A incrível geração de gestores sem educação.

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“- Fulano, te liguei ontem às 21:30 para solicitar um relatório urgente e você não me atendeu.

– Sinto muito, chefe. Quando saí daqui às 20:30 daquela nossa reunião, não tirei o celular do silencioso.  Cheguei em casa e fui dar atenção aos meus filhos que estavam quase dormindo e não vi o celular tocar.

– Da próxima vez enfie o celular na sua cavidade (…)  que pelo menos você vai sentir. Nunca deixe de me atender.”

Sim!  Este diálogo existiu!  Absurdo pensar que após todas as ações que bancos e industria de bebidas sofreram por assédio moral, ainda tenhamos gestores deste naipe.  Porém, para ser bem sincera, a impressão que eu tenho é que eles voltaram com força total.  Escuto relatos como esse todos os dias, cada vez mais, me fazendo acreditar que estamos no meio de uma epidemia do mau humor corporativo.

Percebo diretores e presidentes cada vez mais se achando Deuses supremos, impassíveis de erros, que nunca se enganam, senhores da verdade única absoluta e universal.  Seres cada vez menos preparados para as funções que assumem, que dependem de seu corpo técnico para avaliação de dados e tomada de decisão, que muitas vezes têm o péssimo hábito de empregar amigos e, às vezes, parentes para cargos de confiança, em detrimento de profissionais qualificados para as funções.  Seres que não confiam em sua equipe técnica e que creem que funcionários são iguais a biscoitos, vai um, vem dezoito.  Pessoas cuja educação fora há muito tempo esquecida e abolida de seus manuais de convivência e bons costumes.

Nas rodas de amigos é comum hoje em dia histórias como esta.  Talvez por conta da crise que assola nosso país, os funcionários estejam se submetendo a esse tipo de humilhação, pois não podem se dar ao luxo de perder seus empregos, visto que buscar outro está cada vez mais difícil.  Em uma pesquisa informal realizada pelo membros do LinkedIn a resposta que mais aparece sobre o motivo que leva alguém a pedir demissão de uma empresa é por conta da Gestão.

Como consequência à crise, as empresas com situação financeira complicada, também deixam os gestores com os nervos a flor da pele, o que obviamente não justifica este tipo de atitude, mas intensifica os casos.  A falta de habilidade na condução e administração de crises faz com que os ambientes corporativos tornem-se salas de tortura ou câmaras de gases…  Funcionários chegam em casa exauridos emocionalmente, arrasados em sua auto-estima e desestimulados profissionalmente.  Falta Inteligência Emocional!

Gestores estão perdendo a mão na condução de seus negócios e equipes.  Estão requerendo dedicação exclusiva e disponibilidade 24hs por dia, ignorando que seus funcionários têm casa, família e suas atividades pessoais, que têm vida após trabalho.  Que necessitam de uma pausa para se recomporem física e emocionalmente.  Funcionários no limite são sinônimo para afastamento por doença.

Num outro caso que tomei conhecimento recentemente, às 17:50h do dia 12 de junho, dia dos namorados, o presidente de uma empresa convocou todo o corpo diretor e vários membros da gerência para uma reunião  às 18:30h a fim de discutir itens de uma apresentação que ele faria 2 semanas mais tarde e que já estava em suas mãos há mais de uma semana.  É claro que esta reunião foi até muito tarde (precisamente até 22:45h) e o fato deixou os participantes numa situação no mínimo complicada com seus respectivos maridos e namorados.

Além disso, me relatam cada vez mais casos de gritos, ofensas, grosserias e xingamentos por parte dos gestores.  Gestores que humilham na frente de todos, enganam, demitem sem justificativa, ofendem e, principalmente, querem que seus funcionários trabalhem como super heróis e vivam como monges.  Histórias onde gestores agem com grosseria, sarcasmo e humilham funcionários, principalmente para aparecer mediante superiores ou restante da equipe.  Acham que para serem gestores precisam ser temidos.  Desculpem o vocabulário, mas esses caras são uns babacas!

Hoje mesmo recebi um email de uma pessoa que leu meu artigo sobre demissão (Demitir, a pior tarefa de um gestor), onde ela se identificou e relata dificuldades em receber feedback, falta de adequação de funções, coaching inexistente e, acima de tudo, o não posicionamento definitivo dos mesmos mediante a problemas futuros.  Depois que o problema acontece, mesmo já tendo sido avisado, quem paga é o funcionário.  Não há uma cultura de prevenção.  Depois que acontece, um tem que ser punido, normalmente o lado mais fraco.

Recentemente presenciei uma briga entre dois diretores e um presidente, onde se ouvia os mais variados tipos de palavrões, alguns que eu nem conhecia.  Como uma empresa minimamente séria consegue respeito de seus funcionários se seus diretores não se respeitam?  A atitute entre seus gestores já reflete a falta de preparo dos que deveriam motivar e inspirar suas equipes.

Numa pesquisa rápida entre meus amigos, observei que a maior parte de gestores que agem desta forma estão entre 30 e 45 anos.  Claramente me traduz uma falta de preparo e experiência dos mesmos em gestão e condução de times multidisciplinares.  Os caras não sabem sequer como demitir! Acham que gerir é no grito, não sabem a diferença de autoritarismo para autoridade, poder para o respeito, liderar e gerir.   O mundo evoluiu e eles continuam no século XIX, agindo como senhores com seus escravos.  Desconhecem palavras e conceitos como coaching, feedback, gestão participativa, espírito de equipe…

A falta de preparo está em desconhecer que muito mais producente será um time em que o respeito, a cumplicidade e o senso de equipe serão matrizes da motivação em conjunto.  Todos remando numa mesma direção, com a mesma gana de vencer, sem raiva ou rancor, sem humilhação, grosserias, ou se sentindo coagido a qualquer coisa, se obtém resultados muito mais expressivos.  A atmosfera da empresa, mesmo em clima de crise, se torna mais amena e cooperativa.  As vitórias passam a ser comemoradas por todos enquanto as derrotas passam a doer em todo o time, que faz com que todos se movimentam para tentar mudar essa realidade.

“Quando um chefe está num cargo além de sua competência, se sente inseguro e contrata idiotas como ele. Isso gera um conglomerado de idiotas unidos para manter o poder.”
John Hoover, Como Trabalhar para um Chefe Idiota 

“Trabalhar mais não é sinônimo de eficiência”
Thomas Silveri, consultor 

“A maior recompensa e motivação, é atingir os objetivos e metas com satisfação e alegria, principalmente com a união e bem estar de todos, deixando de lado rancores, maldades, orgulho, competição e etc. Tornar tudo mais fácil e prazeroso, tornar o lugar onde você está, ou seja, em casa, na rua, na escola ou no trabalho o melhor ambiente possível, incentivando todos a caminharem na mesma direção e com o mesmo objetivo, satisfazendo todas as necessidades legítimas.” Hunter, James C., O Monge e o Executivo

 

 

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174 comentários em “A incrível geração de gestores sem educação.

    Luciana Telles respondido:
    29/07/2015 às 1:46 pm

    Uma pessoa que não quis se identificar, pediu para postar esse comentário como corroboração do que ele sentiu recentemente e que tem a ver com o meu texto:
    “Trabalhei 4 anos em uma empresa de reciclagem de lixo, sou analista de infraestrutura senior, por 3 anos eu fiquei vistando todas as unidades para melhorarmos sua area de infraestrutura, onde e precaria. Durante algum tempo tinhamos uma gestora que nos tratava da seguinte forma: Eu mando você obedece, eu vejo se consigo te dar um aumento. Durante este tempo todo andei no meio de bichos como cobras, ratos, aranhas. Esta minha gestora saiu e foi para uma grande multinacional e levou todos do time dela juntos, menos eu que fiquei com a equipe antiga da empresa, me dediquei para que a equipe confiasse em mim. Apos a sua saida chegou um gestor que era analista de Help desk em uma grande empresa de telefonia, ficamos sabendo que ele falsificou seu CV, copiando de um amigo dele diretor, então fez uma reunião com nossa equipe de 4 analistas que seguravam uma empresa de 15 mil administrativos. Depois de passado alguns meses tinhamos um projeto em Ribeirão preto para migração de uma nova empresa que tinhamos comprado.

    Deixei minha familia e fiquei 01 mês direto trabalhando junto com mais dois analistas, e nesta migração, ele nos ligava tarde da noite querendo feedback, solicitando informações e não respeitando noss horario de descanso. Quanto terminamos o projeto eu estava com o carro da empresa e sendo o unico a ter habilitação, estavamos voltando na estrada por volta de umas 15 horas da tarde, ele nos ligou e pediu que deixassemos o carro na empresa ( sempre iamos embora com o carro para casa, sem problema nenhum) eu respondi que isso erra rui pois iriamos chegar na marginal pinheiros as 18:00 hs, e que iriamos pegar um transito absrudo ate chegar em santo amaro onde estava localizada a empresa, e a resposta que tive foi, se vira você não e quadrado.
    Tomei a atitude de ir para minha casa ver meu filho que a 15 dias chorava pq eu estava viajando e minha esposa que estava abalada emocionalmente, na segunda-feira trabalhamos normalmente sem se quer ele perguntar como foi a mudança da nova empresa.

    Na quinta-feira da mesma semana ele me mandou embora junto com um outro analista, e a informação para ele que me mandou embora foi.

    Vc não soube me responder como poderia trazer o carro ate a empresa, e quando eu mando eu mando. Eu assinei a minha demissão, e ele ainda nos levou ate a porta da empresa com a seguinte frase ” vou levar vcs ate a porta para que não roubem nada”

    Hoje ele ganha 10 mil por mes e incapacitado para ser coordenador de TI, tecnicamente e fraco, não sabe gerir pessoas.

    Obrigado por este canal que você criou, e segue mais um relato.

    Obrigado; RCFB”

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      Leonardo disse:
      26/10/2015 às 11:15 am

      Eu perderia a razão mas, daria uma coça nesse cara!

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      Paulo disse:
      26/10/2015 às 11:21 am

      Gente eu sei q não é por aí. Mas com esses gestores inexperientes e inseguros humilhando e demitindo pra mostrar abuso de poder. Eu falo por mim. Eu enfio a porrada desfiguro o rosto e ranco alguns dentes dele . Depois visto meu terno ajusto minha gravata apanho minha pasta e saio andando elegantemente, depois volto e digo pra ele se preparar pois vou escrever ao Presidente da Empresa .
      .

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        Luciana Telles respondido:
        26/10/2015 às 12:15 pm

        eita… rsrsrsrs

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        Fdscsd disse:
        26/10/2015 às 9:28 pm

        Que baixo nivel

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        Hugo disse:
        06/11/2015 às 7:03 am

        E se o presidente da empresa achar correto que se aja dessa maneira (resolvendo os problemas com pancadaria) há grandes chances desse cenário ser justamente o mais opressor.

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      Ícaro disse:
      26/10/2015 às 12:40 pm

      E tem muita gente, sem diploma embaixo do braço, que consegue ser o líder e grande gestor, que ele nunca será, pq tem como chefe, idiotas cegos. Essa é a realidade brasileira. Ninguém quer pagar o preço de fazer a coisa certa e isso acarreta na maioria das vezes,para alguns, um gosto amargo de sentir.

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        sricanesh disse:
        10/12/2015 às 10:42 am

        Ter ou não diploma não qualifica nem desqualifica uma pessoa para ser líder/gestor. Um líder não precisa ser um expert no assunto da equipe e sim saber como guiá-la para atingir os objetivos.

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      leonardo disse:
      26/10/2015 às 2:17 pm

      Oi Luciana,

      Eu passei por uma situaçao assim, mas, nao quero me prolongar.
      Nossa, aconteceu tanta coisa assim na minha vida. Uma vez o gestor chamou todo mundo na sala dele e disse assim. “Eu estou trocando o Leonardo de área e nao é por mérito. É por que essa é a ultima chance dele. É A ULTIMA CHANCE.”. Isso na frente de todo mundo. Todos ficaram constrangidos por mim…. Acho que nunca vou esquecer isso. Fora que era tao mal administrado que ele só contratava gente conhecida dele ou da família… Ridículo. Enfim, passou

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      eth disse:
      26/10/2015 às 4:20 pm

      Q pessoas nojentas !!!!!!!

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      Crimolt disse:
      27/10/2015 às 1:42 am

      Trabalhei 2 anos em uma empresa de software. Vários dias tive que fazer horas extras. Em um dia em que eu havia conseguido uma folga com 1 mês de antecedência, tive que trabalhar, pois por causa dos gestores incompetentes o projeto atrasou e eu tive que me virar pra dar conta. Esses 2 anos trabalhei sem férias, e como não é permitido ter 2 férias acumuladas, eu iria tirar féria numa sexta-feira. Neste bendito dia, me pedem para finalizar todas as tarefas pendentes e o que não der pra finalizar passar para outras pessoas.
      Ok. Fim do dia, tarefas finalizadas, pendências já realocadas, meu supervisor me chama na sala de reunião e me diz que fui dispensado da empresa e que a diretoria havia decidido isso, então não havia como contornar.
      Fiquei puto da vida com isso mas me contive. Mais tarde enviei um e-mail, bem educado, solicitando uma explicação para minha demissão. A explicação que me deram depois foi que eu era uma pessoa muito direta, e que quanto tinha algo errado eu simplesmente ia lá e falava.
      Na verdade acho que minha demissão se deu por eu ter enviado um e-mail relatando graves problemas na empresa, envolvendo principalmente a diretoria, mas propondo soluções.
      O que veio à minha cabeça é que eles tiveram esse pensamento:
      “Quem é fulano de tal (eu) pra achar que estamos errados, vamos mostrar pra ele quem é que manda nessa empresa”.

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        Luciana Telles respondido:
        27/10/2015 às 12:03 pm

        Em geral, as pessoas não estão preparadas para assumir seus “filhos feios” e a crítica é algo irreal para eles.

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      Cosmo disse:
      27/10/2015 às 2:15 am

      Trabalhei por quase 4 anos em um escritório de contabilidade, logo no começo da minha vida de empregos, e a minha Patroa disse: ninguém é insubstituível, isso dito a um cliente nosso, mas como eu estava sala, senti que aquilo era para a minha pessoa. Sendo que depois de alguns meses desta frase, eu pedi para sair, recebi uma proposta melhor, quando fui pedir a demissão, advinhem, a mulher começou a chorar, lágrimas de desespero, pq? Eu fazia 70% de todo o trabalho do escritório. Acho que naquele momento Deus estava consolando o meu coração, nunca tive raiva dela, e hj em dia ela faz as declarações de imposto de renda meu e da minha esposa. O mundo da voltas….

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        Luciana Telles respondido:
        27/10/2015 às 12:01 pm

        Certamente dá muitas voltas… Já vivi algumas situações bem interessantes…

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        Daniela Pereira disse:
        28/10/2015 às 8:12 pm

        Luciana Telles, eu só não entendo como gestores desse nível continuam gestores. Entendo menos ainda que as empresas, de seja lá qual porte for, não enxerguem que isso acontece com a ponta. Deixo aqui minha indignação com esse tipo de gestão e principalmente com o fechar dos olhos dos que podem fazer algo.

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      egodim disse:
      27/10/2015 às 3:00 pm

      Cara, fui gestor de TI e jamais tratei meus liderados dessa forma. Acho absurdo isso… e pior, qdo fui desligado, mtos do que ficaram sob minha liderança me achavam um dos melhores gestores com quem conviveram. Curiosamente fui desligado sob a alegação de que não era uma pessoa compromissada. Cada vez mais acredito que é este tipo de gestor que as empresas buscam e por isso eles se dão bem no mercado. Abçs.

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      Gerdson Mourão disse:
      28/10/2015 às 9:27 am

      Especialmente em tempos de crise e desemprego este tipo de deus supremo ressurge das cinzas do inferno ….

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      William Bernal disse:
      28/10/2015 às 6:14 pm

      Assedio moral… Causa ganha em vários aspectos. Pode procurar seus direitos.

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      Agu Somoza disse:
      11/02/2016 às 2:57 pm

      Brasil é um país de merda. O que salva ainda é a natureza.

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      Christiane disse:
      12/02/2016 às 5:46 pm

      Empregados bons, dedicados e com boa inteligência emocional, independe do peso do seu curriculum e da faculdade em que se formou, mas sim da sua formação interior. É preferível muitas vezes contratar uma pessoa pela sua boa índole, determinação e capacidade pessoal de desenvolvimento, mesmo que não tenha um curriculum tão privilegiado, do que um filhinho (a) de papai arrogante que sempre se acostumou a ser atendido na hora e acha que todos tem que se desdobrar para atendê-lo. As grandes empresas estão abarrotadas de pessoas que vieram de uma formação educacional de bom nível, mas nem sempre receberam uma boa formação de caráter. Pode observar que os gestores até mesmo para cargos iniciais, como por exemplo o estágio, dificilmente contratam candidatos, cujas faculdades tem um conceito de mercado, inferior ao que ele próprio estudou, preterindo muitas vezes bons candidatos, sem de fato avaliar o seu potencial individual. Pessoas que lutam e quem nem sempre tiveram uma vida fácil, sabem valorizar bem mais as oportunidades que recebem, por esse motivo as grandes empresas precisam avaliar melhor quem contratam, começando pelos seus gestores. No caso acima, digo que esse gestor precisa no mínimo, reaprender a lidar com o ser humano, pois parece um adolescente birrento, fruto de uma criação de excesso de mimos.

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    […] Fonte: Blog Luciana Telles (Com autorização). […]

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    […] Fonte: Blog Luciana Telles (Com autorização). […]

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    dharanaventuraDharana disse:
    15/08/2015 às 1:03 am

    Olá Luciana, excelente artigo, posso compartilhar no meu site? Abraços.

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    dharanaventura disse:
    15/08/2015 às 1:04 am

    Olá Luciana! Excelente Artigo e muito pertinente… Posso compartilhar no meu site? “http://dharanaventura.com/”
    Abraços.

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    […] Fonte: A incrível geração de gestores sem educação. […]

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    Alessandra Machado disse:
    24/10/2015 às 11:57 pm

    Excelente artigo e retrata a realidade de muitas empresas, com muitos gestores autoritarios, que nao sabem delegar, que exigem que os colaboradores facam as coisas como eles querem. Para nao parecerem autoritarios, fazem chantagens emocionais obviamente nao na frente dos outros, mas de diversas formas, que os colaboradores se sentem a obrigados a ficar para entregar, porque se nao ficarem algo pode acontecer, os colaboradores se sentem mal de ir embora. Triste realidade, existem muitos ainda! Queria ver um RH de gente de verdade, que trabalha para gente e que nao trate as pessoas como restos humanos. Eu acredito que ainda seja possivel.

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    Eduardo Chaves disse:
    25/10/2015 às 9:31 am

    Assisti, ontem à noite (24/10/2015), no Centro de Convenções Rebouças, a uma palestra sobre “Leadership in a Time of Crisis”, feita por D. Michael Lindsay, autor dos livros Faith in the Halls of Power e View from the Top — e presidente do Gordon College, nos EUA. A palestra, feita dentro do programa Equilibrium, da Fundação Mary Harriet Speers (ligada à Catedral Evangélica de São Paulo), programa que busca atuar na área da relação entre o Cristianismo (a fé, os valores) e os grandes problemas da atualidade, numa direção de equilíbrio, não privilegiando extremos, abordou a questão da crise de liderança e de valores que estamos vivendo nos dias atuais. Sugiro a leitura especialmente do segundo dos dois livros dele, View from the Top. Vale a pena. O livro apresenta as conclusões de suas entrevistas com 550 líderes de várias áreas (empresarial, política, social, religiosa) que mostram o que é uma liderança inspiradora, governada por valores. Obrigado por seu artigo.

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    Andréia Carvalho disse:
    25/10/2015 às 1:24 pm

    Estou um caso difícil na minha empresa. Tenho um funcionário que trabalha conosco há 12 anos ele é comprador e sinceramente não pode conheço. Já conversei já falei das mudança que ele precisa fazer mas ele não faz nada .Ele é muito negativo preocupa com o salário dele no final do mês mas adora ver a empresa passar por dificuldades. Comenta tudo o que acontece na empresa com funcionários que já saíram da empresa e é estão trabalhando com nossos concorrentes. Não assume nenhum tipo de erro. Sou coch e já usei várias ferramentas com ele mas ele simplesmente acha que não precisa mudar. E agora fica ameaçando falando que não pode ser mandado embora por diversos motivos. Gostaria de uma ajuda.

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      Luciana Telles respondido:
      25/10/2015 às 6:55 pm

      Acho que esse texto pode te ajudar: https://lucianatelles.me/2015/06/09/demitir-a-pior-tarefa-do-gestor/

      Se ainda tiver dúvidas, me diga! 😉

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      Leonardo disse:
      27/10/2015 às 11:33 am

      Uma coisa que não entendo: quais os motivos que ele enumera que lhe garantem o emprego?
      Aliás, Luciana, tá aí um bom mote pra uma postagem: gente com trocentos anos de casa que se acham os efetivados, que só receberão o bilhete azul no dia do Ragnarok.

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        Luciana Telles respondido:
        27/10/2015 às 11:54 am

        Eu já tive que lidar com “vacas sagradas” na minha equipe… É complicado!!!!

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      Mario Ribeiro disse:
      27/10/2015 às 1:41 pm

      quem sou eu pra responder isso pra vc, só vou contar um caso, tive um chefe que dizia que não podíamos fazer as coisas por três motivos: não posso (vamos ver o porquê), não sabe (aprende), não quer? (rua).

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      Alexandre Souza disse:
      27/10/2015 às 3:25 pm

      Acho que ia ser legal primeiro voce aprender portugues…

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    daniplchaves disse:
    25/10/2015 às 2:46 pm

    Eu com a minha vasta experiência dos meus quase 2 anos de formada tenho a tristeza de dizer que identifiquei muitas pessoas nessas palavras que você escreveu aí. E o que mais me deixa triste é que muitas pessoas que hoje estão assumindo cargos de liderança nem se quer entendem o que isso significa e, além disso, nós, que estamos abaixo dessas pessoas, tentando construir as nossas carreiras vamos ficando cada dia mais saturados dessa situação desagradável que é ter um gestor em quem não temos confiança. A insegurança deles aumenta cada vez mais a estupidez de pensar que eles são os donos da verdade e que tem que tratar as pessoas como coisas, e as coisas por aqui um dia se cansam e vão embora, mas infelizmente deixam os verdadeiros “coisas” fazendo as besteiras que aprenderam sozinhos a fazes, construindo grandes da carreiras a custo de outras pessoas e tendo seus egos inflados dia a pós dia… triste não conseguir apenas ler e ter que comentar.

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    Luiz Paulo Pinheiro disse:
    25/10/2015 às 3:36 pm

    Luciana, esta é uma realidade nas empresas. Talvez não desta forma, tão acrescia e acintosa. Afinal, os processos por danos morais e a inteligência emocional são temas recorrentes nas empresas. Existem várias formas de fazer o mesmo e a pior delas é atacar a moral dos colaboradores nos bastidores. ë falar mal, desautorizar, ignorar opiniões e principalmente inventar histórias.
    Alcancei ao longo de minha carreira um alta posição de liderança. Até que assumi um grande desafio de lançamento de um grande projeto em uma nova empresa. Grande erro. Por ser uma empresa familiar e xenofóbica, o vir de fora foi catastrófico. Uma liderança sem caráter, fraca do ponto de vista moral e disposta a tudo, e com o apoio da presidência, destruiu a equipe. OK, o modelo a ser implantado era um modelo da empresa, um direcionamento? Sim, e era ele que estávamos seguindo. Mas a questão eram as pessoas.
    E por que não simplesmente substituir, dizer que não havia empatia? Não, destruir a moral era mais importante. A vida foi um inferno por longos 6 meses, com mentiras, intrigas e acusações, até que fomos demitidos com uma carta simples, de direcionamento ao RH. Todos já estavam buscando um posicionamento novo no mercado e após 2 meses todos estavam empregados. O projeto? Foi interrompido. A liderança promovida e dinheiro perdido. Infelizmente esta é uma realidade.

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      Creuza Senior disse:
      26/10/2015 às 10:37 pm

      Eu tb vi isso acontecer. E a pessoa ficou 10 meses dando murro em ponta de faca, pra no final ter que desistir.

      Praqueles executivos em grandes empresas, um conselho: NUNCA, JAMAIS, aceite o “desafio” de reestruturar uma empresa familiar! Deixe que se lasquem mesmo.

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        Luciana Telles respondido:
        26/10/2015 às 11:08 pm

        é complicado, principalmente quando o tradicionalismo fala mais alto.

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        leoabmendes disse:
        27/10/2015 às 4:44 pm

        Empresa familiar é a pior PRAGA que existe, seja que tamanho for.
        Os interesses da família se sobrepõem a realidade e o resultado, via de regra, é catastrófico.

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    Bruno Oliveira de Alcântara disse:
    25/10/2015 às 4:52 pm

    Simplesmente PERFEITO o texto!

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    Thalita disse:
    25/10/2015 às 6:10 pm

    Seu texto é bom, mas você poderia parar (hoje, de preferência) de usar “os mesmos”, “o mesmo”, etc”, de maneira completamente errada! Simplesmente pare! “Mesmo” e suas variações NÃO são pronomes pessoais!

    Curtido por 1 pessoa

      Luciana Telles respondido:
      25/10/2015 às 10:16 pm

      Obrigada! Você me inspirou para o Texto de hoje

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        Sergiio Dias disse:
        26/10/2015 às 1:47 pm

        Hahahahahaha… Resposta perfeita! 😉

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      Paulo hill disse:
      26/10/2015 às 11:35 am

      Essência meu amor essência….. errar é humano! O texto dela é excelente! Pronome? blá blá blá? Quem liga? Visão periférica gentinha Bjs.

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      Maria Santos Silva disse:
      26/10/2015 às 4:18 pm

      Vai arrumar o que fazer…

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      Daniela L. disse:
      27/10/2015 às 5:04 pm

      Eu também usava muitos “mesmos” em meus textos… foi boa a dica, pois agora vou me controlar quanto ao uso. Porém, entretanto e todavia… totalmente desnecessário a grosseira com qual foi feita. Justamente sobre isso este texto incrível está falando: a grosseria desnecessária das pessoas está a solta de forma muito elevada e desequilibrada!
      Mas adorei a resposta da Luciana a isso! Sempre bom saber receber criticas, mesmo elas vindo de todas as formas!

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      William Bernal disse:
      28/10/2015 às 6:19 pm

      Segundo muitos linguistas (não grammar nazis), o objetivo da comunicação é a transmissão de ideias. Se ela conseguiu transmitir uma ideia, a sentença esta correta. Mesmo que desrespeite algumas convenções gramaticais.

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    Claudio disse:
    25/10/2015 às 7:11 pm

    Gostei do texto, porém só está tratando de um lado da história. O que fazer com funcionários que realizam um trabalho medíocre e não tem nenhum interesse em evoluir… só querem saber de direitos e nenhum tipo de obrigação? Infelizmente este tipo de profissional está em todo lugar e em número muito maior que os gestores sem educação. Os dois tipos são péssimos! !!

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      Luciana Telles respondido:
      25/10/2015 às 7:45 pm

      Já tive vários funcionários desta forma e lógico que tive que demitir… Escrevi sobre este assunto no seguinte texto: https://lucianatelles.me/2015/06/09/demitir-a-pior-tarefa-do-gestor/
      Espero que ajude… 😉

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      Erika disse:
      26/10/2015 às 10:40 am

      Que pergunta sem nexo a sua! O que fazer com um funcionário que não responde as expectativas?
      Será que conversar isoladamente com a pessoa, dar feedbacks à pessoa, e expor para a pessoa seus erros não seria mais cabível? Embora assim a pessoa não atende o proposto, ai sim tomar uma decisão mais adequada. Humilhar, achar que as pessoas tem que se dedicar à empresa 24h por dia é totalmente inaceitável. Existem pessoas que gostam muito de suas profissões, mais resumindo acredito acredito que ninguém trabalhe por hobby, todos tem o interesse de receber seu salário no fim do mês e viver a vida da melhor forma possível.

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      Coicev disse:
      18/02/2016 às 11:57 am

      O que fazer com funcionários que realizam um trabalho medíocre?

      Vou contar um caso que aconteceu comigo: Em uma ocasião, eu estiva na ponta “medíocre” da situação. Meu gestor me chamou na sala dele para uma conversa e perguntou o que estava acontecendo que meu rendimento estava péssimo? Expliquei minha situação a ele: Estava vivendo um momento pessoal complicado, minha esposa estava grávida, ela já tinha tido dois descolamentos de placenta, estávamos nos mudando do nosso apartamento para uma casa maior, que por sinal teve problemas de liberação da documentação na Caixa Econômica Federal por isso não pudemos mudar, entre outras coisas.
      Ele com muita experiência, me disse que entendia as causas, mas com firmeza (sem ser grosso) me disse que precisava que eu voltasse ao “normal” o quanto antes, e que ele precisava do meu desempenho anterior, e que não aceitava menos pois sabia que eu podia dar mais.
      Foi um “puxão de orelha” no momento certo, do jeito certo, e em pouco tempo eu voltei ao “normal”.

      É isso. Conversar e compreender o outro lado da história. Se ele simplesmente tivesse sido “curto e grosso” e me dispensado, eu estaria em uma situação financeira complicada, talvez minha esposa tivesse perdido nossa segunda filha, e ele com certeza perderia muito tempo (“e dinheiro”) até treinar alguém para colocar no meu lugar.

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        Luciana Telles respondido:
        18/02/2016 às 1:33 pm

        Sabe o que eu mais gostei no seu comentário? O mea culpa… Nem sempre damos o melhor de nós. Nesses momentos precisamos sim de um coaching bem feito, de um puxão de orelha bem dado. No grau de maturidade de muitas pessoas, isso pode soar falta de reconhecimento de um momento deficitário, mas o realmente correto é entender que nossos empregadores precisam que tenhamos esse tipo de atitude: meditar e ajustar os pontos que ficaram abaixo do nosso potencial, é uma forma de fazer com que tenhamos o alavancamento de carreira necessário para a nossa realização profissional. Parabéns pelo seu feedback. Não podemos nos vitimizar com uma situação adversa!

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    Richard K. disse:
    25/10/2015 às 9:45 pm

    Quanto eu era gerente de serviços em uma empresa de TI em Curitiba, sugeri que todos os terceiros que trabalhavam na empresa assinassem um livro informando o horário de entrada e o de saída para poder aferir as horas cobradas, porém não consegui colocar em funcionamento, seria uma forma fácil de verificar se meus subordinados estavam chegando atrasado ou não. Concordam?

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      Luciana Telles respondido:
      25/10/2015 às 10:15 pm

      Algumas atitudes e decisões não populares soam antipáticas a maior parte dos colaboradores. Minha sugestão é sempre sobre a condução destes assuntos polêmicos. Trazer a equipe para o seu lado e fazê-la ajudar numa decisão dessa costuma funcionar muito bem.

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      Cristopher Taborda disse:
      26/10/2015 às 2:23 pm

      Richard K… eu como funcionário de TI não gostaria de ter que assinar um livro de entrada e saída para ficar aferindo horas… se sou terceiro, não devo este tipo de coisa à empresa… quem assina livro é funcionário CLT… não terceiros… já trabalhei em empresa onde terceiro tinha que bater ponto, trabalhar as mesmas horas de CLT, mas na festa de fim de ano (ou qualquer outra coisa boa como ParticipaçãoNosLucros, etc) os terceiros eram totalmente excluídos… para um ônus, vc tem que no mínimo oferecer um bônus!!

      Desculpa mas eu como funcionário faria parte dos que iriam desgostar bastante da sua ideia…

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    Cindy disse:
    25/10/2015 às 10:33 pm

    Poderia me enviar seu email… Gostaria de contar meu relato.

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    Flavio Ferrari disse:
    26/10/2015 às 2:42 am

    Muito bom seu artigo, Luciana. Por coincidência (existe isso) acabo de fazer um post no Linkedin falando sobre a maturidade dos executivos, citando um estudo sobre o desenvolvimento do cérebro ao longo dos anos. Não comentei no post, mas o estudo menciona que uma pequena parte do cérebro, a amígdala, responsável pelas reações emocionais, reduz sua atividade após os 45 anos (resulta em pessoas mais serenas).

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    Marcel disse:
    26/10/2015 às 8:17 am

    Trabalhei o dia todo com febre beirando os 40, sai do trabalho fui ao.médico, estava com suspeita de dengue. O médico me deu atestado me afastando do trabalho. Escaneei o atestado mandei para o meu ex chefe e enviei por email, e tive a seguinte resposta: “O seu atestado não serve, porque ele não é de um.veterinário”. Esta foi apenas a primeira. Em uma avaliação de desempenho ele escreveu que eu tinha que “sorrir sinceramente”… Hj não estou mais na empresa e também não quis processar porque independente do que este cidadão fez comigo, os donos não sabiam como ele geria as pessoas. Depois que ficou sabendo demitiu meu antigo gestor.

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      Luciana Telles respondido:
      26/10/2015 às 9:47 am

      Nossa!!!!! Que estrupício!

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      Jorge Falcão disse:
      17/02/2016 às 2:24 pm

      Marcel, creio que a resposta ideal ao comentário desse boçal deveria ser algo do tipo : Se pensas assim, peço que me forneça os dados daquele que cuida de sua família e de você.

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    Eduardo N Messias - Engº Eletricista disse:
    26/10/2015 às 9:37 am

    Republicou isso em Serviços de Engenharia Elétricae comentado:
    Excelente assunto!

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    Carlos Okada disse:
    26/10/2015 às 10:59 am

    Gostei da matéria, até para poder analisar meu comportamento no dia-a-dia da empresa, concordo em quase tudo que foi dito e utilizarei para tentar melhorar a minha forma de gerir, já presenciei alguns fatos na empresa em que hoje sou gestor, onde um outro gestor trabalhava da forma que está descrita em seu texto, dentro de pouco tempo foi desligado da empresa. Vale frisar que a maioria dos profissionais que hoje são da geração Y, tem grande dificuldade de aceitar críticas e querem resultados quase imediatos, e portanto são bem mais difíceis de gerir, sendo que a maioria dos gestores são da geração X ainda, existe um conflito no modo de pensar, mas o bom gestor é inteligente e tende a se modernizar, e domar a nova geração que está no mercado de trabalho, pois não basto você delegar uma atividade, você tem de convencer o colaborador de que isso é o correto e surtirá efeitos.

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      Rodolfo Andrade disse:
      26/10/2015 às 8:04 pm

      Gostei muito do artigo Luciana! E estou de acordo com sua resposta Sr. Carlos Okada. Dificilmente encontramos líderes e gestores com está capacidade de entendimento, não se trata de convencer pelo poder e sim pela importância das ações e atividades desenvolvidas, contudo vale ressaltar a necessidade dos colaboradores de argumentar, isso as vezes ocorre por medo de serem mal interpretados e visto como insubordinados, mas não quando todos pensam no mesmo sentido ou se influênciam mutuamente para conquistar o melhor resultado todos ganham!

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    criz rodrigues disse:
    26/10/2015 às 11:13 am

    Eu também passei por isso há uns três anos. O meu chefe falava desta mesma forma e todos os dias era uma agressão nova, assim comprometi o meu estado emocional e de saúde e pedi demissão depois de três meses. No inicio fiquei revoltada porque o meu salario era para o sustento de minha casa, enquanto o dele, não era tão necessário…mas aprendi com esta situação e mesmo enfrentando muitas dificuldades naquele período de desemprego, consegui dormir em paz. O ruim é que ele continua lá, fazendo mais vítimas.

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    Guitto (@GuittoGnr) disse:
    26/10/2015 às 1:56 pm

    Texto SENSACIONAL! Tenho a impressão de que só peguei esse tipo de gestor na vida. Que não sabe lidar com seus funcionários e confunde tudo, achando que humilhar um funcionar e desmotiva-lo vai fazer tudo funcionar perfeitamente.

    As vezes eu sinto uma profunda vontade de empreender, abrir minha empresa e fazer as coisas da maneira certa. Os impostos desse país meio que me desmotivam, mas cada vez mais penso que esse é o caminho.

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      Luciana Telles respondido:
      26/10/2015 às 4:49 pm

      Uma coisa que aprendi na vida: TENHA SEMPRE SEU PLANO B!!!
      Independe de eu estar empregada ou não, sempre tenho planos Bs, Cs e Ds! A melhor época para começar a empreender é enquanto vc está empregado.

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    Eduardo disse:
    26/10/2015 às 2:33 pm

    Um dos grandes males corporativos.

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    Cristopher Taborda disse:
    26/10/2015 às 3:10 pm

    Acho que já trabalhei com quase todos os casos… não sei se é impressão minha, mas parece que na área de TI isso daí piora e muito!!…

    Em uma empresa fui obrigado a viajar em pleno domingo de dia das mães porque o coordenador da equipe errou no calendário… e ganhei ao menos algum pedido sincero de desculpas?? claro que não né… só o adicional de viagem normal de sempre e lamba os beiços… fora que, nesta mesma empresa (por um erro do vendedor e má gestão dos nossos superiores) a equipe inteira teve que parar de ter vida social, trabalhando de segunda a segunda, das 8h às 22h, de setembro até março do ano seguinte (só tive natal e ano novo pra descansar)… e aí em Março, qndo em viagem dormi em cima do notebook sem conseguir entregar o que me foi pedido (porque trabalhava o dia inteiro no cliente e à noite no hotel tinha que me conectar no servidor da empresa e trabalhar mais), fui demitido com a justificativa de “falta de comprometimento com a empresa”…

    Em outra empresa, foi me pedido um sistema (sou desenvolvedor) para fazer em tempo record (demoraria 6 meses +/-, tinha que fazer em 3), além do fato de ser empresa média e eu era administrador de rede e domínio, fiz toda a instalação de todos os servidores da empresa, era requisitado o tempo inteiro pelo suporte telefônico da empresa porque até a central telefônica voIP eu ajudei um técnico terceiro a configurar e era eu quem sabia mexer, configurei servidor de testes, daí também era requisitado pela equipe de testadores… óbvio que fiquei doente, com febre de 40º, coisa de 15 dias antes da data de entrega e obvio que o sistema estava longe de estar pronto… isto foi numa segunda… peguei atestado para terça, quarta era feriado, queriam que eu fosse trabalhar no feriado ainda com 40º… quinta fui trabalhar quase desmaiando, sexta voltei ao médico e segunda da outra semana fui mandado embora.

    E em várias empresas os chefes me trataram no grito… algumas fui completamente enganado em relação a promoções e afins… já encontrei acho que literalmente de tudo…

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      Luciana Telles respondido:
      26/10/2015 às 4:47 pm

      Imagina nos Call Centers, indústria de bebidas, bancos, construtoras… está generalizado. Infelizmente!!!

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    Ana Claudia Fasterra disse:
    26/10/2015 às 3:54 pm

    Olá Luciana!!

    Agradeço enormemente a esta sua resenha. Não só me identifiquei com meu último emprego como vejo acontecer com muitos colegas da minha área.

    Atualmente vemos o PMI virar uma moda, mas somente uma moda. No Brasil, infelizmente, não é possível fazer uma real e completa gestão de um projeto, os prazos são sempre imediatistas, as pessoas não são comprometidas, e os lideres são fracos e incompetentes.

    Recentemente fui demitida de empresa onde trabalhava há 02 anos por um gestor que auto se intitula gerente de processos, sem entender realmente do processo da empresa. Trata aos diretores e donos da empresa com política e submissão e aos funcionários com aspereza e como recurso.

    Exatamente pelo fato de não ser formado na área e não entender todos os passos de implantação, acabou trocando os pés pelas mãos e ao apontar seus equívocos e erros, fui descartada, logo eu que na minha área era a melhor profissional da empresa. Triste para empresa e lamentável para esse fulano que certo dia vai dançar e perder a cadeira de “eu sou chefe”.

    O brasileiro tem que aprender muito ainda… Saber ser líder, mentor, guia. Profissionais no geral não saem de uma empresa, mas sim se livram de um mal chefe. Ele foi mais rápido, mas eu estava em vias de pedir minha demissão.

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      Luciana Telles respondido:
      26/10/2015 às 4:46 pm

      Realmente, onde os representantes do país são os maiores exemplos de falta de educação e autoritarismo, o que esperar de nossos gestores????

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    Paulo Stefano disse:
    26/10/2015 às 6:28 pm

    Perfeita abordagem !!! depois que li todos os relatos pra mim fica claro que o que falta hoje nas grandes empresas e grande corporações , é tratamento humano , estou farto de visitar empresas com ISO 9000 , ISO 14000 , ISO 18000 e por ai vai , mas que tratam fornecedores , clientes e colaboradores como lixo , todas estas ISOs servem para a segurança , para as garantias de procedimentos etc , e o lado do tratamento entre os seres vivos que fazem a empresa funcionar , não existe !!! Talvez esteja na hora de alguma organização criar uma ISO para tratamento entre pessoas , entre chefe e subordinados , talvez assim o mundo corporativo ficasse mais humano e mais eficiente !!!!

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    Josiane disse:
    26/10/2015 às 6:55 pm

    Certa vez o diretor da empresa que eu trabalhava, um sueco, pediu para que todos os funcionários da área administrativa passasse um tempo na fábrica aprendendo a produzir o produto desta empresa, o Gerente Comercial, que aspirava a vaga de diretor, e achava o tal sueco um moleque imaturo, vendo eu e mais alguns funcionários dele lá na fábrica, nos chamou depois em uma sala, e na frente de todos demonstrou sua irritação com nossa presença na fábrica. Eu respondi que foi por solicitação do diretor que estávamos lá, e que era válido, estávamos aprendendo o processo da fabricação. Ele, sem a menor dúvida no que ia dizer, virou para mim, a única mulher da equipe na sala, e disse: você não precisa ser prostituta para saber fazer o que elas fazem… a resposta foi tão inesperada que ninguém nem respirou naquela sala, e eu então, não sabia o que fazer, nunca tinha sido exposta desta maneira, graças a Deus, sempre soube a profissional que eu era, não me intimidei, saí daquela sala com a missão de arrumar outro emprego, pouco tempo depois encontrei e pedi demissão. Aquela cena nunca mais saiu da minha cabeça!

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      Carlos Oliveira disse:
      29/10/2015 às 12:20 pm

      Nesse caso você poderia responder a ele “Você não sabe o que faz um gestor para ser um”.

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    Leandro Rodrigues disse:
    26/10/2015 às 7:25 pm

    Luciana,

    Trabalhei recentemente em uma empresa internacionalmente conhecida, em que meus gestores entregavam para os funcionários ”folhas de pesquisa”. Na verdade, o que eles não sabiam é que aquilo é um documento de avaliação de desempenho, obviamente, não tiveram treinamento para aprender o quanto aquele documento vale tanto para a empresa, funcionários, quanto para a gestão deles.
    Vale dizer que as empresas não adotam estratégias de gestão. Meu professor fala sobre habilidade e competência, você estar apto para o cargo de gerente, nem sempre quer dizer que você tem a vocação/competência para tal. Afinal, a ignorância quase sempre vem da falta de educação, e a educação está ligada aos ensinamentos.

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    Thiago Venco disse:
    26/10/2015 às 9:01 pm

    Olá Luciana! Eu estou lançando ainda este ano uma plataforma para a formação de acordos extrajudiciais, mediação de conflitos, que tem um uso bem claro para a prevenção e para o tratamento de problemas de conduta, evitando o processo por assédio moral, o turnover e a perda de desempenho do time… gostaria de conversar? Eu tenho uma pesquisa original sobre o tema, que relaciona questões de ética, autonomia, conduta, cooperação e competição.. comecei a publicar esse trabalho no JusBrasil (http://thiagovenco.jusbrasil.com.br/artigos/245519068/teoria-do-desacordo-o-elo-oculto-entre-discordar-punir). Agradeço se puder marcar uma conversa sobre o tema, como gestor, eu foquei muito no problema da “conduta & competência”, ou seja, no uso da autonomia, das decisões além do “processo operacional padrão” – e isso se transformou em uma plataforma online com soluções para este tipo de conflito.

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    Adilson Rio Branco disse:
    26/10/2015 às 9:38 pm

    Luciana
    Perfeito o texto

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    Leonardo disse:
    26/10/2015 às 10:59 pm

    Esse tipo de gestor abunda nas empresas familiares.
    Geralmente seguem um padrão onde o proprietário imbecil pega o mais imbecil dos familiares e coloca num cargo de gestão, geralmente pra fazer bonito pra família e ninguém encher o saco.
    O pseudo-gestor faz e acontece, ninguém fala nada porque “é da família” e o chefe passa a mão na cabeça.

    Depois a empresa vai pro caixão e ninguém sabe por que.

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    Luiza disse:
    26/10/2015 às 11:31 pm

    Olá… Hoje mesmo estava conversando com o meu marido sobre esse assunto. Estou há mais de 6 meses desempregada e fui demitida nessas circunstâncias. Eu trabalhava em uma empresa onde o meu gestor era extremamente agressivo e estúpido com os seus funcionários. Nossa agredia verbalmente e na frente de todos. Quando ia fazer um ano de empresa, fui convidada a trabalhar em uma empresa concorrente, onde tive todas as promessas possíveis e impossíveis e acabei aceitando. Infelizmente, depois de 3 meses trabalhando arduamente na minha função, colocaram uma coordenadora no setor, uma amiga de um especialista que não sabia absolutamente nada sobre a área e bem ao menos sabia falar inglês que a função exigia. Depois de um tempo percebi que essa pessoa estava recebendo meus emails e fui questionar a gestora, que por sua vez não soube me explicar o que estava acontecendo e depois de 3 meses, faltando 5 meses para o meu casamento essa coordenadora me mandou embora, dizendo que eu não sabia falar inglês. Lamentável, eu sou formada em inglês e nem sei quantas vezes tive que atender telefonemas que eram para ela. Amiga de alguém, era tudo que ela conseguia ser e hoje em dia, ela é gerente, sem nenhum preparo para isso.

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    Regina Vaz Silva disse:
    26/10/2015 às 11:38 pm

    Desisti de chefe loucos!! A última empresa em que trabalhei, tudo que eu perguntava não me interessava!! Então respirei fundo e pedi demissão na experiência, sei que a crise é grande mas prefiro manter a minha qualidade de vida. Resolvi trabalhar por conta própria!!

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    Tomaz Elias Robinson disse:
    26/10/2015 às 11:50 pm

    Hoje nos meus 71 anos de idade, depois de ter sido supervisor e gerente e ter também enfrentado alguns dissabores destes, só tenho um comentário a fazer, é muito fácil desarticular um gestor deste tipo, a sabotagem profissional está aí para isto, vou contar um caso que aconteceu numa grande industria de pneumáticos, entrou um gestor que resolver mudar um determinado setor de posição na planta, alguns funcionários mais antigos lhe avisaram que não era conveniente, ele então usou de sua “experiência” e disse: faz porque estou mandando. Resultado daí a alguns meses a inspeção da seguradora viu o ocorrido e o aumento do risco resultou numa apólice muito maior que o levou a ter sérios problemas com a diretoria.Então para gestores estúpidos nada melhor do que uma atitude estúpida.

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    Danielle disse:
    27/10/2015 às 12:01 am

    Infelizmente hoje em dia os gestores por terem um cargo mais elevado não medem palavras e muito menos o respeito pelo próximo… E esquecem que estão lhe dando com pessoas, sentimentos e famílias. Mas eu creio que tudo que façamos neste mundo, tudo volta pra vc mesmo! Sou apenas uma supervisora de uma multinacional, não sou perfeita, já sofri muito por ter gestores assim, mas hoje procuro o máximo me colocar no lugar do outro, respeitando cada funcionário, seus limites e sonhos. Se eu posso ajudar ótimo, se não deixo sempre minhas experiências e conselhos, mas sempre muito transparente e com a verdade! Mas vejo que a maioria não são assim, isso é Brasil!!

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    Gabriel disse:
    27/10/2015 às 1:13 am

    Luciana, boa noite!

    muito bom o texto!

    Há um outro ponto que gostaria de expôr, a dificuldade de um gestor dar direcionamento a uma equipe.

    Vejo inúmeros RH’s colocarem livro de liderança embaixo do braço e cobrar de seus gestores que sejam líderes, em prol sempre de um ambiente despojado e leve, atuo em uma atividade que um erro pode levar a acidentes, falências, perda de competitividade, demissões etc. por questões óbvias não temos um ambiente onde ha pouca pressão ou divertimentos e vejo um bombardeio externo do que gosto de chamar de “geração Google”, pessoas em geral novas que não aceitam seus erros e infelizmente poucos se empenham para melhorar, que ficam frustrados ao perceber que uma empresa não é um parque e mesmo sem muitas vezes ter qualquer experiência investem mais tempo questionando a qualificação do chefe do que se aperfeiçoando.

    Com este relato gostaria apenas de demonstrar que a literatura disponibilizada para os profissionais tem convencido eles que eles nada tem a ver com o sucesso de suas carreiras e isso é um dano completamente disseminado na minha geração.

    Abraços

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      Luciana Telles respondido:
      27/10/2015 às 12:04 pm

      O problema é que as pessoas acham que porque leram um livro de um determinado assunto, se tornam especialistas PHD naquilo. Ledo engano…

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    Patrícia disse:
    27/10/2015 às 2:29 am

    Eu trabalhei em uma empresa em que o diretor era estúpido com os subordinados, inclusive fez a minha ex-gerente chorar várias vezes, todos engoliam sapo dele. Eu só de saber da fama dele já sentia arrepios, eu era desenvolvedora de software e um certo dia os meninos do suporte que ficavam na mesma sala do que eu não estavam…. Aquele homem bateu na porta e só tinha eu…. E ele não queria nem saber se eu era desenvolvedora ou do suporte… Me chamou na sala dele pra eu tentar resolver um problema no sistema operacional, eu disse que não entendia muito bem de suporte e que eu era desenvolvedora e que tentaria ajuda-lo de alguma forma. Mexendo lá vi que a versão do windows era diferente da que ele estava acostumado(o suporte tinha entregue um novo notebook com versão do sistema mais novo), eu expliquei que naquela versão a funcionalidade se encontrava de uma forma diferente… Naquele momento o diretor viro um demônio gritando, ficou violento dando tapas na mesa, e eu assustada, lembro que só dizia “…eu estou aqui para ajudar você” ele nem esperou eu propor uma solução não me.deixou falar, só me pós pra fora da sala, 15 dias depois arrumei um novo emprego e pedi demissão. Antes de ir embora ele me chamou pra eu dar um feedback sobre a empresa, para eles tentarem melhorar, não tive dúvidas disse que deveria começar por ele, e falei do que tinha acontecido blá blá blá… Ele pediu desculpas etc… Mas ele é um imbecil que faz isso até hj, pois tenho amigos naquela.empresa q ainda comentam.sobre o assédio moral desse diretor.

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      Luciana Telles respondido:
      27/10/2015 às 12:00 pm

      Que horror… Esse homem também precisaria de um psiquiatra, inteligencia emocional ZERO!

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    Marta disse:
    27/10/2015 às 2:46 am

    Passei por tudo isso que descreve, como secretária tive chefes de todo tipo e gênio, desses que gritam, socam mesas, batem portas, chamam atenção na frente de todos te humilhando, demitem no dia da volta das férias porque vc não quis tirar no período que ELE queria.
    Só tem uma vantagem, foram grandes professores pra encarar outros que vieram, uns melhores, outros piores, no início vc chora(eu chorava escondida), tinha pesadelos à noite, sonhava com o chefe gritando comigo. Vc veste a camisa da empresa literalmente, faz horas extras, vai nos sábados a pedido deles, fica até tarde depois da hora, e leva o chute no traseiro da mesma forma se não o fizesse. Mas com o tempo fui perdendo a paciência de ser babá desses chefes, não trato ninguém como fizeram comigo, ao contrário, sou gentil, cortês e carinhosa com todos desde o porteiro, ascensorista, ao presidente. Mudei de ramo e cansei de ser a escrava e hoje não admito mais que aumentem a voz comigo e me tratem daquela forma. Sempre será e foi uma lição de vida profissional, grandes mestres de como trabalhar e sangrar por uma empresa que nem é sua.

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    rubensvital disse:
    27/10/2015 às 10:53 am

    Conheci muita gente assim, infelizmente a “meritocracia” não está funcionando nas empresas mais. Eu passei pelo caso ” que muitas vezes têm o péssimo hábito de empregar amigos e, às vezes, parentes para cargos de confiança”, eu com 19 anos de experiência e com o total domínio do TI, fui trocado por uma pessoa sem experiência, ganhando quase o dobro que eu ganhava, simplesmente porque era amigo do novo diretor financeiro. Na primeira semana em que a pessoa entrou, fez tanta caca que tiveram que pedir minha ajuda. Mas hoje me sinto frustrado em “seguir carreira”, pois a qualquer momento podemos topar com estes mau gestores incompetentes.

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      Luciana Telles respondido:
      27/10/2015 às 11:56 am

      Sabe por que gestores trocam funcionários por amigos? Porque têm a esperança que, por gratidão, esses amigos não lhes passem a perna! Acho lindo quando a decepção assola essas pessoas…

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    Marcelo Hillesheim disse:
    27/10/2015 às 11:10 am

    Certos tipos de chefes não entendem que o funcionário pode vender suas habilidades a quem ele quiser, incluindo o seu concorrente. Se suas habilidades são importantes para o desenvolvimento de um trabalho que retorne lucro, obviamente vou te tratar o melhor que eu puder para mantê-lo junto comigo, pois querendo ou não, o funcionário é parte de um todo da empresa. Mas parece que essa geração de idiotas soberanos enxerga um funcionário como um escravo e não como uma fonte de conhecimentos para empresa evoluir.

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    Fernanda Borges disse:
    27/10/2015 às 11:38 am

    Olá! Li o texto e vivi parte dele. Em meu último emprego, em certa ocasião que cometi um equívoco: mandei um e-mail aos gestores da empresa sem a autorização da minha gestora. Ela me chamou a atenção e disse: “Você não sabe o que fez de errado? Decepcionante você não saber o que fez de errado.” E eu realmente não percebi este erro. Ela então me mandou pensar bastante e depois conversaríamos. Fiquei nervosa com a atitude da pessoa me mandar pensar como se eu fosse criança e não ser clara e objetiva em esclarecer o que eu tinha errado. Enfim, conversamos, expus meus sentimentos, e ela disse que não mudaria a forma de me chamar a atenção, pois não era minha coach. E que a partir daí tínhamos um problema. Algum tempo depois fui demitida por “corte de custos”. Mas antes mesmo desta situação, nossa gestora não falava mais com a equipe (éramos três pessoas). Se comunicava conosco pelo skype. Simplesmente um dia, por algum motivo qualquer deixou de se comunicar verbalmente, coisa que acho inadmissível em um líder. E o RH da empresa, sempre omisso, não orientava os gestores, apesar das reclamações de todas as áreas da empresa, ao meu ver era o RH do Diretor!

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    marconipp disse:
    27/10/2015 às 11:45 am

    Isso tudo é verdade.
    Imaginem o que acontece em órgãos públicos! É uma tranquilidade. Respeito ao tempo do funcionário, respeito ao descanso, suporte em momentos mais difíceis como doenças familiares.

    Por isso saí de empresa privada. Não me arrependo. Óbvio que há uma serie de outros problemas, mas qual empresa não tem?

    O mundo privado perdeu a mão. Isso é fruto da concorrência, do desmedido desejo de sucesso, do vicio do poder, de querer mais e mais dinheiro. Vaidade das vaidades, tudo é vaidade.

    Tem solução, mas pouquíssimos têm coragem de implementar. Os que não têm, arriscam suas próprias saúdes, têm uma qualidade de vida de merda.

    Esses gestores só fazem isso porque os subordinados nao sabem como reagir ou nao querem reagir.

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      Fernanda disse:
      03/05/2016 às 4:34 pm

      marconipp, que bom que vc teve a sorte de trabalhar em uma empresa pública onde o gestor te respeita, porque não é sempre assim. Uma pessoa muito próxima tornou-se servidora há um ano e meio e já sofreu diversos tipos de assédio moral de seu chefe: grosserias, piadinhas que desmerecem seu trabalho, pedidos de treinamento (dados a diversas pessoas da equipe) recusados sem motivo algum, ofertas de privilégios a seus funcionários favoritos… E o pior é que ela não pode mudar de área, por ainda estar em estágio probatório. O funcionário público tem, sim, a estabilidade, mas péssimos gestores estão em todas as esferas corporativas, infelizmente.

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    bluemoon disse:
    27/10/2015 às 12:07 pm

    Bom dia Lu.
    Lendo este texto, me identifiquei com a empresa q trabalho.
    Ha 2 anos trabalho lá…. Desde de qd comecei como enfermeira, eu e a equipe, sempre fomos muito humilhados, acusados de roubo, acusados de insubordinação, eramos em três antes….
    Eu me sentia um lixo quando ia embora, não entendia pq disso.
    O tempo passou e minha chefe saiu de licença.
    Me colocou no lugar dela, de fazer pedidos, notas fiscais, de fazer tudo q ela nao poderia fazer sem estar presente.
    Como eu era inexperiente, fiz como achei que seria e fomos caminhando.
    Inclusive fazendo coisas de administração nunca fui registrada como tal.
    Ela voltou recentemente…. Tirou as funções de mim…. Me deixou com o q não gosta de fazer (isso ficou nítido) e deixa claro pra fornecedores, clientes, funcionários, qm qr que seja q quem manda eh ela.
    Mesmo nós também, nunca duvidamos disso ou colocar em prova isso
    A rotatividade de funcionário eh grande, por não aguentar ela, só fica quem precisa, só volta quem não tem outro espaço….
    Ja chorei, já sofri e eu fiquei doente por isso…

    Cansei.. Pensei até em procurar outro ramo..
    E não vale a pena, vc se sujeitar para que?

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      Luciana Telles respondido:
      27/10/2015 às 12:09 pm

      Acho que nesses momentos somos praticamente jogados para fora de nossa zona de conforto. O conselho que te dou é que se doa mesmo. Sinta muito, incomode-se. Faça desta tua força a mola que vai te empurrar para fora desta sua situação. Seja o SEU AGENTE DE MUDANÇA. Acredite que é possível que tudo acontecerá! Estou na torcida! 😉

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    Tereza disse:
    27/10/2015 às 12:13 pm

    Muito triste. Trabalhei 8 anos pra um industria acucareira. Trabalhando ate 10 da noite quase todos dias, final de semana, DHR zerando meu cartao ponto e colocando minhas horas em um caderninho na gaveta da assistente, sem direito a reclamar, com ameaca de demissao….
    Num dia me chamaram na sala do contador, meu chefe, me deu a demissao. Fui pra casa no mesmo dia. Um filho pequeno de 4 anos, marido desempregado quase 3 meses.. Foi horrivel!
    Fui obrigada a sair do pais onde ja vivo por 16
    anos…. Na epoca fizeram um acerto de 3.000 reais e tudo acabou…..
    Reclamou e a ameaca ja vinha….

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      Luciana Telles respondido:
      27/10/2015 às 12:16 pm

      As vezes coisas ruins acontecem para que outras melhores possam surgir!

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        Mario Ribeiro disse:
        27/10/2015 às 1:43 pm

        sou a prova viva disso, procure aqui meu comentário, mas até aí considerar que tudo deva ser assim pra dar nisso… alguma coisa tá muito errada.

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    William Bernal disse:
    27/10/2015 às 12:24 pm

    E depois de coisas assim, temos que ver posts reclamando da “ingratidão e dificuldade de reter talentos de TI”. Já tive gestores que eram verdadeiros LIDERES… Abri mao de salários maiores por ANOS, simplesmente pelos fatores: liderança e relacionamento.

    O fato é que o mercado carece de lideres. Sobram chefes, autoritários, brutos, da turma dos “preenchedores de planilhas e palavras vazias”. Mas faltam lideres de atitude, de respeito… Que contagiem com exemplos, e não com atitudes sem caráter.

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      Luciana Telles respondido:
      27/10/2015 às 12:27 pm

      Super verdade. Atualmente trabalho por 1/4 de meu salário de 4 anos atrás por duas coisas: qualidade de vida e qualidade profissional!

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    Maurício disse:
    27/10/2015 às 12:43 pm

    A incrível geração de frouxos. Muito mimimi. Só querem direitos, reclamam dos deveres, os chefes nunca são tão bons como vcs, me exploram, faço extra, ai…. o dia dos namorados, minha esposa abalada emocionalmente… Ah, faça-me um favor!!! Preparem-se para o trabalho, façam o melhor de sí, reciclem-se, engula o choro e vá trabalhar! Se a empresa não é boa arrume outra mas chega de choradeira. A vida de fato não é justa, mas e daí?

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      Ana disse:
      27/10/2015 às 6:13 pm

      Ai você reconhece um futuro gestor babaca como os descritos pela Luciana…

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      rubensvital disse:
      27/10/2015 às 7:59 pm

      Não é mimimi Maurício, é a realidade. Ninguém está pregando comunismo, proletariado aqui. Estamos falando do COMPORTAMENTO de alguns “chefes”, não mal do capitalista, comunismo, etc, etc.
      Eu mesmo passei por isto diversas vezes, mas sempre soube levar o chefe, e sim, eu tinha um ótimo cargo, minha área estava de vento em poupa, e simplesmente contrataram um novo diretor, que por ser incompetente, usou a velha premissa, ‘vamos mostrar serviço’, como? Mandando todos embora e contratando meus “amigos”. Simples assim, você pode sim, ser desligado da empresa de uma hora para outra por um mal gestor que não te conhece, e não fez a menor questão de conhecer e avaliar o seu serviço.
      Ai você vai ficar desanimado em investir na carreira, porque sempre poderá encontrar uma pedra destas no caminho. E isto não é mimimi, é realidade. Ninguém está chorando direitos, não sei de onde você tirou isto.

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      Paulo Hill disse:
      28/10/2015 às 11:16 am

      Mauricio ……VC é do tipo q em casa faz tudo feito uma doméstica silenciosa e submissa kkkk usando calcinha rosa debaixo da calça do terno . chega na empresa é o tipo idiota não mando lá mas mando aqui kkkkkk vai crescer profissionalmente mauricinho

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      William Bernal disse:
      28/10/2015 às 6:13 pm

      Opa, achamos o futuro líder frustrado… Daqueles que não conseguem reter talentos e vivem de resultados camuflados.
      O fato de a vida ser uma merda não te obriga a ser UM merda.

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      William disse:
      25/11/2015 às 1:55 pm

      Sua resposta não é válida por não ser endossada por um veterinário…

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    Mario Ribeiro disse:
    27/10/2015 às 1:21 pm

    eu passei por isso, trabalhava na Pfizer contratado da HP (pra mim a pior experiência profissional de todos os tempos) nós éramos 6 pessoas que íam a campo e tínhamos, acredite, nove chefes, então se estávamos atendendo uma ocorrência e cruzasse com um dos chefes pelo corredor tínhamos de deixar o pedido o outro e atender esse, até um ponto em que “fíngiamos” trabalhar, pois não tinha outra opção. Tinha chefe bom também mas infelizmente nunca parecem ser a maioria, aí, fui reclamar do plano de saúde do meu filho que, depois de três meses ainda não tinha chegado, na época ele ainda era pequeno, e ele precisava com certa urgência, por este motivo fui demitido porque “feri as normas da empresa” (ahahahaha…. só rindo né?). Hoje se encontrar a pessoa que me demitiu, o Fábio, beijo-lhe os pés, foi minha libertação, tenho negócio próprio, paz e até minhas conquistas materiais estou conseguindo (inclusive imóvel), foi tudo de bom, em fim, em rápidas palavras essa foi minha experiência, mas o que tem de gente babaca nesse meio é uma coisa incrível e quase inacreditável. Que pena, ninguém ganha nada, muito menos a empresa com produtividade e resultados, pelo contrário né?

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    Sandra Domingues disse:
    27/10/2015 às 1:34 pm

    É quase impossível ler tudo isso, e não comentar o caso. Hoje percebo chefes, que querem dar ordens, porém, não querem controlar. Você diria, o que? Acompanhar a empresa, não é apenas ficar lendo e-mails que os seus colaboradores, enviam, para avaliar se deram uma boa resposta aos clientes, aliás, fico sem entender o porquê de chefes fazerem isso. Na verdade, não é sem entender, é o caso que vimos no primeiro texto, falta confiança na equipe. Principalmente quando os colaboradores já estão cientes, que qualquer caso, que fuja de sua alçada, de seu conhecimento deverá ser repassado ao superior. Quando ao segundo caso, volto a comentar falta de controle. E quem é que não viveu ou vive uma situação assim, trabalha igual louco e quem desfruta dos elogios é seu colega de trabalho que menos faz. Sandra Domingues – sandradomingues.adm@gmail.com

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    Thais Lira disse:
    27/10/2015 às 2:54 pm

    O medo de ser demitido, de não conseguir se colocar novamente no mercado de trabalho, nos faz “engolir” muitas coisas, principalmente quando se é arrimo de família. Assisti por diversas vezes, acontecimentos como esse. Não nos damos conta no momento, o dano psicológico que acontecimentos como esse nos traz. Fui perceber, quando me deparei com o psiquiatra e um ano de tratamento a base de remédios. Hoje, estou melhor, porém, tenho recaídas o que me fez enxergar que preciso de ajuda.

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    Bjorn Mklek disse:
    27/10/2015 às 3:45 pm

    Luciana, parabéns pelo conteúdo. Poderia corrigir o 13º parágrafo? “Numa pesquisa rápida entre meus amigos, observei que a maior parte de gestores que agem desta forma então entre 30 e 45 anos.” Onde está escrito “então”, poderia ser “estão”. Desculpe ser chato, mas é que ficou estranho na leitura!

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    vania disse:
    27/10/2015 às 3:53 pm

    É bom lembrar a estes gestores que eles também são simples funcionários como todos. Hoje estão no emprego, amanhã podem estar desempregados. A primeira condição para estar em qualquer cargo em uma empresa é o respeito pelos colegas. Isso inclui os que exercem cargos de diretores.

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    Juliana disse:
    27/10/2015 às 3:55 pm

    Concordo com tudo isso, e também nao podemos deixar de comentar os funcionários que formam conluios, mentem , criam picuinhas e armam varias trapaças pra crescer na empresa.

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    Gustavo disse:
    27/10/2015 às 8:22 pm

    Quem não tem chefe não está livre de topar com esse tipo de gente. Sou arquiteto, e há alguns anos recebi a triste notícia que uma amiga muito jovem e querida tinha morrido. Liguei para uma cliente para desmarcar a reunião que teríamos, pois eu iria no velório. A cliente, muito mal humorada, disse que aquilo não era problema dela.

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      Mario Ribeiro disse:
      29/10/2015 às 2:16 pm

      Gustavo isso é bem verdade, tenho pequeno comércio, gente é gente em qualquer lugar, aqui resumindo querem que eu pague pra eles levarem a mercadoria, mais ou menos assim, a mercadoria custa 20 perguntam se pode ser 5, antes não sabia lhe dar com isso, com o tempo arrumei uma estratégia muito boa, pelo menos até hoje, a de falar a pura e simples verdade, tipo, custa 20 quer por 5 pergunto a pessoa onde fariam isso por ela, na pior das hipóteses recomendo que ela compre em outro lugar, por essas e outras entendi o porquê temos esse “tipo” de governo, é puro reflexo nosso, do povo, é incrível, mas as pessoas gostam dessa franqueza, se eu fosse seguir o ditado de que o cliente tem razão em um mês, no máximo eu fecharia meu comércio, tudo tem prós e contras, mas por mim morro com o que tenho hoje.

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    Nilton disse:
    27/10/2015 às 10:47 pm

    Infelizmente isso acontece toda hora, mas as próprias empresas estão por trás deles, na hora que precisam de contratar são todos uns anjos, mas depois que você passa a integração, o paraíso vira inferno, ou seja palavras são só palavras no papel é tudo lindo mas à realidade é outra. em fim a escravidão não acabou ….legalizou.

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    Renan Horan disse:
    28/10/2015 às 9:43 am

    Fantástico artigo.
    Será que é um reflexo de uma geração de mimadinhos? O mundo gira em torno do meu umbigo e todos são obrigados a viver para mim?
    Obrigado por escrever isso!

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    Andréa disse:
    28/10/2015 às 11:49 am

    PERFEITO!!!!!! Recomendo o Livro : “Como Trabalhar para um Chefe Idiota”. Fala exatamente sobre este tema. O que é super real e mais comum do que imaginamos.

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    Marlon disse:
    28/10/2015 às 12:18 pm

    Meus Deus!! É a cara do meu patrão, sem tirar nem por!! Você escreveu bem aquilo que é a realidade!! Meus Deus, estou surpreso de ser igual ao que passo e o que é meu pensamento!!

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    Luciana Telles respondido:
    28/10/2015 às 12:22 pm

    Mais um relato de uma pessoa que quer ficar anônima, mas pediu que fosse publicado.
    Gostaria de compartilhar minha história, mas peço por favor, usar um nome fictício, no lugar do meu próprio. Li seu artigo a respeito de abusos cometidos por pseudo-gestores…… infelizmente isso acontece, e muito. Atualmente estou cumprindo aviso prévio, na empresa em que trabalho, ou trabalhava. Fui contratada como analista de compras de uma fábrica de bijouterias na Região da Grande Florianópolis. A empresa está há 20 anos no mercado, porém, acredite, não é informatizada. Não no sentido de haver um software existente que permita o controle estoque, contas a pagar e receber, fluxo de caixa, entradas e saídas e mesmo curva ABC. Todos os processos e pedidos são realizados de forma manual e chega a ser ridículo. A Diretora (proprietária) é totalmente inflexível quanto a isto e rebate essa questão como gasto desnecessário, pasme. Enfim, fui contrata a quatro meses para a função anteriormente mencionada. Fiquei horrorizada com o cenário que encontrei. A Gerente de Produção tem a minha idade, e se auto intitula Gerente Geral e sou subordinada a ela. Ela não tem formação acadêmica, ao contrário de mim que sou graduada em Administração, ela é formada em curso técnico do Senai de eletrônica, e exerce função de gestão administrativa sem o conhecimento e credenciamento ao CRA, e não contribui com anuidade ao conselho de minha profissão. Os pedidos de compras pelos setores da fábrica, não são formalizados por e-mail ou qualquer outro meio de comunicação interna, eles devem ser adivinhados pelo departamento de compras, dentro de uma bagunça sem limites. Não tem um fluxograma das atividades ou mesmo desenho do cargo. Devo comprar, receber e conferir mercadoria, averbar autorizações de pagamento, para posterior encaminhamento ao setor financeiro, devo calcular custo e providenciar pastas de amostras dos itens recebidos, que também servem de lista de preços. Fui largada no setor sem treinamento ou mesmo acompanhamento nenhum, dependo da Gerente de Produção, que é Gerente Geral, para tudo, e devo executar, segundo ela, os processos, que todo dia mudam, na base do “te vira”. Já sofri inúmeros abusos e assédios dos mais absurdos, até de lesada já fui chamada e me disseram que não tenho inteligência. Fui demitida semana passada e agora sou obrigada a treinar a pessoa que foi contratada para me substituir. Detalhe….. a fábrica em questão, fica em cima da Justiça do Trabalho (no mesmo prédio), irônico, no mínimo. Fico triste com tudo isso que tenho visto no meio profissional e com essa epidemia crônica de falta de respeito e me pergunto até quando isso irá perdurar. O que relatei aqui, foi a síntese da síntese….. os abusos são inúmeros, e nem os horários são respeitados, Principalmente nos finais de semana ou mesmo à noite. Lastimável isso.

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    Luciana Telles respondido:
    28/10/2015 às 12:56 pm

    Mais um anonimo….
    “Obrigado; RCFB”, tanto que conheci o gestor e o funcionário. e Tudo que ele relatou é verdade mais que absoluta.. Eu sofri por 2 anos na mão desse Gestor, tive principio de síndrome do panico, engordei mais de 10 kilos, e era somente consultora, mas, graças a Deus minha cabeça e minha fé conseguiu com que eu trabalhasse positivamente todas as “ameaças”, agressões e desmandos.
    As vezes Luciana, me sinto como na idade média ou numa briga de bangue bangue, ou até numa guerra fria.. todos focados em querer um culpado, um escravo para açoitar na frente de todos, ou talvez igual no filme 007 onde o James Bond é torturado pelado na cadeira… mas tudo isso é na mente da gente, nos nossos sonhos, nossas vontades.
    Enfim tive e vivo um final feliz!!! HOje trabalho num empresa com um gestor com G maiúsculo, onde vivemos com prazos e procedimentos CLAROS, acredito que ganhei na loteria..por que viver feliz onde se trabalha é a melhor forma de viver..
    Obrigada pela oportunidade , JAF.”

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    Belzebu Revenge disse:
    28/10/2015 às 1:15 pm

    Durante muito tempo fui executivo de multinacionais como Nokia, IBM, Sun Microsystems, EMC, etc no Brasil e no exterior. Na minha opinião o RH é o grande culpado por péssimas contratações.
    Normalmente no departamento de RH estão os indivíduos menos capazes de qualquer empresa, mas a soberba desse povo é imensa. Uma diretor de RH tem poder absoluto sobre as contratações, aumentos, carreira de todos e na maioria das vezes são pessoas nada preparadas para o cargo e para a responsabilidade. Passei inúmeras vezes por situações onde gostaria de contratar o indivíduo mais qualificado para determinada posição e o RH bloqueava a contração, sempre com desculpas estúpidas.
    O RH deveria apenas opinar, não determinar contratações, aumentos, plano de carreira, etc em razão do nível médio medíocre da maioria dos indivíduos desse departamento na maioria das empresas.
    Hoje sou empresário e cada uma de nossas contratações é determinada por um conselho de funcionários de varios níveis, principalmente pelos pares do profissional a ser contratado.
    O RH é terceirizado e cumpre apenas o papel que deveria cumprir em qualquer empresa que é lidar com a burocracia estatal, nada mais.

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    Marli Izidoro disse:
    28/10/2015 às 10:14 pm

    Olá Luciana. Hoje tomei conhecimento desta matéria, confesso que depois de ler alguns depoimentos, diminuiu um pouco a culpa que eu estava carregando. Há alguns meses pedi minha demissão devido a esse incrível motivo a falta de gestão, ou diria melhor, falta de educação. Depois de tantos anos de formação e trabalho na área de Gestão de Pessoas, levando a todos a minha paixão pela área, tentando encontrar e disseminar a menor distância entre as relações entre patrão e empregado, acabei saindo com uma enorme frustração e desacreditando nas relações humanas dentro das empresas. Parabéns pelo assunto abordado. Abs

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      Luciana Telles respondido:
      29/10/2015 às 11:57 am

      Já pedi demissão por essa razão. No início me arrependi. Com o tempo aprendi que, assim como nas nossas relações pessoais, não devemos tratar com prioridade a quem nos trata como opção.

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    Marli Izidoro disse:
    28/10/2015 às 10:17 pm

    Concordo plenamento com o Renan Horan.

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    Thais Moreira disse:
    29/10/2015 às 2:56 am

    Realmente, o mundo corporativo dá nojo! Dou graças de ter meu chefinho rsrs. Sempre ao meu lado quando preciso. Sim! ainda tem os que salvam a classe!

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    Jorge Falcão disse:
    29/10/2015 às 12:40 pm

    Isso é reflexo de falta de maturidade, e maturidade querendo ou não, tem relação direta com idade. É lógico que existem as exceções. Ponto.
    Milenarmente a gestão familiar funciona com os mais novos sendo orientados pelos mais velhos. Posteriormente, e com o amadurecimento desta relação, a interação entre jovens e seniores se intensifica.
    Não desprezemos os exemplos das outras espécies, que sabiamente permitem que um membro do bando decida o momento de parar.
    Posto isso observa-se que as relações de trabalho parecem ter passado a serem conduzidas por marketeiros. Estes hipervalorizam a impetuosidade da juventude e a associam, inadequadamente, com inovação, arrojo e resiliência. Transferem para dentro das empresas a necessidade exagerada daquele mesmo sucesso e sorrisos utópicos que os jovens vendem nas propagandas da TV.
    Estão faltando “pais” nas empresas. “Pais” capazes de interpretar a maturidade de seus subordinados e pares de trabalho e promover a extraordinária produtividade que virá do aproveitamento da impetuosidade da juventude e a temperança da senioridade.

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    […] Fonte: A incrível geração de gestores sem educação. […]

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    Jose Papo disse:
    30/10/2015 às 5:07 pm

    Precisamos de mais empresas no Brasil o estilo de liderança pregado pelo Google. Trabalho na empresa e tenho um deck de slides sobre o que aprendemos para sermos gestores lá.

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    Kátia disse:
    31/10/2015 às 10:46 am

    Adoreiiiiiiii a matéria. Infelizmente, estou passando por isso também.

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    JDV disse:
    03/11/2015 às 12:34 am

    Trabalhei por vinte e um anos em uma empresa e fui demitido de uma forma que atecagora não consigo acreditar , um coordenador administrativo junto com o Gerente ambos gaguejavam sem ter um argumento consistente ou um motivo que justificasse os fatos. E que posso dizer e que foi por puro caprixo de ambos por ter muito anos de casa queriam mostras para os mais novos ecpara os estagiários que eles eram os poderosos. Eles são duas pessoas que se enquadram perfeitamente no relato da Luciana Telles, tanto na idade e caracterE o pior as autoridades não defendem as vítimas por que ecpreciso de provas testemunhais que e difícil encontrar alguém que queira se arriscar a ir a uma audiência contra os chefe , e eles sabem disso e se sentem protegido e a vontade para agir. Eles não querem ninguém com experiência acima deles ou mais velho só querem os aprendizes ecestagiarioscecas menininhas para paquerar. E se alguém forcquestinar estará na rua , porcquecele e o poderoso. E falam claramente se não colaborar ta fora. Agora eu digo a quem recorrer se a diretoria da empresa passa toda confiança a um irresponsável desse e não acreditam em nos colaboradores. ? Evquecposso diser e nos que somos mais experientes responsável temos família e estamos nas mãos de indivíduos que não tem a minimaa noção de ser demitido no alge de sua vida por motivo banal caprixo de adolescentes desenvolvidos somente no tamanho onde não sabem o que e ter e manter uma família. Enfim não e tudo que queria dizer mas fica aí meu recado. .

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    Dariane Dornelles disse:
    04/11/2015 às 5:29 pm

    Meu marido já passou por isso várias vezes.
    Quando estava cursando a faculdade de logística, ele queria aplicar o que aprendia para melhorar a empresa onde trabalhava. O gerente sempre rancoroso reclamava que não estava a fim de gastar seu dinheiro atoa, ou dava uma desculpa do tipo, “vamos ver isso mais tarde”. Mesmo assim meu marido baixava a cabeça e fazia seu melhor, quando ele mostrava outra ideia, o gerente dizia, “quando tu acabar tua faculdade eu já tenho lugar garantido pra você e suas ideias para melhorar controle da empresa”. Iludia com promessas de aumento se ele trabalhasse um pouco além do horário. Quando finalmente ele acabou a faculdade, o gerente disse que o lugar do meu marido era carregando caixas na expedição e não dizendo a ele como melhorar sua empresa, que ele trabalhava a anos do mesmo jeito e nada que meu marido aprendeu na faculdade iria mudar para melhor o que ele já tinha feito. No fim meu marido foi procurar um lugar onde tivessem mais oportunidades dele mostrar que tinha boa vontade, passou por muito gestores que diziam que ele era um guri de merda, até conseguir um emprego melhor, onde o gerente foi um exemplo para ele, lá ele mostrou serviço e cresceu muito rápido.
    Hoje ele é um gestor exemplar, sempre elogiado por quem trabalha com ele. Dá oportunidades pra quem se esforça, conversa e tenta ajudar quem se acomoda.
    Ele sempre diz que alguns dos piores gestores com quem trabalhou, foi donos de empresas pequenas e familiares, que acabaram crescendo muito e não sabiam mais o que fazer, não deixavam os empregados trabalharem sossegados, queriam continuar no controle de tudo, mesmo não tendo mãos suficientes, não confiavam em ninguém para ajudar a tocar a empresa, não ouviam ideias para melhorar, e tratavam todos como crianças fazendo arte.

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    tijeladeacai disse:
    12/11/2015 às 10:04 am

    Isso é cultural. Geralmente de país como o Brasil onde a educação de berço se extinguiu.

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    Delter Lopes disse:
    15/11/2015 às 9:50 pm

    Luciana, eu costumo dizer em minhas palestras / treinamentos que estamos tomados por uma onda de “capatazes modernos”… não gestores.
    O exemplo de seu texto não é de um gestor. É de um capataz. Gestor dá direcionamento, define estratégias, avalia desempenho, promove integração da equipe, etc..
    Estamos numa época onde o cargo de um “capataz” foi transformado em gestor.
    Infelizmente, tenho visto que o nosso empresariado, de uma forma bastante genérica, não contém gestores. As faculdades e universidades não ensinam gestão. E isso tem criado uma dificuldade enorme para as organizações alcançarem melhoria.
    Triste realidade.

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      dharanaventura disse:
      01/12/2015 às 12:55 pm

      Verdade Delter, por isso estou estudando e defenderei uma tese sobre a importancia das faculdades passarem valores como ética e moral, partindo da propria atitude do docente, com exemplos e um disciplina de gestão com situações reais, para formar novos líderes humanizados que busquem uma sociedade pacífica e menos materialista… Tudo bem, é utopia, eu sei, mas não vou desistir de ser um, pontinho insignificante no universo a fazer a minha parte! Abraços…

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    Tomaz Elias Robinson disse:
    16/11/2015 às 1:44 pm

    Vejo nestes textos que cada vez mais as pessoas querem se impor pela autoridade e não pelo convencimento. Como um gestor quer dirigir alguém de uma forma que ele pessoalmente não gostaria de ser tratado,ele faria seu trabalho da melhor forma, se alguém estivesse lhe tratando de forma ríspida, sem educação. Como pode alguém fazer aos outros aquilo que não gostaria que fizessem com ele ?

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    Carlos Eduardo disse:
    19/11/2015 às 1:53 pm

    Um filho acabará de perder seu pai e comunica ao seu gestor que iria para o velório. Como tratava-se do ultimo dia útil do mês, pergunta o gestor a ele: “seu pai não tinha um dia melhor para falecer?” isto é fato!!

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    […] Fonte: lucianatelles.me […]

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    mateusbarsotti disse:
    25/11/2015 às 2:59 pm

    Luciana, publiquei no meu blog. Gostei muito de seu post. Abraços.
    Segue o link: https://mateusbarsotti.wordpress.com/2015/11/25/a-incrivel-geracao-de-gestores-sem-educacao/

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    SABP disse:
    10/02/2016 às 9:33 am

    Bom minha história é bem parecida com muitas que li aqui nos comentários. Trabalhei durante 4 anos em uma empresa de TI e os últimos dois foram os piores da minha vida. Com a alta rotatividade de gerentes na minha área que em sua maioria foram expulsos ou pediram para sair contrataram um gerente que se auto entitulava muito inteligente com currículo extenso de trabalho em multinacionais e tudo que uma pessoa com mente pequena e poder geralmente trazem em sua bagagem, pois bem minha vida virou um
    Inferno, ameaças constantes, passava por cima de mim e falava com meus colaboradores perguntando o que achavam do meu trabalho, falava mal de mim para eles e para todos da área jogando uns contra os outros, como dizia “tinha a minha cabeça a prêmio”, falava que eu tinha marido e família me esperando em casa e ela não e para piorar colocou uma “amiga” para trabalhar comigo mesmo negando que se conheciam disse que tinha sido um acaso receber o currículo dessa pessoa. Pois bem para resumir depois de dois anos e constantes ameaças me demitiu, lembrando que eu levava a área nas costas, e todos pares e clientes internos gostavam muito do meu trabalho inclusive o diretor esse que ela gritava com ele no meio do corredor quase sempre e que para minha surpresa passou para o lado dela pois até então sempre confiava em mim. Para minha surpresa uns 6 meses antes da minha demissão essa colaboradora “amiga” pediu demissão alegando que não dava para continuar, mais se você acha que já viu de tudo nesse vida, após eu ser demitida minha chefe recontratou essa minha colaboradora no meu lugar olha que país vivemos e como as pessoas são…pois bem fazem 1 ano e alguns meses que fui demitida depois disso me recoloquei e acreditem por três meses já que tive que declinar do emprego pois eles nao honravam os salários e detalhe ainda me devem e não pagam. Não ficam mágoas ou rescentimentos apenas dó de gente assim!!!

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    Rony disse:
    11/02/2016 às 12:14 am

    Eu reparei que na maioria dos comentários É sempre o chefe que está errado. Os funcionários nunca erram, nunca fazem cagadas, nunca fazem corpo mole. Minha gente é do couro que sai a Correia. Se não trabalhar duro no mês que vem náo tem pagamento. Depois não adianta reclamar…

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      Luciana Telles respondido:
      11/02/2016 às 11:37 am

      Verdade… Aliás, estava pensando em escrever sobre justamente esse tipo de perfil… Já passei por muitas situações onde o colaborador era o vilão…

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      Vendedor cerveja disse:
      11/02/2016 às 4:17 pm

      Rony se VC fosse meu gestor te metia a porrada , lixo

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      mario disse:
      11/02/2016 às 4:36 pm

      Rony, é bem verdade o que disse, tão verdade que tenho negócio próprio e sou sozinho, mas a questão “aqui e agora” é sobre os desmandos dos gestores/chefes/patrões, isso seria um outro assunto, mas que é verdade é, dependendo do funcionário é f… mesmo.

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      Tomaz Elias Robinson disse:
      11/02/2016 às 5:34 pm

      Seu sobrenome é Argalgi? Esta parecendo uma pessoa que conheci e que chama Rony

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    Bruno Dantas Ferreira disse:
    11/02/2016 às 2:48 pm

    Há tempos que não vejo um assunto tão relevante e que parecia estar caído no esquecimento. Seria muito bom se alguns valores éticos voltassem à tona e, no mínimo, fossem requisitos básicos de um bom gestor.

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    Vendedor cerveja disse:
    11/02/2016 às 4:13 pm

    Sabem por que isso acontece ? Pq não existe punição , quando as autoridades começarem a dar importância as pessoas e pelo que elas passam nas empresas , isso acaba , cadeia neles , só Deus sabe o que as famílias sofrem vendo um pai de família tendo que passar por isso e não ser demitidos fazendo mais uma estatística do desemprego , afff saco cheio

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    Tomaz Elias Robinson disse:
    11/02/2016 às 5:39 pm

    O Rony que conheci, numa reunião com a equipe de vendas cobrou o resultado de um vendedor este justificou o mau resultado alegando que sua mãe havia falecido e ele disse: “Morreu, fedeu. você acha que se meu pai morrer a fábrica vai parar?”

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    Andre Nishimi disse:
    11/02/2016 às 5:57 pm

    Uma das experiências que tive com chefes foi com meu antigo gerente de TI na época que trabalhei na Parmalat. Era um cara bem tosco, daqueles “faz porque eu to mandando e sou seu chefe”. E como sempre fui um cara muito correto, quando achava que estava errado, eu fazia mas deixava bem claro minha posição. Bem, ocorre que depois de um tempo com ele como chefe, fui mandado embora. Pensando depois, eu creio que foi porque estávamos em processo de compra de um servidor mega gigante, coisa da milhão de reais na época e quem ganhou não foi a empresa que oferecia o melhor custo/benefício. E eu, na minha burrice, externei minha surpresa e desapontamento.
    Hoje trabalho na IBM e posso dizer que as coisas aqui são diferentes. É perfeita, só tem chefe “bacana”? Não! Mas uma pessoa que se sinta injustiçada e/ou acossada, pode (e deve!) ir no RH e botar a boca no trombone. Porque aprendi que o que os chefes imbecis contam é com o silêncio das pessoas e a conivência dos chefes de chefes. Mas a conivência só se dá porque há o silêncio. Então, se você vai se f*der, faça como o porco: morra gritando!!

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    Carlos disse:
    11/02/2016 às 7:59 pm

    Uma mal gestor não é a causa é o efeito,
    cada vez mais as empresas querem alta eficiência com salários baixos, Salários Baixos mais que a alta eficiência, é cada vez mais comum gerentes assumindo outras áreas algumas desconhecidas da formação dele para se manter no cargo com o mesmo salário.
    Profissionais poucos capacitados que aceitam qualquer salário para conseguir um emprego.
    Não estou colocando desculpas nos péssimos profissionais, mas Cadê o RH? Cadê o presidente da empresa? Cadê os avaliadores de desempenho?
    Porque esse gerente Ruim esta lá? quem deixou entrar? temos tantas avaliações, consultorias.
    O líder imediato pode ser ruim, porem pior ainda é a estrutura organizacional que deixa esses tipos de profissionais proliferarem.

    Outra! Porque submetemos? Medo de não conseguir outro emprego? Pouco conhecimento? medo da mudança? o Salário ainda vale a pena? não temos atitude nada muda, afinal quando não podemos mudar a empresa nos mudamos de empresa, o que em tempo de crise ninguém quer fazer.

    Dica: Nunca se acomode, sempre se desenvolva, nunca pare de crescer, fique atento a mudanças e nunca tenha medo de mudar.

    Abraços.

    Curtido por 1 pessoa

    Tata disse:
    11/02/2016 às 10:18 pm

    Trabalha em uma empresa onde minha chefe de demitiu porque ela disse Q precisa de pessoas comprometidas com
    A entidade. Resumo tive peneumonia em julho justa na semana da festa junina ela queria céu fosse trabalhar mesmo assim, queria Q eu fosse fazer passeatas nos finais de semana na minha licença maternidade… Resultado voltei da licença fui disdnsada.

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    Comendadora Marisa F. Diniz disse:
    14/02/2016 às 4:33 pm

    Há chefes e líderes, infelizmente o que encontramos no mercado corporativo há alguns anos são “chefes”, ou seja, aquele sujeito que se acho o “cara líder”, mas que na verdade não passa de um incompetente de marca maior. Acreditam que vingança e autocracia seja a melhor forma de comandar suas equipes. A política antiga de colocar estes “chefes” em cargos de confiança porque é amigo do amigo do dono é retrógrada e demonstra total falta de humildade e competência.

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    Costa Abel disse:
    16/02/2016 às 10:06 am

    Luciana, essa é a realidade que passamos. Trabalhei por sete anos em uma construtora e sempre fui elogiado pela pro atividade e dedicação. Sempre que necessário prolongava o horário de trabalho para entregar um projeto no prazo, mesmo com problemas causados por terceiros. Após cinco anos e meio, houve uma mudança na gerência e a pessoa que assumiu a posição começou me promovendo à um cargo que estava desativado na empresa, me dando total liberdade para atualizar. Mas essa liberdade ficou apenas na reunião em que ele me convidou para o desafio. Após iniciar a reestruturação do Setor de Qualidade, ele começou a o utilizar como uma ferramenta para garantir o emprego dele. Forçou avaliações de setores prematuramente e o resultado foram diversas demissões e a imagem que ficamos de ceifadores de empregos. Sem falar que as avaliações eram diferentes quando os avaliados eram “peixes” dele, como ele adorava dizer. Com o agravamento da crise na empresa, começou a exigir relatórios que não diziam nada aos olhos de quem entende de engenharia, mas com dados, cores e números, satisfaziam a vontade da Diretoria, garantiam o emprego do Gerente e cada dia me matava um pouco. Aguentei por menos de um ano sem reclamar, mas em um determinado momento comecei a dar sinais de insatisfação. Com isso, ele me exclui o projeto, me colocando em um outro que já estava condenado ao fracasso por outras questões. Nesse, eu não fiquei três meses, já que acabei mais desmotivado ainda e fui desligado da empresa. O gestor? Bem, esse aí depois de se cercar de amigos, ex estagiários e funcionários subservientes acabou sendo demitido também, junto com doze funcionários desta equipe

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    Alexandre Freire disse:
    16/02/2016 às 1:08 pm

    Prezada Luciana , queria felicita-la pelo texto, que transmite realmente e infelizmente uma realidade cotidiana deste país. Depois de ter passado o inicio da crise na Europa em empresas Europeias, vejo que muitas destas situações se repetem por aqui, e se devem fundamentalmente á situação laboral devido ao incremento diário da crise tal como também faz referencia. Depois de ler o texto, lembrou-me um post meu no LinkedIn, “Etiquetas e Boas Maneiras” isto em empresas claro que a gostaria de partilhar consigo ;
    https://www.linkedin.com/pulse/etiqueta-e-boas-maneiras-alexandre-de-freire?trk=mp-reader-card
    Continue por favor, com este bom trabalho, e partilhando com todos as suas ideias que na minha perspectiva estão corretíssimas. Adorei a sua forma de responder a criticas, algumas sem muito contexto mas, com muita educação e “saber estar” acima de tudo.!! Abraço.

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    […] Outro dia li um texto no Linked in que me chamou muito a atenção sobre a falta de educação da nova geração de gestores.  Esse texto foi muito compartilhado, mas sua autora original é a Luciana Telles, segue a fonte de onde o post começou a circular https://lucianatelles.me/2015/07/08/a-incrivel-geracao-de-gestores-sem-educacao/. […]

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    Jucy Machado disse:
    06/06/2016 às 6:24 pm

    Nem vou comentar muito porque já lí isso outra vez e sei bem do que o texto fala.
    Quero somente acrescentar :
    Os Gestores precisam se adaptar às novas gerações que “passam” principalmente se tratando de Grandes Talentos.
    Quando esses comunicam o desligamento, tais gestores se doem como se o indivíduo devesse ser eternamente grato e passam a destratar aquele Talento no período de transição.
    Gente! Acorda! Antes de serem bons profissionais, são pessoas buscando melhoria em suas vidas, eles vão sinalizar 1, 2 ou até 3x que estão descontentes, mas nem de longe serão resilientes como nós.
    Não deixe de desejar ” Boa Sorte” e agradecer pelo período em que ele esteve na Empresa .
    O mundo gira em círculos e um dia você pode estar do outro lado da mesa e aquele que foi seu Talento um dia poderá ser o responsável pela aprovação de sua contratação.

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    […] A falta de um bom profissional de RH na empresa EXERCENDO A FUNÇÃO CORRETAMENTE traz funcionários sem orientação de objetivos, desconhecendo seus potenciais, com empresas com baixo ou nenhum investimento em retenção de talentos, investimentos pífios em desenvolvimento e capacitação de seus colaboradores, programas de motivação ou de remuneração variável mal-formatados, que não conseguem motivar absolutamente ninguém e que mais parecem fórmulas complexas de física quântica para a mensuração de seus resultados, funcionários mal-assistidos, mais sujeitos a assédio moral, que por sinal vem crescendo novamente nos últimos anos, conforme comento no meu texto “A Incrível Geração dos Gestores Sem Educação“. […]

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    […] um caso clichê do dia a dia dos ambientes corporativos do Brasil.  Depois que escrevi o texto A incrível geração de gestores sem educação, onde citava a experiência (des)vivida por um amigo meu, recebi centenas de emails e mensagens […]

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    Thais disse:
    27/10/2016 às 10:07 am

    Eu passei por uma situação como esta a pouco tempo. Meu antigo gestor acreditava que por termos trabalhado juntos em outra empresa ele tinha intimidade comigo e poderia me tratar da maneira como quisesse. Gritava comigo por telefone ou pessoalmente, na frente de colegas para se mostrar superior, além de fazer questão de colocar as pessoas umas contra as outras dentro do time. Um absurdo.

    O problema é que infelizmente os profissionais de RH das empresas também não tem maturidade suficiente para ajudar em situações como estas, pois eu mesma fui falar com o RH depois de pelo menos 4 episódios similares e a resposta foi: “Acho que você e seu gestor precisam conversar!”. JURA? Poxa, ainda bem que você me avisou, não tinha pensado nisso!

    Enfim, existem ineficiências em diversos lugares, mas falta de respeito e liderança por arrogância não funcionam, tanto que mudei de área dentro da mesma empresa.

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      Luciana Telles respondido:
      28/10/2016 às 1:23 pm

      Cada vez mais difícil ser funcionário. Não é a toa que estão considerando que a próxima década será o momento do crescimento do empreendedor. Muito despreparo nas gestões.

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    […] Originalmente postado em: Blog Luciana Telles […]

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    […] A falta de um bom profissional de RH na empresa EXERCENDO A FUNÇÃO CORRETAMENTE traz funcionários sem orientação de objetivos, desconhecendo seus potenciais, com empresas com baixo ou nenhum investimento em retenção de talentos, investimentos pífios em desenvolvimento e capacitação de seus colaboradores, programas de motivação ou de remuneração variável mal-formatados, que não conseguem motivar absolutamente ninguém e que mais parecem fórmulas complexas de física quântica para a mensuração de seus resultados, funcionários mal-assistidos, mais sujeitos a assédio moral, que por sinal vem crescendo novamente nos últimos anos, conforme comento no meu texto “A Incrível Geração dos Gestores Sem Educação“. […]

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    […] texto foi muito compartilhado, mas sua autora original é a Luciana Telles, segue a fonte de onde o post começou a […]

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      Luciana Telles respondido:
      19/02/2018 às 12:29 pm

      Verdade. Vi em vários lugares, inclusive podcast sem referência. Obrigada pela referência.

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