pagar com ingratidão

Por Que Traição Dói?

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A traição dói porque simplesmente só nos dedicamos àquelas pessoas que amamos. Acabamos esperando demais de quem tem de menos para dar.

Falo muito essa frase: não espere de um vendedor de capim, que te entregue rosas. As pessoas sempre entregarão o que tem para dar.

Apesar da dor, e dói pacas mesmo, isso não pode mudar a nossa essência.

Já fui seriamente traída por 3 amigos. Duas situações aconteceram esse ano e 1 há uns 10 anos.

Sabe o que aprendi com a situação de 10 anos e que estou aplicando para acalmar meu coração hoje?

Não há nada mais poderoso nesta vida que a lei do retorno. Nada!

Em 2010 eu ia trocar de carro, tinha uma Ecoesporte blindada e comprei uma Pajero, que era meu sonho desde criança. Estava mega feliz com aquilo.

Apesar de estar casada na época, eu não tinha necessidade de 2 carros, nem estacionamento em casa para mantê-los.

Coloquei na OLX e compartilhei nas minhas redes sociais.

Eu tinha uma grande amiga, muito próxima, que tinha acabado de perder o noivo poucos meses antes.

Eu a levava para a minha casa, saia com ela, levei no psicólogo, no cardiologista, fiz matrícula na academia e ia nesta academia, que era bem mais distante do meu trabalho para encorajá-la. Cuidei dela durante o luto, que foi arrebatador para ela. Acolhia em todas as necessidades. Aconselhava pessoal e profissionalmente.

Quando ela viu o anúncio, me ligou quase imediatamente. Me disse que o pai era pastor e que estava pastoreando uma igreja distante da casa dela e que precisava de um carro, mas não tinha nem renda e nem dinheiro para dar de entrada. Se eu poderia parcelar o carro diretamente para ela. Fiz um contrato no nome da mãe e do pai dela e concordei em vender em 36 parcelas que ela pagaria diretamente para mim.

Já na terceira parcela, ela me disse que o pai não teria condições de pagar, que ia atrasar 2 semanas porque o dízimo dos fiéis estava fraco. Disse que ok.

Duas semanas depois o dinheiro não chegou, liguei para ela e já notei uma mudança no comportamento dela, ela disse que o pai pediu para ela não se meter, que eu ligasse diretamente para ele.

Começamos a brincadeira de gato e rato. 3 meses de atraso e eu pedi para o que ele me devolvesse o carro que eu ia encerrar a dívida, ele me respondeu que não poderia me devolver porque ele precisava do meu carro.

Meu estresse só aumentava, até porque meu ex marido foi contra. Mas como era minha amiga e fizemos contrato, achei que não tinha problemas ajudarmos…

Pedi ajuda dela, para ela pessoalmente descer enquanto ele estivesse dormindo e me entregasse o carro. Implorei! E ela disse que infelizmente não poderia me ajudar. Ofereci 3 mil reais para que ela desse entrada num outro carro e ela me disse que o pai dela precisava do meu, que era blindado e que ele estava sofrendo diversas ameaças de morte. Desligou friamente.

Precisei processar, mas a justiça é lenta… quando eles foram citados, quase 2 anos depois, o carro já cheio de multas e 2 ipvas atrasados, eles finalmente atenderam a ligação da advogada e fizeram um acordo. Devolver o carro, NO ESTADO, sem pagarem nada! Usaram 2 anos o carro de graça!

Aceitamos, já que o processo poderia ainda durar anos e sabíamos que eles ainda poderiam alegar varias situações para adiar ainda mais a possível execução.

O carro estava um caco. Estofado rasgado, maçanetas quebradas, pneus vazios… gastamos 5 mil reais para colocar o carro para funcionar. Resolvemos ficar com ele pois nessa altura estávamos precisando de 2 carros em casa.

Poucos meses depois, ela ainda teve a cara de pau de me pedir dinheiro e ajuda de qualquer tipo pois o pai tinha tido um enfarte e estava no corredor do hospital, onde faleceu 3 dias depois. Acho que naquele momento, nem se eu pudesse eu ajudaria. Eu fui fria e apática à situação dela. Infelizmente, o carinho que eu tinha por ela tinha ido embora.

Sei que hoje, ela se casou e vive pedindo dinheiro para todo mundo. Já deu volta em meio mundo. Várias pessoas vieram me dizer que deveriam ter me escutado e não entrado na conversa mole da pessoa. Atua como pastora (rs) da mesma igreja que o pai fundou.

Pessoas cativantes são um perigo!!!!!

E ela era!

O coração tira a visão racional. Nos faz decidir coisas pela emoção. Quando ela me pediu ajuda para o pai no hospital, meu coração era pedra, agi 100% racional.

O ideal da vida é o equilíbrio. O meio termo sempre será de ouro. Tem a emoção e a razão equalizados é o nosso seguro anti-traição.

Uma vez eu li que um grande executivo disse que não emprestava dinheiro para ninguém. Se ele tivesse, ou fosse tocado emocionalmente pela necessidade de alguém, ele dava. Assim, ele se poupava de se decepcionar com aquela pessoa.

Há 3 anos, eu aluguei o meu apartamento em Recife para um grande amigo da época de Hipercard. Ele foi meu coach na época que assumi a gestão do RJ e ES na Hipercard, era muito nova e muito do que sei era grata a ele.

Ele estava num péssimo momento. Tinha quebrado! Estava sem emprego, sem reserva, com o nome sujo e sem crédito na praça.

Mas a sorte havia lhe sorrido e ele tinha conseguido um trabalho em Recife, justamente onde meu apartamento estava para ficar desocupado. O então inquilino pediu para ficar mais tempo e eu neguei por conta da situação deste meu amigo.

Aluguei sem fiador e sem depósito. Ele não tinha nada mesmo! E eu estava ajudando!

De início tudo certo, mas com 6 meses já começou o martírio de cobrar todo mês o aluguel, até um dia que descobri que meu nome estava sujo, que ele não estava pagando o condomínio.

Pedi para ele desocupar o imóvel porque estava pesado para ele e eu não poderia ficar sem receber. Ele implorou para que eu refinanciasse a dívida dele, logo atrasou de novo.

Bom, a dívida chega a 12 aluguéis. Entrei na justiça depois de 6 meses implorando para ele sair sem sucesso. Ele saiu antes do despejo, sem assinar a entrega, sem deixar a chave ou o endereço para lhe cobrar a dívida. O carinho que o recebi, valeu nada! Além do apartamento estar um lixo.

Acha que acabou minha história de decepções? Eu falei que eram 3. Deixei o último para quem foi a maior decepção. Era um amigo, um amor, um confidente. Tinha acho que mais carinho por ele do que por mim ultimamente. Esse foi o grande erro. O amor cega!

No início do ano nos reaproximamos, ele estava vivendo um casamento falido, abusivo e era humilhado absolutamente todos os dias pela então mulher dele. Estranhei ele estar casado com ela pois nos conhecemos há muitos anos e ele sempre falava mal dela, tanto para mim como para nossos amigos em comum. Mas ele disse que precisava se casar com ela para ir para Portugal, pois não conseguiria ir sozinho. Mas, que estava arrependido, não conseguia trabalho e ela tornava a vida dele um inferno diário por conta disso. A pandemia chegou e q situação ficou ainda pior. Bem, pelo menos era o que ele dizia e eu tolamente acreditava…

Tive a ideia de montar uma empresa com ele, tinha a ideia, os clientes, as ferramentas de venda e ele tinha o know how do desenvolvimento técnico do produto. Equação perfeita!

Ele disse que precisava de um dinheiro para poder vir se Portugal, que não tinha nada. Emprestei o dinheiro, comprei passagem, despacho de malas e os equipamentos… tentei fazer o máximo para que essa transição fosse a mais rápida para ele, tão logo ele chegou, já tinha clientes para atender, que logo se converteram em orçamentos.

Um dia, do nada, a criatura usou os equipamentos para instalação escondida de mim. Deixou de entregar um orçamento importante para fazer coisas para ele, recebendo do cliente sem repassar nada para a empresa, usando equipamentos que eu tinha comprado para testar para o grande orçamento que tínhamos. Ele havia me usado para sair de Portugal, mas não queria empresa. Queria fazer as coisas dele, do jeito dele. Traição dói! Principalmente quando o investimento é alto!

Terminei a sociedade e a amizade, óbvio que ele nem devolveu os equipamentos e nem o dinheiro que lhe emprestei!

E, assim como a outra cara de pau, ainda me ligou pedindo que eu pagasse o transporte de coisas dele para Portugal, que havíamos combinado antes da traição.

Mas, assim como o caso do carro, entregarei esses dois ouros para Deus.

É chato, estressa, nos deixa mal. Mas só acontece isso porque amávamos as pessoas que nos fizeram mal.

Tínhamos grandes expectativas pela amizade e carinho que dedicamos. Mas, de novo, não espere de um vendedor de capim…

Sabe qual a lição que fica?

São testes para ver se a sua essência se modifica, o quão sujo ficamos ou quanto creditamos de fé no amor maior que existe: o de Deus!

Tem muito mais Deus para dar do que o Diabo para tomar.

E vamos lá, quem já foi enganado sabe que a melhor vingança é a nossa vitória!

E então, que tal, deixa que essas pessoas se enterrem sozinhas e transmute com sua luz.

Se alguém lhe fizer feliz, revide. Mas, se ao contrário, lhe fizer infeliz, realize! Realize muito mais! Resplandeça e ofusque esses seres trevais que não conseguiram captar a melhor essência do amor, que é amar!

Me faz lembrar de uma música muito relevante para o assunto muito bem cantadas nas vozes do Jorge Aragão e também Beth Carvalho.

Vou Festejar

Chora, não vou ligar
Chegou a hora
Vas me pagar
Pode chorar, pode chorar (chora!)
Chora, não vou ligar
Chegou a hora
Vas me pagar
Pode chorar, pode chorar!

É, o teu castigo
Brigou comigo
Sem ter porquê
Eu vou festejar, vou festejar
O teu sofrer, o teu penar

Você pagou com traição
A quem sempre lhe deu a mão

Você pagou com traição
A quem sempre lhe deu a mão

Mas chora!
Chora, não vou ligar, não vou ligar
Chegou a hora
Vas me pagar
Pode chorar, pode chorar

Chora, não vou ligar, eu não vou ligar
Chegou a hora
Vas me pagar
Pode chorar, pode chorar

É, o teu castigo
Brigou comigo
Sem ter porquê
Eu vou festejar, vou festejar
O teu sofrer, o teu penar

Você pagou com traição
A quem sempre lhe deu a mão

Você pagou com traição
A quem sempre lhe deu a mão

La laia laia la
Laia laia la laia laia

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A Receita da Felicidade

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A tríade do caminho da felicidade consiste em ser GRATO, SERVIR e PERDOAR!

O exercício da gratidão deve ser diário pois, assim como os músculos, quanto mais praticamos a gratidão, mais teremos percepção de coisas boas ao nosso redor, mais bençãos receberemos. O Universo aceita e recompensa gratidão com gratidão, num ciclo virtuoso de reconhecimento!

O servir sem pedir nada em troca é, por si só, um ato de gratidão. Nunca aja esperando o retorno de sua ação com ação igual em sentido contrário. Não pense que os outros tenham os mesmos pensamentos que você! Certamente você terá retorno, mas entregue para o Universo a força de sua ação! Não dê essa responsabilidade a quem você ajudou! Isso não seria ajuda, seria prestação de serviço! Não critique a ingratidão de quem você ajudou, cada qual só dá aquilo que tem para dar!

Finalmente perdoar! Perdoar não é fácil! Como dar perdão aquele ser miserento dos infernos que partiu seu coração, que te levou o dinheiro de uma vida, que te virou as costas quando você mais precisava, que te demitiu sem compaixão?

Simples! Perdoe e entregue! Entenda aquilo como uma fase importante para seu crescimento e “move on”, siga adiante! De novo, cada um só entrega o que tem de estoque. Não espere de um vendedor de capim, uma entrega de Rosas!

A gratidão, o servir e o perdão são o caminho para a felicidade à medida que te transformam, promovem a milagrosa autocura!

Vamos tentar?

PS: Se você tem dificuldades com o perdão, talvez a hipnose possa te ajudar. Entre em contato comigo.

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One is Better Than Zero

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A qualquer tempo da vida, o que somos naquele momento, é a soma do que fomos e vivemos até então.

Muitas pessoas passam a vida toda resolvendo problemas, ao invés de construir a vida diariamente com atos e palavras edificantes para consigo e com o próximo. Você é as suas escolhas, o que você está escolhendo amar?

Desde muito pequenos, passamos por experiências que vão construindo nossas crenças e nossos valores. O que acreditamos no nosso íntimo como verdade absoluta e universal. A efemeridade deste pensamento é inversamente proporcional ao seu enraizamento. Quanto mais tempo, mais enraizado, mais difícil de se dissociar. Normalmente, a partir daí, cria-se as crenças limitantes, aquilo que acreditamos fielmente e que são fonte inesgotável de autoboicote, autossabotagem de nós contra nós mesmos.

Quanto precisaremos cair até percebermos que muitas das nossas derrotas somos nós que produzimos?

Padrões de repetições que transformam nossa vida em ciclos negativos ou quase paradoxos temporais de infelicidade.  O sofrimento não tem a ver com os acontecimentos da nossa vida e sim como nós reagimos a esses acontecimentos. Sofrer é uma opção! Sempre será.

Criamos nossas regras de vida, nossas diretrizes, o nosso caminho, sempre a partir de nossas experiências pregressas e construímos nosso juízo de valor. O que você ama, como? O amor te conduz.

Porém, o amor está diretamente relacionado com aquilo que você conhece como seu padrão de amor ou de falta de amor. Para onde seu amor te leva?

E o amor? Não seria amor o Deus que habita em mim, que me ama incondicionalmente e nunca desiste de mim? Eu escuto esse Deus? Com que freqüência eu converso com Ele?

Culturalmente, se criou um Deus vingativo, que julga, recompensa ou pune, segundo suas próprias “leis divinas”. Esse não é Deus. Pelo menos não deveria ser! Não deveríamos criar uma relação de amor baseada estritamente no medo, no temor.

Deus é bom o tempo todo! Até mesmo quando achamos que estamos passando por experiências ruins. Lembre-se: somos hj a soma de tudo o que fomos e vivemos no passado. O que estamos vivendo no hoje nos constrói, nos prepara e nos ajusta para um melhor EU no futuro.

Há coisas na vida que acontecem de ruim para que outras muito melhores possam surgir, situações essas que provavelmente não aconteceriam se tudo tivesse caminhado aparentemente no caminho certo, sem intercorrências desagradáveis. É Deus sendo bom, mesmo quando duvidamos.

A lei máxima do amor de Deus é que devemos espalhar amor, mesmo que não recebamos nada em troca, ou pior, que recebamos ingratidão. O amor de Deus é incondicional e nos ensinou que só conseguimos dar aquilo que temos dentro de nós. É difícil exigir do próximo o mesmo nível de maturidade emocional, espiritual, de desapego ou de amor que o nosso.  Quem tem egoísmo, tristeza e maldade não poderá externalizar outra coisa senão o que tem dentro de si.

É necessário falar com nosso Deus o tempo todo. Ele nos responderá!

Quando eu era bem nova, li o livro o Alquimista do Paulo Coelho, onde fui apresentada ao conceito da “Linguagem dos Sinais”. Assimilei para a vida esse conceito e passei a ser bastante observante quando às mensagens que o universo nos manda às nossas perguntas mais íntimas, através das formas mais inusitadas, normalmente em forma de sinais, às vezes sutis, outras vezes escancarados.

É necessário desenvolver a nossa percepção e ampliar nosso espectro de captura. Como? Simplesmente observando o mundo ao nosso redor. As respostas nos circundam, o tempo todo! Absolutamente o tempo todoooooooo.

Assim como todas as respostas, Deus nos envia companhias certas para cada momento, acolhimento nas horas precisas… Basta que estejamos abertos a receber todas esses presentes divinos, precisamos aprender a reconhecê-los.
O acaso é Deus dando as respostas às perguntas que tanto questionamos.

Aprendemos no amor ou na dor. Por que precisamos ir até o inferno para lembrarmos de perguntar as respostas para Deus? Deus está em nós! Frustar-se até pode ser bom, pois pode ser o nosso agente da mudança interior e aguçador das perguntas certas que precisamos para encontrar o caminho. Mas, não precisa, obviamente, ser uma regra. Se, ao contrário, me programar para ouvir, me conectar com o meio, me doar para o próximo, ser amor, inspirar e motivar, naturalmente as respostas serão captadas pelas minhas antenas neurais ativadas para minha felicidade e não precisarei passar pelo inferno para me salvar, para encontrar a minha “Stairway to Heaven“.

Há cerca de 4 anos estava num processo de autodestruição. Tinha acabado de quebrar com 2 empresas que eu tinha em Recife, morando longe de minha família, tinha perdido minha avó, que me privei de viver junto nos últimos meses de vida, pois tinha me mudado para tão distante, tinha perdido o dinheiro de uma vida toda de trabalho, estava com dificuldade de arrumar emprego, depressiva e sem chão, sem rumo e sem perspectiva nenhuma. A única coisa que eu fazia diariamente era escrever mensagens de derrota nas minhas redes sociais.  Reclamava da vida e de tudo.  Era uma chata!

Um certo dia, um amigo que me conhecia desde minha juventude e que tinha estudado comigo durante 8 anos, me chamou no direct de uma dessas redes sociais e me perguntou por que eu não usava meu tempo “ocioso” para escrever.  Que ele se lembrava bem que eu era boa em redação (ele uma vez roubou uma carta romântica que tinha escrito para um crush adolescente e leu em voz alta na sala de alta, me matando de vergonha e de raiva!!!).  Que eu podia aproveitar esse meu DOM e escrever sobre assuntos que me deixassem confortável.

Criaria um blog e escreveria. Naturalmente eu perguntei para ele: quem teria interesse em ler o que eu ia escrever? Ao que ele me mandou um vídeo muito interessante chamado “One is Better Than Zero” (Um é melhor do que zero).

Basicamente, o que ele quis dizer é que eu posso correr o risco de uma única pessoa ler e aproveitar, fazer a minha estrela brilhar, me conhecer. Mas isso só será possível se eu escrever. Se eu não fizer, ZERO pessoas leriam, ou me conheceriam. Ou seja, uma pessoa que seja, é muito melhor que nenhuma.  Eu não preciso mais que uma pessoa certa para minha estrela brilhar.

Hoje já tenho o blog com mais de 1 milhão e meio de visualizações, textos meus publicados em diversos sites, traduzidos em diversas línguas e comentados em alguns dos podcasts mais populares do Brasil.

Descobri algo que me dá prazer. Receber emails de pessoas dando feedbacks dos meus textos e comentando o quanto eles ajudam em diversos momentos de vida, me faz me sentir útil, plena e feliz.

A vida é curta demais para que percamos tempo com coisas que não amamos.   A linguagem dos sinais.  Deus fala conosco das formas mais diferentes possíveis.  Naquele momento, Deus usou o meu amigo para me dizer o quanto eu poderia ser útil e ajudar ao próximo com meus textos.  Aqui estamos nós.

Realmente ainda não sei exatamente o que isso tudo ai quer dizer, talvez ainda não esteja nem na metade da minha jornada, mas com certeza One is Better Than Zero!

O que você irá fazer hoje que é melhor do que se você não fizesse nada?

 


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Quem faz o Bem tem que estar preparado para a Ingratidão.

Postado em Atualizado em

Quantas e quantas vezes, tanto na vida pessoal como na profissional, não ficamos indignados ao nos facearmos com a ingratidão de alguém a quem ajudamos, ou que tenhamos nos dedicarmos de alguma forma, sem ao menos receber um simples OBRIGADO.

Diversas pessoas que já passaram por nossas vidas, a quem demos chances e que, na primeira oportunidade, nos viraram as costas, ou muito pior, acabaram nos colocando em situações complicadas, mentindo ou usando de má fé para trair e agir para conseguir seus objetivos, não se importando com quem precisaram magoar.  Todos temos, sem dúvidas, muitas histórias de ingratidão para contar que dariam vários livros… Todos sofremos muito com isso, fato!

Essa ingratidão dói mais ainda, pois, quando ajudamos, normalmente esperamos o mínimo de carinho e reconhecimento.  Esse é o grande erro!!!!

Quando ajudamos alguém temos que ter a maturidade de não esperarmos absolutamente nada em troca.  Devemos estar preparados para a Ingratidão.

No mundo corporativo, essa situação é tão comum quanto o dia nascer diariamente.  São inúmeras as pessoas que querem crescer a todo custo, “eliminam” os obstáculos, mesmo que isso signifique pisar em quem lhes estendeu a mão.

A competitividade do mundo faz com que as relações estejam cada vez mais frágeis, mais vulneráveis a interesses e à recompensas.  Definitivamente o mundo está perdendo o seu charme, se tornando egoísta e intolerante.

A Ingratidão é como um vírus, as pessoas acabam sendo contaminadas, tornando todo esse processo uma progressão geométrica de maldade: “Faço porque fizeram comigo”; “Se eu não fizer, alguém irá fazer”; “Fiz porque mereceu”… e assim, com as pessoas se cansando de “apanhar”, vão aderindo a este círculo vicioso, por não estarem preparadas emocionalmente para o PERDÃO e muito menos para o “FAZER O BEM SEM OLHAR A QUEM”.

Depois de muito sofrer com a necessidade da gratidão, hoje adoto uma postura completamente diferente.  Desta forma, não me magoo mais.  Primeiro, NUNCA deixo de fazer o bem por conta de experiências negativas do passado.  Aprendi que cada um só pode dar o que tem, não conseguimos tirar leite de cabra de um rinoceronte, nem fel do mel de abelha…  Quem tem amor para dar, não pode ser contaminado por egoísmo.  Muitas e muitas vezes já estendi a mão uma segunda vez, uma terceira, mesmo sabendo que a pessoa não mereceria, porém o que vale é a minha consciência.  Eu que tenho que dar a oportunidade da pessoa se arrepender.  Preparo-me para o pior, se o melhor acontecer, vira bônus.

Segundo, para evitar o desgaste de esperar reconhecimento, comecei a imaginar que cada ato positivo que fazemos, depositamos um crédito numa “Conta Corrente do Bem”.  Essa conta corrente transforma esses créditos em títulos capitalizados pelo amor Supremo, que vale muito mais que qualquer reconhecimento material, ou deste mundo.  Em algum momento esses seus títulos capitalizados serão resgatados.

Portanto, não nos deixemos contaminar pelo círculo vicioso do mal, ou até mesmo da neutralidade – “Não faço para não me magoar”, criemos o amadurecimento necessário para formarmos o círculo virtuoso do bem querer, da ajuda sincera e do amor.

O mundo anda tão agressivo, tão doente, tão rancoroso, que se cada um de nós nos despirmos da vaidade de necessitar o reconhecimento do próximo a cada boa ação nossa, conseguiremos agir conforme nossa natureza de amor, investindo na nossa Conta Corrente do Bem cada vez mais, nos tornando seres mais ricos e prósperos emocional e espiritualmente.

 

 

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