como um sinal amarelo, nunca uma desmotivação.  Avalie, imparcialmente, se o feedback faz sentido.  Ajuste os pontos que perceber que estão necessitando de aprimoramento.  Mas, nunca leve o feedback ruim para o travesseiro.  Analisar nossos pontos mais fracos faz parte do nosso crescimento, suportar outras pessoas apertando essas feridas, acelera esse processo!

Apesar de ter sido feito de forma não tão delicada, quero deixar claro que absorvi e vou trabalhar nesta minha “falta”.

 

Foto: http://slideplayer.com.br/slide/83094/

Apertem os cintos, o RH sumiu!

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Poucas profissões cresceram tanto nos últimos 10 anos como os profissionais de RH.  Esse crescimento trouxe novas perspectivas para a profissão, como salários maiores, novos cursos de especialização, reconhecimento da categoria, mas também trouxe uma carga uma difícil para ser administrada por profissionais do setor e por donos e gestores de empresas.

Tornou-se “moda” a contratação de Gestores de RH, com isso, a demanda crescente fez com que alguns profissionais se destacassem pela busca constante de especializações, mas também trouxe para o mercado uma enxurrada de profissionais mal qualificados e preparados para defender sua real função.

Sempre foi muito comum para grandes empresas, a contratação de bons profissionais de RH.  É comum também nestas empresas o investimento em aprimoramento contínuo de suas equipes, principalmente a própria equipe de RH.  O resultado é normalmente de empresas bem estruturadas, com cargos e salários bem definidos, assim como escopo de funções e pacotes de remuneração variável atrativos e com campanhas de motivação que em geral dão muito certo.  Funcionários satisfeitos e retenção de talentos seriam a premissa básica para continuar o crescimento e o bom desenvolvimento da empresa, assim pensam corretamente os gestores de companhias de sucesso.

Na contra-mão desta história toda, as pequenas e médias empresas que aderiram ao “modismo” de contratação de profissionais de RH, mas que não ofereceram autonomia ao setor montado, ou pior e mais frequente, contratam um profissional de RH para gerir o Departamento pessoal.  Ledo engano é pensar que as funções são complementares!

Profissionais de DP, em geral, têm suas imagens desgastadas por estarem diretamente relacionados a parte burocrática das relações entre patrões e empregados. O gestor de RH precisa ter a confiança dos colaboradores, deve ser o ponto de equilíbrio dos conflitos, das relações interpessoais, o ouvinte certo e estar sempre pronto para debater os anseios dos demais funcionários da empresa. Precisa ter conhecimento e bom senso para orientar e administrar os conflitos e problemas das relações interpessoais de uma empresa.

O profissional de RH que estiver focado em funções de DP, não terá tempo de executar suas reais funções, ou seja, não será um profissional de RECURSOS HUMANOS e sim de administração burocrática e documentação de funcionários.  Além disso, não contará com a confiança irrestrita dos colaboradores.

O profissional de RH deveria ser tão importante como o de vendas, ou financeiro, pois ele administra o capital mais importante de qualquer empresa, o capital humano.

O mais interessante da crise é que as empresas deixam de dar valor a seus colaboradores.  A oferta demasiada de profissionais disponíveis no mercado talvez balize essa péssima cultura das empresas nacionais.  Companhias brasileiras não investem na retenção de talentos e na capacitação de seus funcionários.  Como consequência disso, temos empresas sem cultura e sem história.  Preferem contratar outros funcionários do que investir nos antigos.

Essa contratação de novos funcionários tem sido outro problema bem grande…  É cada vez mais comum a terceirização de serviços de Recrutamento e Seleção por empresas qualificadas, sem um RH da própria empresa envolvido neste processo.  Curiosamente percebo uma cada vez mais crescente coleção de empresas com equipes mal formadas, profissionais com perfis inadequados às funções que exercem e, principalmente, completamente diferentes da cultura da empresa.  Resultado: EMPRESAS SEM ALMA

A falta de um bom profissional de RH na empresa EXERCENDO A FUNÇÃO CORRETAMENTE traz funcionários sem orientação de objetivos, desconhecendo seus potenciais, com empresas com baixo ou nenhum investimento em retenção de talentos, investimentos pífios em desenvolvimento e capacitação de seus colaboradores, programas de motivação ou de remuneração variável mal-formatados, que não conseguem motivar absolutamente ninguém e que mais parecem fórmulas complexas de física quântica para a mensuração de seus resultados, funcionários mal-assistidos, mais sujeitos a assédio moral, que por sinal vem crescendo novamente nos últimos anos, conforme comento no meu texto “A Incrível Geração dos Gestores Sem Educação“.

Enfim, o RH sumiu!  E agora????

Empresas e gestores precisam entender que a despeito de qualquer crise ou leilão de candidatos disponíveis no mercado, os funcionários são a alma da empresa.  Se eles estão felizes, motivados e bem orientados, não haverá crise que se aproxime.  Diretores deveriam usar mais os profissionais de RH como o elo de comunicação e troca de informações, para entender melhor como conciliar os objetivos corporativos com os feedbacks de sua equipe.  A troca constante de colaboradores ou a contratação de funcionários sem critérios, políticas e perfis corretos, irá gerar um clima de insegurança geral na empresa, essa atmosfera negativa pode contaminar negativamente até mesmo os funcionários mais motivados, estancando avanços e desenvolvimentos.

Invista corretamente no seu profissional de RH, saiba contratá-lo corretamente e lhe dê autonomia para fazer o trabalho dele, para exercer a função real dele.  Agindo desta forma, os resultados serão muito mais expressivos, seus funcionários estarão muito mais unidos e fortes para o enfrentamento de qualquer obstáculo.  Sua empresa só terá a ganhar!

 

Quando você precisa mudar a direção

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Uma vez vi num desenho animado uma frase que mexeu muito comigo e que venho pensando muito ultimamente:

“Se você tiver tentado todo o possível e mesmo assim não tiver conseguido o resultado esperado, parta para atitudes insanas e improváveis.” – Como Treinar Seu Dragão

Estamos vivendo uma crise muito forte e, “receitas” de recolocação que outrora davam certo, hoje não estão resolvendo mais.  Amigos e indicações não têm tanto poder de fogo, até porque ninguém está contratando…  Neste momento você tem três alternativas: 1) Continuar tentando as mesmas coisas; 2) Se desesperar; 3) Mudar o foco, ver novas direções…

Às vezes é necessário entender que algumas coisas que vivemos na vida, mesmo as ruins, acontecem para que possamos dar uma nova guinada em nossa vida, observar outros ângulos possíveis.

A metamorfose é necessária…

Ficar parado, ver a vida passar, se desesperar ou se acovardar diante dos obstáculos, não nos deixará mais fortes, não nos fará avançar!

Estou vivendo esse processo…  Fui pioneira na internet, trabalhava com redes sociais, muito antes disso ser moda.  Tive meu auge, meu passe super valorizado por muito tempo e hoje a internet é lugar comum… Fiz cursos de especializações nas escolas mais conceituadas do Brasil em negócios e em comunicação digital.  Eram cursos caros, pouco divulgados, ainda no início de tudo. Porém 7 anos se passaram…  Não precisa mais ser especialista para anunciar digitalmente, cursos e especializações não são mais tão caros e passaram a ser acessíveis a todos.  Paralelamente a isso, a crise fez com que o setor de marketing sofresse uma reformulação e os profissionais perderam um pouco na valorização de seus salários.

Preciso rever meus conceitos, reformular propostas e encontrar um novo caminho para me diferenciar num mercado que ficou absolutamente competitivo.  Criatividade é fundamental.

Neste processo é importante estarmos abertos a qualquer  “insight”…  Acabei de visualizar uma nova oportunidade…  Sabe o que significa?

Mãos a obra: Estudo, Foco, Fé e Dedicação…

A Auto-motivação é a mola propulsora para o nosso sucesso.

A arte de não desistir já nos torna vencedores.  Boa sorte para nós!

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A incrível geração de gestores sem educação.

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“- Fulano, te liguei ontem às 21:30 para solicitar um relatório urgente e você não me atendeu.

– Sinto muito, chefe. Quando saí daqui às 20:30 daquela nossa reunião, não tirei o celular do silencioso.  Cheguei em casa e fui dar atenção aos meus filhos que estavam quase dormindo e não vi o celular tocar.

– Da próxima vez enfie o celular na sua cavidade (…)  que pelo menos você vai sentir. Nunca deixe de me atender.”

Sim!  Este diálogo existiu!  Absurdo pensar que após todas as ações que bancos e industria de bebidas sofreram por assédio moral, ainda tenhamos gestores deste naipe.  Porém, para ser bem sincera, a impressão que eu tenho é que eles voltaram com força total.  Escuto relatos como esse todos os dias, cada vez mais, me fazendo acreditar que estamos no meio de uma epidemia do mau humor corporativo.

Percebo diretores e presidentes cada vez mais se achando Deuses supremos, impassíveis de erros, que nunca se enganam, senhores da verdade única absoluta e universal.  Seres cada vez menos preparados para as funções que assumem, que dependem de seu corpo técnico para avaliação de dados e tomada de decisão, que muitas vezes têm o péssimo hábito de empregar amigos e, às vezes, parentes para cargos de confiança, em detrimento de profissionais qualificados para as funções.  Seres que não confiam em sua equipe técnica e que creem que funcionários são iguais a biscoitos, vai um, vem dezoito.  Pessoas cuja educação fora há muito tempo esquecida e abolida de seus manuais de convivência e bons costumes.

Nas rodas de amigos é comum hoje em dia histórias como esta.  Talvez por conta da crise que assola nosso país, os funcionários estejam se submetendo a esse tipo de humilhação, pois não podem se dar ao luxo de perder seus empregos, visto que buscar outro está cada vez mais difícil.  Em uma pesquisa informal realizada pelo membros do LinkedIn a resposta que mais aparece sobre o motivo que leva alguém a pedir demissão de uma empresa é por conta da Gestão.

Como consequência à crise, as empresas com situação financeira complicada, também deixam os gestores com os nervos a flor da pele, o que obviamente não justifica este tipo de atitude, mas intensifica os casos.  A falta de habilidade na condução e administração de crises faz com que os ambientes corporativos tornem-se salas de tortura ou câmaras de gases…  Funcionários chegam em casa exauridos emocionalmente, arrasados em sua auto-estima e desestimulados profissionalmente.  Falta Inteligência Emocional!

Gestores estão perdendo a mão na condução de seus negócios e equipes.  Estão requerendo dedicação exclusiva e disponibilidade 24hs por dia, ignorando que seus funcionários têm casa, família e suas atividades pessoais, que têm vida após trabalho.  Que necessitam de uma pausa para se recomporem física e emocionalmente.  Funcionários no limite são sinônimo para afastamento por doença.

Num outro caso que tomei conhecimento recentemente, às 17:50h do dia 12 de junho, dia dos namorados, o presidente de uma empresa convocou todo o corpo diretor e vários membros da gerência para uma reunião  às 18:30h a fim de discutir itens de uma apresentação que ele faria 2 semanas mais tarde e que já estava em suas mãos há mais de uma semana.  É claro que esta reunião foi até muito tarde (precisamente até 22:45h) e o fato deixou os participantes numa situação no mínimo complicada com seus respectivos maridos e namorados.

Além disso, me relatam cada vez mais casos de gritos, ofensas, grosserias e xingamentos por parte dos gestores.  Gestores que humilham na frente de todos, enganam, demitem sem justificativa, ofendem e, principalmente, querem que seus funcionários trabalhem como super heróis e vivam como monges.  Histórias onde gestores agem com grosseria, sarcasmo e humilham funcionários, principalmente para aparecer mediante superiores ou restante da equipe.  Acham que para serem gestores precisam ser temidos.  Desculpem o vocabulário, mas esses caras são uns babacas!

Hoje mesmo recebi um email de uma pessoa que leu meu artigo sobre demissão (Demitir, a pior tarefa de um gestor), onde ela se identificou e relata dificuldades em receber feedback, falta de adequação de funções, coaching inexistente e, acima de tudo, o não posicionamento definitivo dos mesmos mediante a problemas futuros.  Depois que o problema acontece, mesmo já tendo sido avisado, quem paga é o funcionário.  Não há uma cultura de prevenção.  Depois que acontece, um tem que ser punido, normalmente o lado mais fraco.

Recentemente presenciei uma briga entre dois diretores e um presidente, onde se ouvia os mais variados tipos de palavrões, alguns que eu nem conhecia.  Como uma empresa minimamente séria consegue respeito de seus funcionários se seus diretores não se respeitam?  A atitute entre seus gestores já reflete a falta de preparo dos que deveriam motivar e inspirar suas equipes.

Numa pesquisa rápida entre meus amigos, observei que a maior parte de gestores que agem desta forma estão entre 30 e 45 anos.  Claramente me traduz uma falta de preparo e experiência dos mesmos em gestão e condução de times multidisciplinares.  Os caras não sabem sequer como demitir! Acham que gerir é no grito, não sabem a diferença de autoritarismo para autoridade, poder para o respeito, liderar e gerir.   O mundo evoluiu e eles continuam no século XIX, agindo como senhores com seus escravos.  Desconhecem palavras e conceitos como coaching, feedback, gestão participativa, espírito de equipe…

A falta de preparo está em desconhecer que muito mais producente será um time em que o respeito, a cumplicidade e o senso de equipe serão matrizes da motivação em conjunto.  Todos remando numa mesma direção, com a mesma gana de vencer, sem raiva ou rancor, sem humilhação, grosserias, ou se sentindo coagido a qualquer coisa, se obtém resultados muito mais expressivos.  A atmosfera da empresa, mesmo em clima de crise, se torna mais amena e cooperativa.  As vitórias passam a ser comemoradas por todos enquanto as derrotas passam a doer em todo o time, que faz com que todos se movimentam para tentar mudar essa realidade.

“Quando um chefe está num cargo além de sua competência, se sente inseguro e contrata idiotas como ele. Isso gera um conglomerado de idiotas unidos para manter o poder.”
John Hoover, Como Trabalhar para um Chefe Idiota 

“Trabalhar mais não é sinônimo de eficiência”
Thomas Silveri, consultor 

“A maior recompensa e motivação, é atingir os objetivos e metas com satisfação e alegria, principalmente com a união e bem estar de todos, deixando de lado rancores, maldades, orgulho, competição e etc. Tornar tudo mais fácil e prazeroso, tornar o lugar onde você está, ou seja, em casa, na rua, na escola ou no trabalho o melhor ambiente possível, incentivando todos a caminharem na mesma direção e com o mesmo objetivo, satisfazendo todas as necessidades legítimas.” Hunter, James C., O Monge e o Executivo

 

 

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