A Inclusão é realmente Inclusiva?

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Meu filho acaba de conquistar o primeiro emprego dele após a experiência super frustrada do programa jovem aprendiz da Apple, onde ele sofreu preconceito e a falta de uma gestão verdadeiramente inclusiva, o fez ter o contrato encerrado antes do tempo.

Essa situação fez com que ele preferisse fazer bicos a voltar a trabalhar formalmente durante quase 3 anos. Ele ficou muito frustrado e com trauma do mercado de trabalho.

Há pouco mais de um mês, ele foi absorvido por uma das empresas que ele prestava serviços temporários ao longo da pandemia.

O que eu acho mais interessante é a preocupação dele em não errar. Como ele não mora mais comigo, me manda mensagens pedindo conselhos e orientações sobre como fazer o trabalho diariamente.

Me sinto especialmente feliz enquanto mãe e gestora, pois dar direção para quem quer fazer a diferença é o auge! Ainda mais sendo meu filho!

As empresas precisam estar preparadas para as diferenças. Mais que isso! Precisamos entender que pessoas diferentes podem trazer abordagens inovadoras para atividades rotineiras.

Deixar essas vozes serem ouvidas é mais que um desafio, é uma estratégia de desenvolvimento para as empresas.

Termino o post com a minha frase de sempre no que tange à políticas de inclusão:

A inclusão é realmente inclusiva?

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