Dicas

Como Ser Solteira

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Depois de pouco mais de 6 meses de solteirice, posso responder a pergunta sem titubear:

E ai, tá gostando?

NÃO!  Definitivamente não!  Mas, e daí?  Quem se importa?

Certas coisas eu já aprendi.  Tinder, Happn e afins só tem gente doida!  Encontrar alguém lá para a vida é igual a ganhar na loteria.  Valha-me! Tem sido cada história!!!  Qualquer dia posto por aqui algumas experiências bizarras, já até comecei a escrever…

Mas, como sou brasileira e não desisto nunca, ainda acredito no amor.  (ok, também sou pisciana e isso ajuda a construção desta ilusão romântica!).

Algumas coisas estou feliz, pois evolui.  Aprendi que não dependo de ninguém, nem financeira, muito menos emocionalmente.  Consigo viver só! (menos quando aparece uma barata voadora ou o chuveiro elétrico pifa).  Mas, de resto, estou indo SUPERRRRRRR bem.  Me mudei, tratei de pedreiro com apartamento em obra, acertei a mudança, arrumei td, bati o carro e consertei (eu não dirijo mal, só estava agoniada com as coisas na minha cabeça – só para deixar claro!), dei conta de todos os obstáculos sozinha e cá estou eu!  Muito mais cheia de histórias para contar.

É uma evolução diária, tem dias que tenho recaídas (não vou mentir!), mas pouco a pouco vou aprendendo a controlar os meus gatilhos de infelicidade e ajustar minhas expectativas para que as frustrações não sejam superiores a minha vontade de RENASCER.

Uma coisa muito importante que fiz neste processo, com certeza foi minha tatuagem do FODA-SE.  Escrever foda-se nas minhas costelas representa muito para mim.  A cada decepção, a cada expectativa frustrada, o foda-se ressurge como uma mão orientadora de fé e ajusta minha rota.

Recuperei minha religiosidade também.  Consegui voltar a frequentar minha fé, com persistência e resiliência para ir mesmo nos dias que me dá preguiça, que estou cansada ou que tenho um possível blind date oriundo do aplicativo.  Comecei a colocar o compromisso espiritual como prioridade e tenho me sentido mais forte para enfrentar meus desafios pessoais.

Não está sendo fácil!  Não é só a música da Cátia Cega!  Com certeza o mantra do Foda-se grita mais alto que meu cérebro tentando me auto-boicotar.

Cara, desculpa a modéstia, mas sou bonita, inteligente, super em forma, sei cuidar direitinho das pessoas que estão a minha volta, super legal, divertida, animada, independente…  Na boa, quem ta perdendo isso é um babaca rsrsrsrsrs

E sabe o que eu tenho para dizer sobre isso:  FODA-SE ele! ou eles.

Aprendi que preciso me amar antes de mais nada, nem sempre é fácil.  Principalmente quando acordo com uma espinha horrenda no meio da minha cara, mas passo uma base (reboco) e pronto!  O amor por mim retorna!  E viva a Mary Kay!

Malho pelo menos 3 vezes por semana, isso me ajuda a manter minha autoestima em alta, meu corpo sarado e minha mente oxigenada.  Além de combater a lei da gravidade.  Malho em casa mesmo, coloco minhas músicas, canto, danço e faço a minha festa e ninguém tem nada a ver com isso.  Aos sábados ainda vou numa academia de dança para aprender a dançar coladinho.  Tenho um péssimo habito de querer conduzir tudo na minha vida, na dança de salão estou aprendendo a ceder a condução ao parceiro.  Nem sempre é fácil!  Me tornar mais flexível é parte de um processo de melhoria dos meus pontos a desenvolver.  Sim, além de tudo o que eu citei de minhas qualidades fantásticas, conheço exatamente os meus defeitos e não sou nem um pouco apegada a eles.  Faço minhas ginásticas para neutralizá-los.

Saio para todos os lugares que tenho a oportunidade de ir.  Me chamou eu vou.  Não me chamou, eu vou mesmo assim.  Aprendi até a ir para o cinema sozinha!   E digo que é até legal!

Coloquei como meta ir a todos os shows que eu puder ir.  Até porque, nos aplicativos todos os solteiros bonitinhos têm fotos no Rock in Rio e eu estava em casa curtindo a fossa.  Aprendi que nesses shows a vida pode acontecer e se não, pelo menos eu canto, danço e me divirto.

Saio com amigas, mesmo durante a semana depois do trabalho.  Sou livre para fazer o que eu quiser.  Meus filhos já estão grandes, outra vantagem para mim.  Tenho companhias quando queremos (eles e eu) e não tenho quem me prenda quando preciso.

Viagens marcadas, inclusive para a realização de um sonho de criança.  Sim. Vou conhecer gente e lugares diferentes.  Vou viver!

Cursos e trabalho com foco de melhoria contínua… Sempre!

Sim! Eu estou aprendendo a ser solteira.  Não que eu queira isso para a minha vida.  Não quero, não gosto, não curto não ter alguém com quem dividir sonhos.  Mas, enquanto esse alguém não vem, vou fazendo dos meus dias diversão.  Até porque não quero qualquer um, quero alguém que some, que seja cúmplice de verdade e que tenha sonhos que complementem aos meus.  Não estou querendo demais.  Eu sei o que eu quero e isso é uma grande virtude.  Viver de aventuras, só se for com quem eu realmente amo.  Ou então prefiro me aventurar sozinha mesmo.

Ah!  E nunca, jamais, de forma alguma corra atrás de quem não te quer!  Ele sabe o que está perdendo!  Então, se não te quer, FODA-SE!  Se quiser, saberá onde te encontrar e te reconquistará.  Tem um mundo de gente para ser descoberto aí fora.  “O amor pode estar do seu lado!”  Uma hora aparece!

E vamos ao resumo das dicas da Luluzinha para ser uma solteira feliz e sem noias:

1) Redescubra a sua fé
2) Malhe para oxigenar o cérebro e melhorar a autoestima
3) Dance, dance muito.  Cante, espante todo os pensamentos negativos com muita alegria
4) Saia bastante, tenha sua agenda lotada de coisas para fazer.  Se ocupe!
5) Meta a cabeça nos estudos e no trabalho (mas com moderação rsrsrs)
6) Marque aquela viagem dos seus sonhos.  Conheça gente e lugares diferentes
7) Seja plena (ou pleno) absolutamente todos os dias, quando você menos esperar, o amor acontece!  (Tenho fé!)
8) A sua felicidade não está em outra pessoa além de você mesmo.  Não busque alguém para te fazer feliz e sim para que sejam MAIS felizes juntos.
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FODA-SE

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Sim, vc leu Foda-se como título deste texto. Aliás, esse deveria ser nosso lema de vida sempre. A gente normalmente se desgasta demais com o que não vale a pena. Vive tratando com prioridade quem trata a gente como opção. E como resultado disto tudo, ficamos cada vez mais doentes. A solução? O FODA-SE!

Sim, o grande e amigo, companheiro de fé e de batalha, o foda-se. Ele é, com certeza, libertador e trará muito mais amor próprio para o seu dia a dia.

Tem um texto do Millor Fernandes sobre o FODA-SE que super me representa:

O nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de “foda-se!” que ela fala”. Existe algo mais libertário do que o conceito do “foda-se!”? O” foda-se!”aumenta minha auto-estima, me torna uma pessoa melhor, reorganiza as coisas, me liberta. “Não quer sair comigo? Então foda-se!“.Vai querer decidir essa merda sozinho(a) mesmo? Então foda-se!” O direito ao “foda-se!”deveria estar assegurado na Constituição Federal.

Outro texto muito bacana é o livro de Mark Manson, A Sutil arte de ligar o FODA-SE. O livro é OTHEMOOOOOO e faz pensarmos no que realmente importa, faz meditarmos do que é culpa e de quem é a responsabilidade pelas culpas que carregamos. Se as carregamos, será que deveríamos mesmo carregá-las?

Então, estou numa fase tão foda-se, que acabo de tatuar foda-se nas minhas costelas. Por que? Simples! Quando ficar puta com algo e for tomar banho, me lembrarei de assumir a postura do foda-se. Não vale a pena se esquentar. Tudo na vida é passageiro. O bom e o ruim, então FODA-SE!

Uma coisa que aprendi na vida é que 95% dos nossos problemas se resolvem sozinhos, 2% não tem solução, só deveríamos nos preocupar com 3% deles. E sabe como???? No absoluto FODA-SE. Porque se não for para dar certo, amiguinho, você pode até sangrar de tanto se esforçar, que a merda vai acontecer. Precisamos de merdas nas nossas vidas para adubar as nossas experiências, a nossa existência! O que seria de nós se não errássemos??? Então, FODA-SE. Vou errar mesmo, vou sofrer mesmo, vou me fuder diversas vezes e num total foda-se, vou me reerguer e aprender com esses tombos, cuidar para que eles não mais aconteçam. Às vezes nem tem jeito, vão acontecer novamente! O ser humano é meio tapado, principalmente quando pensa com a porra do coração e não dosa com a razão.

É isso, se aborreceu hoje? Que tal ligar o foda-se?

Olhe para Frente

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Você vai se arrepender de várias coisas na vida, vai perder muito mais que vai ganhar, vai se frustar, se apaixonar, sofrer de amor e ter dores mais que inimagináveis. Não importa… Olhe sempre para frente.

Olhar para trás não te fará mais feliz, não te trará nada que você perdeu, nem muito menos vai acalentar seu coração.

Querendo ou não, sua vida estará sempre a sua frente.

Às vezes temos receio da dor gerada pela mudança, preferindo a estagnação a andar para frente. Mas, o que seria de nós sem as dores do parto?

Mudar não é fácil, não é indolor, mas certamente traz uma paz muito maior para dentro de nós.

Há quem prefira passar por essa vida sentindo dó de si, somatizando suas frustrações, vivendo, ou melhor, sobrevivendo de restos, pelo simples medo de ter que enfrentar desafios. A zona de conforto é desconfortável, mas e daí se você já está acostumado a sofrer!

Eu mudo! Mudo e desmudo quantas vezes forem necessárias. Foda-se a dor momentânea que isso me causa. Sei que meu crescimento espiritual e moral serão incalculáveis depois de cada ajuste de rota realizado com sucesso. Sim! Ajuste de rota… O caminho é sempre para frente, mas a rota eventualmente tem que ser ajustada para alguns atalhos cheios de pedras, espinhos e buracos, naquele chão bem ruim, trazendo desconforto e estresse.

Nunca pare, por nada nem ninguém, a sua caminhada. Se alguém não quiser vir junto, deixe que ache o seu caminho, mas não atravanque o seu. Não retroceda e nem se arrependa de seguir adiante. Deixe o seu caminho livre de obstáculos intransponíveis.

Por mais sofridos que possam ser certos afastamentos, alguns poderão ser temporários, outros definitivos. Não importa! Serão sempre necessários para amadurecimento de ambas partes.

Do not look back, your life is ahead.
Não olhe para trás, sua vida está à sua frente.

A Fábula dos Barcos e os Remos

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Uma vez, há mais de 20 anos, escutei de um casal que estava casado há 30 anos que o casamento era como dois barcos a remo num mar com marolas, onde o cuidado consistia em sempre zelar para que um barco nunca sofresse um desvio provocado por uma marola e se distanciasse do outro. Que os remos sempre pudessem ser usados para puxar um ao outro. Sempre.

Achei lindo. Poético. Mas, a vida real não é um mar com marolinhas! É uma ilha selvagem, cheia de aventuras, desventuras e decisões árduas a serem tomadas, com embates e contrapontos reais. Vontades e livre arbítrios a serem respeitados.

Sabe aquele lance de que quem ama, liberta. Pois é. Quando a rotina aprisiona, a infelicidade se traduz na falta de perspectivas e as expectativas e planos para o futuro já não coincidem, é o momento de deixar o egoismo de lado e liberar a outra parte para encontrar o que lhe falta para ser feliz.

Difícil dizer que não deu certo. O dar ou não dar certo é tão relativo. Deu certo pelo tempo que tinha que dar. Rendeu frutos, resultados, viagens, amigos, união e principalmente uma vida em comum que não irá se apagar.

Como dia a música “Tudo bem quando termina bem”.

Algumas respostas vão sendo construídas aos poucos, não teremos todas. Mas, algumas com certeza já sabemos. Outras nunca saberemos responder. Mas, o mais importante do que as respostas são as ações, o respeito mútuo que nutrimos e nutriremos, o carinho e o cuidado que permanecerá.

A vida que segue, que seguiu ou que seguirá. O tempo, mais do que nunca, trará suas coisas aos seus devidos lugares.

A Difícil Arte de ter que Pensar como os Outros Esperam que Você Pense

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Vivemos num mundo cada vez mais chato…  Tudo é proibido, politicamente incorreto, errado.  Melhor: o errado tá virando certo, enquanto o certo tá cada vez mais errado.

Sabe o que é pior disso tudo?  As pessoas acreditam piamente que a sua verdade é a única, absoluta e universal.  Questionar ou não concordar virou sentença de morte, de demissão, de divórcio e de fim de amizades.

Ah… Que saco!

Não sei ser assim…  Ok, me desculpem os puritanos, os corretos, os ideológicos, os religiosos, os sei lá o que mas, EU DIGO O QUE PENSO!

Não sei fingir quem não sou.  Mudo de opinião, me transformo e, principalmente, assumo minhas posições.

Essa história de viver de politicagem com certeza não me pertence.

Se você é positiva, brinca, interage com as pessoas, é louca! Se, ao contrário, fica na sua, concentrado e introspectivo, é anti-social. Ora, porra!

Particularmente, prefiro ser louca do que ser triste. Gostou ótimo, não gostou, FODA-SE!

Aliás, há tempos que o FODA-SE passou a ser meu mantra de vida. Me estresso menos, me frusto pouco e foda-se.

E viva o Foda-se!

 

Por que ter um cachorro foi uma das decisões mais acertadas da minha vida?

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Quando criança e adolescente sempre enchi o saco dos meus pais para ter um cachorro. Eles nunca permitiam. Principalmente meu pai, que dizia que ia sobrar para ele, que a casa ia ficar fedendo, que não iríamos cuidar nem dar banho, que cachorro sujava, comia coisas e etc…

Mas, um dia minha irmã teve um problema de saúde sério e, logo depois de sua recuperação, minha mãe, contra a vontade de meu pai, trouxe para casa um filhote mini de poodle. Era champagne e tão pequena que escondemos numa caixa de sapato para meu pai não ver quando chegasse em casa. Mas minha avó já tinha passado o bizu para ele. Ele chegou já procurando o bichinho… Achou no cantinho da varanda dentro da caixa… Já foi falando que queria “aquilo” fora de casa no dia seguinte. Minha mãe mais que rapidamente inventou que estava cuidando para uma amiga e que ela viria buscar em 10 dias. 10 dias!!!! Tempo suficiente para meu pai não quisesse mais ela. rsrsrs Não a quisesse mais longe dele.

Óbvio que ele estava certo. Sobrou para ele. Banho, limpeza, comida…

Como me casei cedo, a Shaika ficou com minha irmã até sua partida bemmmm velhinha.

Bom… como a vida é cíclica, meus filhos quando pequenos sempre pediam um cachorro. E eu, como aprendi com meu pai, dizia as mesmas frases: “Vai sobrar para mim. Cachorro faz sujeira, faz caquinha, deixa a casa fedendo e etc”.

Meu filho foi diagnosticado como autista quando tinha 8 anos e TODOS os especialistas diziam que ter um cachorro era maravilhoso para crianças com vários distúrbios, especialmente os autistas. E eu sempre no mesmo discurso… De jeito nenhum!

Para encerrar o assunto, conjuguei a minha alergia ao discurso para dificultar a argumentação de todos. Era verdade a alergia, o pelo me deixava espirrando pacas. Assim, a pressão diminuiria para o meu lado e ninguém me perturbaria mais com isso.

Mas, um dia, (talvez estivesse de TPM pois estava sensível demais) vi um vídeo de uma criança autista sendo tirada da crise por um Rottweiler. No mesmo dia comecei a minha busca pelo cachorro perfeito para tirar minha culpa… Quantas crises fortes do meu filho eu teria evitado com um cachorro? Com certeza isso eu nunca saberei.

O fato é que saí para trabalhar e, sem falar para ninguém, voltei para casa com um cachorro.

Quando estava chegando em casa, liguei para as crianças e as perguntei se eles fariam qualquer coisa para ter um cachorro, ao que a resposta obviamente foi com gritos entusiasmados de SIMMMMMMMMM… Pedi então que eles fossem para a garagem com material de limpeza.

Quando cheguei estavam os 2 com vassouras, panos, veja e etc me esperando. Quando saí do carro e tirei aquele pingo de cachorro do carro todo sujo de coco e vômito, só ouvia os gritos dos dois de felicidade. Simplesmente peguei o pequeno cachorro e subi enquanto os dois limpavam o meu carro. Fui limpar o cachorro também daquela imundice.

Lógico que, como aconteceu com meu pai, sobrou para mim. Logo, ela (é uma Labrador fêmea) se tornou meu rabo. Me acompanha onde eu vou, até no banheiro. Logo eu, que sempre precisei estar só no banheiro, agora tinha companhia para número 1, 2, 3 ou infinito.

Meu filho, coincidentemente ou não, nunca mais teve crise forte. Todo dia quando chega da escola, passa de 15 a 20 minutos sentado no chão da sala com ela. Se entendem. É o momento que ele sai da agitação da rua, da escola, para readequar a sua energia, se acalmar e se reequilibrar.

Minha filha faz dela gato e sapato, agarra, puxa, beija… e a bicha sempre na maior paciência do mundo.

Como tudo na vida, tem seu custo. Manter um cão é caro! Ela teve doença do carrapato e 3 meses depois reincidiu. Quase morreu e eu quase morri junto. Gastei o que podia e o que não podia para não perdê-la.

Minha casa teve vários objetos roídos: parede (!), mesa, cadeiras, roupas, chinelos, sapatos, dinheiro e até certidão de nascimento, afora as contas que ela comeu. A raiva passa logo que você começa a brigar e olha aquela cara linda de culpa máxima… Aquele olhar de coitada, que fez sem querer… Aquela lambida de desculpas. Pronto, acabou a raiva.

Mas, sabe o que é não se sentir só? Sabe aquele ser que entende quando você está triste, que faz besteira para chamar sua atenção quando você entra no seu mundinho… que odeia quando você pega o telefone. Ela, com aquela patona me dá patada na mão, muitas vezes deixando cair meu celular, para mostrar que está ali, que precisa de atenção…

Me acorda todo dia as 6 da manhã me pedindo carinho e me dando muito amor. Me acompanha no café da manhã e em tudo o que eu faço. Não me deixa só.

Eu chego em casa e a felicidade dela me deixa pensar que a minha importância para ela é infinita.

Com certeza me prende em certas coisas. Sei que ela está me esperando em casa, sei que ela vai ficar apreensiva se eu não chegar. Mas, e daí que eu não fique tanto mais na rua. O amor está me esperando em casa. Vai me fazer rir. Vai me fazer me sentir importante. Vai me dar trabalho, mas também vai me dar muito carinho quando eu estiver triste.

Realmente, sobrou para mim… Sobrou para mim descobrir a felicidade de ter um cão! ❤

PS: Minha casa não fica fedendo, descobri um produto maravilhoso que tira todo e qualquer cheiro de cachorro de casa. Além disso adestrei meu bebê e ela só faz as necessidades dela num “pinico” que fica na varanda. Nem dá muito trabalho para limpar e mantém dentro de casa sem nenhum vestígio de dogs. Pelos são inevitáveis. Vc acaba se acostumando, tem fases que cai bem pouco e também tem uma super escova que reduz significativamente a queda. Tudo tem jeito!

Abstenha-se dos Pessimistas… Cuidado para não se tornar um também!

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Gente pessimista é chata para c%$#*&¨.

Parece que vive com uma nuvem na cabeça. É o estereótipo do Ó Dia, Ó Vida, Ó Azar. Quem aguenta com isso????

No trabalho ou em casa, lidar com isso é o ó!

Sabe o que é pior? Essa coisa parece que é um vírus. Sai contaminando geral. Eu procuro me afastar tão logo identifique, vai que me torno a chata de plantão da vez.

Desconjuro, Vade Retro, Isola, bate três vezes na madeira.

Já conheci gente que é como Gabriela em matéria de pessimismo, nasceu assim, cresceu assim e dane-se. Conheci muita gente que se tornou esse pé no saco com o tempo. Mais uma razão para acreditar que o problema é viral.

Ultimamente até tenho acreditado que na verdade trata-se de uma epidemia. É uma tuia de gente treval que vou te contar… Caraca, no Facebook então, dá em penca!

Será que o antídoto não seria cada vez que parássemos para reclamar, sorríssemos.

Quando alguém vem reclamar para o meu lado, adoto 2 posturas possíveis:

1) Se estiver de TPM, vou mandar pastar. Vou falar o que penso. To de TPM e posso falar o que quero. Não gostou, bloqueia na rede social. To nem aí. Me livrei do chato. Estou em paz e nem precisei comer chocolate para isso.

2) Se estiver no meu momento peaceful, vou sorrir, fingir demência, surdez e ignorância, mostrarei minha dentição perfeita que a ortodontia me deu e mentalmente vou fazer figa para me isolar deste mal. Deus me proteja!

Ah… E tenha certeza! Quanto mais isolado você estiver deste mal, mais suas coisas andarão no caminho da luz.

Desconstruindo o Amor em 10 passos

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Recentemente uma amiga muito querida foi pega de surpresa com o pedido de separação de seu companheiro.  As razões menos óbvias possíveis, o inesperado pedido de desconexão abruptamente teve que assumir a rotina.

O relacionamento foi acontecendo… tímido e constante.  Há cerca de 1 ano e meio atrás.  Subitamente, através de uma gravidez não planejada, o amor floresceu…

Foi intenso, como a vida tem que ser.

Então, num certo dia a conversa é: “Acho melhor a gente dar um  tempo para o nosso bem.”

Bem de quem, meu amor???? Decisão unilateral não significa querer o bem da outra pessoa.  Isso em gestão tem outro nome, autoritarismo!  Cada  um seguir seu caminho…  Até parece que o amor é uma tomadinha que a gente desliga né…

Ok…  Isso é ruim…  Mas tem coisa pior:  Quando a criatura excede todos os limites dando esse recado através de um Cosplay imaginário de Mestre dos Magos…  Simplesmente Some!!!!!!  Sabe aquela parada adolescente de querer deixar cair no esquecimento para não precisar assumir suas decisões… POZÉ!!!!

E todas as mensagens, juras, promessas????  Onde foi parar o amor????  Nada acaba de repente. Ou tudo foi mentira?

Relaxa, amore!  Homens só chegam ao amadurecimento pleno aos 50 anos.  Muitas vezes, são felizes nas suas infelicidades e preferem suas “Miserables Lives” do que arriscar a mudança, mergulhar no amor.

Mas, e aí?  Como fica o lado que não decidiu…. Na impossibilidade de desligar a tomada do amor e obviamente na necessidade de não abrir mão do amor mais verdadeiro, o amor próprio, faz como para aceitar e arrancar esse sentimento do peito?

Ah… Quem nunca sofreu por amor que atire a primeira pedra, melhor seria atirar uma flor…

O amor precisa ser desconstruído…  Na marra, na tora, na força e no fórceps.  But how?

  1. Antes de qualquer coisa.  Arrependa-se por ter feito, arrepender-se por não ter tentando traz uma culpa enorme.  O orgulho é que afasta as pessoas, não é a distancia.  Então, antes de iniciar a desconstrução, que já adianto, será dolorosa, exponha-se uma última vez.  Sim!  Não é vergonha nenhuma dizer o que ainda sente.  Foda-se a reciprocidade. Diga o que sente de verdade.  Sem rodeios, sem floreios e sem desespero.  Sede firme e entenda que há uma tênue linha de limite entre a exposição necessária e a humilhação.  Portanto, não perca o equilíbrio para não ir para o lado errado.
  2. Obviamente se o passo anterior não tiver surtido efeito, você estará seguindo adiante…  O segundo passo é dar um tempo para si.  Recicle-se.  Enlute-se.  É importante esse luto para o auto-conhecimento.  Sofra, chore, grite, veja filmes de drama e escute músicas de sofrência. Só não encha a cara…  Isso realmente não resolve.  Só te fará se tornar a vitima da situação.  Assuma-se como protagonista da sua vida.  Protagonistas vitimizadas não dão IBOPE.  Protagonistas não se permitem o papel de coadjuvante em sua própria existência. Sofrer faz parte! Mas, faça isso somente por até 4 semanas.  Por que 4 semanas?  Simples, a TPM.  Você irá perceber que sofrer por amor é opção, por menstruação não.  Muito melhor quando quem tem as rédeas é você, não?
  3. Distraia sua cabeça.  Saia, passeie, faça turismo, viaje, vá dançar, faça uma academia.  Libere endorfina.
  4. Mude…  A mudança interior é complicada pacas.  Tome um atalho e comece pelo exterior mesmo.  O amor próprio tem que ser cultivado.  Pessoas felizes são mais amadas. Exalam energias positivas e atraem atenção… e mais amor.  Positivize-se!
  5. Se houver oportunidade, ame muito.  Experimente-se. A vida não acaba com o fim de um amor.  Pode ser a força do destino liberando seu caminho para um amor ainda maior. Vale até perfil no Tinder, ParPerfeito, Match e etc…  Conheça gente!
  6. Se ainda houver necessidade de contatos com o ex-amor, veja se essa relação é saudável para você.  Se for para ficar sofrendo a cada vez que o vir, é melhor se afastar de vez.  Apague os vestígios deste amor.  Não leia mensagens antigas.  Não se encontre, não o veja…  Se necessário, bloqueie nas redes sociais.  Não ver faz cair no esquecimento.  Ok que às vezes não cai tão rápido assim.  Mas, garanto.  Na vida tudo passa.
  7. Veja filmes alegres, leia, faça atividades ao ar livre, ande de bicicleta, de barco e de avião.
  8. Ocupe sua mente com algo importante.  Comece um curso, um novo hobby, um livro, uma meditação.  Ou até mesmo enfie a cabeça no trabalho…  Só tente não pensar.
  9. Nada tá funcionando!? Tá na hora de atitudes desesperadas no estilo adolescente.  Faça uma lista de defeitos do dito cujo.  Repita-se milhões de vezes como um mantra: ELE NÃO ME MERECE. Repita até que seu cérebro incorpore e torne esse pensamento num axioma.  Numa atitude mais desesperada ainda, resignifique seu ex-amor.  Odeie com toda a força todos os seus defeitos, faça com que só eles apareçam.  É escroto isso!  Temos que odiar para matar um amor!  Mas, estamos falando de resguardar o mais puro dos amores: o amor próprio.  Então estaremos perdoados.
  10. Reinvente-se…  Faça um reset de si.  Desconstrua e se reconstrua muito melhor.  Sofrimento é que faz a gente endurecer a carne e nos preparar para as porradas da vida. Pode até demorar, mas um dia vai passar…  A borboleta sofre no casulo para se transmutar numa beleza estonteante e VOAR!  Faça a sua metamorfose, liberte-se!

 

 

Dicas para Empreendedores de Primeira Viagem

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Nunca se falou tanto em empreender, nunca se abriu tantas empresas, nunca se arriscou tanto… Mas, a gente está fazendo isso da forma correta?

Trabalho com orientação e consultoria a empresas há uns 10 anos.  A grande taxa de mortalidade das start-ups me sinaliza que não. Definitivamente não estamos fazendo isso direito!

Muita gente deixa para empreender quando é demitido, daí o crescente número de empresas surgindo… Crise = desemprego = desespero = empreender da forma errada

Mas, qual seria a forma certa?

Se eu tivesse a resposta talvez não estivesse aqui escrevendo neste momento. O que posso dizer é o que estamos fazendo de errado, com certeza não são poucos os erros. Mas, se sabidos, por que não prevenidos? aha… então… cada um com seu cada um… mas, titia aqui vai tentar colocar alguns pingos nos is para ajudar os coleguinhas que estão enveredando neste mundo (ou seria submundo?), empreendedores de primeira viagem… De aconselhar sou ótima (rs)!!!!

Vamos começar com um axioma (pelo menos comigo é!):

Se algo está estável há algum tempo, prepare-se. Vai dar merda!  Se, ao contrário, tudo está nitidamente uma merda, nada dá certo há algum tempo, oba!  Tá chegando a hora de colher coisas boas!

Dito isso, vamos a outro fato: TUDO MUDA, sempre, o tempo todo…  Para bom e para ruim.

Agora que estamos na mesma vibe, podemos começar a traçar o rumo desta prosa…

Primeiro, não deixe para começar seu plano B quando seu plano A se tornar inexequível. Muitas pessoas começam a a empreender quando estão desempregadas.  Muitas vezes dá super certo. O desespero às vezes é um super ingrediente de sucesso para muita gente, tem que dar certo e pronto.  Mas construir algo estruturado, sem tanta adrenalina e mais pensado não seria mais salutar?

Um fator quase comum entre os empreendedores iniciais ou daquelas pessoas que esperam empreender é onde arrumar o dindim, o aqué, a bufunfa, o tutu, a grana … ???

O eterno dilema entre realizar o sonho ou subsistir.

Na maior parte das vezes, precisamos de dois dinheiros: o do projeto e o pessoal.  Não basta conseguir o dinheiro para financiar o projeto, as contas não param de chegar enquanto você tenta viabilizar um negócio.

Êta equação difícil da gota!

Posso garantir que muitas ideias fantásticas ficam presas neste dilema. Mas, para isso há solução. Acredite! Pode ser até mesmo mais fácil do que se imagina. Com um pouco de pesquisa, resiliência e determinação esse obstáculo pode ser facilmente superado. Aliás, resiliência é a palavra da vida de um empreendedor!

Para o financiamento existem várias ferramentas de fomento disponíveis no mercado: as Fintechs tem crescido muito neste mercado quase como molas propulsoras de novos negócios, cada qual com sua tese, suas políticas, taxas e prazos (muitas vezes taxas de juros bemmmm baixas, com prazos super dilatados e ainda com carência para o início do pagamento), é necessário pesquisar, mas, em geral, há muitas opções no mercado.  Lembre-se que a gente escuta desde bem pequeno: “Sempre tem um chinelo velo para calçar um pé cansado.””

Além das Fintechs, e muitas vezes paralelamente à elas, há aceleradoras, incubadoras, investidores, anjos, programas de corporate venture, patrocínios, premiações e incentivos de várias formas, governamentais e privados. Vou até contar um segredinho: Tem alguns agentes financiadores que são sem a necessidade de restituição do valor investido!!!! Sim, sim, sim!!!!! Não precisando pagar nada!!!!! Exemplo: estamos passando por uma crise hídrica, vários agentes estão promovendo programas de incentivo e aceleração de empresas com essa tese. Em geral vem como smart money, ou seja, com incubação, mentoring e desenvolvimento.

Algumas instituições abrem editais para apresentação de start-ups para esses incentivos. É preciso fuçar!!! Um empreendedor é, eminentemente, um fuçador.

Venda-se! Saiba ser um divulgador de si e de seu projetos! Marketing Pessoal é tudo nesta fase. Para se empreender TEM QUE SE VENDER!  Os melhores empreendedores que já conheci eram, acima de tudo, excelentes vendedores.  Cara dura e persistência.  O não você já tem.  Qual o risco que você terá em tentar converter num sim, o que você vai perder?

Recomendo: Biografia de Wall Disney, Steve Jobs e os filmes JOY e Em Busca da Felicidade.  Ilustram a resiliência e a persistência em busca do que se acredita.

Neste ponto ressalto um outro ponto de atenção, onde muitas ideias também são perdidas, principalmente em empresas de tecnologia. O perfil dos idealizadores de projetos técnicos é de pessoas bem introspectivas, que não gostam e não sabem vender, que são desenvolvedores, pouco acostumados ao desenvolvimento do networking, falam pouco e a maior parte é SUPER tímida!

Os caminhos mais fáceis para resolver esse problema são: ou a pessoa corre atrás do prejuízo(na verdade corre na frente pq quem corre atrás já está chegando atrasado) e se recicla OU se junta à alguém mais despachado, que fará o comercial. Mas, CUIDADO COM A SOCIEDADE.

Esse é mais um item determinante na derrocada das empresas, eu mesmo já me lasquei ALGUMAS vezes com isso. Saiba escolher muito, muito, muito, repito mais uma vez, muito (!!!!!) bem o sócio. As pessoas mudam. É um casamento. Se a gente tem dificuldade de escolher parceiro para vida, para os negócios a dificuldade é a mesma. A convivência é cruel, a divergência de pensamentos é complicado de se administrar, as prioridades. O bom mesmo é ter alguém que você confie profissional e pessoalmente, te complemente, que seja capaz de trazer ganhos para os dois.  Uma relação simbiótica onde os dois consigam ser mais do que como indivíduos únicos.  Tenha tudo muito bem detalhado sobre responsabilidades de cada um na empresa. O combinado não sai caro. É melhor gastar tempo nesta parte chata do que perder dinheiro lá na frente, ou pior, perder a paz!

Ok! Tenho sócio, tenho a ideia (EUREKA!!!!!), como começar a empreender?

Ah… Isso Luluzinha tem na ponta da língua: BOTE NO PAPEL!!!! (normalmente é no computador mesmo, tá de boa…)

De novo, tem no mercado várias ferramentas que podem ajudar a quem não tem ideia de como começar a escrever. O SEBRAE tem uma ferramenta, o CANVAS, que é uma ferramenta gratuita, super didática, própria para quem não tem intimidade com Planos de Negócios ou com estruturação de modelos de empreendimentos, é colaborativo, online… Enfim, super prático!

Botar no papel, criar metas e rotinas diárias para o amadurecimento do negócio, são atividades vitais do empreendedor. Um dia de cada vez, mas faça isso realmente com dedicação.

Valide sempre!  Valide tudo!  Valide com amigos, família, sócios, profissionais de mercado, professores, clientes e, principalmente, com inimigos.  Fique sempre de olho na concorrência, mas com mente e coração abertos.  Já lidei com muitos empresários que se achavam tão supra sumo da perfeição divina que não reconheciam seus próprios defeitos e tampouco viam os benefícios dos concorrentes em relação aos seus produtos.  Lembre-se do gráfico SWOT (gosto mais de chamar de FODA – é mais fácil de lembrar!) onde avaliamos as Forças, Oportunidades, Deficiências e Ameaças.

Então, se acha preparado para viver vendendo o almoço para comprar a janta por algum tempo, sem horário para dormir,  sem glamour, sem se divertir ou descansar?  Se sim, o que ainda está fazendo aí parado que não está produzindo?????  O tempo urge. Mãos a obra e boa sorte!

 

PS: Se tem alguma dúvida sobre empreender ou gostaria de um modelo de plano de negócios, pode me mandar uma mensagem que respondo a todas!  Até para discutir ideias!!! Sou suuuuuuppppppeeeeerrrrrr legal! 😉

 

Escolhas… A interminável tarefa de errar!

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Desde muito novos somos obrigados a exercitar diariamente a capacidade de escolher.  O mais incrível disso é que, por mais que pratiquemos, nunca adquirimos a excelência.  Sempre há fatos, informações e sentimentos novos que nos impedem de usar a tão sabida experiência em busca da assertividade.

Errar é bom.  Aliás, errar é ótimo!!!  Dá uma vontade absurda de não fazer de novo, né?  Só vontade!

O ser humano é construído por erros, muito mais do que por acertos.

Às vezes imagino que talvez tenhamos sido criados para errar mesmo, daí nos tornamos mais ou menos capazes de transmutar estes erros, tornando-os cada vez menos óbvios.  Sei lá, acho que talvez sejamos somente criados para errar mesmo e acabou.

Talvez a gente viva a vida tentando fugir dos erros, talvez a vida passe o tempo todo fazendo questão de os encontrar.  E o pior que sempre encontra, a cada esquina, a cada mensagem, a cada favor, a cada empreender…  sempre encontra!

O fato que às vezes cansa.

O pior é quando além de cansar, fere.  Pior ainda é quando a ferida não cura…

É… 

Podia ser mais fácil.  Podia ser um jogo de RPG.  Podíamos estar somente jogando The Sims, onde os erros seriam propositais, qualquer coisa era só não salvar o jogo e recomeçar do último acerto…  Mas, não é assim tão fácil.

À medida que envelhecemos, o peso destas más escolhas vai se tornando um pouco mais denso.  To nesta vibe… 

Irc…  não deveria estar.  Gente mal humorada é chata pacas!  Será que estou me tornando chata?!

Ah, vai…  Talvez tenha sido mais uma má escolha sentar para escrever hoje…  Agora já era, foi para a coleção, mais um errinho não vai pesar tanto assim… Até o próximo erro, ou quem sabe um acertinho só para variar…

ok, ok, ok, vou ali apertar o botão resetar e já volto! 😉