dúvida

One is Better Than Zero

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A qualquer tempo da vida, o que somos naquele momento, é a soma do que fomos e vivemos até então.

Muitas pessoas passam a vida toda resolvendo problemas, ao invés de construir a vida diariamente com atos e palavras edificantes para consigo e com o próximo. Você é as suas escolhas, o que você está escolhendo amar?

Desde muito pequenos, passamos por experiências que vão construindo nossas crenças e nossos valores. O que acreditamos no nosso íntimo como verdade absoluta e universal. A efemeridade deste pensamento é inversamente proporcional ao seu enraizamento. Quanto mais tempo, mais enraizado, mais difícil de se dissociar. Normalmente, a partir daí, cria-se as crenças limitantes, aquilo que acreditamos fielmente e que são fonte inesgotável de autoboicote, autossabotagem de nós contra nós mesmos.

Quanto precisaremos cair até percebermos que muitas das nossas derrotas somos nós que produzimos?

Padrões de repetições que transformam nossa vida em ciclos negativos ou quase paradoxos temporais de infelicidade.  O sofrimento não tem a ver com os acontecimentos da nossa vida e sim como nós reagimos a esses acontecimentos. Sofrer é uma opção! Sempre será.

Criamos nossas regras de vida, nossas diretrizes, o nosso caminho, sempre a partir de nossas experiências pregressas e construímos nosso juízo de valor. O que você ama, como? O amor te conduz.

Porém, o amor está diretamente relacionado com aquilo que você conhece como seu padrão de amor ou de falta de amor. Para onde seu amor te leva?

E o amor? Não seria amor o Deus que habita em mim, que me ama incondicionalmente e nunca desiste de mim? Eu escuto esse Deus? Com que freqüência eu converso com Ele?

Culturalmente, se criou um Deus vingativo, que julga, recompensa ou pune, segundo suas próprias “leis divinas”. Esse não é Deus. Pelo menos não deveria ser! Não deveríamos criar uma relação de amor baseada estritamente no medo, no temor.

Deus é bom o tempo todo! Até mesmo quando achamos que estamos passando por experiências ruins. Lembre-se: somos hj a soma de tudo o que fomos e vivemos no passado. O que estamos vivendo no hoje nos constrói, nos prepara e nos ajusta para um melhor EU no futuro.

Há coisas na vida que acontecem de ruim para que outras muito melhores possam surgir, situações essas que provavelmente não aconteceriam se tudo tivesse caminhado aparentemente no caminho certo, sem intercorrências desagradáveis. É Deus sendo bom, mesmo quando duvidamos.

A lei máxima do amor de Deus é que devemos espalhar amor, mesmo que não recebamos nada em troca, ou pior, que recebamos ingratidão. O amor de Deus é incondicional e nos ensinou que só conseguimos dar aquilo que temos dentro de nós. É difícil exigir do próximo o mesmo nível de maturidade emocional, espiritual, de desapego ou de amor que o nosso.  Quem tem egoísmo, tristeza e maldade não poderá externalizar outra coisa senão o que tem dentro de si.

É necessário falar com nosso Deus o tempo todo. Ele nos responderá!

Quando eu era bem nova, li o livro o Alquimista do Paulo Coelho, onde fui apresentada ao conceito da “Linguagem dos Sinais”. Assimilei para a vida esse conceito e passei a ser bastante observante quando às mensagens que o universo nos manda às nossas perguntas mais íntimas, através das formas mais inusitadas, normalmente em forma de sinais, às vezes sutis, outras vezes escancarados.

É necessário desenvolver a nossa percepção e ampliar nosso espectro de captura. Como? Simplesmente observando o mundo ao nosso redor. As respostas nos circundam, o tempo todo! Absolutamente o tempo todoooooooo.

Assim como todas as respostas, Deus nos envia companhias certas para cada momento, acolhimento nas horas precisas… Basta que estejamos abertos a receber todas esses presentes divinos, precisamos aprender a reconhecê-los.
O acaso é Deus dando as respostas às perguntas que tanto questionamos.

Aprendemos no amor ou na dor. Por que precisamos ir até o inferno para lembrarmos de perguntar as respostas para Deus? Deus está em nós! Frustar-se até pode ser bom, pois pode ser o nosso agente da mudança interior e aguçador das perguntas certas que precisamos para encontrar o caminho. Mas, não precisa, obviamente, ser uma regra. Se, ao contrário, me programar para ouvir, me conectar com o meio, me doar para o próximo, ser amor, inspirar e motivar, naturalmente as respostas serão captadas pelas minhas antenas neurais ativadas para minha felicidade e não precisarei passar pelo inferno para me salvar, para encontrar a minha “Stairway to Heaven“.

Há cerca de 4 anos estava num processo de autodestruição. Tinha acabado de quebrar com 2 empresas que eu tinha em Recife, morando longe de minha família, tinha perdido minha avó, que me privei de viver junto nos últimos meses de vida, pois tinha me mudado para tão distante, tinha perdido o dinheiro de uma vida toda de trabalho, estava com dificuldade de arrumar emprego, depressiva e sem chão, sem rumo e sem perspectiva nenhuma. A única coisa que eu fazia diariamente era escrever mensagens de derrota nas minhas redes sociais.  Reclamava da vida e de tudo.  Era uma chata!

Um certo dia, um amigo que me conhecia desde minha juventude e que tinha estudado comigo durante 8 anos, me chamou no direct de uma dessas redes sociais e me perguntou por que eu não usava meu tempo “ocioso” para escrever.  Que ele se lembrava bem que eu era boa em redação (ele uma vez roubou uma carta romântica que tinha escrito para um crush adolescente e leu em voz alta na sala de alta, me matando de vergonha e de raiva!!!).  Que eu podia aproveitar esse meu DOM e escrever sobre assuntos que me deixassem confortável.

Criaria um blog e escreveria. Naturalmente eu perguntei para ele: quem teria interesse em ler o que eu ia escrever? Ao que ele me mandou um vídeo muito interessante chamado “One is Better Than Zero” (Um é melhor do que zero).

Basicamente, o que ele quis dizer é que eu posso correr o risco de uma única pessoa ler e aproveitar, fazer a minha estrela brilhar, me conhecer. Mas isso só será possível se eu escrever. Se eu não fizer, ZERO pessoas leriam, ou me conheceriam. Ou seja, uma pessoa que seja, é muito melhor que nenhuma.  Eu não preciso mais que uma pessoa certa para minha estrela brilhar.

Hoje já tenho o blog com mais de 1 milhão e meio de visualizações, textos meus publicados em diversos sites, traduzidos em diversas línguas e comentados em alguns dos podcasts mais populares do Brasil.

Descobri algo que me dá prazer. Receber emails de pessoas dando feedbacks dos meus textos e comentando o quanto eles ajudam em diversos momentos de vida, me faz me sentir útil, plena e feliz.

A vida é curta demais para que percamos tempo com coisas que não amamos.   A linguagem dos sinais.  Deus fala conosco das formas mais diferentes possíveis.  Naquele momento, Deus usou o meu amigo para me dizer o quanto eu poderia ser útil e ajudar ao próximo com meus textos.  Aqui estamos nós.

Realmente ainda não sei exatamente o que isso tudo ai quer dizer, talvez ainda não esteja nem na metade da minha jornada, mas com certeza One is Better Than Zero!

O que você irá fazer hoje que é melhor do que se você não fizesse nada?

 

 

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Os “E ses” da Vida…

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E se eu tivesse tentado, insistido, apostado, reinventado, interagido, falado, me calado, ouvido… E se eu tivesse vivido???

São tantos os “e ses” da vida que a perturbação acaba se tornando a inquietude da nossa alma.

A não existência do efeito borboleta coloca nossa fé a prova. A fé inabalável que estamos sempre certos e que nossas decisões são as mais assertivas para aquele momento. Mas, poxa… é sempre tudo ao contrário. Dá sempre tudo errado. Que boxxxta!

E sabe quando a gente alimenta aquela sensação que podia ter feito algo diferente, mas por mais que façamos uma revisita no passado, não achamos onde poderíamos ter agido diferente. Qual foi o momento que pegamos a rua errada e que o GPS da vida não recalculou a rota, nem avisou que estávamos entrando num beco sem saída?… #GPSMau

É tanto passado no meu presente que acabo não projetando meu futuro. Pah! Tudo errado!

Sabe aquela certeza que você queria ter? Pois é, ela nunca vem.

Ás vezes eu tenho a sensação de que estou vivendo uma vida que não é minha, resultado de escolhas que não acredito que fiz.

É… a gente é realmente eternamente responsável pelas nossas escolhas… Mas, os “e ses” vão se acumulando e pesando cada vez mais.

Será que ainda há tempo de transmutar tudo isso? Infelizmente há coisas que nem dependem de nossas novas escolhas… Ah, se dependessem… Na verdade é possível que a não possibilidade de escolha tenha sido por conta de uma má escolha que fizemos no passado… Quem vai saber? Isso tudo é tão confuso.

Se é possível passar alguma mensagem para o universo, será que ele me escuta? Olha o se de novo…

Ah, não custa tentar… Vai que…

Podemos tentar de novo?

Se tivesse certeza… se…

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Escolhas… A interminável tarefa de errar!

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Desde muito novos somos obrigados a exercitar diariamente a capacidade de escolher.  O mais incrível disso é que, por mais que pratiquemos, nunca adquirimos a excelência.  Sempre há fatos, informações e sentimentos novos que nos impedem de usar a tão sabida experiência em busca da assertividade.

Errar é bom.  Aliás, errar é ótimo!!!  Dá uma vontade absurda de não fazer de novo, né?  Só vontade!

O ser humano é construído por erros, muito mais do que por acertos.

Às vezes imagino que talvez tenhamos sido criados para errar mesmo, daí nos tornamos mais ou menos capazes de transmutar estes erros, tornando-os cada vez menos óbvios.  Sei lá, acho que talvez sejamos somente criados para errar mesmo e acabou.

Talvez a gente viva a vida tentando fugir dos erros, talvez a vida passe o tempo todo fazendo questão de os encontrar.  E o pior que sempre encontra, a cada esquina, a cada mensagem, a cada favor, a cada empreender…  sempre encontra!

O fato que às vezes cansa.

O pior é quando além de cansar, fere.  Pior ainda é quando a ferida não cura…

É… 

Podia ser mais fácil.  Podia ser um jogo de RPG.  Podíamos estar somente jogando The Sims, onde os erros seriam propositais, qualquer coisa era só não salvar o jogo e recomeçar do último acerto…  Mas, não é assim tão fácil.

À medida que envelhecemos, o peso destas más escolhas vai se tornando um pouco mais denso.  To nesta vibe… 

Irc…  não deveria estar.  Gente mal humorada é chata pacas!  Será que estou me tornando chata?!

Ah, vai…  Talvez tenha sido mais uma má escolha sentar para escrever hoje…  Agora já era, foi para a coleção, mais um errinho não vai pesar tanto assim… Até o próximo erro, ou quem sabe um acertinho só para variar…

ok, ok, ok, vou ali apertar o botão resetar e já volto! 😉