me separei e agora

Desconstruindo o Amor em 10 passos

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Recentemente uma amiga muito querida foi pega de surpresa com o pedido de separação de seu companheiro.  As razões menos óbvias possíveis, o inesperado pedido de desconexão abruptamente teve que assumir a rotina.

O relacionamento foi acontecendo… tímido e constante.  Há cerca de 1 ano e meio atrás.  Subitamente, através de uma gravidez não planejada, o amor floresceu…

Foi intenso, como a vida tem que ser.

Então, num certo dia a conversa é: “Acho melhor a gente dar um  tempo para o nosso bem.”

Bem de quem, meu amor???? Decisão unilateral não significa querer o bem da outra pessoa.  Isso em gestão tem outro nome, autoritarismo!  Cada  um seguir seu caminho…  Até parece que o amor é uma tomadinha que a gente desliga né…

Ok…  Isso é ruim…  Mas tem coisa pior:  Quando a criatura excede todos os limites dando esse recado através de um Cosplay imaginário de Mestre dos Magos…  Simplesmente Some!!!!!!  Sabe aquela parada adolescente de querer deixar cair no esquecimento para não precisar assumir suas decisões… POZÉ!!!!

E todas as mensagens, juras, promessas????  Onde foi parar o amor????  Nada acaba de repente. Ou tudo foi mentira?

Relaxa, amore!  Homens só chegam ao amadurecimento pleno aos 50 anos.  Muitas vezes, são felizes nas suas infelicidades e preferem suas “Miserables Lives” do que arriscar a mudança, mergulhar no amor.

Mas, e aí?  Como fica o lado que não decidiu…. Na impossibilidade de desligar a tomada do amor e obviamente na necessidade de não abrir mão do amor mais verdadeiro, o amor próprio, faz como para aceitar e arrancar esse sentimento do peito?

Ah… Quem nunca sofreu por amor que atire a primeira pedra, melhor seria atirar uma flor…

O amor precisa ser desconstruído…  Na marra, na tora, na força e no fórceps.  But how?

  1. Antes de qualquer coisa.  Arrependa-se por ter feito, arrepender-se por não ter tentando traz uma culpa enorme.  O orgulho é que afasta as pessoas, não é a distancia.  Então, antes de iniciar a desconstrução, que já adianto, será dolorosa, exponha-se uma última vez.  Sim!  Não é vergonha nenhuma dizer o que ainda sente.  Foda-se a reciprocidade. Diga o que sente de verdade.  Sem rodeios, sem floreios e sem desespero.  Sede firme e entenda que há uma tênue linha de limite entre a exposição necessária e a humilhação.  Portanto, não perca o equilíbrio para não ir para o lado errado.
  2. Obviamente se o passo anterior não tiver surtido efeito, você estará seguindo adiante…  O segundo passo é dar um tempo para si.  Recicle-se.  Enlute-se.  É importante esse luto para o auto-conhecimento.  Sofra, chore, grite, veja filmes de drama e escute músicas de sofrência. Só não encha a cara…  Isso realmente não resolve.  Só te fará se tornar a vitima da situação.  Assuma-se como protagonista da sua vida.  Protagonistas vitimizadas não dão IBOPE.  Protagonistas não se permitem o papel de coadjuvante em sua própria existência. Sofrer faz parte! Mas, faça isso somente por até 4 semanas.  Por que 4 semanas?  Simples, a TPM.  Você irá perceber que sofrer por amor é opção, por menstruação não.  Muito melhor quando quem tem as rédeas é você, não?
  3. Distraia sua cabeça.  Saia, passeie, faça turismo, viaje, vá dançar, faça uma academia.  Libere endorfina.
  4. Mude…  A mudança interior é complicada pacas.  Tome um atalho e comece pelo exterior mesmo.  O amor próprio tem que ser cultivado.  Pessoas felizes são mais amadas. Exalam energias positivas e atraem atenção… e mais amor.  Positivize-se!
  5. Se houver oportunidade, ame muito.  Experimente-se. A vida não acaba com o fim de um amor.  Pode ser a força do destino liberando seu caminho para um amor ainda maior. Vale até perfil no Tinder, ParPerfeito, Match e etc…  Conheça gente!
  6. Se ainda houver necessidade de contatos com o ex-amor, veja se essa relação é saudável para você.  Se for para ficar sofrendo a cada vez que o vir, é melhor se afastar de vez.  Apague os vestígios deste amor.  Não leia mensagens antigas.  Não se encontre, não o veja…  Se necessário, bloqueie nas redes sociais.  Não ver faz cair no esquecimento.  Ok que às vezes não cai tão rápido assim.  Mas, garanto.  Na vida tudo passa.
  7. Veja filmes alegres, leia, faça atividades ao ar livre, ande de bicicleta, de barco e de avião.
  8. Ocupe sua mente com algo importante.  Comece um curso, um novo hobby, um livro, uma meditação.  Ou até mesmo enfie a cabeça no trabalho…  Só tente não pensar.
  9. Nada tá funcionando!? Tá na hora de atitudes desesperadas no estilo adolescente.  Faça uma lista de defeitos do dito cujo.  Repita-se milhões de vezes como um mantra: ELE NÃO ME MERECE. Repita até que seu cérebro incorpore e torne esse pensamento num axioma.  Numa atitude mais desesperada ainda, resignifique seu ex-amor.  Odeie com toda a força todos os seus defeitos, faça com que só eles apareçam.  É escroto isso!  Temos que odiar para matar um amor!  Mas, estamos falando de resguardar o mais puro dos amores: o amor próprio.  Então estaremos perdoados.
  10. Reinvente-se…  Faça um reset de si.  Desconstrua e se reconstrua muito melhor.  Sofrimento é que faz a gente endurecer a carne e nos preparar para as porradas da vida. Pode até demorar, mas um dia vai passar…  A borboleta sofre no casulo para se transmutar numa beleza estonteante e VOAR!  Faça a sua metamorfose, liberte-se!

 

 

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Muito Bela, Pouco Recatada e Nada (Absolutamente Nada) do Lar!

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As polêmicas sempre aparecem, as pessoas sempre se identificam com um estereótipo vendido pelas mídias…  A mulher magra, inteligente, bonita e fofa…  E daí se eu não for assim!  E daí se eu quiser continuar sendo eu mesma.

ATO 1:  Muito Bela

Há muito precisei trabalhar minha auto-estima.  Sempre brigando com a balança.

Lembro de aos 14 anos, no auge da minha adolescência, numa boite domingueira dos anos 90, escutar 2  rapazes muito bonitos falarem para mim:  “Que rosto lindo, pena que é gorda!”…

Lógico que como toda adolescente noiada, cortei café, almoço e janta para não cortar os pulsos!

Mas, isso passa!  Aliás, se tem uma coisa que acontece na vida, é que tudo passa!

A gente passa a aceitar mais (um pouco mais, tá certo!) como somos e trabalhar em nós mesmo a auto-estima. Ou procurar urgente soluções para o que nos incomoda.

Hoje sei que sou bela.  Na minha beleza com rugas, cabelos brancos e pneuzinhos e celulites espalhados pelo corpo.  Cada dia que me sinto incomodada com algo, resolvo…  Vou ao cabeleireiro, faço uma dieta, frequento a academia ou até mesmo aplico um botox.  Sou bela, enquanto me achar bela.

 

ATO 2: Pouco Recatada

Falo alto, canto enquanto dirijo, no banho ou quando quero, falo palavrão e ligo o disque-Foda-se de vez em quando, não me faço de fofa, nem bajulo a todo mundo.  Sou do estilo ou ame ou odeie.

Sou eu mesma!

Ah… Ok…

Meu pai nunca deixou eu sair a noite sem que ele soubesse (E APROVASSE) com quem.  Apesar de ter passado para faculdade em SP, meu pai não me deixou ir para não ficar sozinha no meio de muitos homens (engenharia mecatrônica).

Nunca fiquei bêbada, aliás eu nem bebo…

Meus namorados, conto talvez em uma só mão.

Não uso roupa curta (até pq meu corpo não permite), sei conversar de inúmeros assuntos e até tenho a educação de disfarçar e ser uma excelente DAMA.  Sou quase recatada… mas, não muito.

Dane-se!!!  Prefiro ser louca do que ser triste!!!!!

Amo ser eu!  Falando alto, sarcástica, engraçada e às vezes rude!  Onde está escrito que eu, euzinha, tenho que ser como os outros querem?

 

ATO 3: Nada (Absolutamente Nada) do Lar

Desde muito nova, meu pai nunca permitiu que eu fizesse nada em casa, no máximo era a louça da janta 2 vezes por semana.  Certo ou errado, o discurso dele era que eu não podia perder tempo de estudo.  Que tinha que aproveitar meu potencial, minha inteligência e facilidade de aprender…  Que tinha que ser preparada para trabalhar  e ser independente.

Nunca cozinhei, nunca lavei, passei ou organizei minha casa.

Sempre trabalhei.  Tive 2 filhos e obvio tive ajuda, muita ajuda!  Minha mãe, minha avó, minhas tias, meu pai…  sempre estiveram por perto quando as minhas competências nada desenvolvidas para afazeres domésticos comprometia a organização e a minha rotina.

Foquei para me tornar independente.  Aos 27 anos já era executiva de banco.  Aos 35 já me tornava diretora.

Quando me separei, consegui me manter sozinha com meus dois filhos, sem comprometer a minha independência.

Me viro nos trinta, nos quarenta e nos 50, só não me peça para arrumar e ser do lar.  Enlouqueço, de verdade!

 

Não sou nada, absolutamente nada do lar, sou independente e tenho orgulho disso!

 

ATO FINAL: A Mulher Perfeita

A mulher perfeita, ideal e sem igual é aquela que somos por dentro.  Aquela que pensa e age com sua natureza, não se subjuga ao que lhe ofende e a que se sente feliz com suas escolhas.

Sou a mulher perfeita para mim, se o deixar de ser, me transformo novamente em mim e fim!

 

#belarecatadaedolar

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Os Erros mais comuns dos Recém-solteiros

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Sobre esse texto:

Há alguns anos atrás eu criei um site chamado ME SEPAREI E AGORA?   O site visava dar dicas e tentar ajudar a quem estava sozinho por qualquer razão, principalmente decorrente de uma separação.  Este site tinha vários textos e esse texto sempre foi o mais lido e comentado.

Qualquer hora falo mais do projeto ME SEPAREI E AGORA? Agora aproveite a excelente leitura!

Vale a pena conferir!!!

Os Erros mais comuns dos Recém-solteiros por Carolina Kürsch

Pois é, meu caro leitor. Agora você está solteiro. Não bastasse o infortúnio de meses ou anos que foram por água abaixo, agora você se vê nessa difícil tarefa de recomeçar do zero.

Independente do que vá fazer a partir de agora, entenda: estar infeliz é natural. Portanto: não entre em pânico.
Este é o momento de ligar para seus amigos e amigas e dizer-lhes o quanto ele te sufocava e o quanto você tentou que desse certo. Diga a eles que não era pra ser, que seu mapa astral e sua astróloga já diziam que seus signos não combinavam. Diga que você sempre soube.

Depois de toda lamentação e tristeza que esta fase pode proporcionar, reserve alguns minutos para avaliar a situação. Quando digo avaliar a situação não estou sugerindo que faça isso com uma Tequila na mão, e sim que o faça no silêncio do seu lar. Um dos primeiros sintomas da recém-solteirice é o desespero por badalação e entrar em campo novamente atirando para todos os lados. Portanto, deixe-me lhe dar um conselho valioso: entenda seu momento de luto.

Com isso não quero dizer que você deva “curtir a fossa”, soluçar pelos cantos ou se entupir de chocolate, mas sim avaliar as coisas com uma outra perspectiva. Sei que estar psicologicamente preparado para levantar a cabeça e dar a volta por cima não é tarefa das mais fáceis e antes de qualquer coisa você deverá entender o que passou, para então projetar-se no futuro. Entenda que não existe felicidade sem tristeza e os dois sentimentos estão intimamente ligados nas nossas vidas. Para dar valor a um momento de felicidade, antes você deve ter passado por momentos de tristeza e talvez isso seja essencial para seu amadurecimento.

No intuito de ajudá-lo a superar essa difícil fase e alertá-lo dos perigos que ela poderá trazer a seu estado emocional, listei alguns erros mais comuns cometidos por recém-solteiros. São eles:

  1. Tentar reatar.
    Isso só piora as coisas. É difícil e frustrante perceber que tudo que havia sido construído acabou, mas sua felicidade não depende do seu ego ferido. Se vocês dois tentaram diversas vezes ficar juntos e mesmo assim não conseguiram, pare de tentar. Simplesmente não era pra ser.
  2. Se precipitar.
    Só porque você acabou de conhecer um homem ou mulher interessante, não quer dizer que ele ou ela será seu próximo amor. Achar que se apaixonou novamente pela primeira pessoa que lhe der carinho não é a solução para o seu desespero emocional.
  3. Auto-piedade.
    As lágrimas têm a excelente propriedade de libertar-nos da angústia, mas se você for do tipo que chora em público, por favor, pare já com isso. Neste momento você tem o alvará de chorar bastante no ombro dos seus amigos caso precise deste desabafo, mas não abuse. Além do problema ser somente seu, as pessoas não serão obrigadas a consolarem as suas lamúrias a qualquer momento.
  4. Ser ranzinza.
    O amor verdadeiro existe. Esbravejar e dizer por aí aos quatro ventos que não acredita mais no amor não te tornará mais forte.

E por fim, concentre-se em coisas que valham a pena, como seu trabalho, seus filhos, seus hobbies, ou qualquer atividade que lhe dê prazer físico e mental. Relaxe, pois o tempo curará todas as feridas. Ele é o senhor da razão.