Gestão de Pessoas

A Arte de Servir

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Esse fim de semana participei de uma super experiência, onde fui voluntária num evento de auto-conhecimento e desenvolvimento de empoderamento. Foram 3 dias servindo para quase 3 mil pessoas. Três dias trabalhando incansavelmente de 7 da manhã até meia noite, a maior parte do dia de pé. Três dias abrindo mão de mim, da minha filha (que anda se recupera da depressão), das minhas dogs, da minha casa, dos meus amigos e até mesmo do meu trabalho (oficial e renda extra).

Exercitei a humildade, a humanidade, o riso fácil, o choro frouxo, a felicidade extrema, o perdão, a fé, o cantar alegremente, o berrar motivacional, o bom dia efusivo, os diversos tipos de abraço: de gratidão,de felicidade, energético, de romper fronteiras, barreiras e preconceitos, de incentivo, de fé, de conforto…

Testei meus limites físicos. A dor no pé, na coluna, no estômago, a fome, o frio, o calor, o desconforto. Pensei diversas vezes em desistir. Ahhhh, como pensei!

Mas eu sou foda para caralho, porra!!!!!

Mas também sou humana. Me questionar é natural.

Não sei (AINDA) se faria novamente. Meu lado racional responde de pronto que não. Pelo menos, não neste formato. Obviamente minha veia crítica ainda é aguçada e, apesar da poesia do momento, sempre haverá situações para escolhermos passar novamente ou não. E alguns incômodos, não tenho mais idade para passar.

Independente da minha escolha no futuro, esse será um momento que carregarei com muito carinho pelos aprendizados, por tudo que aprendi e pelo exercício de servir. Especialmente pelo momento de vida que estou passando, os ensinamentos foram ainda mais profundos.

Abrir mão deste tempo de ganhar dinheiro para mim, já que estou num momento financeiro delicado, com filha em tratamento e eu correndo para fazer dinheiro… é… é uma evolução e tanto para mim. É mais que isso! É acreditar! É dar ao universo aquilo que ele tanto já me deu, é ter gratidão. Dar uma pausa para agradecer, para me reenergizar.

De bônus ainda tive conexões, novas amizades, reencontros …

Além de muitas histórias: histórias vividas, ouvidas, sentidas… para me inspirar, para me esbofetear na cara quando eu pensar em desistir (ou apenas desanimar), para reavivar a minha fé e me mostrar que o jardim do vizinho nem sempre é o mais bonito, até porque a gente não faz ideia das histórias de dor e sofrimento que as pessoas carregam!

Nunca, jamais, de forma alguma, julgue alguém por suas atitudes ou forma de pensar, vestir ou agir. O que somos hj é a soma do que fomos e vivemos no passado, não sabemos o que as pessoas viveram para agir das maneiras que agem.

Foi uma energia muito phodda estar ali! No sábado então… o ritual do perdão foi uma das coisas mais intensas que eu já presenciei.

Sempre digo e repito, que um dos lugares mais fodas que já fui, foi o Vaticano. Não pela religião, até porque nem sou Católica, mas por conta da fé que as pessoas que vão aquele lugar carregam.

No DSP, foram quase 3000 pessoas reunidas com o mesmo objetivo: despertar o poder dentro de si, ir mais além … tem como um tanto de energia dessa, transmitir algo para quem está lá que não seja bom? De jeito nenhum!!!!

Ontem, no fim do evento, estava na porta sinalizando a saída e aconteceu a coisa mais incrível de todo o evento: um casal de senhores que eu tinha ajudado a subir na cadeira numa dinâmica e fiquei o tempo Td perto deles cuidando para que nada de errado acontecesse e eles pudessem participar como tds, veio em minha direção. A senhora chegou na minha frente e me pediu a minha mão, me disse com a mão dela agarrada à minha que o evento foi muito mais inesquecível por conta da minha ajuda, incentivo e presença do lado deles na atividade de subir na cadeira. Na situação eu tirei uma foto maravilhosa dos dois se beijando na boca, coisa mais linda! Lógico que não preciso dizer que fui aos prantos com aquela declaração de amor!

Ali, naquele momento, já tomei a minha recarga de todo o cansaço. Na hora as dores param, a energia voltou a mil, me renovei!

Foi o maior pagamento que recebi.

A arte de servir não tem riquezas de ouro “porque elas não entram no céu”, mas te trazem a riqueza mais linda, aquela que preenche a alma e o coração, recebi amor, muito amor! ♥️

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O Espelho do Bem

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O que o mundo espera de nós?

Qual é a nossa missão nessa vida?

O que você pode fazer hoje pelo próximo?

O quanto você deixa sua marca no mundo?

Você, quando morrer, será lembrado como alguém que somou, ou alguém que simplesmente passou pela vida sem deixar legado?

É interessante meditarmos sobre o que podemos assumir de responsabilidade para com o próximo. No espiritismo temos a frase guia de “Fazer o Bem sem Olhar a Quem”.  Mas será que isso é assumido à risca pelos praticantes da religião?

A primeira coisa que temos que ter em mente, quando praticamos o bem, é que temos que estar preparados para a ingratidão.  Fato!

O Bem é como uma semente. Tem terreno que ela brota e floresce, tem terreno que ela seca. Alguns terrenos ainda teremos a oportunidade de regar e até mesmo de colocar adubos para tentar salvar essa semente, não devemos desistir se encontramos resistência da outra parte.

Somos responsáveis por aquilo que fazemos, isso que nos credita amor e recompensa astral (muito melhor que a financeira ou qualquer outro tipo de recompensa física e/ou terrena). Se o outro nos vai recompensar, reconhecer, agradecer ou simplesmente notar, não nos cabe esperar.

Tem uma história contada por Chico Xavier, muito bonita, sobre a recompensa astral do dar sem esperar nada em troca. Chico ainda era funcionário de fábrica, ia trabalhar muito cedo. Um dia, saía atrasado de casa com um colega e uma vizinha lhe pediu um passe, já que não estava se sentindo muito bem. O colega ainda lhe lembrou da hora, ao que Chico disse que isso era solucionável. Uma boa ação pedida tem prioridade. Chico parou, deu-lhe o passe e saiu. Pediu ao colega para olhar para trás, esse colega conseguiu ver o rastro energético prateado que a mulher liberava para o Chico. Chico disse para o amigo que isso era energia astral de gratidão, fazendo bem para a alma dele e acarinhando o coração dele. Que não há nada melhor para nós que esse tipo de recompensa. Melhor e mais abundante que qualquer quantia em dinheiro.

Eu absolutamente concordo! No filme “Alto da Compadecida”, em conversa de João Grilo e Chico, os dois principais personagens, eles acabam discutindo quando um deles resolve dar tudo que eles têm para um pedinte no meio do nada. Daí que o outro responde: – “E se esse for Deus disfarçado. Deus aparece de várias maneiras para testar nossa fé e a nossa bondade para com o próximo. E eu sou um ser de fé e bom!”

Deus aparece de várias formas. Precisamos realmente compartilhar a bondade porque nunca sabemos quando será Deus nos surpreendendo.

A vida já nos foi um presente imensurável concedido por Ele. Já, por isso, lhe somos gratos e nada mais justo que retribuir e repassar a bondade Dele para conosco, além de podermos reparar nossas falhas e erros do passado. Devemos, então, tentar fazer de tudo para orgulhar o nosso benfeitor. Não gostaríamos que assim o fizessem conosco se beneficiássemos alguém com um presente tão incrível?

Quando mais difícil é o benefício que damos ao próximo em relação ao nosso desafio interior, ou seja, quanto a quebrar nossos paradigmas, preconceitos e conceitos previamente formados, maior o peso que ele terá na recompensa astral.

O Reino das Possibilidades existe dentro de cada um de nós. Significa que poder ou não, só depende de nós. Podemos deixar esse poder crescer ou atrofiar. O que queremos?

O que acontece demais é que as pessoas estão dentro de seus casulos, dentro de suas zonas de conforto. Sair disso, mesmo que seja para melhor, causa desconforto e dor. Então, por medo do novo, desistem de tentar, de mudar, de agir.

Às vezes, um simples perdoar, pode mudar o rumo das coisas, pode ser o elo da corrente do bem que faltava para conectar as pessoas que precisavam ser conectadas. Mas, muitas e muitas pessoas têm muita dificuldade disso, de perdoar. Carregam dores absurdas durante toda a vida, mas têm medo de conceder o perdão.

Pequenos atos de carinho, respeito, gratidão, perdão, amor, feedback positivo e troca já são ações que podem gerar correntes do bem no seu redor, isso cria um ciclo virtuoso do bem, espelhando o amor e o bem.

Vamos tentar?

Qual o Tamanho da Sua Força

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Analisando pela ótica da ciência, o que é Deus?

Independente da sua crença, Deus é o que habita dentro de ti, a força que te move, que conecta as moléculas, átomos e células… Esse Deus é passivo. Ele vai somente reagir ao que você expandir a partir de suas convicções. A energia que você recebe será proporcional à que você emana em força igual e sentido contrário. Física!

A física quântica é, de uma forma simplista, a explicação da física das possibilidades que temos, das nossas escolhas.

Somos feitos 90% por água. Se a água pode se transformar em tanta complexidade como o corpo humano, imagina nossas redes neurais o que podem fazer…

Sabemos que não usamos mais que 10% das possibilidades de nosso cérebro. Não conseguimos absorver a maior parte das informações que passam por nós a cada momento por falta de agente catalizador. Ou seja, só conseguimos perceber aquilo que nosso cérebro está preparado, ensinado, formatado e, de uma certa forma, doutrinado a perceber. Se não consta no background de nossas memórias, os olhos não conseguem discernir e absorver a informação.

Ao mesmo tempo, o cérebro não consegue discernir o real do imaginário. Carregamos muitas crenças e valores limitantes dentro de nós, isso obscura nossa visão, limita o alcance de nossos pensamentos e retrai nosso desenvolvimento.

Más experiências do passado, promovem uma rejeição de situações que podem levar a experiências similares. Com isso, nos resguardamos, criando restrições de vivências. Porém, essa atitude só cria um ciclo vicioso de repetição de padrões: Reajo sempre da mesma forma pois não quero correr o risco de ter uma consequência igual a vivida no passado – Lapso temporal, a pessoa vive repetidamente aquela situação, por receio de ir para o próximo frame da vida. É cômodo viver aquele lapso. É autossabotagem.

Mas, se eu estou insatisfeita com um resultado e continuo fazendo tudo do mesmo jeito, como conseguirei resultados diferentes? Se eu mudo de ideia, eu mudo minhas escolhas. Se mudo minhas escolhas, aumento as variações de mudança dos resultados e como consequência, mudo minha vida. Mudo minha realidade! É uma sequencia lógica, racional e quase exata. Aprendemos isso em equação matemática. É impossível mudar o resultado da equação com as mesmas variáveis. Ciência exata!

Se, por um teste, tentarmos olhar para nós como os olhos de um observador externo, o que conseguiríamos ver a mais ou a menos do que vemos ?

Interessante abstrair um pouco, mudar o campo focal, para mudar as percepções que temos do mundo ao nosso redor. Muitas respostas para nossas perguntas podem estar bem à nossa frente, mas por miopia cognitiva não conseguimos identificar. Perguntas profundas promovem mudanças significativas. Somos integralmente as nossas emoções. O que eu fiz, vivi e senti, me fizeram o que eu sou hoje, assim como as emoções que sinto (ou escolho sentir), minhas atitudes e minha forma de reagir às situações do dia a dia, farão o que serei AMANHÃ. O que EU que eu quero ser no futuro? A famosa frase, “o que você quer ser quando crescer?” Quais as atitudes de hoje, que me trarão resultados positivos amanhã? O que eu posso já deixar para trás, o que não vai me agregar, do que posso me libertar já, que não me agregará no meu EU DEPOIS, que atrasará minha felicidade?

Sabe como uma nova invenção acontece? Um pensamento que é materializado. EUREKA! Todo pensamento pode ser materializado. Toda ideia pode ser real, depende do quão forte estamos focando naquilo e qual a força da projeção que podemos ser capazes de dispor para realizar o que está na nossa mente.

Eu sou muito mais do que eu penso e posso influenciar tudo ao meu redor com a força do meu pensamento. Eu posso realizar.

Todas as verdades podem co-existir. Eu posso ter sucesso ou ser um fracasso. Essas duas “verdades” são reais. Qual eu vou escolher acreditar?

Quem somos nós? Apenas co-criadores de nossa história.

Qual é o seu estilo literário preferido? Escolha os personagens certos e defina qual final você quer para a sua história, porque o tempo é efêmero e não retrocede.

E aí, qual é o tamanho da sua força?

 

 

 

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One is Better Than Zero

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A qualquer tempo da vida, o que somos naquele momento, é a soma do que fomos e vivemos até então.

Muitas pessoas passam a vida toda resolvendo problemas, ao invés de construir a vida diariamente com atos e palavras edificantes para consigo e com o próximo. Você é as suas escolhas, o que você está escolhendo amar?

Desde muito pequenos, passamos por experiências que vão construindo nossas crenças e nossos valores. O que acreditamos no nosso íntimo como verdade absoluta e universal. A efemeridade deste pensamento é inversamente proporcional ao seu enraizamento. Quanto mais tempo, mais enraizado, mais difícil de se dissociar. Normalmente, a partir daí, cria-se as crenças limitantes, aquilo que acreditamos fielmente e que são fonte inesgotável de autoboicote, autossabotagem de nós contra nós mesmos.

Quanto precisaremos cair até percebermos que muitas das nossas derrotas somos nós que produzimos?

Padrões de repetições que transformam nossa vida em ciclos negativos ou quase paradoxos temporais de infelicidade.  O sofrimento não tem a ver com os acontecimentos da nossa vida e sim como nós reagimos a esses acontecimentos. Sofrer é uma opção! Sempre será.

Criamos nossas regras de vida, nossas diretrizes, o nosso caminho, sempre a partir de nossas experiências pregressas e construímos nosso juízo de valor. O que você ama, como? O amor te conduz.

Porém, o amor está diretamente relacionado com aquilo que você conhece como seu padrão de amor ou de falta de amor. Para onde seu amor te leva?

E o amor? Não seria amor o Deus que habita em mim, que me ama incondicionalmente e nunca desiste de mim? Eu escuto esse Deus? Com que freqüência eu converso com Ele?

Culturalmente, se criou um Deus vingativo, que julga, recompensa ou pune, segundo suas próprias “leis divinas”. Esse não é Deus. Pelo menos não deveria ser! Não deveríamos criar uma relação de amor baseada estritamente no medo, no temor.

Deus é bom o tempo todo! Até mesmo quando achamos que estamos passando por experiências ruins. Lembre-se: somos hj a soma de tudo o que fomos e vivemos no passado. O que estamos vivendo no hoje nos constrói, nos prepara e nos ajusta para um melhor EU no futuro.

Há coisas na vida que acontecem de ruim para que outras muito melhores possam surgir, situações essas que provavelmente não aconteceriam se tudo tivesse caminhado aparentemente no caminho certo, sem intercorrências desagradáveis. É Deus sendo bom, mesmo quando duvidamos.

A lei máxima do amor de Deus é que devemos espalhar amor, mesmo que não recebamos nada em troca, ou pior, que recebamos ingratidão. O amor de Deus é incondicional e nos ensinou que só conseguimos dar aquilo que temos dentro de nós. É difícil exigir do próximo o mesmo nível de maturidade emocional, espiritual, de desapego ou de amor que o nosso.  Quem tem egoísmo, tristeza e maldade não poderá externalizar outra coisa senão o que tem dentro de si.

É necessário falar com nosso Deus o tempo todo. Ele nos responderá!

Quando eu era bem nova, li o livro o Alquimista do Paulo Coelho, onde fui apresentada ao conceito da “Linguagem dos Sinais”. Assimilei para a vida esse conceito e passei a ser bastante observante quando às mensagens que o universo nos manda às nossas perguntas mais íntimas, através das formas mais inusitadas, normalmente em forma de sinais, às vezes sutis, outras vezes escancarados.

É necessário desenvolver a nossa percepção e ampliar nosso espectro de captura. Como? Simplesmente observando o mundo ao nosso redor. As respostas nos circundam, o tempo todo! Absolutamente o tempo todoooooooo.

Assim como todas as respostas, Deus nos envia companhias certas para cada momento, acolhimento nas horas precisas… Basta que estejamos abertos a receber todas esses presentes divinos, precisamos aprender a reconhecê-los.
O acaso é Deus dando as respostas às perguntas que tanto questionamos.

Aprendemos no amor ou na dor. Por que precisamos ir até o inferno para lembrarmos de perguntar as respostas para Deus? Deus está em nós! Frustar-se até pode ser bom, pois pode ser o nosso agente da mudança interior e aguçador das perguntas certas que precisamos para encontrar o caminho. Mas, não precisa, obviamente, ser uma regra. Se, ao contrário, me programar para ouvir, me conectar com o meio, me doar para o próximo, ser amor, inspirar e motivar, naturalmente as respostas serão captadas pelas minhas antenas neurais ativadas para minha felicidade e não precisarei passar pelo inferno para me salvar, para encontrar a minha “Stairway to Heaven“.

Há cerca de 4 anos estava num processo de autodestruição. Tinha acabado de quebrar com 2 empresas que eu tinha em Recife, morando longe de minha família, tinha perdido minha avó, que me privei de viver junto nos últimos meses de vida, pois tinha me mudado para tão distante, tinha perdido o dinheiro de uma vida toda de trabalho, estava com dificuldade de arrumar emprego, depressiva e sem chão, sem rumo e sem perspectiva nenhuma. A única coisa que eu fazia diariamente era escrever mensagens de derrota nas minhas redes sociais.  Reclamava da vida e de tudo.  Era uma chata!

Um certo dia, um amigo que me conhecia desde minha juventude e que tinha estudado comigo durante 8 anos, me chamou no direct de uma dessas redes sociais e me perguntou por que eu não usava meu tempo “ocioso” para escrever.  Que ele se lembrava bem que eu era boa em redação (ele uma vez roubou uma carta romântica que tinha escrito para um crush adolescente e leu em voz alta na sala de alta, me matando de vergonha e de raiva!!!).  Que eu podia aproveitar esse meu DOM e escrever sobre assuntos que me deixassem confortável.

Criaria um blog e escreveria. Naturalmente eu perguntei para ele: quem teria interesse em ler o que eu ia escrever? Ao que ele me mandou um vídeo muito interessante chamado “One is Better Than Zero” (Um é melhor do que zero).

Basicamente, o que ele quis dizer é que eu posso correr o risco de uma única pessoa ler e aproveitar, fazer a minha estrela brilhar, me conhecer. Mas isso só será possível se eu escrever. Se eu não fizer, ZERO pessoas leriam, ou me conheceriam. Ou seja, uma pessoa que seja, é muito melhor que nenhuma.  Eu não preciso mais que uma pessoa certa para minha estrela brilhar.

Hoje já tenho o blog com mais de 1 milhão e meio de visualizações, textos meus publicados em diversos sites, traduzidos em diversas línguas e comentados em alguns dos podcasts mais populares do Brasil.

Descobri algo que me dá prazer. Receber emails de pessoas dando feedbacks dos meus textos e comentando o quanto eles ajudam em diversos momentos de vida, me faz me sentir útil, plena e feliz.

A vida é curta demais para que percamos tempo com coisas que não amamos.   A linguagem dos sinais.  Deus fala conosco das formas mais diferentes possíveis.  Naquele momento, Deus usou o meu amigo para me dizer o quanto eu poderia ser útil e ajudar ao próximo com meus textos.  Aqui estamos nós.

Realmente ainda não sei exatamente o que isso tudo ai quer dizer, talvez ainda não esteja nem na metade da minha jornada, mas com certeza One is Better Than Zero!

O que você irá fazer hoje que é melhor do que se você não fizesse nada?

 

 

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Qual a Importância de uma Análise de Perfil na Escolha da Profissão Certa?

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Quantas pessoas do seu convívio largaram a faculdade por entenderem que aquele não era o caminho certo para elas?

Quantas que você conhece trocaram de curso porque viram que aquilo não era o que gostariam de fazer para a vida?

Quantos profissionais frustrados em suas funções você conhece?

Quantas pessoas decidiram mudar de carreira, depois da vida estabilizada, com a desculpa de finalmente ser feliz trabalhando?

Pois é, na maior parte das vezes, essa desistência, frustração e senso de não pertencimento está diretamente relacionado a inadequação do seu perfil à sua carreira. Ou talvez a falta de adaptação do seu perfil às funções da carreira escolhida, seria o mais correto a se dizer.

Temos competências originais, aquelas que nasceram conosco. A partir do momento que as conhecemos, podemos decidir com mais assertividade o caminho a seguir. Até mesmo conseguimos decidir quais competências desenvolver ou não para a adequação do nosso perfil às necessidades do meio.

Já conheci pessoas que fizeram a faculdade por influência dos pais, sem terem absolutamente nada a ver com aquilo que estavam estudando.

Qual o resultado disso????

Pessoas perdidas, evasão dos cursos, formações tardias, estresse, desmotivação, ansiedade e depressão.

Eu particularmente, fiz 3 faculdades e até agora 4 Pós/MBAs. Talvez por uma falta de orientação no início. Hj, por me conhecer, já consigo complementar minha formação para ajuste do meu perfil às minhas necessidades profissionais. Mas já fui muito infeliz e impotente quanto ao meu caminho profissional.

Conversei com um amigo hoje, ele trabalha numa universidade federal. Ele me deu um dado alarmante: só esse mês de julho de 2019, a coordenação que ele trabalha (apenas 2 cursos), recebeu 28 solicitações de cancelamento de matrícula. Alarmante não?

Analisemos os transtornos:

  • Em se tratando de universidade federal, essa pessoa ocupou a vaga que poderia ser de outra pessoa com perfil mais ajustado, gastou dinheiro público em vão.
  • Olhando com ótica da pessoa, perdeu n semestres que não poderão ser recuperados, já que ainda não produzimos uma máquina do tempo, se sentiu frustrada, desmotivada e muitas vezes a ansiedade e depressão vieram até como originador da desistência.
  • O senso de não pertencimento aquele grupo, por ser uma das necessidades básicas do ser humano, gera transtornos sérios, que podem reverter em questões de saúde.

Ser reconhecido, uma outra necessidade do ser humano, está também diretamente relacionado às suas competências, ao que vc faz e pode fazer de melhor. Como chegar a esse ponto se você não se identifica com a carreira? Como vc dará o seu melhor para aquilo que não pertence, não se ajusta a ti?

O autoconhecimento gera o autodesenvolvimento. Conhecer-te cura!

Sabendo das minhas competências, dos meus pontos de melhoria e das minhas qualidades originais, sou capaz de ir mais além!

A Harvard conduziu um estudo, onde identificou que a esmagadora maioria das desistências dos cursos universitários estão relacionadas à inadequação de perfil e a carreira escolhida pelos pais. São dois motivos muito claros de não conhecimento de perfil.

Eu sempre orientei meus filhos de acordo com o perfil deles, é importante que eles saibam suas competências e como agem sob pressão para criar um background de tolerância à desmotivação natural da rotina de trabalho/estudo.

Por exemplo, o perfil comportamental do meu filho, é considerado um perfil raro. Somente cerca de 2,5% da população tem o perfil CA (Comunicador Analista). As características genéricas dos perfis de comunicador e de analista são antagônicas. Entendendo o perfil do meu filho, consigo prepará-lo melhor para esse duelo interno entre essas duas forças que habitam nele. Conhecer seus limites é super importante para a potencialização dos resultados dele.

Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas.

Se você se conhece mas não conhece o inimigo, para cada vitória obtida sofrerá também uma derrota.

Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas.

(Sun Tzu)

A análise comportamental assessment tem uma importância muito grande no direcionamento profissional de pessoas com carreira estabilizada, visto que orienta e extrai detalhes importantes para o aprimoramento de carreira.

Para jovens em início de carreira, essa análise pode ser determinante na orientação assertiva do caminho profissional a ser seguido. Imagina que um jovem de 17 anos ainda não possui ferramentas suficientes para entender o mercado de trabalho e uma análise de perfil com um foco na carreira.  É um presente que gostaria de ter recebido quando, aos 17 anos, fui forçada a escolher o caminho da minha vida!

Além dos 4 perfis básicos, o assessment avalia perfis compostos, gráficos, roda de competências, mapa de talentos, além de diversos indicadores motivacionais e situacionais que auxiliam no direcionamento do perfil.

Minha filha tem 15 anos e tem muitos amigos na idade de 16 a 18 anos, todos no ensino médio. De observar certas atitudes, já consigo perceber características natas de perfis específicos e muitos deles estão pensando completamente antagônico ao perfil original deles. O que isso significa? Basicamente que serão candidatos potenciais à evasão universitária nos 2 primeiros anos de faculdade.

Imagina um analista nato (concentrado, calmo, introspectivo, calado, discreto, retraído, rígido, direto, detalhistas e perfeccionistas) que decide fazer jornalismo. É possível?  Claro que é!!!!  Mas, ele precisa entender o perfil dele para que, ao entrar na faculdade, não se sinta um peixe fora d’água.  Ele, ao se conhecer e suas habilidades, poderá extrair mais da carreira escolhida e seguir um nicho mais ajustado dentro da profissão.  O não pertencimento será substituído pelo entendimento das suas skills, potencializando e se tornando possivelmente um diferenciado na sua área, gerando talvez com isso até mesmo um maior reconhecimento profissional (Estratégia do Oceano Azul – criar oportunidades pouco exploradas).

Obvio que é elucidativo em qualquer fase de carreira e de vida, mas ao orientar jovens, a metáfora mais adequada que encontro para demonstrar meu prazer em trazer essa informação a eles é a de dar à luz.  Eles saem da sessão cheios de planos e com ideias mais claras do caminho a ser percorrido.

Sou apaixonada por perfis comportamentais, mas orientar jovens realmente me traz alegria para a alma!

 

Luciana Telles – Profissional Certificada como Consultora de Perfil Coportamental pelo IBC (Instituto Brasileiro de Coaching) pelo método Disc Assessment.

Empreender … problema ou solução?

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Já atuei como mentora de muitas empresas e, uma coisa que acontece com muita frequência, é que nossos jovens não estão preparados para empreender na mesma velocidade de suas vontades e necessidades.

É interessante, mas trabalhando diretamente com coaching, além da mentoria, consegui entender e pontuar mais assertivamente a direção para os jovens conseguirem se preparar e até mesmo tomar decisões de por exemplo ter ou não um sócio.

É óbvio que cada um de nós tem um tipo de perfil, alguns mais arrojados, outros mais conservadores, uns mais organizados, outros mais multitarefas.

Sendo o método mais utilizado no mundo para analisar perfis comportamentais, o DISC consegue identificar com uma eficácia comprovadamente alta, padrões predominantes a determinados tipos de perfis.

Há alguns anos, alguns pesquisadores compraram os direitos de uso da ferramenta DISC para estudar e ampliar os estudos de perfis e resultados, resultando assim no ASSESSMENT. Nesta ferramenta o resultado do perfil do indivíduo vem com dados, indicadores e gráficos detalhados que auxiliam na avaliação de pontos de desenvolvimento, que podem ser cruciais na abertura de um negócio ou na orientação profissional de um indivíduo.

Consegui, ao longo desses 10 anos de mentoria de start-ups, conhecer diversos perfis e hoje, com a ajuda da ferramenta de ASSESSMENT, percebo que muitos problemas podem e devem ser evitados com um simples aprofundamento do conhecimento dos perfis dos sócios do negócio e da sinergia entre eles.

Uma empresa com todos os sócios com perfis executores, por exemplo, pode ter um problema de gestão grande, se os processos e tarefas não forem bem divididos.

Ao contrário, uma empresa com todos os sócios com perfil analista (bastante comum em empresas de tecnologia), corre-se o risco do produto não sair da prototipagem. Um protótipo perfeito que talvez nunca seja efetivamente lançado.

O uso do assessment e do coaching na mentoria de empresas facilita a integração dos steakholders e o alinhamento das metas e dos resultados, sendo de grande valia para empresas e start-ups mais saudáveis e com crescimentos mais exponenciais.

Ok, e a grande pergunta… Devo ou não empreender?  Será que se eu ficar e trabalhar para os outros não vou ser mais feliz?

A resposta pode estar na avaliação do seu perfil também.  O conhecimento completo das características intrínsecas da personalidade de cada indivíduo, gera embasamento para decisões de caminho a seguir e se evitar enrascadas. Ir contra a sua natureza é, muitas vezes, mortal, para o indivíduo e para o negócio.

Tem pessoas que têm um excelente perfil técnico e que detém um determinado Know how inovador, por exemplo.  Quando essa pessoa decide empreender, muitas vezes se desmotiva, se perde no caminho, desiste e às vezes nunca mais volta com a autoestima anterior, quando era um excelente técnico. Se torna frustrado. Na análise de perfil, o relatório aponta com uma assertividade impressionante, os detalhes acerca da pessoa e os pontos fortes e fracos do seu perfil, facilitando a compreensão de um perfil empreendedor e de um perfil colaborador.

Hoje empreender é visto como uma solução para se livrar do patrão, mas essa solução pode virar um grande problema se todas as vertentes não forem checadas.  O perfil é apenas uma delas, talvez a mais importante.  Muitos falam do produto, eu não endosso. O produto é mero detalhe para quem tem estrela para fazer brilhar.

A grande questão é que convivo muito com pessoas que tiveram grandes ideias e não conseguiram executar e pessoas que tiveram ideias medíocres, mas com a execução que as tornaram sucesso.

Solução ou problema, empreender é uma questão de saber o que está fazendo e principalmente como fazer…  Para quem sabe onde quer chegar, o caminho a seguir é apenas um detalhe. Chegar lá é a certeza a se perseguir!

Se você tem interesse em conhecer mais sobre o seu perfil através do ASSESSMENT, me envie um email. O processo pode ser feito online e com certeza você conhecerá muito mais sobre você do que imagina!

Para informações sobre ASSESSMENT: lucianatellescoach@gmail.com

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Orgulhe-se de Ti

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Não é raro conhecermos pessoas com habilidades fantásticas, mas que de alguma forma “não dão certo na vida”. São pessoas que não acreditam no próprio potencial e sempre necessitam de outras como muletas. Não arriscam, não se veem como vitoriosas e não enxergam nem mesmo suas maiores qualidades. Só percebem seus defeitos, suas fraquezas e hiper valorizam seus medos.

Eu sempre digo que sou linda, inteligente, phodda em todos os aspectos . Eu absolutamente acredito em mim e, quando alguém fala que o que me falta é humildade, sempre respondo que eu me orgulho de mim, de onde cheguei e como cheguei, sou apaixonada por esse ser mega fodástico que sou. Se eu não acreditar em mim, quem irá? Se eu não me amar, quem o fará?

No meu círculo de amizades íntimas tenho pessoas que gostaria muito que se permitissem mudar a chave. Entender que nós somos o único agente de mudança capaz de nos impulsionar para frente, nos transformar em pessoas melhores e mais poderosas. Mas isso exige a permissão do eu interior e esse normalmente está ávido a nos boicotar.

Eu brinco que me tornei mestre em lutar com uma Hydra. Hydra é um ser da mitologia que tem 7 cabeças e cada vez que uma das suas cabeças é cortada, nascem 2 no lugar. Pozé! Sou PHD em guerrear com Hydras. Mas, sabe… Eu sempre venço! Porque eu acredito fielmente que eu sou força e poder e que nada é maior que minha fé! Eu sou phodda!

Eu tenho orgulho da minha história, de todos os aperreios que passei, de todos os desafios que superei, de todas as lágrimas que verti, de todas as pessoas que me decepcionaram ao longo da minha existência. Isso não me fez confiar menos. Nem em mim e nem nas pessoas. Cada vez reforço mais o conceito que cada um dá o que tem. Não é porque fulano me fudeu com atos, palavras ou sentimentos, que eu vou deixar de confiar nas pessoas, que eu vou deixar de dar-lhes amor e o melhor de mim.

Eu sou aquilo que reflito, eu reflito aquilo que sou!

O que vc tem refletido?

Escrevo no meu blog há uns 4 anos e já recebi alguns feedbacks negativos, apesar dos milhares reports positivos. O comentário negativo é uma oportunidade de aprendermos um pouco mais sobre o próximo e passarmos ensinamento através da reforço positivo da nossa intenção de sermos luz.

A indelicadeza de alguém não deve ser espelhada por nós. Devemos devolver coisas ruins com amor. Só assim seremos capazes de contribuir para um mundo melhor. Quebrando o padrão de negatividade, transmutamos os vetores de sombra que vem em nossa direção.

O ser humano tem a tendência de espelhamento, ou seja, de devolver na mesma moeda o que recebemos. Esse ciclo vicioso só traz dor.

Se numa discursão abaixamos o tom de voz e nos acalmamos, a energia se acalma e a brings tende a findar-se. Se, ao contrário, entramos na mesma vibração de gritos e xingamentos, o ciclone energético se tornará cada vez mais incontrolável.

Seja luz! Transmita luz! Reflita luz e converta sombra em luz!

Orgulhe-se de ser uma partícula do universo, saiba que podemos iluminar a nossa volta e transformar o ciclo vicioso em virtuoso!

Vc pode mais!

Querer, poder e conseguir é a fórmula secreta do sucesso!

Orgulhar-se de vc, de sua história e dos caminhos percorridos, faz de você um ser inspirador e de luz!

Orgulhe-se de ti!

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Patrícia Máximo

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Sabe aquele nome que combina com a pessoa… a Patrícia, o máximo. Um ser único!

O ano era 2015, eu estava morando em Recife, mas estava em Salvador pois gerenciava uma rede de academias. Estava jantando no Coco Bambu, depois de um dia inteiro recrutando pessoas para as novas unidades da rede.

Logo, meu telefone tocou, era uma pessoa muito especial para mim (pelo menos costumava ser), pedindo um favor: ela trabalhou na mesma empresa que eu e ele e estava desempregada, tinha um currículo bom e era mãe sozinha. Se eu poderia ajudar a recolocá-la. Já estava há alguns anos em Recife, mas ainda poderia acionar algumas pessoas, encaminhar o CV e tentar ajudar de alguma forma. Ele perguntou se podia dar meu telefone. Lembro que ela me ligou e eu estava saindo do restaurante. Muito falante e alegre, me passou essa energia já pelo outro lado da linha. Trocamos LinkedIn e ela ficou de me passar o CV dela. Tinha uma vaga para Recife, mas na época ficava ruim para ela.

O tempo passou… LinkedIn, Facebook, Instagram… uma ou outra curtida de foto e nada de muito íntimo.

Em 2017 voltei para o Rio e comecei a trabalhar. Logo tive uma oportunidade que se encaixava com o perfil dela (eu não esqueço dos pedidos especiais). Liguei para ela e ofereci. Na época ela estava trabalhando e agradeceu, mas indicou pessoas para a vaga.

Dois meses depois, abri outra vaga igual e liguei novamente para ela para mais indicações. Só que desta vez ela estava disponível.

No dia seguinte ela foi no escritório, ela tinha luz própria. Fui na recepção e ela me deu um abraço tão forte, me agradeceu a oportunidade e disse que apesar de nunca ter me visto, já me amava por tudo que sabia de mim. Apesar de estranho, não parecia forçado, nem piegas. Ela falava com sorriso natural e com verdade nos olhos.

Ela entrou para a entrevista com minha diretora e saiu contratada (ela conquistava as pessoas assim de imediato!). Começamos então a trabalhar juntas.

Exatamente 2 meses depois, tivemos um trabalho externo, num sábado. Porém só ela sabia, mas antes de ir trabalhar, eu havia me separado. Depois de um dia Td em pé e no sol, ela me levou para o shopping para que eu pudesse despairecer e ficar “linda”.

Logo depois ela me convenceu a instalar os aplicativos de namoro, mandava as primeiras mensagens pq eu morria de vergonha. A partir daí, minha vida ficou muito mais agitada e engraçada. Toda vez que saía com um cara novo, tínhamos uma contagem secreta. Comemorávamos e ríamos dos detalhes íntimos. Era obrigação ligar para ela na primeira hora depois do acontecido. Tradição!

Quando o cara que estava apaixonada terminou comigo por WhatsApp, me levou para dançar e enxugou minhas lágrimas. Ficou tão revoltada com ele, que dias depois, quando ele começou a puxar conversa em um post, discutiu com ele pelo LinkedIn mesmo.

Nesta época, em fevereiro de 2018, ela se mudou para SP, mas nosso contato não esfriou. Muito pelo contrário. Sem o peso da relação de eu ser sua gerente, passamos a ser unha e carne.

Em abril, achei que finalmente ia viver o amor de cinema com aquele que eu achava ser o amor da minha vida. E esse ela torcia tanto… quando eu me decepcionei e descobri que estava enganada, ela tb sentou comigo e chorou junto comigo.

Meu processo de aprender a ser solteira não foi fácil. E ela teve grande parcela de responsabilidade na pessoa que me tornei, me convencendo que sou forte, linda, poderosa e que eu me basto. Ela me fez acreditar em mim.

Eu exotérica (para não dizer macumbeira), ela evangélica, mas tínhamos um mesmo Deus. Rezávamos juntas sempre. Uma dava força para outra.

Ultimamente ela tava precisando mais de mim do que eu dela. E eu estive lá. Falávamos 3/4 vezes por semana. Por vídeo, por mensagem, por ligação…

Ela era feliz, irritantemente feliz! Sorria sempre. Poucas pessoas sabiam que ela tb chorava. Algumas pessoas ainda não acreditam nisso.

Há 2 semanas ela me deu um susto. Ficou internada e descobriu um probleminha. Estávamos fortes e certas que estava tudo sob controle. E estava! Procedimento marcado para daqui a uma semana… eu já estava me organizando para passar uma semana ou uns 4 dias em SP.

Mas Deus sempre mostra que não sabemos de nada.

Ela adorava moto. Minha filha disse que ela morreu vivendo da melhor forma. Talvez isso tenha sido a melhor coisa que eu tenha ouvido até agora.

Nunca vi uma pessoa amar tanto a vida, amar tanto viver. Ela era o Máximo!

Não sei como vai ser sem ela. Sinto como se tivessem me levado um pedaço.

Desde ontem, olho nossas fotos, nossa história, nossas mensagens… como vc pode não existir mais?????

Estou em pedaços…

Acho que vc me diria que a morte é a gloria que todos esperamos alcançar. Que você está com Jesus e que está feliz por isso!

Até breve, me ajuda!😢

Te amo eternamente! 💔

A Percepção da Solidão

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O que é estar só para você?

É estar em casa, sem ter com quem conversar, sem ter com quem sair, ou namorar?

Se você está nessa situação, talvez você precise ressignificar sua vida.

Há bem pouco tempo, eu acreditava que estava só. Me sentia perdida e sem rumo. Cheguei a me desesperar, chorar por diversas noites e pensei em me entregar.

Não via sentido na vida. Eu separada depois de dois casamentos longos, 2 grandes decepções amorosas, filhos crescidos, com suas vidas e suas prioridades e amigos (também já fui jovem e não faria diferente!). De repente, não mais que de repente, parafraseando Renato Russo…

…quando me vi tendo de viver comigo apenas e com o mundo…

Estar / se sentir só é muito triste e até mesmo enlouquecedor. Concordo com isso! Mas será que estamos realmente sós????

Aí que está a chave da questão.

Eu não estava só!

Eu simplesmente não gostava da companhia que eu tinha naquele momento: eu mesma!

Depositava no outro a obrigação de me acolher e me fazer feliz! Ledo engano!

Estar/se sentir é bem comumente sentido até mesmo em casamentos. Em casas cheias de gente, em grupos grandes de amigos. Enfim, em qualquer lugar.

O estar/se sentir só é absolutamente um estado de espírito (ruim) que deve ser transmutado.

A grande pergunta é como!?

Cada um tem sua forma de reagir. O essencial é QUERER!

Ressignificar a vida é muito mais fácil do que parece. A vida pode ser muito mais leve e agradável do que pensamos.

Fazer o que lhe parece ruim e transformar em bom, em construtivo e edificante, é um caminho contínuo a ser percorrido.

Pode parecer infantil, mas uma das ferramentas que eu usei na minha ressignificação foi um, ou melhor, dois livros que eu li na minha adolescência e um que li recentemente (Pollyanna, Pollyanna Moça e A Sútil Arte de se ligar o Foda-se, respectivamente).

Hoje me sinto bem e feliz ao estar comigo mesmo, eu me tornei minha melhor companhia.

Esse ciclo virtuoso faz com que as pessoas se aproximem e consequentemente a sensação de solidão vai desaparecer ou por você estar feliz consigo, ou por atrair pessoas que serão irradiadas pela sua luz!

Como disse anteriormente, cada um tem que fazer uso das suas próprias ferramentas no processo diário da ressignificância, mas ajuda a observância de algumas dicas, que exército absolutamente todos os dias:

  1. Abstenha-se de más notícias, más energias e tristezas;
  2. Se descubra, se ame. Descubra o que te alegra e o que te faz bem;
  3. Faça mais por você do que por qualquer outra pessoa, estou falando inclusive de filhos e parentes;
  4. Tenha um tempo só seu;
  5. Invista no que gosta de fazer, seja esse investimento em dinheiro ou tempo;
  6. Viaje, saia da rotina, veja o mundo;
  7. Faça programas sozinho. Comece com cinemas, almoços de domingo e passeios;
  8. Curta pequenas coisas;
  9. Se você não tiver algo de bom a acrescentar, não fale nada;
  10. Ouça! Deus nos fez com 2 orelhas e uma única boca para que entendêssemos nas suas mensagens subliminares que devemos ouvir pelo menos o dobro de falar;
  11. Não sinta pena de você!
  12. Não fale de suas frustrações ou histórias de vida tristes, se orgulhe de suas vitórias!
  13. Tudo o que você viveu, de bom ou de ruim, fizeram de você o que és hoje. Foi seu alicerce de vida!
  14. Seja sempre grato! Aprendemos diariamente, até com quem nos faz “mal”;
  15. Perdoe sempre e libere seu coração das amarras que te seguram no seu passado;
  16. Acostume-se e curta o silêncio e a introspecção. Hoje sei que nesses momentos descobrimos o melhor de nós!
  17. Independentemente de religião, fé ou ateísmo, você é o seu Deus. Aquele que inquestionavelmente existe!
  18. A única vida que podemos viver é o presente, que como o próprio nome diz, é um presente do universo para nós.
  19. O passado não dá para mudar. Se não restaram boas e saudáveis memórias, encare como aprendizado e siga em frente;
  20. O futuro depende das nossas atitudes de hoje, do presente. Se não usarmos a dádiva que nos é dada todos os dias de fazer a cada dia um melhor presente, o que poderemos esperar do nosso futuro?
  21. Lembre-se que se você não se amar, ninguém o fará mais que você!

Ressignifique a vida, ressignifique você, suas prioridades e suas paixões.

Reverta toda e qualquer energia e pensamentos negativos e acredite que você é PHODDA… Tenha certeza! E você assim será!

Eu acredito! E você????

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Quando o Emprego dos Sonhos se Torna o Maior Pesadelo

Postado em Atualizado em

Quem nunca passou por isso…  A felicidade e a motivação diária de ir trabalhar, de produzir, de estar com amigos e colegas de trabalho repentinamente mudar para um processo de esgotamento físico e psicológico.

Nestes meus quase 20 anos de profissão já vi isso acontecer algumas vezes com várias pessoas, por vários motivos e situações distintas.  Ultimamente percebo uma tendência muito grande deste tipo de acontecimento.  Recebo muitos emails de pessoas relatando situações de transtornos causados por mudanças repentinas na atmosfera corporativa.

Passei pessoalmente por isso algumas vezes.  Normalmente esta mudança repentina está associada à mudanças de gestão.  Chefes despreparados quando assumem seus novos times acham que mostrar trabalho é carregar uma foice e um tridente para aterrorizar os funcionários e acabar com o clima da empresa.

Tanto já vivi mudanças no clima da empresa por mudança de gestor como por mudança de comportamento do próprio gestor.

Em uma experiência aceitei fazer parte de um projeto.  Me encantei na entrevista.  O CEO da empresa foi absolutamente encantador, entusiasta, sincero e carismático.  Nossa, como fiquei feliz em receber a notícia de ser aceita por essa empresa.

Não estava errada, o projeto era novo, entraram comigo 10 gerentes para este projeto e os dois diretores que estavam na linha de frente tinham o poder de motivar e fazer a grande engrenagem se mover rapidamente.

Trabalhávamos num escritório virtual, tudo apertado, sem nenhum conforto.  Ficamos nesta situação por 3 meses, tempo necessário para nosso escritório ficar pronto.

Neste tempo fui promovida.  Mas, a primeira surpresa…  A promoção veio somente com acréscimo de função, não de salário. A proposta é que eu trabalhasse 3 meses para aí sim receber um acréscimo de valor.  E quando finalmente o valor veio…  :/ Mas, td bem…  O importante é que eu estava feliz e fazendo o que eu gostava, numa empresa que estava apostando muito.

Assumia então, além da pasta de marketing, a pasta de operações.  Nesta nova função cuidaria também da operação das nossas 5 unidades e das novas unidades que estavam sendo inauguradas, numa velocidade média de 2 por mês.  Em operação devemos ficar atentos o tempo todo, principalmente quando existe uma equipe na ponta que depende de seu suporte.  Ficava disponível para a minha equipe do momento da abertura até o fechamento de todas as unidades.  Preparava os lançamentos, desenhava o novo manual de operações e treinamento de equipe, ajustava padronização, contratava pessoas para as novas unidades, revisava todos os processos, redesenhava as estratégias comerciais, escopava o novo site de vendas, idealizava a maior campanha de marketing que a empresa teria (ok, ok, me orgulho muito deste projeto rsrsrsrs 300% da meta em 75% do tempo estimado para a campanha), gerenciava todos os processos operacionais e de marketing, trabalhava de 5 da manhã às 23h e estava absolutamente feliz.  Quase não dormia.  Ficava online inclusive sábados e domingos, pois a operação não parava, as demandas da minha equipe também não.

Nos mudamos para o nosso escritório definitivo.  Não foi só a mudança física que aconteceu.  O escritório era incrível, de frente para o mar, tudo novinho, super confortável. Porém, algo mudou a alma da empresa.  Mesmo estando confortáveis e sem o aperto do escritório virtual alguma coisa tinha transformado a gestão.

Um dos diretores (não sócio) saiu repentinamente, praticamente dias após a nossa mudança e comecei a perceber que o emprego de meus sonhos começava a se tornar o meu maior pesadelo.

O CEO, antes agradável, simpático, entusiasta, enloquente e motivador se tornou rancoroso, introspectivo, grosseiro.  Tinha perdido seu brilho e seu encanto. Palavras e mensagens grosseiras e ameaçadoras, humilhação, acareação, assédio…  esse era o dia a dia na empresa.  E era o dia todo assim.  Quando ele viajava e não ia… ui…. que alívio!

Virou piada interna entre os gerentes quando ele chamava na sala dele qualquer um de nós gerentes, um dava força para o outro dizendo: Ainda bem que é você e não eu…  Pois é…  Era duro…. Mas, tentávamos amenizar fazendo piada da nossa desgraça rsrsrs.

Passava mensagens de madrugada, ligava e exigia comprometimento quando ele entendia que era prioridade. Muitas vezes a prioridade eram assuntos completamente banais e sem um senso de urgência racional. Lembro de uma vez que ele me ligou às 23:50h para dizer que a quantidade de seguidores do facebook tinha caído repentinamente e que eu só podia desligar quando resolvesse.  Expliquei que o Facebook às vezes faz essa limpeza e que era normal, que não teria ingerência nisso, que poderíamos abrir uma ocorrência e aguardar o feedback, mas falando firmemente e de forma enfática ele dizia que não aceitava essa desculpa.  Finalmente às 2:40h, depois de esgotado todos os meus argumentos e de ter enviado mensagem até para o Mark Zuckerberg ele me deixou dormir.  Porém, meu sono foi interrompido novamente, desta vez por uma situação de emergência numa das unidades às 5h da manhã.  Às 9h a resenha recomeçou e assim foi evoluindo…

Aos poucos esse clima foi minando alguns funcionários que saíram por conta do comportamento desta pessoa, que na entrevista se mostrou tão maravilhosa.  Heads de 5 áreas saíram num prazo de 6 meses após a mudança de clima e a empresa tomou outro estilo de gestão, absolutamente autocrata, onde a criatividade e a produtividade deram espaço para o chicote e falta de energia.  O sorriso se esvaiu dos rostos dos funcionários e a motivação de ir trabalhar deu lugar aquele peso nos ombros de dez vampiros nos sugando.

Esse é apenas mais um caso clichê do dia a dia dos ambientes corporativos do Brasil.  Depois que escrevi o texto A incrível geração de gestores sem educação, onde citava a experiência (des)vivida por um amigo meu, recebi centenas de emails e mensagens relatando situações similares…

Infelizmente muitas pessoas ainda aturam esse pesadelo por falta de opção, pela falta de empregos que estamos passando nesta crise louca.  Em outras situações, quem seria o descartado seria o tomate podre que contaminou toda a cesta, não o contrário.

O maior problema é que essa situação compromete a saúde dos funcionários.  Uma empresa com esse tipo de clima tem funcionários com mais possibilidades de adoecer, aumenta as faltas e até mesmo o abandono de emprego, principalmente em níveis mais operacionais.  Sem obviamente falar da queda da produtividade.

Rezo para a economia dar um suspiro, rezo muito, de verdade, tipo uma reza forte!  Empresas que adotam esse tipo de gestão vão se engasgar com a falta que seus bons funcionários irá fazer.  Enquanto isso não acontece, vamos acreditar que tudo vai dar certo! Estejamos positivos!

 

Até a próxima! 😉