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As 5 Linguagens do Amor e a Fé

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Recentemente vi um filme que misturava a bíblia com o casamento, condicionando o fim do casamento a falta da Bíblia e de Jesus na vida dos dois.

Começo essa resenha com minha frase norteadora do Caminho de Deus:

A Religião te limita, a fé te expande!

Deus habita dentro de mim. Não preciso recorrer à nenhuma religião para encontrá-lo, basta olhar para dentro de mim.

As pessoas botam na responsabilidade de padres, pastores, rabinos, mestres e guias espirituais, a indicação do caminho certo a ser seguindo. Qual foi o caminho certo que Deus determinou para nós? Teimam em colocar Deus como mau, vingativo e punitivo! “Temer a Deus”. 

Eu não o temo, eu o Amo!

Concordo que os casamentos e as uniões precisam ter fé para existirem! 

Deus é bom o tempo todo! Deus nunca vai se vingar de você. Deus é amor e perdão. Nunca desfaria uma união porque não um dos dois não crê na bíblia. 

Primeiro, podemos mudar o conceito de Bíblia para Fé.  A fé é ampla.  Pode ser fé até mesmo um no outro.  Fé em si, no seu Deus interior, numa força energética maior, num poder regente. 

Fé:  Palavra pequena, que muito diz!

Se você perde a fé naquela união, ela realmente está por um fio. 

Li e reli (2x já!) um livro que fala muito de relacionamentos e como evitar o seu fim.  “As 5 Linguagens do Amor”.  Nele, o autor discorre sobre cada uma delas.  Tem um teste para saber qual é a sua e a de seu parceiro e como é importante termos ciência destas linguagem para não cometermos erros de falta de entendimento e perca de fé um no outro.

Todos temos necessidades que “enchem o nosso tanque do Amor”.

Fica muito mais fácil entender o seu parceiro quando se conhece o que é importante ele/ela. Desta forma, manteremos o tanque do amor sempre cheio!

Num relacionamento, é necessário se conjugar as PREFERÊNCIAS X PRIORIDADES de ambos. Se os vetores estão opostos, grandes chances da distância entre os dois se ampliar tanto até ser insustentável reagrupar.

Humilhar-se não é sinônimo de amor. Sinônimo de amor é amar-se. Quanto mais me amo, mais consigo externalizar esse amor e fazer com que os que estão a minha volta me amem também. Exemplo:  Quando só um se preocupa em deixar o tanque de amor do outro cheio sem a reciprocidade.  Isso é mutilação e auto-destruição.

A gente só consegue dar o que tá dentro da gente. Não é se humilhando e sendo humilhado que conseguiremos esse amor. Conseguiremos que o desrespeito seja cada vez maior. Daí a necessidade do conhecimento da Linguagem do Amor.

Agora, imagina o quão frustrante é, para uma pessoa cuja a principal linguagem do amor seja TEMPO DE QUALIDADE:  Chega em casa cansado, cheio de problemas do trabalho, a esposa já descarrega em cima dele um punhado de reclamações sobre as crianças, diz que a vizinha está enchendo o saco dela com música chata o dia todo, crianças começam uma briga na hora da janta, a casa um inferno, na hora de dormir, a mulher está irritada porque ele não está dando atenção para ela e nem para as crianças…  O que vai acontecer com esse tanque?  Estar vazio, obvio!

O resultado desta cena acima são vários:

1)  Ele conhece alguém (possivelmente no trabalho, já que passa a maior parte do tempo lá), que lhe dá atenção, diz que ele tá elegante, repara que cortou o cabelo, diz que adorou o perfume, pergunta se não quer dar uma relaxada num happy hour… Bah! Não precisa ser gênio para saber o final. 

2)  Esse homem vai ter um enfarte e morrer de tédio e nervoso. 

3)  Vai surtar e sair de casa de uma hora para outra e a esposa vai ficar sem entender o porquê…  

Assim os casamentos acabam!  Não foi falta de bíblia, foi falta de fé neles, no amor deles, no tanque de amor.

Eu venho de um processo de reciclagem de quase 2 anos. É interessante perceber o quanto que as minhas paixões antigas, hoje não se adequariam mais a mim e quanto pessoas que me desprezaram no passado, me procuram sem parar. O que sou hoje é resultado do “retroceder para avançar”.

Para conquistar alguém, às vezes, precisamos inclusive sair de cena por um tempo, nos ajustarmos e também deixar o outro sentir falta e perceber por si só o que perdeu. Volto a dizer, humilhação não pode fazer parte da estratégia de ninguém. Amor próprio sim!

O filme me fez lembrar muito meu primeiro casamento. O meu primeiro marido não me respeitava em nada. Adorava uma pornografia no computador, me humilhava na frente dos outros, me desmerecia, me destratava, era violento e rude comigo e com os filhos. Propus diversas ações para ele se transformar. Inclusive terapia de casal, conversas… Nada adiantava. Me estruturei e pedi o divórcio e a reação dele foi exatamente a mesma do filme: comprando rosas todo dia, cartões de amor espalhados pela casa, casa arrumada quando eu chegava a noite em casa.

Sabe o crédito que eu dava para isso: ZERO. Porque simplesmente eu tentei por 13 anos. Minha fé já tinha acabado! Uma pessoa que não mudou por 13 anos, não muda de uma hora para outra. Usa temporariamente uma máscara só para não sair da zona de conforto.

No fim, a mensagem é que precisamos manter nosso tanque de amor sempre transbordando de amor!  

Se não está bom e não conseguimos mudar, viramos a página e começamos a escrever um novo capítulo!

Bom Amor para todos nós!

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A Arte de Servir

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Esse fim de semana participei de uma super experiência, onde fui voluntária num evento de auto-conhecimento e desenvolvimento de empoderamento. Foram 3 dias servindo para quase 3 mil pessoas. Três dias trabalhando incansavelmente de 7 da manhã até meia noite, a maior parte do dia de pé. Três dias abrindo mão de mim, da minha filha (que anda se recupera da depressão), das minhas dogs, da minha casa, dos meus amigos e até mesmo do meu trabalho (oficial e renda extra).

Exercitei a humildade, a humanidade, o riso fácil, o choro frouxo, a felicidade extrema, o perdão, a fé, o cantar alegremente, o berrar motivacional, o bom dia efusivo, os diversos tipos de abraço: de gratidão,de felicidade, energético, de romper fronteiras, barreiras e preconceitos, de incentivo, de fé, de conforto…

Testei meus limites físicos. A dor no pé, na coluna, no estômago, a fome, o frio, o calor, o desconforto. Pensei diversas vezes em desistir. Ahhhh, como pensei!

Mas eu sou foda para caralho, porra!!!!!

Mas também sou humana. Me questionar é natural.

Não sei (AINDA) se faria novamente. Meu lado racional responde de pronto que não. Pelo menos, não neste formato. Obviamente minha veia crítica ainda é aguçada e, apesar da poesia do momento, sempre haverá situações para escolhermos passar novamente ou não. E alguns incômodos, não tenho mais idade para passar.

Independente da minha escolha no futuro, esse será um momento que carregarei com muito carinho pelos aprendizados, por tudo que aprendi e pelo exercício de servir. Especialmente pelo momento de vida que estou passando, os ensinamentos foram ainda mais profundos.

Abrir mão deste tempo de ganhar dinheiro para mim, já que estou num momento financeiro delicado, com filha em tratamento e eu correndo para fazer dinheiro… é… é uma evolução e tanto para mim. É mais que isso! É acreditar! É dar ao universo aquilo que ele tanto já me deu, é ter gratidão. Dar uma pausa para agradecer, para me reenergizar.

De bônus ainda tive conexões, novas amizades, reencontros …

Além de muitas histórias: histórias vividas, ouvidas, sentidas… para me inspirar, para me esbofetear na cara quando eu pensar em desistir (ou apenas desanimar), para reavivar a minha fé e me mostrar que o jardim do vizinho nem sempre é o mais bonito, até porque a gente não faz ideia das histórias de dor e sofrimento que as pessoas carregam!

Nunca, jamais, de forma alguma, julgue alguém por suas atitudes ou forma de pensar, vestir ou agir. O que somos hj é a soma do que fomos e vivemos no passado, não sabemos o que as pessoas viveram para agir das maneiras que agem.

Foi uma energia muito phodda estar ali! No sábado então… o ritual do perdão foi uma das coisas mais intensas que eu já presenciei.

Sempre digo e repito, que um dos lugares mais fodas que já fui, foi o Vaticano. Não pela religião, até porque nem sou Católica, mas por conta da fé que as pessoas que vão aquele lugar carregam.

No DSP, foram quase 3000 pessoas reunidas com o mesmo objetivo: despertar o poder dentro de si, ir mais além … tem como um tanto de energia dessa, transmitir algo para quem está lá que não seja bom? De jeito nenhum!!!!

Ontem, no fim do evento, estava na porta sinalizando a saída e aconteceu a coisa mais incrível de todo o evento: um casal de senhores que eu tinha ajudado a subir na cadeira numa dinâmica e fiquei o tempo Td perto deles cuidando para que nada de errado acontecesse e eles pudessem participar como tds, veio em minha direção. A senhora chegou na minha frente e me pediu a minha mão, me disse com a mão dela agarrada à minha que o evento foi muito mais inesquecível por conta da minha ajuda, incentivo e presença do lado deles na atividade de subir na cadeira. Na situação eu tirei uma foto maravilhosa dos dois se beijando na boca, coisa mais linda! Lógico que não preciso dizer que fui aos prantos com aquela declaração de amor!

Ali, naquele momento, já tomei a minha recarga de todo o cansaço. Na hora as dores param, a energia voltou a mil, me renovei!

Foi o maior pagamento que recebi.

A arte de servir não tem riquezas de ouro “porque elas não entram no céu”, mas te trazem a riqueza mais linda, aquela que preenche a alma e o coração, recebi amor, muito amor! ♥️

 


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