Mês: junho 2017

Abstenha-se dos Pessimistas… Cuidado para não se tornar um também!

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Gente pessimista é chata para c%$#*&¨.

Parece que vive com uma nuvem na cabeça. É o estereótipo do Ó Dia, Ó Vida, Ó Azar. Quem aguenta com isso????

No trabalho ou em casa, lidar com isso é o ó!

Sabe o que é pior? Essa coisa parece que é um vírus. Sai contaminando geral. Eu procuro me afastar tão logo identifique, vai que me torno a chata de plantão da vez.

Desconjuro, Vade Retro, Isola, bate três vezes na madeira.

Já conheci gente que é como Gabriela em matéria de pessimismo, nasceu assim, cresceu assim e dane-se. Conheci muita gente que se tornou esse pé no saco com o tempo. Mais uma razão para acreditar que o problema é viral.

Ultimamente até tenho acreditado que na verdade trata-se de uma epidemia. É uma tuia de gente treval que vou te contar… Caraca, no Facebook então, dá em penca!

Será que o antídoto não seria cada vez que parássemos para reclamar, sorríssemos.

Quando alguém vem reclamar para o meu lado, adoto 2 posturas possíveis:

1) Se estiver de TPM, vou mandar pastar. Vou falar o que penso. To de TPM e posso falar o que quero. Não gostou, bloqueia na rede social. To nem aí. Me livrei do chato. Estou em paz e nem precisei comer chocolate para isso.

2) Se estiver no meu momento peaceful, vou sorrir, fingir demência, surdez e ignorância, mostrarei minha dentição perfeita que a ortodontia me deu e mentalmente vou fazer figa para me isolar deste mal. Deus me proteja!

Ah… E tenha certeza! Quanto mais isolado você estiver deste mal, mais suas coisas andarão no caminho da luz.

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Os “E ses” da Vida…

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E se eu tivesse tentado, insistido, apostado, reinventado, interagido, falado, me calado, ouvido… E se eu tivesse vivido???

São tantos os “e ses” da vida que a perturbação acaba se tornando a inquietude da nossa alma.

A não existência do efeito borboleta coloca nossa fé a prova. A fé inabalável que estamos sempre certos e que nossas decisões são as mais assertivas para aquele momento. Mas, poxa… é sempre tudo ao contrário. Dá sempre tudo errado. Que boxxxta!

E sabe quando a gente alimenta aquela sensação que podia ter feito algo diferente, mas por mais que façamos uma revisita no passado, não achamos onde poderíamos ter agido diferente. Qual foi o momento que pegamos a rua errada e que o GPS da vida não recalculou a rota, nem avisou que estávamos entrando num beco sem saída?… #GPSMau

É tanto passado no meu presente que acabo não projetando meu futuro. Pah! Tudo errado!

Sabe aquela certeza que você queria ter? Pois é, ela nunca vem.

Ás vezes eu tenho a sensação de que estou vivendo uma vida que não é minha, resultado de escolhas que não acredito que fiz.

É… a gente é realmente eternamente responsável pelas nossas escolhas… Mas, os “e ses” vão se acumulando e pesando cada vez mais.

Será que ainda há tempo de transmutar tudo isso? Infelizmente há coisas que nem dependem de nossas novas escolhas… Ah, se dependessem… Na verdade é possível que a não possibilidade de escolha tenha sido por conta de uma má escolha que fizemos no passado… Quem vai saber? Isso tudo é tão confuso.

Se é possível passar alguma mensagem para o universo, será que ele me escuta? Olha o se de novo…

Ah, não custa tentar… Vai que…

Podemos tentar de novo?

Se tivesse certeza… se…

De Quantos Adeus Somos Feitos…

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Todos os dias nos despedimos de algo, às vezes de muitos algos… Alguns “adeuses” são mais doloridos que outros. Tem outros que só sentimos algum tempo depois. Outros a saudade trata de dar o tom. Alguns tem dores inversamente proporcionais ao tempo, outros diretamente proporcionais.

Por que nunca estamos preparados para esses “adeuses”, principalmente o Adeus da Morte!

Antagônico, pois não seria esta a única certeza que nos resta, não seria este o comum fim de todos?

Hoje é mais um dia de um adeus dolorido, de uma pessoa querida. Sabe quando não é aquela pessoa que você tinha um mega contato, mas que a admiração, a energia e até a voz ficam gravadas… consigo sentir até o cheiro do clima daquela sala quando ia tirar dúvidas com aquele que tão carinhosamente chamávamos de Oráculo… sempre sorrindo explicava com aquele ar de mestre e sorrindo perguntava se havia entendido… Brincava que já sabia que estava chegando pelo meu perfume e pela minha voz, ele ficava irritado com minha voz, mas falava isso sorrido. O oráculo se foi…

Minha visão espiritual me deixa com um pouquinho de inveja dele… Um ser tão iluminado, tão inteligente, tão carismático e com a energia que tinha, certeza terá uma missão maravilhosa no plano espiritual… mas a saudade fica. Mais uma saudade que fica.

Engraçado que quanto mais velhos ficamos, mais essa “rotina” de despedidas se torna presente.

Mais um adeus… Entre muitos outros que ainda terei que encarar… De quantos adeus ainda serei (re)feita?